Uma amante que ama se exibir em público - Parte I

Um conto erótico de Giuseppe
Categoria: Heterossexual
Contém 1417 palavras
Data: 11/02/2024 17:07:46

Quando comecei a escrever meus contos para este site a ideia era registrar minhas aventuras, todas reais e que fui vivendo desde o início da minha vida sexual com as inúmeras e maravilhosas mulheres que tive o privilégio de compartilhar a cama e muitas fantasias.

Hoje irei começar a relatar sobre a Ana, uma ex-colega de trabalho, que se tornou ficante, amiga, namorada, amante e hoje, apesar de estarmos distantes fisicamente, já que ela segue morando no Brasil e eu aqui nos Estados Unidos, é um amor muito forte e intenso que certamente irá nos render muitas noites de amor, sexo, luxúrias e fantasias.

Eu e Ana nos conhecemos em 1998, ela era sósia da Ana Paula Arósio, olhos azuis, cabelos em tom castanho escuro, pele branca, um sorriso lindo e encantador, tudo isso em um corpo maravilhoso, cintura fina, seios médios, um bumbum desenhado por um mestre renascentista, médio, redondinho e duro, sua bucetinha grande e carnuda, com lábios volumosos e tudo isso emoldurado por um par de pernas lindas, longas e delicadas. O retrato de Ana nua é algo de deixar qualquer um excitado, lindamente perfeita. Mais perfeito ainda a doçura e o amor desta mulher.

Neste conto irei relatar nosso reencontro em 2011, depois de 13 anos, das nossas primeiras transas. Neste momento, eu era casado com Thaís, mas nossa relação já não estava mais boa, entre idas e vindas já não morávamos mais juntos, ela voltou a morar com a mãe e eu segui no meu apartamento. Em tese éramos para nos encontrar todos os finais de semana, mas tanto Thaís quanto eu já nos evitávamos e praticamente não mais nos víamos, até porque a cada encontro era só estresse. Nesta fase eu estava saindo com várias mulheres, clientes do trabalho, colegas da empresa, peguetes da época da faculdade, a gatinha da academia, e por aí vai. No papel Thaís ainda era minha mulher, mas não havia mais nada, nem sexo entre nós.

Certo dia, andando no centro da cidade do Rio a caminho de uma reunião, ouço uma voz me chamando por um antigo apelido, demorei a processar que era comigo, até que olho para trás e tenho a alegre surpresa de ver Ana. Uauuuuuu… que mulher linda, mais madura, já não mais nos seus 20 e poucos anos, no auge dos 30 anos era uma loba linda, vestida com uma calça jeans que ressaltava suas curvas, uma blusa de cetim com um decote ousado que exibia o colo dos seus seios mais volumosos e no rosto um óculos super fashion que davam ainda mais destaque aqueles olhos azuis hipnotizantes. Ana veio em minha direção e me deu um abraço super demorado e apertado, seguido de um delicioso beijo no rosto, quase na boca, e que já deixou o meu “João Bobo” ligado, algo que ela percebeu e deu logo um sorrisinho malicioso. Obviamente eu não podia deixar aquela deusa escapar, liguei para meu cliente e cancelei a reunião, que já não era muito importante, afinal eu precisava me reconectar com aquela delícia de mulher após 13 anos sem nenhum contato.

Fomos para um café na Rua do Ouvidor, ficamos umas 3 horas batendo um delicioso papo, então convidei Ana para irmos para um bar, pois já era quase 18 horas e a cafeteria iria fechar. Ela prontamente aceitou, pegamos um táxi e fomos para q zona sul do Rio, paramos em um bar super descolado e pedi logo um bom vinho. Conforme o vinho ia entrando começávamos a ficar mais soltos, o papo naturalmente se encaminhou para nossas relações anteriores, contei para Ana que ainda estava com Thaís, pivô de não termos ficado juntos lá em 1998, mas que não estava feliz, sequer nos víamos e naquele ano não havia rolado sequer uma única transa entre nós dois. Ana contou que também havia se casado, um homem mais velho, rico, mas que não chegava junto, deixando-a literalmente na mão e com seus brinquedinhos, vez por outra tendo que recorrer a ajuda de outros homens para satisfazer suas necessidades como fêmea. Ela me contou não estar mais casada, que estava vivendo em uma cobertura em Niterói com sua filha, que vez por outra saia mas que não conseguia encontrar ninguém que valesse a pena ter algo mais sério, apenas sexo.

A noite foi passando e já estava tarde, em especial para Ana regressar para Niterói. Então convidei Ana para ir para a minha casa, disse que tinha um quarto de hóspedes e que ela poderia passar a noite lá, ela comentou que não teria roupa para trabalhar no dia seguinte e então ofereci umas blusas parecidas que Thaís tinha e que ela sequer perceberia que eu havia emprestado, já que não iríamos nos ver tão cedo. Ana topou e fomos para o meu apto em Botafogo. Chegando em casa, não resistimos e demos um delicioso beijo na boca, instintivamente fui arrancando sua roupa e ela a minha, e poucos minutos depois já estávamos rolando nus sobre o tapete da sala aos beijos, toques e muito tesão. Trepamos toda aquela noite, passamos em claro, ao ponto que decidimos tirar o dia de folga, ficando toda a sexta-feira juntos, assistindo filmes, trepando, comendo, e a noite fui levar Ana de carro em Niterói. A noite de quinta, madruga e dia de sexta haviam sido maravilhosos, ambos estávamos extasiados com a nossa conexão e toda a atração sexual dos nossos corpos, uma química perfeita.

A partir deste dia, toda semana nos encontrávamos apenas para treparmos, a energia dos nossos corpos era algo inexplicável, a gente ficava transando por horas, meu pau permanecia duro dentro da buceta de Ana por duas horas ou mais, ela havia praticado muito pompoarismo, e com isso ela controlava o meu orgasmo, travando minha piroca dentro dela toda vez que sentia que eu iria gozar, era uma loucura, uma delícia.

Ficamos viciados no nosso sexo, passamos a ficar juntos de segunda a segunda, sempre nos revezando entre o meu e o apto dela, pois precisava que a filha não estivesse em casa para me receber. Cada dia era uma surpresa deliciosa, ela me contava suas aventuras, suas fantasias eróticas. Me contou de um ritual que participou com 30 casais em um sítio em que ela e o ex-marido haviam transado no mesmo ambiente com todos os outros casais numa noite sob as estrelas. Que ela havia adorado ser admirada e tocada por outros homens e mulheres enquanto trepava. Aquilo foi mexendo muito com minha libido, confessei para ela que tinha a fantasia de transar sendo observado, que curtia exibicionismo, que adoraria ter alguma experiência semelhante com ela. Ela então disse que iria me surpreender muito em breve.

Era uma sexta-feira, Ana me liga e fala: Te quero hoje aqui em casa hoje às 21:00, por favor, desmarque todo compromisso para o sábado, vc será todo meu e irei te destruir de tanto que irei te dar. Outra coisa, traga vinho! Bastante! - obviamente já fiquei de pau duro e muito intrigado. Quando foi umas 16:00 Ana me liga novamente, algo em especial que você deseja de mim? - e eu respondi: Sim, quando eu tocar a campainha do s eu apto quero ser recebido por uma puta, esteja trajada como tal, porque irei te devorar ali mesmo na porta da sua casa. - Ana deu um risinho e desligamos.

As 21:00 em ponto lá estava eu na porta do apto de Ana. Toco a campainha e eis quem abre é a puta mais linda que já vi na vida, um top minúsculo que mal escondia os mamilos dos seios e um microscópica saia que expunha a parte inferior da sua vagina e as poupas redondinhas da sua deliciosa bundinha. Parti pra cima dela já querendo arrancar tudo e meter nela ali mesmo. Ana coloca a mão sobre o meu peito e diz: - Não, ainda não, quero vc mais louco de tesão, ela pediu para deixar a caixa de vinhos em sua sala e pegar 2 garrafas, fez um gesto e começou a subir a escada caracol que dava para a cobertura do seu apto. Fui atrás sendo presenteado pela linda visão de sua bucetona e daquele bumbum rebolando na minha cara. Então eu coloquei as garrafas no degrau, agarrei as suas pernas e enfiei minha cara no meio de seu belo rabo, intercalando linguadas na sua buceta e cu. Ela gemia como uma cadela no cio, rebolava a bunda na minha cara e forçava contra meu rosto, proporcionando mais tesão.

Continua…

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