Meu sobrinho teimoso veio me visitar (pt.2 - Final)

Seu short estava jogado no braço do sofá, ele não parecia de importar. Pedro abertão no sofá, ocupando-o quase que por inteiro, dava goles na garrafa d’água, que devia ter pego quando eu estava no banheiro, ao mesmo tempo em que apertava com força os botões do controle e reclamava ter perdido mais uma partida. Sentando-me ao seu lado, no sofá apertado, contive a ereção que se iniciava por baixo da samba-canção por presenciar aquela cena.

⁃ Que isso moleque? Cadê o short? (Indaguei-o apontando para o short do outro lado do sofá)

⁃ Tirei ué, você também não tá sem? (Falou Pedro, grosseiramente, entre goles d’água)

Bom, ele estava certo, com o calor que fazia não tinha como exigir que ficássemos completamente vestidos. Mas que me impactou mesmo foi o seu argumento, e olhando agora para minha samba-canção eu pensava que ela se configurava mais como um short, não uma cueca. O que de forma alguma achei ruim, tê-lo ali do meu lado, seminu, suscitava um tesão indescritível. Há muito a confusão inicial deu lugar a um calor interno que me perpassava o corpo, eu a sentia na ponta do pau. Mexendo no celular, ao seu lado, tomei a coragem de perguntar sobre a jockstrap que usava:

⁃ E essa cueca de baitola, conseguisse aonde? (Falei forçando uma risadinha para irritá-lo)

⁃ É do jogo ‘carai’. (Falou Pedro, compenetrado na partida)

⁃ Eu tô ligado que jogo é esse, jogo de dar o cu é? (Dessa vez a risada que escapou foi genuína)

⁃ Eu tô ligado que quem dá o cu aqui é tu. (Respondeu rispidamente, me dando uma cotovelada)

Sem reação, apenas me restringi a dizer um “Sei” desconfiado e logo voltei a olhar o celular.

⁃ Tu não vai banhar não? (Perguntei, amenizando o clima)

⁃ Vou já já! (Retrucou Pedro, no tom relapso que lhe era natural)

⁃ Anda, cascão! (Brinquei)

Se o deixassem, poderia jogar por horas e horas sem nem se importar. Mas, entre uma partida e outra, percebi que o safado afofava o pau indiscretamente, enchendo mesmo a mão, se sentindo praticamente em casa. E ali, ao seu lado, olhando de canto era impossível não imaginar a gostosa pentelhada preta que aquele garoto devia guardar na “semicueca”, com um pouco de esforço podia até sentir o cheirão de macho que emanava daquela bundinha branca, nua e suada, em contato com o sofá. Meu pau doía de tesão, pulsando na cueca solta.

⁃ Tá olhando muito pra mim, quer pau é? (Falou Pedro, sem desviar os olhos dos dribles no jogo)

⁃ Oi? (Surpreso, foi tudo o que consegui dizer)

⁃ Se tu quiser pica tu fala carai, em vez de ficar aí encarando o meu cacete achando que não tô ligado. (Falou Pedro, de boca cheia, suas palavras cortavam o silêncio da casa)

⁃ É o que moleque? (…)

⁃ Pensa que eu não te vejo batendo uma no banheiro com os caras mandando ver no pornozão mutado? (Falou Pedro, caçoando de mim)

Como ele viu isso? Quando ele viu isso? Eu tinha tantas perguntas, mas no momento apenas franzi o cenho, o silêncio das minhas expressões falava por mim enquanto eu processava o que tinha acabado de ouvir.

⁃ Que conversa é essa, Pedro? (Indaguei, mais com um tom de surpresa do que interrogatório de fato)

⁃ Tá surdo carai? Se tu quer pau vem aqui e me mama logo, não fica aí parado com essa cara de besta.

Eu ainda processava o que tinha acabado de acontecer quando Pedro levanta, se posiciona frente a mim, cobrindo a tv, e com a mão livre arreda a parte frontal da jockstrap para o lado, revelando seu pau, em seguida apertando e balançando-o com firmeza na minha cara.

⁃ Não era isso que tu queria? Agora deixa essa porra dura. (Exclamou Pedro, apontando para seu pau com o controle, em um tom travesso, me esboçando um sorriso aberto e safado de quem sabia o que estava fazendo)

De fato era ainda melhor do que havia imaginado, mesmo mole seu pau era grosso, encimado por uma também grossa relva de pentelhos pretos e fartos, o barulho das pancadas que o seu sacão fazia batendo entre uma coxa e outra era hipnotizante, seu cheirão de macho antes enclausurado na ‘semicueca’ agora tomava conta do ambiente, meu pau latejava, quase gozei sem me tocar. Devo ter ficado alguns segundos ali, parado, enquanto salivava estático, olhando e sentindo o cheiro daquele pauzão imponente. Tão jovem e tão tesudo quanto se poderia ser. Queria saber o que aquele fedelho tinha que me atiçava tanto.

⁃ Não sabia que tu era frouxo assim. (Disse Pedro dando de ombros impacientemente)

Fui trazido de volta à realidade pelo apagão repentino gerado por Pedro atirando sua cueca na altura dos meus olhos, devo ter ficado imóvel por um tempo perceptível e ele a tacou para ver se eu retornava. Aparei a queda da cueca ao chão em rápido reflexo, e mantendo contato visual, cheirei a parte frontal, o aroma forte de macho, mijo e suor misturados me zarparam de volta à uma região de êxtase ímpar, revirei os olhos pressionando a cueca mais forte contra meu nariz, em uma tentativa de extrair o máximo de prazer do cheiro deixado por ele.

⁃ Caralho, parece que tava necessitado. (Brincou Pedro, em tom resenhoso)

Eu estava. Deixando a cueca de lado, me ajoelhei em frente a Pedro, seu pau tocando meu bigode, olhei para cima e o safado ria, sabia que era tesudaço pra caralho. Mordisquei de leve a suave pele do prepúcio que se projetava sobre meus lábios, Pedro levantou a sobrancelha em resposta. Aquela seria minha vingança para com o jeito que aquele pirralho me tratava, devagar, eu o faria com que pedisse mais, e o negaria sem nada falar. Pus-me apoiado no chão segurando as coxas mirradas de Pedro, só então empecei. Expus a glande ao apertar meus lábios molhados contra a ponta do seu pau, que crescia paulatinamente dentro da minha boca. O engoli por inteiro de uma só vez, ao que o corpo dele respondeu relaxando por completo, seus joelhos dobraram-se sobre meus peitos, a coluna se desfez arqueando-se para frente deixando sua cabeça pender para trás, sua boca aberta soltou um suspiro audível, e largando a borda da camisa de time que segurava anteriormente, apoiou-se sobre mim envolvendo minha cabeça com seus braços, pressionando-a com ainda mais força contra sua pentelhada preta, escorreguei minhas mãos ásperas pela parte de trás das suas coxas em direção às nádegas e as agarrei, ambas rijas ao toque. Desde os braços ao redor da minha cabeça às suas nádegas, pude sentir que sua pele se arrepiava em tesão. Seu pau crescia em direção ao fundo da minha garganta enquanto eu me inebriava cheirando veementemente a grossa pentelhada que me furava as bochechas ao misturar-se com minha barba.

⁃ Caralho… engole esse cacete todo, vai. (Disse Pedro em tom sussurrado, semicerrando os olhos e fazendo um biquinho em uma quase súplica)

Num instante a marra desapareceu, pensei rindo comigo mesmo ali ajoelhado, a tora de Pedro toda enfiada na minha garganta, enquanto olhava-o de baixo para cima, o marmanjo totalmente entregue, a expressão branda, e eu mal havia começado a chupá-lo pra valer. Seu pré-gozo era tão salgado quanto abundante, e pulsando envolto pela minha boca quente o pau dele não parava de liberar sua babinha de macho. Suas bolas se contraíam, indo levemente para baixo e para cima, raspando na minha barba. Liberei-o assim como o engoli, de uma só vez, ou me afogaria na baba do seu pau, o afastei de mim segurando-o pelos seus ilíacos aparentes, deixando um caminho de baba interligando desde sua pentelhada molhada e seu pau pulsante à minha sedenta boca aberta.

⁃ Caralho velho, tu mama benzão. Quem te ensinou? (Fala Pedro ofegante, entre um suspiro e outro)

Apenas olhei para ele rindo, limpei minha boca, tomei um tempo para recuperar o fôlego. Aproveitando a pausa, empurrei-o de leve sinalizando para que se sentasse no sofá, em seguida tirei a samba-canção e atirei-a na cara de Pedro.

⁃ Aiai, saí daqui com essa cueca, eu não vou te mamar não. (Disse Pedro fazendo cara de nojo e rindo enquanto se livrava da cueca)

Era um prazer apenas ter aquele moleque ali na minha frente, envergado pelado no sofá, de forma que eu podia ver seu buraquinho peludo e rosado enquanto ele batia uma punheta e alisava sua pentelhada com a palma da outra mão. O caralho de Pedro era mais grosso do que grande, simplesmente perfeito, com aquela visão meu cu piscava implorando por pica, mas eu não queria apressar nada, queria mesmo aproveitar cada momento e cada centímetro daquele safado, sentir o gosto forte da sua pica veiuda balançando rente à minha cara. Sem muita cerimônia era eu quem estava completamente entregue, a minha ideia de vingança já tinha sido há muito esquecida quando caí de boca naquele caralho grosso, o sugando com afinco da base à ponta, me deliciando com intermitentes sorvidas àquele cheiro de macho emanando de sua pentelhada.

Pedro envergado no sofá, estava com a mesma cara de besta da qual julgou a minha anteriormente, hipnotizado pela minha mamada, sorria para mim de uma forma pornográfica aprovando meu boquete. Não desperdicei uma gota daquele cacete firme, fiz questão de molhá-lo por inteiro engolindo-o o mais fundo que podia brincando com suas bolas peludas com a ponta da minha língua. Em uma pausa, deixei seu caralho molhado repousar sobre meu rosto, neste momento dei especial atenção às suas bolas, excepcionalmente grandes, chupando-as suavemente uma a uma sentindo-as se contraírem dentro de minha boca.

⁃ Isso, caralho. Chupa essas bolas, vai. (Aprovava Pedro em um grave tom de voz safada)

Entre espasmos de tesão Pedro forçava minha cabeça ainda mais forte no seu pau, o seu osso do púbis pressionava-me a ponta do nariz, meu bigode se entrelaçando com seus pentelhos. Pedro gemia feito puta, mordendo o lábio inferior, e vendo aquela sua expressão eu até podia prever as punhetas desesperadas que esse devasso daria logo pela manhã pensando na minha chupada.

Eu diminuía o ritmo da mamada sempre que sentia os espasmos da gozada de Pedro vindo, seu saco se contraía, as pernas apertavam minhas costelas, e eu desacelerava, Pedro desaprovava, ao qual eu me objetava chupando-o repentinamente mais forte no meio da frase.

⁃ Caralho, me deixa gozar… seu porra (Falou Pedro entre suspiros entrecortados por minha engasgada firme)

Perdi a hora pendurado naquele porrete de carne, o tesão era tanto que eu não sentia minha mandíbula arder, só pensava em dar prazer para o meu moleque, e chegando cada vez mais perto de gozar eu não podia perder a oportunidade de chupar aquele cuzinho virgem que tanto me encarava. Pedro arfava agarrado à minha nuca, desejando com violentamente minha boca. Pus, por uma última vez, todo o caralho de Pedro na minha garganta, senti seus pentelhos me fazendo cócegas ao redor dos meus lábios, em seguida tirei-o da boca.

⁃ Não para não mano, eu tô já pra gozar (Disse ele injuriado, enquanto eu tirava aquele cacete grosso do fundo da minha garganta)

Sem nada falar, o surpreendi agarrando suas coxas por trás e puxando-o para mais perto de mim, deitando-o no sofá de forma que seu cuzinho ficasse escancarado à minha frente.

⁃ Ei, eu não dou o cu não tio. (Disse Pedro, assustado)

Primeira vez que ele me chamava de tio em muito tempo, eu não sabia se era apenas gíria ou não, mas sabia aquilo havia me deixado ainda mais excitado, fazendo com que um fio de pré-gozo escorresse da cabeça do meu pau em direção ao meu saco que repousava, sobre uma pequena poça do mesmo material, no chão. Com meus braços segurei Pedro que, assustado pelo puxão, tentava retornar a como estava sentado anteriormente. Levaram-se um ou dois gemidos de tesão para que ele parasse de empurrar meus braços e apenas relaxasse com a minha linguada. Primeiro, fui sentindo devagar aquele cheiro de macho suado, e ao pressionar minha língua quente contra seu períneo, que se contraiu em resposta, era a reação que eu esperava para prosseguir a chupar seu buraquinho virgem logo abaixo.

Suavemente, as preguinhas de Pedro piscavam, reagindo ao toque da minha língua. Entre os grossos gemidos que Pedro dava, eu me encaixei no meio daquela bundinha macia e delirava beijando aquele cuzinho, umedecendo os pelinhos ao redor, saboreando seu gosto viril. Eu extraía obstinadamente todo o prazer que pudia daquele indecente, virando aquele moleque do avesso. Chupava-o agora com ainda mais vontade aquele cu apertado, enrijeci minha língua e com calma a introduzi naquele buraquinho, a tensão dos músculos contra minha língua a empurravam para fora sempre que eu a punha. Umedeci seu buraquinho com minha saliva e introduzi minha língua cada vez mais fundo naquele cuzinho. Pedro gemia, pedindo mais, com suas pernas ao alto, bambas de tesão.

Alternando chupadas forte e leves, explorei-o como pude, Pedro piscava deliciosamente para mim, seu períneo se contraindo mais fortemente quando eu o sugava com mais firmeza. Solto sobre o recosto do sofá, Pedro anunciava que ia gozar, não o vi se tocar, seu cu devia ser tão sensível quanto o pau. Com aquele sinal, reajustei meu moleque no sofá voltei a mamá-lo vigorosamente, ele arfava alto, e extasiadas, as pontas dos seus dedos mal se prendiam à minha nuca para forçá-la contra seu pau, então e eu assim o fiz, engoli-o por completo, e a cada descida seu corpo se contraía por inteiro, se arrepiando como quando estava de pé para mim, gemia tal qual uma puta no cio, seu pau pulsava aumentando consideravelmente de tamanho na minha garganta, minha barba roçava em suas bolas, seu pau prestes a gozar. Para não perder nem uma gota daquele suco de macho, aterrei seu pau o mais fundo que pude em minha garganta, Pedro arfava alto, seu pau se contraía vigorosamente esporrando cada vez mais longe no fundo da minha goela, contei seis ou sete jatos de porra grossa antes de quase me afogar naquele cacete.

⁃ Ah, gozei caralho. (Disse Pedro ofegante, soltando-se no sofá)

Ainda depois de Pedro gozar continuei a chupar aquela pica, que parecia não baixar, lhe fazia cócegas na glande e ele espasmando afastava minha cabeça do seu pau.

⁃ Não abaixa não, essa porra? (Falei dando um leve tapa no seu cacete)

Tapa esse ao qual ele respondeu dando-me um outro safanão na cara com a força que lhe restara após eu a tê-la sugado através do seu pau.

⁃ Agora sim você vai tomar banho. (Afrontei Pedro)

⁃ Eu mesmo não, tu já me deu um banho de gato. (Retrucou Pedro, sorridente, fingindo dormir no sofá)

Ainda sentado no chão, estralei minha mandíbula e relaxei meu pescoço deixando-o cair sobre minhas costas. Pedro levantou-se, e em vez de contornar-me, seguindo para o banheiro, ele passou por cima de mim, sentado de olhos fechados, fazendo com que seu pau e seu saco raspassem indiscretamente sobre meu rosto, ao que ele falou:

⁃ Foi mal, não te vi aí. (Ironizou ele, sorrindo com carinha de safado)

⁃ Tomar no cu, moleque. (Respondi-o, bambo, sem forças)

Sobrou para eu limpar aquela bagunça. Pedro tomava banho cantarolando, o que eu creio que seja uma dessas músicas do exército, ouvi abafadamente:

“Troquei meu Playstation por um fuzil

(Troquei meu Playstation por um fuzil)

A minha Coca-Cola é água quente do cantil

(A minha Coca-Cola é água quente do cantil)”

Ao que ele também cantava a segunda voz em resposta à primeira. Eu ri ao perceber a ironia, Pedro não tinha abandonado nenhuma dessas coisas, não era muito mais que um vagabundo, e alvo do meu desejo sexual. Ele se enxugava indiscreta e desleixadamente na porta do banheiro, - tudo nele, e o que ele fazia, me dava um tesão absurdo - já molhando a sala.

⁃ Ou, cuidado aí, tá molhando tudo. (O repreendi)

⁃ Joga aí essa cueca, fazendo favor. (Pediu ele, apontando com o lábio inferior para o sofá, ignorando meu pedido por completo)

⁃ Esse pedaço de pano? Pega. (Ironizei, atirando-o sua ‘semicueca’)

⁃ Nem começa que não vou te pôr pra mamar de novo. (Falou Pedro, balançando seu pau para mim, como havia feito, pondo a cueca logo em seguida)

Foi só o tempo de eu ajeitar a sala e Pedro pôr de volta seu calção que ouvimos uma buzina em frente à casa, me liguei naquela hora que a tarde acabara, já era comecinho de noite. Uma voz grossa gritou do portão ao passo que também se ouvia palmas.

⁃ Pedro, sou eu! Vamos!

⁃ Eita! É painho, será se ele viu alguma coisa? (Pedro indagou-me, a expressão assustada)

⁃ Acho que não, fica normal aí. (Tranquilizei-o, prontamente me encaminhando para o portão)

⁃ Pedro! Tá em casa? (Reconheci, por fim, a voz de Thales, meu irmão, que gritava mais uma vez)

⁃ Já vou! Já vou! (Repliquei em voz alta, abrindo a porta)

⁃ Eai rapaz, quanto tempo. Pedro tá aí? A mãe dele pediu pra eu vir pegar ele. (Thales me cumprimentou, estendendo sua mão)

⁃ Eai, como vai? Ele tá sim, peraí. (Respondi apertando sua mão de volta. - “A mãe dele” A expressão fria me pegou, será que se divorciaram? - De qualquer forma, deixei o questionamento de lado e dei espaço para Pedro passar. Não precisei chamá-lo, pois já estava atrás de mim.

⁃ Valeu aí velho. (Falou Pedro, me dando um soquinho de despedida)

⁃ Obrigado viu, depois passamos de novo pra te ver. (Disse Thales, amigavelmente)

- Até mais, tchau tchau! (Respondi-os, acenando do portão)

Em um ato discreto, meu irmão deu uma tapinha na bunda de Pedro antes de ambos entrarem no carro. Encostado no portão, enquanto o carro ia dobrando a esquina, perguntei-me se já devia estar rolando algo entre eles dois, provavelmente sim.

De volta em casa, olhando para o sofá, restou-me apenas a punheta não batida de antes. No final, havia sido Pedro quem me torturou a ficar com as bolas pesadas e doloridas por não ter dado uma gozada. Mas eu ainda vou ter a chance de me vingar daquele branquelo safado.

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Foto de perfil de Sr. HilstSr. HilstContos: 3Seguidores: 12Seguindo: 2Mensagem Um apaixonado em histórias de sexo incestuoso. Aqui vocês vão encontrar contos gays com bastante incesto, romance, e sexo feito com muito tesão. Um perfil para você que curte bears, diferença de idade, maduros e novinhos, pentelhadas grossas, cheirão de macho e possui um excepcional gosto por incesto. Estou sempre aberto a sugestões. Espero que curtam e boa punheta! Por Sr. Hilst

Comentários

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Caramba kkkkk que escrita ótima, e o mlk é um mal criado kk mas pelo menos sabe satisfazer o cara. Uma duvida, será q vamos ter esse tio comendo outros caras ou esse universo para aí? Kk

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POR MAIS GOSSTOSO QUE SEJA PEDRO ELE É MUITO MAL EDUCADO, GROSSEIRO E ESTÚPIDO. METIDO A MACHÃO MAS QUE DEVE QUEIMAR A ROSCA GOSTOSO. ELE PRECISA DE UMA LIÇÃO PRA APR4ENDER A R4ESPEITAR OS MAIS VELHOS E PRINCIPALMENTE UM TIO.

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Não tem muito a dizer do seu texto. Uma palavra só o define: PERFEITO. Uma descrição de cena magistral, fotográfica. Gosto muito de quem respeita o bom leitor e entrega um texto bem cuidado. PARABÉNS!

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Muito obrigado Tito, você não tem ideia do quanto seu comentário me encheu de orgulho. Espero que aprecie também os contos vindouros.

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Delícia, parece que curtimos as mesmas coisas Sr. Hilst

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Postada a segunda parte do conto “Meu sobrinho teimoso veio me visitar”. A primeira parte já foi postada no meu perfil. Boa leitura, e como sempre, uma boa punheta. Até mais, seus safados 🍆💦💦💦

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