Amor, desejo, infidelidade e mistério - Parte 4

Um conto erótico de Arnold Stallone
Categoria: Heterossexual
Contém 3268 palavras
Data: 10/02/2024 16:25:49

É importante lembrá-los que essa história é a minha versão da série "Desejo Sombrio". A história será desenvolvida e as cenas de sexo vão ocorrer na medida que a trama avançar. A única coisa que peço é a cordialidade nos comentários, ok?

Decidida a esclarecer a dúvida que pairava sobre sua mente, Júlia saiu do banho e rapidamente se vestiu, sentindo uma urgência crescente em confrontar Miguel sobre a ligação de Beatriz. Seu coração estava pesado de preocupação e sua mente turbulenta com uma enxurrada de perguntas sem resposta.

Ela encontrou Miguel na sala, tenso e distraído, tentando disfarçar o desconforto que a ligação causara. Sem rodeios, Júlia enfrentou-o com determinação, sua voz firme ecoando na sala.

"Eu sei que Beatriz é sua secretária, Miguel", começou Júlia, sua voz calma, mas carregada de determinação. "Mas por que essa ligação o deixou tão agitado? Por que você agiu de maneira tão estranha?"

Miguel, encurralado pela pergunta direta de Júlia, hesitou por um momento antes de responder, seus olhos evitando os dela. "É... é difícil explicar, Júlia. Beatriz tinha algumas questões urgentes para discutir sobre o trabalho, mas nada relevante para nossa vida pessoal."

A resposta de Miguel não convenceu Júlia, que podia sentir que ele estava escondendo algo. Seu coração acelerou com a crescente sensação de que algo estava errado, e ela sabia que precisava persistir até descobrir a verdade.

"Miguel, por favor, seja honesto comigo", implorou Júlia, sua voz ecoando com uma mistura de emoções. "Eu sei que há algo mais. Não podemos continuar ignorando isso. Precisamos resolver isso juntos, como um casal."

Miguel, sentindo-se pressionado pela insistência de Júlia em obter respostas que ele não estava pronto para dar, decidiu que precisava de um momento para se afastar e organizar seus pensamentos. Ele suspirou, sentindo o peso do desconforto pairando sobre ele, enquanto tentava encontrar as palavras certas para expressar o que estava sentindo.

"Júlia, eu... Eu preciso tomar um ar", disse ele, sua voz soando tensa e desconfortável. "Vou dar uma volta pelo jardim para espairecer um pouco. Podemos conversar mais tarde, está bem?"

Júlia, desapontada com a resposta vaga de Miguel, sentiu uma onda de frustração crescer dentro dela. No entanto, ela percebeu que pressioná-lo mais só iria afastá-lo ainda mais.

"Está bem, Miguel", respondeu ela, tentando manter a calma apesar da turbulência de emoções dentro dela. "Mas espero que possamos discutir isso em breve. Eu só quero entender o que está acontecendo."

Miguel assentiu brevemente, evitando o olhar de Júlia enquanto se afastava em direção ao jardim. Ele sabia que estava adiando uma conversa difícil, mas precisava de tempo para processar seus próprios pensamentos e emoções antes de enfrentar Júlia mais uma vez.

Enquanto observava Miguel se afastar, Júlia suspirou, sentindo-se deixada de lado e confusa em relação ao que estava acontecendo entre eles. Ela sabia que não poderia forçar Miguel a abrir-se, mas o silêncio entre eles era ensurdecedor, deixando-a com mais perguntas do que respostas. Com o coração pesado, ela esperava que eles encontrassem uma maneira de superar esse impasse juntos.

Heitor permanecia como uma incógnita nessa trama complexa, suas verdadeiras intenções e objetivos ainda envoltos em mistério. Nos bastidores de sua vida cotidiana, ele era o discreto proprietário de uma oficina mecânica no primeiro andar de um prédio antigo, um espaço que refletia sua paixão pelo trabalho manual e pelas engrenagens que moviam o mundo ao seu redor. Porém, era no segundo andar, em sua casa, onde se revelavam aspectos mais sombrios de sua personalidade.

Num momento solitário diante do espelho do banheiro, sua expressão séria refletia a determinação contida em sua voz ao proferir as palavras: "Miguel Medeiros, você vai me pagar pelo que fez ao meu pai. Acha que por ser juiz pode tudo? Bom, não pode. O que é seu está guardado."

As palavras de Heitor ecoavam pelo espaço silencioso do banheiro, deixando um ar de mistério e ameaça pairando no ar. O que Miguel teria feito ao pai de Heitor para despertar tal determinação e ressentimento? Qual seria a conexão obscura entre eles? E o que Heitor planejava fazer para obter sua vingança?

Enquanto essas questões se agitavam na mente de Heitor, ele sabia que estava embarcando em um caminho perigoso e cheio de segredos, onde as linhas entre justiça e vingança se tornavam cada vez mais turvas. O que o futuro reservava para ele e para Miguel era uma incógnita, uma sombra de mistério que pairava sobre suas vidas e seus destinos entrelaçados.

Já na atmosfera vibrante da faculdade, Samantha encontrava conforto na amizade de longa data com Isadora. Desde os tempos de infância, elas compartilhavam uma conexão profunda, sendo confidentes e parceiras inseparáveis. Enquanto Samantha guardava sua pureza, sonhando com o dia em que encontraria o amor que viraria sua vida de cabeça para baixo, Isadora, abertamente lésbica, buscava viver cada momento com intensidade e autenticidade.

Os corredores da faculdade testemunhavam suas risadas compartilhadas, suas conversas íntimas e seus momentos de cumplicidade. Enquanto Samantha admirava a coragem e a determinação de Isadora em ser verdadeira consigo mesma, Isadora, por sua vez, encontrava conforto na presença acolhedora e no apoio inabalável de Samantha.

Apesar das diferenças em suas jornadas pessoais, a amizade entre Samantha e Isadora era uma fonte de força e inspiração mútuas, uma conexão que transcendia as barreiras do tempo e do espaço. Juntas, elas enfrentavam os desafios da vida universitária, compartilhando seus sonhos, medos e aspirações enquanto navegavam pelas águas turbulentas da juventude e da descoberta pessoal.

E a Helena? Vamos falar sobre ela? Ainda não temos todas as peças do quebra-cabeça sobre o passado de Helena. Portanto, é crucial fazer uma viagem no tempo para desvendar sua jornada até o seu trágico fim. É como se estivéssemos navegando por um rio desconhecido, onde cada curva revela um novo aspecto de sua vida e personalidade. Somente ao olharmos para trás e explorarmos suas experiências, podemos compreender verdadeiramente os eventos que a levaram ao seu destino final.

No passado, Helena percorreu um caminho turbulento, trabalhando como stripper em uma boate. Movida por uma mistura de impulsividade e necessidade financeira, ela mergulhou de cabeça nesse mundo de sedução e tentação. O vício em bebidas e drogas, que já havia começado na adolescência, tornou-se uma parte sombria de sua vida, alimentando seus demônios internos e obscurecendo sua visão do futuro.

Helena sempre foi uma alma inquieta, buscando uma maneira fácil de ganhar dinheiro e encontrar uma sensação de liberdade. Sua natureza ousada e desinibida a levou a abraçar a oportunidade de trabalhar na boate, onde podia exibir sua sensualidade e satisfazer seus desejos mais profundos. No entanto, esse caminho, embora inicialmente excitante, rapidamente se transformou em uma armadilha, prendendo-a em um ciclo de autodestruição e desespero.

Assim, a jornada de Helena pela vida noturna pode ser vista como uma metáfora sombria da busca humana por significado e realização. Em sua busca por gratificação instantânea e prazer superficial, ela se viu enredada em um labirinto de dor e ilusão, onde a luz da esperança era frequentemente obscurecida pela sombra de seus próprios demônios.

O desejo de ter vários homens desejando-a é como uma chama ardente que consome Helena por dentro, incendiando sua paixão e alimentando sua busca por prazer. É como se cada olhar, cada gesto de admiração, fosse um combustível para o fogo que arde dentro dela, despertando um tesão incontrolável que a consome por completo. Assim como uma fera selvagem, ela se entrega à sensação de ser desejada, permitindo que essa chama ardente a guie por um território desconhecido de prazer e excitação. No entanto, essa chama também pode ser perigosa, pois, se não controlada, pode consumir não apenas sua sanidade, mas também sua alma.

Foi em meio às luzes ofuscantes e ao pulsar da música alta da boate que Helena cruzou o caminho de Orlando, um homem cuja atratividade não residia em sua aparência, mas sim em sua fortuna. Orlando não era o tipo de homem que se destacava na multidão; com sua figura volumosa e traços comuns, ele passava despercebido entre os frequentadores da boate. No entanto, o brilho de sua carteira recheada de dinheiro era irresistível para Helena, que se viu atraída pelo poder que sua presença representava.

À medida que as semanas passavam, a presença de Orlando na boate tornou-se uma constante na vida de Helena. Ele frequentava o local regularmente, sempre rodeado por uma aura de opulência e autoridade. Embora sua idade avançada e sua aparência pouco impressionante pudessem afastar outros, Helena via nele uma oportunidade de escapar de sua vida mundana e das lutas diárias.

O envolvimento de Helena com Orlando foi gradual, mas inevitável. Sob o brilho das luzes da boate, eles compartilhavam conversas íntimas e momentos de intimidade, enquanto Helena se deixava seduzir pela promessa de uma vida de conforto e segurança ao lado dele. As noites se transformavam em semanas, e as semanas em meses, à medida que o vínculo entre eles se fortalecia.

Para Helena, Orlando representava mais do que apenas um homem mais velho e rico; ele era sua porta de entrada para um mundo de possibilidades e oportunidades. Apesar das dúvidas que assombravam sua mente, ela se entregou ao encanto sedutor de Orlando, permitindo-se ser envolvida por sua influência e generosidade. A cada encontro, ela se via mais profundamente enredada na teia que ele tecia ao seu redor, sem perceber as consequências imprevisíveis que aguardavam à frente.

O sexo com ele não era nada bom. Ter relação sexual com alguém muito obeso era desafiante. Orlando tinha um pau muito pequenino. Mesmo quando estava ereto, era minúsculo. Helena gostava de trepar com machos dotados, mas nem sempre isso era possível, então aquilo para ela era um grande sacrifício. Mas, para ter uma vida confortável, valia a pena. Bom, era isso que ela pensava. Com seu jogo de sedução, Helena foi aos poucos moldando a relação com Orlando conforme suas vontades. Ele, por sua vez, revelava fantasias estranhas, mas Helena nunca se negava a realizá-las. Esse comportamento a diferenciava das outras mulheres na boate. Enquanto algumas se limitavam a ser apenas strippers, outras como Helena iam além, participando de programas mais íntimos.

Uma das fantasias bizarras de Orlando era a chamada "golden shower" (chuva dourada), que é a prática de sentir prazer ao urinar no parceiro ou receber dele jatos de urina durante o ato sexual ou num contexto sexual. É uma prática um tanto quanto esquisita, mas cada um com seus fetiches, não é mesmo? Orlando também adorava ser humilhado; o sadomasoquismo era algo que o fascinava.

Certa vez, na penumbra de uma luxuosa suíte na casa de Orlando, o ar estava impregnado com uma tensão palpável, carregada de um desejo selvagem e uma entrega total ao prazer. Helena, envolta em seda negra, observava Orlando com olhos faiscantes de luxúria, enquanto ele se ajoelhava diante dela, submisso à sua vontade.

O quarto ressoava com os sons sussurrantes de couro, o estalido de chicotes e correntes, criando uma trilha sonora para os jogos de poder que se desenrolavam ali. Orlando, com os olhos vendados, estava à mercê de Helena, entregando-se ao êxtase da submissão.

Helena, com um sorriso malicioso nos lábios, acariciava-o com um chicote de couro, traçando linhas invisíveis de desejo sobre sua pele exposta. Cada toque era uma promessa de dor e prazer, uma dança perigosa entre dominador e dominado.

Entre gemidos de prazer e suspiros de agonia, eles mergulharam mais fundo na escuridão do desejo, explorando os limites de sua luxúria e submissão. Para Helena e Orlando, o jogo sadomasoquista era mais do que uma simples troca de poder; era uma expressão profunda de sua conexão, uma dança sensual entre a dor e o prazer, onde cada momento era uma eternidade de êxtase e entrega.

A atmosfera se tornou ainda mais intensa à medida que Helena aprofundava sua dominação sobre Orlando. O cheiro de couro misturado com o aroma do desejo saturava o ar, enquanto correntes pendiam das paredes, aguardando sua vez de serem usadas.

Helena, com uma voz sedutora e firme, comandava cada movimento de Orlando, guiando-o pelos limites de seu próprio prazer. Ela explorava cada centímetro de sua submissão, mergulhando-o em um oceano de sensações extremas, onde dor e prazer se entrelaçavam em uma dança frenética.

Os gemidos de Orlando preenchiam o quarto, misturando-se com o estalo dos chicotes e o ranger das correntes. Cada golpe, cada toque era uma entrega total ao jogo perigoso de dominação e submissão, onde os papéis se invertiam em um turbilhão de desejo e paixão.

Helena, imersa na energia da dominação, mergulhou mais fundo no mundo do sadomasoquismo, explorando os desejos mais profundos de Orlando com uma ferocidade selvagem. Cada instante era uma montanha-russa emocional, onde o prazer extremo se misturava com a dor excruciante, levando-os a novos patamares de êxtase e liberdade.

Para Helena e Orlando, aquele momento transcendia os limites do convencional, levando-os a uma dimensão de prazer e intensidade que só podia ser encontrada nas profundezas de seus desejos mais secretos. Naquele quarto, eles eram os arquitetos de sua própria luxúria, moldando-a à sua vontade e entregando-se completamente ao poder do sadomasoquismo.

Helena inclinou-se sobre Orlando, seu olhar ardente fixado nele com uma mistura de desejo e dominação.

"Você é meu brinquedo, Orlando", ela sussurrou, sua voz carregada de autoridade e luxúria. "E eu decido como você será usado."

Orlando ofegou, seu corpo arrepiado pela excitação e medo, uma mistura intoxicante que o envolvia em uma teia de prazer e submissão.

"Sim, Helena", ele respondeu, sua voz trêmula com antecipação. "Faça o que quiser comigo."

Helena sorriu maliciosamente, seus dedos traçando linhas de fogo sobre a pele de Orlando, deixando-o ansiando por mais.

"Você gosta de ser meu brinquedo, não é?", ela provocou, em sua voz um sussurro sedutor que ecoava no quarto escuro.

"Sim", Orlando gemeu, sua respiração acelerada com excitação. "Eu sou seu, Helena. Faça o que quiser comigo."

Sem hesitação, Helena mergulhou mais fundo na experiência do sadomasoquismo, explorando os recantos mais sombrios de seus desejos e fantasias. Cada toque, cada golpe, era uma expressão de seu poder sobre ele, uma dança perigosa entre o prazer e a dor.

E assim, naquela noite, Helena e Orlando entregaram-se completamente ao jogo de dominação e submissão, explorando os limites de sua luxúria e rendição em uma jornada de prazer e êxtase.

O relacionamento entre eles foi se aprofundando gradualmente, até que Orlando fez uma proposta tentadora.

"Helena, você não precisa mais trabalhar nesta boate", ele disse, seus olhos brilhando com determinação. "Eu irei te proporcionar uma vida de rainha, você terá tudo o que desejar."

As palavras de Orlando foram como música para os ouvidos de Helena. Ela fez um pouco de charme, mas no fundo sabia que aquela proposta poderia mudar sua vida para sempre. Era uma oportunidade de escapar da vida noturna e entrar em um mundo de luxo e conforto.

Depois de um momento de consideração, Helena finalmente cedeu.

"Você realmente faria isso por mim?", ela perguntou, seus olhos brilhando com esperança.

"Claro que sim", Orlando respondeu, com um sorriso confiante. "Você é minha rainha, Helena. Eu farei qualquer coisa para te ver feliz."

E assim, Helena aceitou a proposta de Orlando, entendendo que poderia explorar cada vez mais as loucas fantasias e fetiches dele para garantir que sua vida de rainha se tornasse uma realidade. Era o começo de uma nova era para ela, onde luxo, poder e prazer se entrelaçariam em uma dança sedutora de desejo e satisfação.

Orlando, apesar de sua riqueza, era um homem solitário. Ele tinha um grande amigo, Miguel Medeiros. Embora possuísse todos os luxos materiais que o dinheiro podia oferecer, Orlando ansiava por uma conexão verdadeira, algo além das superficialidades da vida opulenta que levava.

A amizade entre Orlando e Miguel era uma das poucas âncoras emocionais em sua vida. Miguel representava mais do que apenas um amigo; ele era um companheiro, alguém com quem Orlando podia compartilhar suas alegrias e tristezas, suas esperanças e temores.

No entanto, apesar da proximidade entre eles, havia uma lacuna inexplicável na vida de Orlando, uma sensação persistente de vazio que nem mesmo a presença de Miguel podia preencher completamente. A riqueza e o status social de Orlando o isolavam, criando uma barreira entre ele e o mundo ao seu redor.

A presença de Miguel na vida de Orlando destacava ainda mais essa desconexão. Enquanto Orlando mergulhava nas profundezas do sadomasoquismo e das fantasias eróticas com Helena, Miguel seguia um caminho mais convencional, buscando conexões emocionais genuínas e relacionamentos estáveis.

A amizade entre Orlando e Miguel, embora sólida e duradoura, também era um lembrete constante da solidão e da alienação que Orlando sentia em seu mundo de luxo e excesso. Enquanto ele navegava pelas águas turbulentas de sua vida, Miguel permanecia como uma âncora, uma fonte de conforto e estabilidade em meio ao caos de suas próprias emoções e desejos.

Após o casamento, Helena começou a perceber que poderia se beneficiar dos fetiches de Orlando. Observando suas preferências por submissão e humilhação, ela viu uma oportunidade de explorar sua própria satisfação sexual enquanto manipulava sutilmente a dinâmica do relacionamento.

"Se Orlando tem esse fetiche de ser submisso", ela pensou consigo mesma, "posso muito bem usar isso ao meu favor. Ele não me satisfaz sexualmente, e o sadomasoquismo tem essa questão da humilhação que ele tanto gosta. Acho que posso manipulá-lo com a ideia de que eu poderia me relacionar sexualmente com outros homens. Seria uma outra forma de humilhá-lo, mas tenho que fazer parecer que estou sendo altruísta, quando na verdade estou pensando no meu próprio prazer."

Esses pensamentos traçaram um plano ambicioso na mente de Helena. Ela percebeu que, ao explorar os desejos de Orlando, poderia exercer controle sobre ele, transformando sua própria insatisfação em uma vantagem estratégica no jogo de poder dentro do casamento.

A ideia de se relacionar sexualmente com outros homens, enquanto usava a fantasia de submissão de Orlando como uma justificativa, alimentava seus próprios desejos e fantasias. Helena sabia que teria que ser habilidosa e astuta para manipular Orlando sem levantar suspeitas, mas a perspectiva de alcançar o prazer e a satisfação que tanto almejava a motivava a seguir adiante com seu plano.

Miguel, o amigo leal de Orlando, sempre foi um homem de princípios. Porém, desde que colocou os olhos em Helena pela primeira vez, ele sentiu uma atração poderosa, uma centelha que acendeu em seu interior. No entanto, a consciência pesada de Miguel o fez reprimir esses sentimentos proibidos. "Ela é a esposa de Orlando", ele se lembrou repetidamente, consciente de que seus desejos eram inadequados e perigosos.

Nessa época, Miguel já estava comprometido com Júlia, e o amor que sentia por ela era inquestionável. Mas, apesar de sua lealdade e compromisso, ele não conseguia evitar os pensamentos intrusivos que surgiam sempre que Helena estava por perto. Era como se uma força magnética o puxasse na direção dela, desafiando todas as suas convicções morais.

O que Miguel não podia imaginar era que os sentimentos de Helena por ele eram recíprocos. Enquanto ele lutava contra seus próprios conflitos internos, ela também se via atraída por ele de uma forma que desafiava a lógica e o bom senso.

O próximo capítulo reserva segredos e reviravoltas inesperadas, à medida que os desejos reprimidos de Miguel e Helena ameaçam desencadear uma série de eventos que mudarão para sempre o curso de suas vidas. O que o destino reserva para esses dois protagonistas enquanto eles se veem envolvidos em um jogo perigoso de atração e desejo? As respostas aguardam nas sombras, prontas para serem reveladas no próximo capítulo dessa história envolvente e repleta de suspense.

A parte 5, será postada em breve.

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Comentários

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Caraca o machismo impera pôr aqui o escritor respondeu até os haters mas não se dignificou em me responder, é muito machismo afff preciso me acostumar, pensei que aqui pelo menos a opinião de uma mulher fosse valorizada .

Não vou mandar beijinhos não, né senti excluída e desprestigiada.

Que feio seu Arnold Stallone 😡😡😡😡😡

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"Machismo? Não sou Machista. Houve um exagero de sua parte me chamar de machista somente porque não respondi a um comentário seu e respondi o do J.Car. Que absurdo."

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"O fato de não responder a algum comentário não significa que eu esteja desprestigiando você. Eu jamais faria isso com ninguém. Fico feliz que esteja gostando da história."

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Bom o fato de vc não me responder me deixou triste sim já que respondeu a todo mundo.

O fato não inválida seu conto , o conto está muito bem escrito ,eu não sabia que era baseado em outra história, também não tenho problema com isso, eu sou fã paz e do bem quando não gosto de um conto eu não comento, se o escritor está começando eu incentivo, eu sou assim, não gosto de contenda.

Quando comentam um conto é uma forma de prestigiar o escritor mesmo que a crítica não seja favorável o que não foi o meu caso , eu escrevo também e já recebi críticas desfavoráveis mas aceitei como uma forma de aprender alguma coisa.

Desculpe se levei a mal vc não me responder

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Aguardo a sequência, Arnold. Texto muito bem escrito, parabéns!

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Olá A.S. Que bom que vc assumiu que está escrevendo baseado na série Mexicana Deseja Sombrio. Mas até aqui está parecendo "copie e cola". Pra quem assistiu a série, como eu, está muito evidente, previsível. E vc falou que a segunda temporada não ficou boa. Concordo. Então, como gostei da sua narrativa de peço. Saia do copie e cola e crie sua própria história tendo como base a série citada. Acredito que vc é capaz. O que acabei de escrever não tem o intuito de te desmerecer ou diminuir mas de acreditar que com essa qualidade de narrativa e uma capacidade de criação vc vai se tornar um grande escritor. Por favor entenda, não sou um crítico querendo te diminuir mas alguém que acredita no seu potencial. Abraço.

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Você falou: "Que bom que vc assumiu que está escrevendo baseado na série Mexicana Deseja Sombrio". Eu não escondi isso. Copia e cola? Tem certeza? você realmente sabe o que está falando? Nesses 4 capítulos eu já alterei algumas coisas. Você falou que está muito evidente e previsível? Sério? Você tem bola de cristal para adivinhar o que vou escrever? Você sabe o que é uma adaptação?

"De tempo ao tempo, meu caro. Vou alterar o que não gosto na história. Por mais que o seu comentário tenha sido respeitoso, ainda sim senti um certo desmerecimento de sua parte."

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Desculpe. Não era está a minha intenção, sério, e o que escrevi se referia aos 4 capítulos escritos até agora. Eu identifiquei logo que era baseado na série. Sou leitor e seria hipócrita em desmerecer um escritor. É apenas a minha opinião baseado no que li. E o que escrevi teve como objetivo de alertar, dar um toque, não de criticar.👍

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"Não precisa desculpar-se, pode comentar o quanto quiser, não tem problema. mas sou o tipo de pessoa que, ao ver algo que não concordo, opino. Você, como leitor, tem o DIREITO de falar o que desejar, assim como eu, como autor, também tenho o direito de me defender."

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"Se eu não falasse sobre a série, muitos nem saberiam disso. eu não vou mudar a essência da história. essa série também tem uma versão africana, você já assistiu? Acho importante analisar tudo antes de comentar."

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Como disse, me referia aos 4 capítulos escritos até aqui. Como posso analisar o que ainda não foi escrito. Se fosse assim só caberia comentários após o último capítulo. Mas valeu. Vou me abster de comentar. Boa sorte.

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Não me referi a minha história, você não entendeu. Enfim... quer se abster de comentar? Não tem problema, a escolha é sua. Boa tarde!

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