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Parado Pelo Fiscal De Trânsito

Um conto erótico de Erick Clark
Categoria: Gay
Contém 1563 palavras
Data: 06/02/2024 13:42:39
Última revisão: 02/10/2026 22:16:56

Sábado à tarde, sem nada para fazer em casa, peguei a minha moto e saí por aí. Quase às 15h30, quando entrei na BR-116, acelerei na longa estrada reta, passei por um outdoor a 100 km/h, sendo que a placa informativa na estrada era de 80 km/h. Ouvi o barulho da sirene atrás de mim, olhei pelo retrovisor e vi uma moto da fiscalização de trânsito me perseguindo e fazendo sinal para que eu encostasse.

Andei mais alguns metros e parei quando ele me acompanhou e gritou pra que eu parasse e descesse da moto. Mal desci da moto, o fiscal me mandou tirar o capacete. Tirei o capacete e os óculos escuros, ele me empurrou contra a moto e foi logo perguntando:

— O Senhor está indo aonde com tanta pressa desse jeito?

Olhei pro bolso do seu uniforme e vi bordado o sobrenome dele: chamava-se Oliveira. Virei o rosto para trás e respondi, envergonhado pela situação constrangedora. Nunca havia sido parado por nenhum fiscal.

— Desculpa, eu não estou fugindo de ninguém nem indo para nenhum lugar específico, estava apenas querendo aproveitar a estrada livre pra correr um pouco.

Ele retirou os óculos escuros e pude ver seus olhos cor de mel. Ele ergueu a sobrancelha direita e, pegando o bloco de multas dentro da pochete presa na lateral da coxa, falou com autoridade:

— Quer dizer que o Senhor só queria brincar na via? Sabe que aqui é permitido apenas 80 km/h?

De cabeça baixa, fitando algo que estava me chamando a atenção, que era o volume imenso no meio das pernas, falei quase inaudível:

— Sei sim Senhor.

Ele me olhou de cima a baixo e pediu a minha CNH e o documento da moto, olhou tudo para ver se estava dentro dos conformes e, percebendo que eu olhava para o seu volume, apertou-o, deixando marcada a cabeça no tecido apertado da calça. Engoli em seco. O fiscal me fez ficar de costas contra minha moto e começou a me revistar, tirando proveito da situação.

Suas mãos grandes, de dedos grossos, passeavam sobre minha bunda, que arrebitou rapidamente. Uma delas desceu por entre minhas coxas e pegou no meu pau já duro, enquanto a outra mão subiu pela minha cintura, levantando a minha camiseta e passando os dedos sobre os pelos do meu abdômen, fazendo-me contorcer e gemer de tesão.

Em seguida, subiu um pouco mais e meteu a mão por dentro da lateral da camiseta regata e apertou o mamilo esquerdo, me encoxou e ficou me sarrando. Eu estava ali, no meio do nada, à mercê daquele fiscal que me assediava em busca de prazer. Depois dessa revistada em mim, ele se afastou e disse, mordendo os lábios:

— Posso te livrar de uma multa se você me fizer um favor.

Passou o dedo polegar sobre meu lábio inferior e, me virando de costas, sarrou em mim de novo, só que, dessa vez, seu pau encaixou perfeitamente em minha bunda. Eu estava sem cueca e a cabeça ficou bem na entrada do meu rabo. Olhei pra ele, incrédulo com a sua audácia, e falei com a voz embargada pelo tesão:

— O que o Senhor quer que eu faça?

Ele enfiou a língua no lóbulo da minha orelha, cheirou o meu pescoço e falou:

— Mais adiante tem um casebre que é abandonado, se você não fugir e nem sair da linha te alivio dessa multa.

É só seguir adiante, são apenas 50 m. Montei na moto, liguei, dei a partida e saí. Atrás de mim, ele vinha me seguindo. Fez sinal pra que eu dobrasse à direita em uma estrada de areia vermelha. Assim fiz e, a poucos metros de mim, havia um casebre abandonado com uma parte sem telhado, janelas de madeira comidas pelos cupins e, no lugar onde estariam as vidraças, havia lonas pretas para cobrir o sol por dentro, além de uma porta também de madeira velha.

Desci da moto e fiquei aguardando-o, enquanto ele já estacionava sua moto ao lado da minha. Assim que ele desceu, apertou novamente o pau, ajeitando-o de lado dentro da calça apertada. Eu estava mais nervoso que excitado com toda aquela situação, sem contar o medo do que ele poderia fazer comigo ali a sós.

Ele puxou o trinco da porta pra baixo, fazendo-a ranger e abrir. Dentro do local havia um colchonete velho e sujo de poeira. Entrei e, em seguida, ele veio fechando a porta atrás de mim, me agarrando e virando-me de frente pra ele. Nos encaramos e ele me beijou. Sua barba roçava meus lábios e ia de encontro ao meu cavanhaque. Nossas línguas duelavam enquanto nos despíamos e colocávamos as roupas em cima de uma cadeira de ferro cromada enferrujada.

O fiscal me falou seu nome sem ao menos eu perguntar e disse que se chamava Josué. Ele chupou meus mamilos e me fez fazer o mesmo com ele. Lambi seu mamilo direito, fazendo-o gemer, chupei o esquerdo e ele apertou minha cabeça contra o bico intumescido. Josué gemia e assanhava meus cabelos. Fui descendo, percorrendo os pelos de sua barriga até chegar aos da felicidade.

Rapidamente, ele me ajudou, abrindo o cinto e desabotoando a calça, deixando que eu baixasse o zíper e livrasse sua ereção. Os pentelhos negros contrastavam com a luz do sol. Puxei o pau dele pra fora da calça e o tirei de dentro da cueca.

Era muito grosso e grande. O tecido da cueca estava melado na região onde ficava a cabeça. Pela lateral da cueca, coloquei-o pra fora e lambi a baba que melava a pele dele. Depois, abocanhei a cabeça grande e rosada e fui tentando engolir.

Josué gemia e fodia a minha boca, segurando os meus cabelos e brincando com minhas orelhas, me deixando totalmente arrepiado. Abocanhei uma de suas bolas grandes, pesadas e pentelhudas. Olhei para ele, que estava de olhos fechados, apertando os próprios mamilos. Sua respiração estava ofegante e ele gemia.

Passei a língua para a outra bola e comecei a punhetá-lo. Ele tirou rapidamente as mãos dos peitos e me fez voltar a mamar aquela vara grande, grossa e torta e, em segundos, encheu a minha boca de leite quente.

Pensei que a multa estaria paga, mas ele queria mais. Arriou minha bermuda, me virou contra a cadeira e começou a lamber e mordiscar minha bunda e meu cuzinho, que piscava. Sua língua pontuda subia e descia até a minha lombar. Eu gemia sentindo aquele prazer. Ele puxava meu pau pra baixo e me punhetava. Eu estava prestes a gozar quando ele parou e, enfiando o dedo no meu cu, falou:

— Metade da multa está paga, falta o resto agora! Vou comer seu cuzinho gostoso se prepara puto safado.

Como não tinha pra onde correr, só empinei a bunda e falei enquanto rebolava, esfregando a bunda sobre seu cacete:

— Vem me come gostoso, quero sentir você todo dentro de mim.

Tirei o resto da roupa e ele veio pincelando aquele cabeção quente na minha entranha, que piscava. Ele apalpou as minhas nádegas e deu uma tapa em cada polpa da bunda. Eu o senti forçar, querendo entrar. Estava nervoso e com medo por ser tão grande. Ele falou no meu ouvido enquanto me punhetava com uma mão e, com a outra, mexia no bico do meu peito esquerdo:

— Aguenta que vou te arrombar todo, e se gritar vou meter pra valer, só assim você não descumpre mais as leis de trânsito.

De repente, eu o senti entrando em mim, me invadindo centímetro por centímetro. A dor começava a passar e a se transformar em prazer por ele estar bolinando meus mamilos endurecidos e meu pau, que também babava em abundância. Josué metia lentamente, sem pressa, fazendo-me acostumar com a grossura e o tamanho do seu pau.

Quando ele estava completamente alojado dentro de mim, ele o tirou, abaixou-se, deu uma cuspida no meu cu e, sentando-se na cadeira, me mandou sentar em seu colo. Obedeci de imediato. Fui ajeitando a minha bunda no seu cacetão e escorreguei, sentindo todo o seu mastro no meu cu. Ele me abraçou forte e me beijou. Aproveitei pra cavalgar e quicar, subindo e descendo sobre ele.

Nossos corpos suados escorregavam. Depois, ele me colocou no colo e, me virando pra parede, começou a meter com força. Deitei minha cabeça em seu ombro e deixei-o me foder com força. Meu pau havia melado toda a sua barriga quando ele me tirou do seu colo e, me pondo de quatro no chão sobre o colchão, meteu sem dó. Gritei:

— Ahhhhhhhhhhhhh...

Ele também gritou, jorrando seu leite quente dentro de mim:

— Ahhhhhhhhhhhhhhh... Caralhoooooooooooooo...

Olhei pro chão e vi que eu também havia gozado sem ao menos tocar no pau. Depois, nos vestimos e ele rasgou a multa, dizendo que eu estava pago. Voltei para casa leve e saciado, com o cu dolorido pela foda incrível com o Fiscal Safado.

Esta é uma obra de ficção baseada na livre criação artística e sem compromisso com a realidade.

Direitos autorais reservados. Fica proibida a reprodução total ou parcial, bem como a cessão desta obra a terceiros, por qualquer meio ou processo, sem a autorização prévia, expressa e por escrito do autor. As violações estão sujeitas às penalidades da Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998 (artigos 28 e 29), e do artigo 184 do Código Penal Brasileiro.

®Erick Contos Gays™

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