FODER COM JORGE

Um conto erótico de Sabor
Categoria: Heterossexual
Contém 2240 palavras
Data: 28/02/2024 17:59:57

Foder Com Jorge

Igual a outras histórias que escrevi, esta é totalmente real, passada no Lumiar em Lisboa Junho de 2023, só o nome do parceiro foi alterado.

Levar Ana a foder com Jorge, um amigo comum de muitos anos, visita de casa, era algo que me excitava-me imenso. Era tema sensível porque seria a primeira vez que fodia com alguém tão intimo de nós, e porque não tinha a certeza que sentissem desejo um pelo outro. Temia que a abordagem da situação a afastasse, até porque em alguma ocasião, no que respeitava às relações de Jorge com outras mulheres, ela tivesse desdenhado as escolhas dele. Para mim era uma forma ocultada de ciúme. Eu de forma acidental, valorizava-o sempre. Que tinha grande carinho por ela, que sempre me perguntava se estava bem. Alimentava-lhe a autoestima e mantinha uma hipótese em suspenso.

Comecei calmamente a envolver o Jorge. Nunca tínhamos abordado a questão. Para ele mulher de amigo era situação tabu. E nunca arriscaria pôr em causa a nossa relação. Mas ao pouco fui revelando o tipo de relação que tínhamos e de como eu gostaria que ele a fodesse. Timidamente foi admitindo que já tinha pensado de como seria estar com ela e a elogiar as suas mamas e rabo, percebi que tinha particular vontade de lhe experimentar o cu. Fui excitando a sua imaginação com fotos dela nua e mensagens de sexo com outros homens. Jorge foi-se soltando até que já só perguntava quando iria acontecer.

Preparei tudo para um jantar em casa, e até lá mantive com Ana a valorização das qualidades do Jorge. Num sábado, a pretexto de que ele tinha acabado com a namorada, convidei a jantar. Ana estava linda, cheirosa, sugeri que vestisse uma blusa bem decotada que despertava a tesão só de observar. A noite começou tranquila com coquetéis e muitas risadas. Jorge estava um pouco nervoso, mas foi relaxando e eu ia observando que não conseguia deixar para o decote e para o rabo de Ana quando andava pela sala. Quando olhava para mim sorriamos cúmplices. Estava ansioso. E nas calças dele notava-se o inchaço do caralho.

Após o jantar estávamos todos muito descontraídos, Ana só repetia que estava muito calor, ao que respondi, “despe-te estás em casa” todos rimos. O ambiente estava propicio, Ana bebia mais que o habitual, então sugeri:

- Vamos jogar uma cartada?

- A quê? perguntou Ana

- Já que estás com calor um stripe de cartas.

- Isso é injusto vocês são dois, disse Ana sorrindo

- Para mim é que é injusto vocês são um casal e eu estou sozinho. Todos rimos. Sentia-se que uma excitação controlada passava pelos três. Baixei as luzes, na mesa iniciámos o jogo com Ana sentada entre os dois. Em poucos minutos Jorge já não tinha camisa cinto e sapatos, eu estava sem camisa, e Ana mantinha-se sem perder roupa. Dava risadas nervosas. Mas o jogo mudou. Primeiro foi a camisa que saiu deixando ver umas mamas tesas a saltar um soutien branco bordado onde se podiam perceber os mamilos tesos. Jorge não parava de os olhar. De seguida foram as calças e por fim soutien no chão. Depois foi a nossa vez. Estávamos nus em cuecas sentados. Ana ligeiramente debruçada com as mamas a roçar a mesa, tocava-me com a perna, estava excitada uma fêmea linda prestes a ser devorada.

E agora? Perguntou provocadora com os olhos a brilhar.

Agora quem tirar a carta menor fica obrigado a cumprir uma ordem dada por mim, se me tocar eu também decido por mim, respondi. Estão de acordo?

Jorge respondeu um sim tímido, e Ana a sorrir, fez uma declaração de interesses “isto promete, vocês são loucos” Jorge foi o primeiro comum três de espadas, eu seis de espadas e Ana rei de paus. Olhei os dois e ordenei - “Jorge acaricias com a mão uma mama da Ana durante 30 segundos” timidamente perguntou “Posso?” Jogo é jogo respondeu Ana sentando-se para ficar mais próxima dele. Ele começou a acariciar a mama e eu a contar os segundos, Ana reclinava-se para que ele a pudesse apalpar toda a mama que estava tesa, chegou com os dedos ao mamilo eriçado ela deixou escapar um suave mmm e ele disse reagiu a sorrir “é muito boa e está quente”. Acabou, disse atingidos os 30 segundos. Os dois estavam nitidamente excitados. Retomámos, e de novo tocou a Jorge ser “castigado”. Agora durante um minuto lambes essa mama, ordenei. Ana exclamou um uiii sorridente, ele levantou-se e logo se viu o enorme volume do caralho teso coberto pelas cuecas, mas que deixava ver a ponta da cabeça a querer romper, dobrou-se sobre ela e engoliu na boca o mamilo e parte da mama, ouvia-se o som da língua e dos chupões Ana reclinava-se e com a mão elevava a mama para que ele a lambesse, os dois soltaram gemidos em simultâneo. Foi um minuto longo. Eu tocava-me discretamente, antecipando o próximo momento.

Acabou o tempo! Renitente Jorge afastou a boca da mama. Ana continuo reclinada olhando-o a afastar-se olhavam um para o outro com vontade de mais. Lambes bem disse sorrindo de gozo, ele nem respondeu de excitado que estava. Novo turno, tocou-me a mim e então acrescentei nova regra. Eu passo e por isso decido que vocês vão estar três minutos de pé a beijarem-se. Nem protestaram, de repente estavam os dois de pé nus, corpos colados, o volume do caralho parecia romper as cuecas e Ana encostou o sexo a ele exclamando com deleite, “vocês são malucos” Deixei-os assim por uns momentos a tentarem controlar-se a sentirem a tesão. Podem começar. E começaram a devorar a boca um do outro, ansiosos metiam a língua, chupavam os lábios, por vezes ele beijava no pescoço, mordiam os lábios as mãos percorriam, os ombros, as costas, Jorge baixou-as ás nádegas de Ana, os dois corpos roçavam-se colados as mamas dela no peito dele, Ana com as cuecas enfiadas na racha da cona esfregava o sexo contra o dele, já quase de fora, ele já tinha uma mão dentro das cuecas a apalpar a nádega nua, e começaram os primeiros gemidos baixos de prazer uns primeiros tímidos haiii, roçavam-se cada vez com mais intensidade. A rebentar de excitação disse “acabaram os 3 minutos” eles não pararam. Levantei-me e separei-os, resistiram, estavam possuídos de tanta tesão, autoritário disse sorrindo, “acabou” ambos tinham as cuecas molhadas.

Sentaram-se, Jorge arfava, Ana de cabeça entre as mãos respirava alto. É melhor para não sei se aguento mais disse Jorge, Ana olhava-o gulosa. OK vamos à ultima ronda desafiei. Saiu a vez à Ana, têm quinze minutos para brincarem no sofá, dirigiram-se para sofá que estava à meia-luz, quando passou por mim Ana tocou-me nas cuecas molhadas do meu caralho teso sorriu e em voz baixa disse “cabrão”. Eu sentei-me para apreciar o momento. Ela fez que Jorge se sentasse dizendo “tira isso” ele retirou-as soltando o caralho teso duro, hirto, molhado dos fluidos, Ana virou-lhe as costas deixou cair as cuecas e de frente para mim sentou-se sobre ele, nádegas encaixadas e de pernas abertas, olhava para mim, assim para que eu visse o prazer que ia obter, mamas tesas, lábios meios- abertos. Rápido ele abraçou-lhe as mamas e baixando a mão começou a meter-lhe os dedos na cona totalmente aberta pela posição, totalmente molhada. Eu masturbava-me.

Assim? Perguntou-me Ana, a desfalecer de prazer. Sim disse eu, mandando-lhe um beijo. Gostas? Queres assim? Respondemos os dois que sim, Jorge pensando que ela se dirigia a ele, mas era a mim que ela perguntava. Começou a gemer e a roçar-se contra ele que a beijava nas costas e a masturbava.de súbito elevou as pernas elevou as ancas e enfiou o caralho na cona deixou-se cair no mastro duro com um suspirou e haiiiiiiiiiii mmmmmmm, e olhando desafiadora para mim disse “vem-te cabrão” Jorge arfava segurando-a nas ancas a ajudar a cavalgada. A escorregava a cona pelo pau a ritmo cadenciado olhando fixamente para mim repetindo com prazer “cabrão, cabrão” interrompida com gemidos mais altos e haiiiiiii de excitação, vou-me vir grunhiu Jorge. Ela num salto saiu de cima dele e ajoelhou-se e disse-lhe “poem-te de pé” o caralho de Jorge estava enorme e com marcas de esporra. Ela engoliu aquele pau e começou a chupá-lo num broche guloso, a cabeça movia-se para o abocanhar todo “Vou vir-me” ela não parou, “aiiii para vou vir-me” ela não parou, ele em desespero agarrou-lhe a cabeça “haaaiiii mmmmmm estou a vir-me fodaaassseeee” as pernas tremiam-lhe e em movimentos involuntários empurrava ainda mais o caralho na boca dela tentou largar-lhe a cabeça, ela não o deixou prendendo-lhe as mãos na cabeça, não parava de o chupar ainda com mais força, até que ele explodiu todo enterrado na sua boca, ela não parou, engolia a esporra com vontade “aiiii puta, puta, simmmm toma todo puta”. Por fim tirou-o da boca, não tinha desperdiçado uma gota só os lábios mostravam marcas de esporra, Jorge de pé, ofegava do orgasmo que tinha acabado de ter, Ana olhou para mim e disse “anda aqui cabrão” levantei-me a masturbar-me, junto dela disse “beija-me” ajoelhei e beijei-a senti logo o sabor da esporra dele na boca, enrolou a língua na minha, estava a fazer que engolisse da esporra dele. Soube-me bem excitou-me. Deitou-se no chão abriu as pernas e ordenou “fode-me”, ela controlava os dois machos, os dois caralhos.

Enfiei-o de uma só vez, deslizei na cona húmida, molhada, estava toda aberta quente. De pé Jorge observava, aliviado, mas a tocar no caralho que despertava de novo de cada vez que eu a penetrava, Ana olhou-o e disse-lhe” dá com o caralho na cara dele” eu penetrava-a cada vez mais excitado Jorge não ficou constrangido e agora mais teso ajoelhou com uma perna e junto de mim começou a tocar-me com o caralho na cara.

“Na boca” grunhiu, soltando um “aiiiiiiiii estou quaseeee, vou vir-me” Jorge alinhava e passou caralho pelos meus lábios que se abriram para lhe passar a língua pela cabeça do caralho. Gostei, ele deixou escapar um leve uiiiiii. Aumentei o ritmo dentro dela penetrava aquela cona com tesão. Veio-se, várias vezes, entre gritos e gemidos a debater as pernas comigo tombado sobre ela, as mamas tesas espetadas no meu peito, todo enterrado, a sentir o meu leite a inundar aquela cona a ferver. Ainda a tremer a sentir espasmos da sua cona, disse “sai, sai de mim” saí ainda excitado. Vem, disse ela para Jorge que se deitou de lado sobre ela acariciando-lhe as mamas, ela ronronava como uma gata com cio beijando-o ternamente enquanto enrolava as pernas nas das dele, roçava o sexo contra o seu caralho disponível para a penetrar de novo.

Enrolados a acariciarem-se de forma sensual como amantes, afirmou “Hoje sou só tua, passo a noite na cama só contigo, quero que me fodas muito. Gostas do meu rabo? apetece-te?” Jorge respondeu um sim excitado, beijavam-se devagar a saborear-se de forma apaixonada. Olhando para mim disse “não te quero ver sai daqui” pegando na cara de Jorge para lhe morder os lábios, ele já estava sobre ela entre as suas pernas os dois soltavam suspiros e débeis gemidos. Deixei-os assim a roçarem-se no chão da sala.

Fiquei no corredor a escutar, e de pronto ela começou a gritar excitada e a gemer completamente entregue ao prazer do caralho que a fodia, pedia mais, que não parasse, que se viesse, que estava ótimo, que era a puta dele. Masturbei-me até me vir. No quarto pela noite, ouvi como fodiam possuídos excitados, ela gritava de prazer, implorava por mais chamava-o por amor. Ele rebentava com a cona dela, enchia de esporra, chamava-a de puta. Paravam extenuados, mas insaciados, para começar de novo. Durante a madrugada ouvia gritar para que eu escutasse “Sim, sim mete, devagar sim enfia o teu caralho devagar aiiiii amor tão bom mete isso mmmmm, fode-me o cu aiiiiiii”. Ele respondia “Sim puta vou foder o teu cu aiiii tão bom tão apertado, estás quente puta, move esse rabo, assim assim, assim, está todo dentro puta estou a enrabar-te, puta, puta vou vir-me encher este cu mmmm” Vim-me imenso e mesmo excitado acabei por adormecer.

De manhã tinha uma folha dobrada metida debaixo da porta, era do Jorge que já tinha partido “ela é magnifica, tens muita sorte, adorei, fodas inesquecíveis, quando quiserem repetimos. Obrigada aos dois” dirigi-me ao seu quarto, ela estava deitada virada de barriga para baixo com o rabo lindo, manchas de esporra por toda a cama e sobre o seu corpo. Sentiu a minha presença e disse dengosa e voz sensual “deita-me, tens muito trabalho a fazer” pus-me a seu lado, ela e a cama cheiravam a sexo. Comecei a lamber-lhe o corpo devagar e ela a mover a minha boca para as zonas de esporra que com ele a tinha coberto. Foi me conduzindo nas costas depois nas ancas, nádegas, no cu estava cheia dele, demorei-me imenso de tal maneira que gemeu do efeito da minha língua a sorver o leite, puxou a minha cabeça até às mamas, estavam cobertas de esporra, para a boca, para terminar no sexo que estava inundada de esporra, lambi com prazer até não restar nada. Gemia meigamente enquanto me acariciava a cabeça dizendo “és um cabrão filho e puta, gostas-te?” Sim, muito respondi. “Gostas-te do caralho dele?” Sim! exclamei “Queres repetir com ele?” E tu? Perguntei. Sorriu e respondeu “anda cá” deu-me um beijo prolongado e adormeceu.

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Foto de perfil genéricaSaborContos: 3Seguidores: 4Seguindo: 0Mensagem Cuckold, os melhores contos são os reais

Comentários

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Mais um viado corno kkkkkkkk. Mais um relato q td homem q quer ver a puta com outro é pq quer ter pica na bunda

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Mais um marido querendo ser corno, e o desejo dos tres se realizou. Só sendo corno para saber como isso é excitante. Eu pensava que as portuguesas não tinham o desejo de um dia ser putas como as brasileiras. Conto merecedor de 3 estrelas. Aguardo novos relatos. Parabéns.

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