​O Convidado de Honra e o Marido Submisso

Um conto erótico de Marcos
Categoria: Grupal
Contém 1034 palavras
Data: 15/01/2024 20:00:52
Última revisão: 21/03/2026 07:42:40
Assuntos: Anal, Fetiches, Grupal, Oral, Voyeur

Moro em um condomínio de três blocos no Rio de Janeiro e, na convivência do dia a dia — seja na piscina, academia ou área de lazer —, a gente acaba conhecendo pessoas novas e os relacionamentos vão se estreitando. Afinal, para isso vivemos em sociedade.

​O que quero narrar aconteceu após um ano de moradia nesse local. Conheci o Cesar na academia; ele treinava com sua esposa, Renata, e nossos horários batiam. Ele estava sempre aguerrido nos treinos, enquanto ela ficava em um modo mais lento.

​Tudo se estreitou de verdade no supermercado. Eu estava tirando o carro da vaga e, ao manobrar, senti algo bater na lataria. Saí preocupado para ver o que tinha acontecido; era o meu vizinho, Cesar, limpando a calça. Eu tinha passado em uma poça de água e o molhado. Ele, de cabeça baixa sacudindo a roupa e sem ter me visto, perguntou se eu estava cego. Quando me viu, começou a rir e pediu desculpas. Eu também me desculpei e ofereci carona. Ele estava com várias compras e voltamos para casa conversando. Descobri que ele mora no 5º andar do meu bloco, e eu no 13º.

​Ele deve ter 1,70m, é magro, branco e aparenta uns 45 anos. A Renata é morena, baixa e aparenta uns 43. Fui até o apartamento deles ajudar com as bolsas; ele me convidou para entrar, mas agradeci e disse que tinha coisas a fazer. Nos despedimos e fui para o meu andar.

​Duas semanas depois, os encontrei na academia em um horário diferente. Não tínhamos nos apresentado formalmente antes: sou negro, tenho 48 anos e meço 1,90m. Papo em dia, ele perguntou se eu era casado. Disse que namorava. Ele comentou sobre o aniversário da Renata e disse que comemorariam no sábado, no próprio apartamento — algo íntimo. Cobrou minha presença, com ou sem a namorada, reforçando que não precisava levar nada.

​Na quinta-feira, comentei que iria sozinho, pois minha namorada não poderia ir. Cesar insistiu para que eu não faltasse; disse que a comemoração animaria a Renata, que adorava festejar com amigos próximos, e que eles tinham adorado a minha pessoa... enfim, confirmei. Sábado, 20h, eu estava lá no 509 tocando a campainha.

​Cesar abriu a porta de bermuda, chinelo e camiseta. Entrei com uma garrafa de vinho e perguntei pela aniversariante. Ele disse que ela estava se aprontando — e que mulher sempre atrasa. Sentei no sofá, ele me deu uma cerveja e conversamos por trinta minutos. Quando a Renata apareceu, quase deixei a long neck cair: ela usava um vestido preto curtíssimo, sem sutiã, com os seios saltando em um decote enorme. Estava perfumada, com o cabelo em rabo de cavalo, batom vermelho e salto alto.

​Levantei para entregar o presente e parabenizá-la. Ela me abraçou e senti o coração dela bater (rs). No abraço, ela sussurrou: "Obrigada por ter vindo. Hoje é meu dia e quero ser agradada". Fiquei sem entender, meu coração acelerou. Ela beijou o Cesar e pediu uma cerveja. Sentei achando que chegariam mais pessoas, mas o tempo passava e nada. Eu estava visivelmente nervoso, suando frio.

​Até que o Cesar sentou ao lado dela. Fui ao banheiro e, quando voltei, o Cesar estava em pé e a Renata o mamava. Paralisei. Cesar me chamou e disse que a Renata queria que eu desse um presente para ela — e o único convidado era eu. Perguntei o que seria; ele disse que ela diria. Abri outra cerveja e fiquei assistindo ela chupá-lo. Ele colocou os seios dela para fora; eram lindos. A calcinha verde era minúscula.

​Ela levantou, veio até mim, segurou minha mão e pediu que eu ficasse em pé. Cesar tirou a bermuda e a cueca e sentou no sofá. Renata agachou, abriu minha calça e colocou meu pau para fora. Ela me chupava olhando para o marido, como se oferecesse a cena para ele. Ele se masturbava assistindo. Ficou uns dez minutos ali; meu pau já estava todo babado. Ela fez sinal para o marido, que se aproximou, e ela colocou meu pau na boca dele. Mandou ele chupar.

​Ela ficou em pé, tirou o vestido, abriu uma cerveja e começou a se masturbar assistindo à cena. Eu já estava no clima. O marido engolia o pau, engasgava, e ela comandava: "Chupa, viado! Chupa, corno! Isso que é um pau de verdade, não essa piroquinha fina que você tem!". Ele balançava a cabeça em sinal de obediência.

​Até que ela mandou ele ficar de quatro no sofá. Veio até mim, beijou minha boca, segurou meu pau e me conduziu até o marido. Colocou na entrada do cu dele e disse: "Meu presente é você comer o cu dele sem pena". Eu, ali sendo usado, óbvio que estava gostando. Empurrei no cu do Cesar. Ela passava a mão no meu corpo, na minha bunda, e falava com voz de safada: "Come o cu dele, ele é um viado". Eu dava estocadas sem dó naquele cu apertado enquanto ela me elogiava e bebia cerveja.

​Depois, ela mandou o Cesar sentar no meu colo. Ela começou a chupá-lo enquanto ele estava com meu pau enterrado. Chamava-o de marica e dava tapas na cara dele. Ele rebolava muito e acho que gozou na boca dela, pois ela o beijou e mandou ele engolir.

​Ficamos nisso por quase uma hora. Por fim, ela me colocou em pé, mandou ele agachar e pediu para eu gozar na cara dele para ela filmar. Filmou de um jeito que aparecia meu pau e o rosto do marido. Gozei na cara dele e gemi alto; ela estava saltitante de alegria. Mandou ele deixar meu pau limpo.

​Bebi mais uma cerveja, Cesar foi tomar banho e a Renata sentou ao meu lado, mexendo no meu pau e me encarando. Cesar voltou de cueca, cantamos parabéns com um bolo pequeno. Ela deu o primeiro pedaço para mim e beijou minha boca. Cesar ganhou o segundo. Coloquei a roupa e fui para casa.

​No elevador, soltei um "foda-se" mental, com a cabeça a mil. Cinco dias depois, os encontrei na academia. Tudo normal, zero comentário. Cesar apenas pediu para marcarmos outro encontro, pois a Renata "adorou o presente". Já estou ansioso. Com certeza contarei como foi!

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Comentários

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No final das contas você não comeu a gostosa. De quebra teve comer o viado sem camisinha kkk

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