O presente do coroa

Um conto erótico de Frankyaba
Categoria: Heterossexual
Contém 977 palavras
Data: 13/01/2024 02:51:32
Assuntos: Anal., Heterossexual

Foi duro assistir de camarote uma anaconda entrando no furico que você tanto cuidou.

Quem quiser entender melhor o conto leia o anterior.

Da posição que eu estava vendo tudo aquilo, nem se fosse pago eu conseguiria um lugar melhor.

Desde fala, gemidos, lamentos fisionomia, caretas tudo, até o pau do cara empurrando a bunda, pra dentro do cu dela dava pra ver.

Verdade, porque uma rola daquela grossura, não entra sozinha num cuzinho daquele não, quando entra vai levando tudo que tem na frente.

Vou fazer uma comparação meio grosseira, eu acho minha rola fina, e ela tem 45mm de grossura é mais grosso um pouquinho que aqueles canos da caixa de descarga.

Segundo Elen que mediu o pau do cara não entrou numa lata de leite condensado que são mais 60mm de grossura ou seja, três polegadas.

Então vamos ao fato, após um breve e não longo descanso ainda melado pelo sêmen do gozo vaginal o coroa aproveitando a lubrificação deles, levanta Elen encosta ela na parede e aínda com aquela monstruosidade dura coloca entre a enorme bunda de Elen sussurrando algo em seu ouvido, como resposta ela levanta os braços na parede, arrebita bem sua bunda e fala, vai com cuidado amor, não vai estragar tudo, guarda pra. Depois, para controlar ela tenta segurar o cacete na entrada de seu cu, e aos poucos vai tentando meter.

Na primeira tentativa, aaaahhh, e suas mãos voltam pro alto, ela se abaixa um pouco mais para que a bunda fique mais aberta, ele segura a rola e começou a tentar meter a rola com a própria mão, agora ouço um uuuuurrrr, e ela fica na ponta dos pés.

E o pior era que a rola do cara não tinha ponta, era uma grossura só, da cabeça até o tronco.

Era pequena mas muito grossa.

Já meio nervoso ele coloca ela com os seios sobre o acento de um jeito que a bunda ficou bem aberta que dava pra ver o cuzinho fazendo um bico, ele meteu dois dedos na buceta ainda lambuzada dele e depois foi forçando no cu de Elen, ela foi se esticando até bater a cabeça na parede do banheiro.

Ele deu um abrida nos dedos pra enlarguecer o anel dela e com ele era muito mais alto que ela colocou o pau entre os dedos e a medida que forçava a rola tirava o dedo.

Aquela enorme cabeça querendo passear por um buraco menor foi emporrando tudo que tinha na frente.

Elen agonizava maís estava disposta a receber tudo aquilo dentro de sua bunda, ele a pegou pela cintura para firma e com o peso do próprio corpo foi entrando, enquanto ela urrando abafado dizia que estava desmaiando ele aproveitou e socou até a metade, o desmaio dela foi pra puta que a pariu, pois ela apoiou as mãos na parede arrebitou bem a bunda e com a voz quase inaudível disse, eennntra porra e empurrou sua bunda de encontro aquele tronco que tanto a machucava que entrou tudo machucado aos dois que ao mesmo tempo derrame um grito sufocado.

Pela força que ela usou para traz quase o derrubou fazendo com que ele travasse ela pelo quadril para não cair, de imediato ela começou a ter um tipo de convulsão tremendo toda, enquanto ele parado a segurava.

Por um breve momento vi em seus olhos o medo de algo ter acontecido a ela.

Quando ela mesmo trêmula empurra e puxa ele pela cintura, como que entendendo ele leva os braços por baixo dos ombros dela a trazendo para si.

Então com a rola toda na bunda dela ele procura sua boca e enquanto a beija começa um vai e vem lento e aos poucos vai almentando até se ouvir do o Flop, Flop, dos corpos cadenciados indo e vindo de encontro um ao outro, na posição que eu estava, parecia mais um pulso na bunda dela que a essa altura já não reclamou mais ao contrário enlouquece rebolando até gozar merda na rola dele toda que continuou socando até gozar.

Só tirando do cu de Elen o pau mole e fino de novo.

Com carinho ela lavou ele todo com muito cuidado e depois foi cuidar do ex cu dela, que agora estava só o endereço, após o banho saíram do banheiro e pude ver Elen andando meio arreganhada pois deveria estar toda rasgada.

Assim saí do banheiro e não entrei más no quarto, deixei a chave na porta e fui pra casa.

Assado uns quinze dias Elen aparece em minha casa pedindo pra passar um tempo lá pois o coroa passou a semana toda comendo sopa cu dela, e de uma hora pra outra sumiu.

Segundo ela, a dona da vila falou que ele sempre levava mulheres lá, más nenhuma encarou ele, até que ele falou pra dona que agora tinha encontrado uma que era navinha mais aguentaria a rola dele tanto no cu quanto na boceta.

E enquanto não conseguisse ia ficar com ela depois ia embora.

E foi assim que um coroa transformou a janelinha onde eu sempre entrava, em um imenso portão.

Que apesar de continuar delicioso, trouxeram novas experiências.

Obs: Depois do Natal eu e uma amiga Nova estávamos em um balneário e depois de mais de quinze anos, encontrei Neide uma amiga de quando concluí o ensino médio.

A primeira coisa que ela fez foi perguntar se Sula minha outra amiga já tinha me visto.

Falei pra ela, tu ainda não esqueceu do vídeo?

Ela respondeu, pior e que não, más agora entendo o porque su só gosta de mulher da bunda empinada e grande, na cara de pau ela foi até Sula e cochichou algo, então sula falou rindo eu é que sei então Neide responde Deus me livre esse aí eu conheço e não pego nem em pensamento.

Más isso e outra história.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 13 estrelas.
Incentive frankyaba a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários