Despertar de uma paixão: a quase coroa e seu jovem amor III - Noite de prazer

Um conto erótico de Kira Ariel
Categoria: Heterossexual
Contém 2282 palavras
Data: 10/01/2024 14:54:36

(Leia a parte II)

Abri a porta, entrei e o convidei a entrar. Ele pediu licença e observou minha sala. Como disse antes, morava em uma bairro considerado nobre da cidade interiorana, e minha condição financeira era boa. A casa era grande, tinha três quartos, o meu, um que havia feito de escritório e outro aposento de hóspedes.

Provavelmente o espaço havia impressionado Anderson, que morava num bairro mais periférico. Falei pra que sentasse no sofá, para eu pegar duas cervejas.

Voltei da cozinha e ele continuava observando a sala. Agradeceu e pegou a long neck. Brindamos e demos um gole olhando um para o outro, lado a lado no sofá. Ficamos em silêncio alguns segundos, até que falei:

- Então, sobre o que você quer conversar, Anderson?

Como alguém que só esperava uma deixa como aquela, ele se aproximou mais de mim, colocou a mão na minha perna e aproximou o seu rosto do meu. Sorrindo, disse:

- Acho que já conversamos demais, né?

Logo em seguida me beijou, me puxando delicadamente pela nuca. De novo sentia aquele beijo delicioso dele, ainda com sua língua explorando a minha de forma lenta, mas de forma mais intensa. enquanto uma mão acariciava e guiava minha nuca, a outra já se colocava atrás das minhas costas, me trazendo junto a ele.

Repousei uma mão sobre seu braço enquanto a outra passeava pelas suas costas, por dentro da camiseta que usava. Ele fez o mesmo entrando na minha blusa, enquanto não parávamos de nos beijar. Coloquei minhas pernas sobre as dele, que me puxou quase para seu colo, uma manobra ousada para alguém um pouco mais baixo que eu e magro. Mas era forte e mostrou isso com essa pegada, igualmente forte.

Ficamos assim alguns minutos, e logo ele subia minha blusa. Fiz o mesmo com a camiseta dele que, no momento, não hesitou e a tirou. Aquele peito e barriga definidos que havia visto no Instagram estavam ali, na minha frente. A temperatura havia subido demais.

- Vamos para o quarto.

****

Chegamos no quarto de mãos dadas e falei para ele sentar na cama.

- Vou... vestir algo mais confortável. Pode ficar à vontade.

Disse isso e entrei no banheiro. Olhei no espelho e, desta vez, não pensei no que outros achariam ou não de eu ficar com alguém mais jovem. Tirei minha blusa e meu sutiã e pensei: "estou muito gostosa".

Tirei a calça jeans e também a calcinha. Dei uma volta olhando no espelho, me admirando, exalando confiança. Estava me sentindo sensual demais. E, sobretudo, estava feliz.

Resolvi não entregar tudo de uma vez e vesti o roupão antes de sair do banheiro. "Vamos criar um pouco de suspense para o Anderson", pensei.

Quando abri a porta, vi que ele não tinha intenção de criar qualquer clima de mistério. Estava sentado, nu, na cama, de frente para mim.

Seu braço esquerdo se apoiava no colchão, enquanto sua mão direita estava na sua perna. Suas coxas eram volumosas para alguém magro e seu corpo ficava mais definido nessa posição.

E seu pau... Estava rijo, apontando para cima. Era o maior que já havia visto e olha que não vi poucos. Tinha 21cm, como soube depois, mas chamava a atenção também pela grossura. Fui me aproximando devagar e pude perceber como era liso, uniforme. Chegava perto dele não tirando os olhos daquele mastro, quando cheguei de fato junto dele e me apoiei na cama com as mãos para beijá-lo, vi seu rosto sorridente que me observava naquele estado de quase hipnose.

- Gostou, Carol?, perguntou ele, nitidamente confiante.

Não soube como reagir e só pude assentir com a cabeça, o beijando.

Mesmo com muito mais experiência, era incrível como o Anderson ia me desmontando e tomando as rédeas. Ainda em pé, apoiada no colchão, comecei a descer pelo pescoço dele, o beijando, passando para o peito. Queria senti-lo todo. Beijei e suguei levemente seus mamilos, arrancando suspiros dele, e desci até a barriga, passando a língua naqueles gominhos salientes do seu abdome.

Agora estava ajoelhada, admirando aquele colosso. Nunca liguei muito para paus ou mesmo para tamanho, muitos pequenos me deram satisfação enquanto outros maiores não conseguiram. De verdade, não achava nem uma parte muito bonita do corpo do homem. Mas o do Anderson era diferente. Não só majestoso, mas lindo, como se fosse esculpido a mão. Ou como se tivesse sido feito para que eu admirasse, ainda que nem soubesse que gostaria tanto daquilo.

Consegui segurar a vontade e resolvi passar direto, beijando suas coxas. Chegando na parte interna delas, percebi que ele até se arrepiava, havia descoberto um ponto sensível do meu gato. Fiquei ali, fui até a batata da perna dele, voltava, queria fazê-lo esperar um pouco. Nessas idas e vindas com a boca e a língua eu tomava fôlego e tempo para admirar aquele corpo, agora deitado, pensando como era lindo e excitante.

Nessa quase sessão de tortura para ele, vi seus pés e tive uma vontade que nunca tinha tido antes. De beijá-los. Desci pela batata da perna dele e comecei a lamber a parte de cima, passando para o dedão e chupando cada dedo do pé direito de Anderson.

Nisso, ele voltou a sentar e falou, ofegante:

- Carol, o que você tá fazendo?

Chupei mais um pouco e perguntei, dengosa:

- Não pode?

Ele riu e acenou que sim com a cabeça. Levantou o pé e pude lamber sua sola, o que o deixou arrepiado. Comecei a fazer o mesmo no seu pé esquerdo, acariciando sua perna com a mão, e aí ele já estava mais solto.

- Isso, Carol... Aaah..., dizia, enquanto tentava alcançar, sem sucesso, meus cabelos com as mãos.

Levantei e deixei o roupão cair como numa cena de filme. Ele sentado me olhou de cima a baixo e exclamou:

- Que cavala!

****

Fui até ele e o beijei, ele logo levou sua boca aos meus seios, revezando, curtindo bem e acariciando os dois com a delicadeza que era possível naquele momento. Mal percebi que já estava montada em cima dele, com a minha xaninha roçando aquele gigante.

O correto seria pensar na camisinha àquela altura. Juro que pensei. Mas estourava de desejo. Quando percebi meu grelinho naquele mastro, esfreguei. Comecei a gemer baixinho e Anderson também.

Levantei um pouco e busquei posicionar minha bucetinha na cabeça do colosso. Estava pra lá de molhada e devagar fui me ajeitando. Para mim, era uma experiência nova receber um dote daquele, mas até que entrou fácil. Temerosa, fui abaixando e sentindo Anderson. ele em acariciava os seios e gemia baixinho.

Consegui encaixar a cabeça toda e soltei um suspiro. Comecei a mexer e só aquilo já era maravilhoso. Controlando, fui descendo mais e, lentamente, subindo e descendo naquele pauzão. Gemia mais alto, de olhos fechados, procurando com as mãos o peito de Anderson.

Senti que ele também se movimentava discretamente, buscando afinar com o meu ritmo. Ele sabia mesmo fazer. Quando passou a fazer isso, logo senti que gozaria. Rápido, como raras vezes havia acontecido. Precisava olhar pra ele nessa hora.

Rebolava nele, que retribuía com um ritmo parecido, parecendo buscar todo interior da minha vagina com o pau. Assim como no beijo, bailávamos novamente com total sincronia.

Gozei. Muito. Olhando pra ele. Segurando pelos ombros, soltando um grito libertador. Que delícia. Olhei pra ele que também me olhava entre a admiração e uma certa suprresa. Dei um beijo nele e o abracei, com uma declaração inusitada:

- Obrigada, querido...

Não sei porque disse aquilo, nem sei se ele chegou a pensar a respeito na hora. Fiquei abraçada com ele alguns instantes, ainda sentada em seu pau, mas agora estava com ele quase inteiro dentro de mim. Passado o orgasmo, a atenção da minha libido voltava pra ele. Pra ele e para o seu membro que me tomava por completo agora. Sentia de um modo diferente o anderson naquele momento.

Comecei a me mexer em cima dele. Apoiava em seu peito e buscava girar meu corpo o quanto podia. Anderson já forçava ainda mais sua entrada, projetando o pau pra cima. Do jeito que ele fazia, não sentia nenhuma dor, pelo contrário. Parecia que o safado sabia exatamente como mexer. E eu achando que era experiente...

Depois de um tempo assim, ele virou, sem nos desencaixarmos, me colocando de costas na cama. Nos beijamos, abraçamos, e ele começou um papai-mamãe suave. Quase chegava a tirar seu pênis de dentro de mim, circulava com a cabeçona na entrada da minha vagina, que reclamava e contraía tentando prendê-lo.

Aquilo me deixou completamente louca e antes de ele gozar, estava eu indo para o meu segundo orgasmo.

- Para que vou gozar de novo, implorei.

Ele só sorriu e continuou fazendo aquele movimento que me fez gritar mais uma vez.

Dessa vez ele deitou por cima de mim, me beijando e acariciando meus cabelos. Devolvi aquele carinho fazendo o mesmo, totalmente entregue.

Percebendo que já estava recuperada depois de alguns minutos, ele beijou meus seios e começou a fazer o que havia feito com ele no começo, descendo pelo meu corpo e o explorando com a boca, a língua e as mãos. Mas, diferente de mim, ele parou na minha vagina. Mais precisamente, no meu grelinho.

Começou ali a deslizar no meu clitóris, nos meus lábios, voltando novamente para o grelinho onde circulava sua língua como poucos. Ficou ali, sugou de leve, lambeu e chupou, sempre acariciando meu corpo. Não era possível que aquele jovem tão bonzinho sabia ser tão bom de cama. Foi um tempo ali e eu novamente pedindo para ele parar. Mais uma vez Anderson não obedeceu. E de novo eu gozei.

Desta vez, o orgasmo veio junto com uma risada de satisfação. Ele subiu pelo meu corpo com o rosto até ficar em cima de mim de novo, com um sorriso no qual não dava para esconder a sensação de triunfo. Nos beijamos e ele perguntou:

- Tá feliz, Carol?

Eu, mais que sorridente:

- Muito.

Pensava como poderia ter hesitado ficar com ele. Em minha defesa, não imaginava que seria espetacular desse jeito, mas não poderia nem ter cogitado me negar àquilo.

O fato é que meu campeão do sexo ainda não tinha gozado e estávamos há um bom tempo transando. Já era dia e avisei para ele que era de fazê-lo gozar. Foi quando me perguntou:

- Posso te pedir uma coisa?

- O que você quiser?

Ele ainda parou um tempinho.

- Mesmo?

- Sim.

- Posso gozar na sua boca?

****

Mais uma vez entrava em cena o jovem "bonzinho" que havia conhecido, cativante. Sinceramente não gostava de fazer isso, mas não tinha como negar a ele. Havia me feito gozar três vezes e, além do mais, devia a mim mesma um contato de outro jeito com aquele membro que tanto me fazia bem. E tinha ficado com vontade no começo da nossa transa, mas Anderson tomou o controle e só agora, por vontade dele, tinha a oportunidade de chupá-lo.

Não deixando de beijá-lo, fui puxando ele para a beirada da cama. Ele ficou sentado, peguei um travesseiro para me ajoelhar e fiquei de frente para meu colosso.

Acariciei devagar, olhando e admirando, até beijar a cabeçona. Dei outro beijinho, um outro, mais um, sempre olhando pro Anderson. Comecei a circular minha língua em volta dele, já de olhos fechados, entretida e curtindo aquela sensação. chupava de leve a cabeça e descia por toda a extensão, sugando e mordiscando onde tinha espaço. E tinha muito espaço.

Beijei e tentei também engolir, carinhosamente suas bolas. Sim, não mencionei, mas eram grandes. Acariciava o pau dele enquanto fazia isso e logo trocava de posição, massageando seu saco e chupando seu mastro.

Ele já delirava a esta altura e então comecei a tentar engolir e chupar mais ritmadamente seu membro. Óbvio que não consegui, mas fui até onde deu, o que não era muito. Aquilo também me excitava demais e com a mão, comecei a me tocar.

Gemendo mais alto, Anderson falava meu nome e massageava meus cabelos. Às vezes também ajudava tirando algum que atrapalhasse o meu dengo. Fui aceleranto e ele subindo o volume. Ele anunciou que iria gozar. E eu também. Mais uma vez. Tamanha a minha excitação só de chupá-lo.

Senti um jorro forte na garganta, tentei tirar só um pouco para não chateá-lo. Não podia chatear aquele rapaz que tanto me fizera bem. Engoli boa parte e lambi o que tinha ainda nele, saboreando. Meu gato chegou a deitar quando gozou, mas logo levantou e me viu ainda limpando seu membro com minha língua e minha boca.

Deu um sorriso lindo e levantou meu rosto pelo queixo.

- Você é demais, Carol, ele disse.

- Você que é, Anderson.

Descansei um pouco o rosto no pênis dele ainda enorme, mas mais flácido. Senti vontade de agradecer de novo, mas aquilo não tinha cabimento nenhum, me contive.

Em vez disso, beijei seu pau, seu saco, de novo fiz o trajeto das pernas descendo até os pés dele. Tirei o travesseiro que estava embaixo dos meus joelhos, como se tivesse que sentir o chão naquele momento, e beijei, chupei e lambi um, e depois o outro pé dele. Ele curtiu, sorrindo pra mim. Assim que acabei, disse:

- Nossa, Carol, foi ótimo, maravilhoso demais.

- Eu também achei, Anderson.

- Mas preciso ir, são quase oito horas e às nove tenho futebol com os camaradas.

- E você vai aguentar jogar?, questionei rindo.

Ele se levantou, segurou meu rosto e me beijou.

- Aguento muito ainda, gata. Você vai ver.

Nos beijamos de novo e ele começou a se arrumar. Levei-o até a porta e fiquei ali, esperando ele partir com a moto.

Voltei para o quarto, que cheirava a sexo. Não era pra menos. Fiz menção de tomar banho, mas minhas energias estavam esgotadas.

Precisava dormir.

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Comentários

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Realmente vc escreve muitissimo bem, um texto que nos faz viajar, junto com sua narrativa, dos momentos que passou com o Anderson. Esperamos pela continuidade, dos próximos capítulos. Parabéns. ksado44sp@bol.com.br

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Conto gostoso demais. Muito envolvente e excitante!

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