​O Poder da Voz: Sorriso de Canto de Boca e Calcinha Molhada

Um conto erótico de Cida
Categoria: Heterossexual
Contém 498 palavras
Data: 09/01/2024 08:50:08
Última revisão: 21/03/2026 07:40:20

Sou a Cida, uma preta de 42 anos, mãe e avó. O que narro aqui é um fato verídico: é a forma que meu cafajeste usa, quase que diariamente, para estar ao meu lado intimamente, já que não nos vemos com frequência devido à distância.

​Estou trabalhando e, de repente, escuto o toque do meu celular. É automático o impulso de atender, mas, antes, olho para a tela — afinal, vamos usufruir da bina. Lá está o nome do cafajeste: "MEU PRETO". O sorriso de canto de boca e a acelerada no coração são certos.

​Atendo com um "alô". Trabalho em uma sala com várias pessoas, então preciso manter o equilíbrio e a discrição. Óbvio que os tímpanos dos nobres colegas ficam atentos à minha conversa; você não ficaria?

​Do outro lado, aquela voz rouca, grave, voz de macho, responde: "Puta, piranha, vagabunda, cadela... Vou chupar seu seio direito por tanto tempo, e depois gastarei o mesmo tempo no esquerdo. Vou enfiar a mão na tua calcinha e ficarei esfregando o dedo no teu clitóris". Essa frase desestabiliza o meu ser. O fdp continua com aquela voz que entra na minha mente; minha buceta molha automaticamente e o meu cu... sim, meu cu pisca. Parece que meus órgãos têm ouvidos, nunca imaginei isso.

​Elevo os olhos e dou aquela olhada geral para os colegas. Tenho a nítida sensação de que estão ouvindo, ou ao menos percebendo que estou diferente, porque é inevitável não ficar com cara de safada, mordendo os lábios. Devo até exalar algum cheiro (rs). E a voz não para! Ele fala as coisas certas: "Vou comer teu cu em pé, com você com a cara e as mãos na parede; meu braço direito no teu pescoço te enforcando e a mão esquerda apalpando seus seios e alisando sua buceta, enquanto o Luluzinho (nome da jeba preta, grossa e enorme) fica todo enterrado no seu rabo".

​Às vezes preciso pedir para ele aguardar para eu responder algo a alguém. Ele continua falando, dessa vez de propósito. Cruzo as pernas para prensar minha ppk. Quando retorno à ligação, o cretino começa a rir e finaliza com a frase: "Espero que não tenha ficado excitada".

​Saio da sala e vou ao banheiro para me secar. Faço um vídeo dos dedos melados do meu gozo. A voz dele tem poder sobre mim: liga a chave do tesão e me faz molhar tanto a ponto de atingir a calcinha — já precisei até trocá-la. Faço o vídeo vestindo a peça; eu também não presto e sei usar minhas armas. Ele adora meu rabo, diz que é lindo, e ama me comer de quatro. Sofro, mas não peço arrego — minha mãe não me fez fraca!

​Devolvo a safadeza na mesma moeda e envio os vídeos. Em milésimos de segundo vem a resposta, com mais xingamentos: "Puta, piranha, vadia, cachorra!". E eu nem gosto, né? (rs). A próxima ligação é sempre uma incógnita, mas quando acontece, me deixa sempre muito excitada e na expectativa.

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