Sobre presas e predadores (03)

Um conto erótico de O Bem Amado
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 2600 palavras
Data: 27/01/2024 23:19:37

Vanessa abriu a porta me esperando como de hábito: nua ostentando a coleira em seu pescoço e usando o plug com rabo de gatinha exibindo um sorriso que feneceu como uma luz que se apaga; ela encarou Aline já com os olhos marejados e depois mirou a mim; eu fiz com que todos entrássemos em casa e fui para minha poltrona predileta acomodando-me confortavelmente antes de qualquer iniciativa. Chamei Vanessa que resistiu em vir até mim, porém acabou cedendo; fi-la sentar-se em meu colo e em seguida ordenei que Aline tirasse suas roupas e viesse se ajoelhar próximo de mim; ela não hesitou em obedecer, mas manteve uma expressão mesclada de receio e ansiedade.

-Vocês conhecem muito bem as regras do nosso jogo – comecei a explanar ora olhando para o rostinho entristecido se Vanessa e ora mirando o semblante cheio de expectativa de Aline – e como disse desde o início, vocês são livres para ir embora quando quiserem …, porém, se decidirem ficar terão que se acostumar com a situação de dividir o espaço …

-E dividir você também, não é? – interrompeu Vanessa perguntando com tom de confirmação.

-Não! Não haverá divisão! – retruquei com tom enfático – quando estivermos juntos vocês me pertencerão e eu darei a ambas toda a atenção, todo o carinho e todo o prazer que merecem …, o que vai acontecer a partir de hoje depende apenas de vocês! Agora, vou tomar um banho e depois me deitar …, conversem e decidam …, eu não vou interferir.

Pouco mais de meia hora depois dessa conversa eu estava deitado sobre a cama repousando sem sono, apenas aproveitando para me recuperar dos esforços do dia quando a porta do quarto se abriu deixando que um rastro de luz escorresse para dentro trazendo aos meus olhos duas silhuetas femininas paradas na soleira. Após um breve intervalo de tempo ambas adentraram ao quarto pondo-se ao lado da cama.

-Nós duas …, queremos dormir com você hoje – balbuciou Vanessa com tom entrecortado e um olhar baixo – podemos? Você permite?

Olhei para ela e depois para Aline que ainda guardava a mesma expressão ansiosa estampada no rosto; eu as abracei puxando-as para que se deitassem uma de cada lado; Vanessa começou a acariciar meu peito brincando com meus mamilos enquanto eu sentia a mãozinha de Aline pousar sobre o membro que já se apresentava em franco processo de ereção. Segurei Vanessa pelos cabelos e trouxe seus lábios para junto dos meus em um beijo quente, molhado e suculento ao mesmo tempo em que segurava a cabeça de Aline empurrando-a na direção do meu falo impondo que ela o abocanhasse sem demora.

Desfrutei da deliciosa sensação provocada pela boquinha de Aline mamando minha vara enquanto saboreava os beijos ousados de Vanessa que ainda aproveitava para esfregar seus peitos em meu ombro até decidir que era chegada a hora de dar a elas o que realmente mereciam; coloquei Vanessa deitada sobre a cama cobrindo-a com meu corpo chamando Aline para que manipulasse minha ferramenta na direção da vulva de sua parceira; ela tomou posição e cumpriu com sua tarefa permitindo que eu penetrasse Vanessa com uma boa a profunda estocada fazendo-a gritar de tesão.

-Aline, venha! Dê sua bucetinha para a Vanessa chupar! – ordenei sem perder o ritmo da cópula observando a sub iniciante obedecer sem titubear.

Para não perder o equilíbrio ela pôs suas mãos em meus ombros, mas eu tomei a dianteira segurando-a com firmeza por baixo das axilas enquanto trazia suas mamas ao alcance de minha boca para saboreá-los com muitas chupadas, lambidas e mordidinhas nos mamilos intumescidos causando tanto impacto que ela não conteve o ímpeto de gemer e emitir gritinhos histéricos; por sua vez, Vanessa já se contorcia debaixo de mim usufruindo de uma sucessão extasiante de orgasmos que sacudiam seu corpo e faziam sua pele tremelicar enquanto eu não lhe dava trégua mantendo-me um pouco mais erigido sobre a cama e propulsando o membro para dentro e para fora de sua bucetinha que já estava muito quente e lambuzada.

Após algum tempo de muita excitação, mudamos de posição com as duas fêmeas deitadas de barriga para cima e pernas abertas, erguidas e flexionadas na altura dos joelhos bem na beirada da cama esperando por minha atuação; em pé ao lado da cama, penetrei a bucetinha de Aline enterrando a pistola de uma só vez o mais fundo possível arrancando longos gemidos que a faziam tremelicar de tesão; ao mesmo tempo comecei a dedilhar a xereca de Vanessa propiciando desde logo uma nova sequência de orgasmos que a faziam contorcer-se descontroladamente; com Aline usufruindo de tantos orgasmos quanto a sua parceira, passei a alternar pirocadas em ambas as prexecas quentes e alagadas de Vanessa e Aline saboreando o desvario que tomava conta de seus corpos e de suas mentes.

Essa seção luxuriosa prolongou-se ao longo da noite até o momento em que eu capitulei pronto para atingir meu ápice; assim que anunciei a proximidade de meu gozo elas imploraram para que receber meu esperma em seus rostinhos lindos; sem perda de tempo elas se puseram de joelhos diante de mim e contribuíram para o capítulo final daquela nossa foda a três alternando-se entre mamadas e punhetas com toda a sua dedicação; urrei rouco quando meus músculos se retesaram e a vara pulsou eloquente despejando sua carga em jatos profusos que lambuzaram o rosto e os peitos de Vanessa e Aline. Naquela noite dormimos com nossos corpos entrelaçados e pela manhã acordei com dois pares de olhinhos vibrantes mirando meu rosto com uma expressão de regozijo.

-Porque você não me dá uma chance com elas? – perguntou Helena assim que entrou em meu escritório trazendo documentos para assinar e minha agenda de compromissos.

-E de que tipo de chance estamos falando? – perguntei sem alterar o tom de voz encarando o questionamento com absoluta naturalidade.

Naquela manhã, Helena trajava uma camisa de seda cuja transparência era por demais reveladora e ainda uma saia justa enaltecendo seu lindo traseiro e me olhava com uma expressão açodada. “Pensei em shibari para brincar com elas …, isto é se você concordar!”, emendou ela com um sorrisinho maroto nos lábios. Minha relação com Helena vinha de muito tempo e tínhamos uma intimidade que respeitava os limites no âmbito profissional o que me fez perceber seu desconforto após ter iniciado aquela conversa.

-Hummm, parece interessante …, mas tem uma condição! – respondi quebrando o silêncio – hoje você deve passar o dia sem calcinha …, aceita?

Helena manteve o sorrisinho maroto nos lábios e sem responder deu-me as costas saindo do escritório; imaginei que ela tivesse desistido da ideia, porém minutos depois ela retornou pondo sobre minha mesa a minúscula peça de lingerie. “Ok! Iremos juntos para casa!”, respondi mirando o rosto quase eufórico de Helena. Ao chegarmos em casa no final da tarde fomos recebidos por Vanessa e Aline que se mostraram surpresas e também intrigadas com minha acompanhante; por sua vez Helena admirou a nudez de ambas com os detalhes das coleiras de também dos plugs, sendo que Vanessa usava o rabo de gatinha e Aline o de raposa.

-Prepare minhas garotas enquanto visto algo mais confortável – avisei Helena enquanto me dirigia para o quarto onde me despi tomando uma ducha rápida.

Quando retornei desnudo para a sala Helena já havia se apossado de Vanessa e Aline usando cordas de juta para uma amarração que as deixaram deitadas sobre o tapete com pernas e mãos erguidos e presos de tal forma que qualquer movimento brusco ou impreciso poderiam esganá-las com a parte da corda rodeando seus pescoços. A morena tirou as roupas e munida de um vibrador deu início a uma diversão castigando as bucetinhas que estavam a seu dispor; não precisou de muito esforço para fazê-la gozarem como loucas balbuciando frases entrecortadas tomando cuidado para não serem penalizadas dolorosamente; o que mais me excitava era o olhar luxurioso de Helena cujo desfrute do momento também lhe proporcionava bons orgasmos.

Helena estava de quatro divertindo-se com Vanessa e Aline enquanto eu apreciava o espetáculo sorvendo uma dose de uísque e fumando um cigarro; a visão ampla das nádegas de Helena não tardaram em me deixar excitado e depois de terminar com a bebida e o cigarro decidi que era o momento de interagir; colocando-me atrás dela peguei um vibrador tipo "rabbit" ,com controle remoto e depois de vasculhar a buceta de Helena com os dedos ouvindo-a grunhir e resmungar meti o apetrecho em seu interior passando a fazer uso do controle em terceira velocidade.

Não demorou muito para a morena gozar como louca e eu me aproximei um pouco mais retirando o vibrador que ela tinha em mãos e empurrando gentilmente sua cabeça até seus lábios alcançarem a bucetinha de Vanessa. "Vai, cadela safada! Chupa a xereca da minha sub! E faça isso com carinho!", exigi eu em tom firme; parecendo desconfortável de início, Helena deu alguma lambidinhas na buceta de Vanessa, mas alguns minutos depois ela não se cansava de lamber toda a região e também chupar o clítoris proporcionando a Vanessa uma experiência sensorial ainda mais intensa.

Deixei que a morena se lambuzasse em Vanessa e logo a seguir movi sua cabeça direcionando-a para a rachinha de Aline ordenando que ela fizesse o mesmo; mais uma vez Helena afundou o rosto entre as pernas de Aline deliciando-se em saborear mais uma bucetinha; e assim como Vanessa, Aline viu-se obrigada a controlar seus movimentos e gestos dominada pela arte do shibari executado por Helena. Elevando a velocidade do "rabbit" para cinco, passei e explorar digitalmente o selo anal da minha secretária que rebolava e gingava sem controle sobre suas reações; não perdi mais tempo em me posicionar metendo piroca no cuzinho de Helena que de tão excitada não conteve um longo gemido ao ver-se invadida por mim.

Gemidos, gritos, sibilos, suspiros e respirações ofegantes misturavam-se preenchendo o ambiente com uma atmosfera libidinosa que nos envolvia tornando tudo mais denso e luxurioso; dei tudo de mim socando contra o cuzinho de Helena que além de desfrutar de um orgasmo anal acompanhado de vários outros propiciados pelo “rabbit”, ainda tinha energia para prosseguir linguando as bucetinhas de Vanessa e Aline; muito tempo se passou até eu decidir que era hora de mudarmos de situação; desengatei a piroca do traseiro robusto da morena que gemeu e resmungou reclamando de sua perda ao mesmo turno em que saquei o vibrador de sua buceta ordenando que ela cuidasse de libertar minhas fêmeas de seu aprisionamento shibari.

Busquei me sentar na poltrona chamando Helena para que viesse ter comigo para se sentar de costas encaixando sua buceta no meu mastro ainda rijo; ela obedeceu sem hesitar e logo estava sacolejando de modo alucinado seu corpo com sua xereca engolindo e cuspindo a vara; chamei Vanessa e Aline ordenando que elas viessem até nós engatinhando e lambendo os pés de Helena; ambas não hesitaram por um momento em bancar as gatinhas obedientes pondo-se a lamber os pés da minha secretária cujos movimentos delirantes impunham a mim um esforço hercúleo para manter o ritmo e conter o inevitável.

Recalcitrante em sucumbir acabei anunciando a aproximação de meu clímax e minhas putinhas imploraram por um banho de sêmen; Helena que já havia se desvencilhado estendendo-me sua mão para que eu ficasse em pé; ao fazer isso ela me enlaçou pela cintura ao mesmo tempo em que tomava minha pistola em sua mão dando início a uma vigorosa punheta. “Venham aqui, suas putinhas! Venham tomar banho de leite de macho! É isso que vocês querem e é isso que vocês precisam! Venham!”, gritou ela para Vanessa e Aline que correram a tomar posição ajoelhadas diante de mim com suas boquinhas abertas ansiosas por receberem seu quinhão de prazer; Helena prosseguiu na masturbação até que, finalmente o gozo eclodiu em profusos jatos de esperma projetando-se no ar vindo a despencar sobre os rostos de minhas putinhas. Ao final de tudo estávamos a beira da absoluta exaustão com o suor prorrompendo por todos os poros, porém estávamos plenos de prazer desfrutado em toda a sua exuberância.

Helena pediu para dormir conosco naquela noite e o olhar ansioso de Vanessa e Aline torcendo pela permissão impuseram que eu capitulasse diante do pedido; em troca impus uma exigência: de que ambas dormissem sob nossos pés na cama ao que elas aquiesceram sem discutir. “Nada de banho para você! Vai dormir comigo assim mesmo! Lambuzada e toda gozada!”, respondi a Helena quando ela me disse que pretendia tomar uma ducha; meio a contragosto ela acabou por curvar-se diante da minha exigência e assim fomos todos para a cama onde adormecemos de imediato. Ao amanhecer do dia seguinte Helena foi a primeira a se levantar indo direto para o banheiro. Fui ao seu encalço encontrando-a pronta para uma merecida ducha.

Entrei com ela no box e começamos a nos ensaboar o que logo desandou com ela de joelhos mamando minha pistola com uma insaciedade renovada; deixei que ela saboreasse a piroca por muito tempo e antes que atingisse o clímax fiz com que se levantasse passando a dedilhar sua buceta até arrancar boas e caudalosas gozadas; mesmo em pé terminamos em uma boa foda com direito a sugar avidamente seus mamilos arrancando mais orgasmos até deixar a morena de pernas bambas; enquanto nos enxugávamos me ocorreu uma ideia e imediatamente fui até o quarto de onde retornei trazendo uma surpresinha para Helena. Fomos para a cozinha e antes que ela pudesse esboçar uma reação fiz com que ficasse em decúbito frontal sobre a mantendo suas pernas abertas com o traseiro para o alto.

-Tome …, dê umas lambidas nesse presentinho! – ordenei a ela exibindo um plug anal rombudo com joia na extremidade.

-Você …, você vai enfiar isso em mim? – perguntou ela com tom exasperado – Porquê?

-Por que você é minha e eu quero! – respondi enfático – e tem mais: vai passar o dia com ele enfiado em seu cu e sem calcinha …, fui claro?

-Sim! Sim! Foi – ela respondeu com tom hesitante – Então, agora, definitivamente também sou sua potranca?

-Potranca? Não! Você é minha égua de raça! – respondi enquanto observava Helena lambendo e depois chupando o plug.

Comecei a introduzir o apetrecho com cuidado fazendo movimentos circulares como a rosquear um parafuso e quando terminei com o plug enfiado em seu cu, Helena não conteve soltar um gemidinho; dei alguns tapas sem suas nádegas e mandei que se vestisse, pois tínhamos um dia cheio pela frente. Com o passar do dia fiquei ponderando que a cobertura onde morava estava se tornando pequena para as minhas intenções na formação de um plantel de subs e decidi ligar para meu amigo pedindo indicações sobre imóveis disponíveis para compra. Ele me respondeu indicando uma corretora experiente que ele conhecia há algum tempo e eu não perdi tempo em entrar em contato com ela.

Laura, a corretora mostrou-se gentil e interessada em atender às minhas expectativas quando descrevi com exatidão o que procurava. “O senhor pode ficar tranquilo que vou selecionar alguns imóveis e assim que possível encaminho uma agenda para que se possa marcar visitas para vermos aqueles que mais lhe interessarem”; agradeci a presteza e desliguei. Ao longo do dia foram reuniões intermináveis, análise de relatórios e avaliação de estratégias de tal forma que no final eu estava exausto. Helena entrou no escritório e me encarou com uma expressão marota. “Preciso ficar com seu presentinho dentro de mim até quando?”, perguntou ela fingindo insolência.

-Até quando eu quiser! – respondi com tom enérgico – Aliás, hoje você volta comigo para casa …

-Devo entender isso como uma ordem? – perguntou ela ainda com o mesmo tom insolente – ou apenas uma exigência?

-Em casa conversaremos melhor! – respondi exibindo um sorrisinho maledicente.

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