Seis Meses de Bahia e Pecados em Família

Um conto erótico de Suzane
Categoria: Heterossexual
Contém 662 palavras
Data: 19/01/2024 12:19:58
Última revisão: 21/03/2026 07:44:25

Narro um evento verídico ocorrido no ano de 2004, quando viajei para curtir os encantos da Bahia e aproveitar para rever meus parentes. Juntei o útil ao agradável: a princípio, a intenção era ficar um mês, mas acabei ficando seis meses no estado mais alegre do nosso país — para mim, é claro.

​Sou a Su, uma morena que dizem ser atraente — e sou mesmo (rs). Tenho um olhar penetrante, um belo corpo e sou muito safadinha.

​Lá fui eu para o Festival de Verão em Salvador, em uma segunda-feira, com meu primo Leo. Eu usava uma saia justa, um top e calçados confortáveis, afinal, a roupa precisa ajudar a curtir bastante. Fomos para a folia; eu estava com pouco dinheiro e meu primo insistiu em me levar. Com certeza eu teria que "pagar" de alguma forma, e a maldade era evidente. Meu primo era alto, magro, branco e tinha um cabelo comprido que eu amava. Chegamos por volta das 14h e aproveitamos muito, sem uma gota de álcool. Estava "purinha", mas pulamos e cantamos até as 5h da manhã. Haja fôlego!

​Meu primo queria abusar de mim; o olhar dele confirmava, eu me sentia despida. Rolava paquera no evento, mas com ele do lado, ninguém investia. Ele confessou que dispensava quem tentava se aproximar e, em determinado momento, me arrastou para uma área gramada. Lá começamos a nos pegar: beijos, mão boba, boca boba... Nesse "roça-roça", decidimos voltar para casa para ficarmos mais à vontade, até porque já estava tarde. Impressionante como todo mundo tem uma história com primo!

​Conseguimos pegar um táxi e, como o clima estava altíssimo, no carro a temperatura subiu ainda mais. Eu estava muito excitada, com a ppk molhadíssima e louca para chupá-lo. Entre beijos e mãos bobas, a saia já estava fora do lugar há séculos, enquanto a calcinha ainda resistia. Meu primo colocou o pau para fora; o motorista não falou nada, parecia estar gostando do que via. O safadinho até ajeitou o retrovisor interno — eu vi, e aquilo me deixou mais excitada ainda. Não sei se ele se masturbou nos observando, mas eu não perdi a oportunidade: coloquei a calcinha para o lado e sentei na piroca do meu primo.

​O motorista fazia caras e bocas enquanto eu, sentada, rebolava e quicava aproveitando o sacolejo do veículo. Meu primo gemia, apalpando meus seios, e eu olhava fixamente para o motorista. Não sei por que ele não quis participar; perdeu a oportunidade (rs).

​Chegamos à casa da minha avó sem nem perceber. Ajeitei a roupa, ele pagou a corrida e descemos. O motorista falou alguma gracinha que não entendi. Entramos na casa sem fazer barulho; já eram 5h da manhã. Fui para o banho e ele foi depois. Troquei de roupa e o esperei deitada no sofá, sem calcinha.

​Ele saiu do banheiro e transamos ali mesmo, na sala, sem poder fazer barulho, já que meus tios estavam no quarto ao lado e minha avó no outro. Ainda assim, foi maravilhoso. Jamais imaginei transar com meu primo, mas ele sabia como tocar em mim; me fazia gozar e me deixava louca.

​A partir desse dia, passamos a transar todas as madrugadas e, às vezes, durante o dia. Eu ia para o quarto dele com a desculpa de ouvir música no computador e deixava a porta entreaberta. Ele me pegava em pé; eu facilitava sempre usando saia ou vestido sem calcinha. Ele tinha um pau grande e fino, mas sabia usar e era muito carinhoso.

​Com o povo na sala assistindo TV, aproveitávamos para transar. Boquete e gozada na boca eram certos. Até na cozinha eu dei para ele; as oportunidades surgiam e não as dispensávamos. Falávamos tudo através do olhar. Lembro de uma vez em que meus tios falavam comigo e eu respondia da porta, enquanto ele empurrava por trás. Eu sendo enrabada sem dar um gemido, precisando controlar até o tom da voz... Esplêndido! Assim foram os seis meses mais maravilhosos da minha vida.

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