Sou Leila, uma morena linda — e digo isso sem presunção. Sou gostosa, mãe de quatro filhos, avó de seis netos e estou com 40 anos. Casei cedo e, graças a Deus, a genética jogou a meu favor; de fato, tenho um belo corpo, seios médios, uma bunda linda e uma tatuagem de borboleta que sempre precisa de um "pouso" (rs). Tenho a pele bem cuidada, cabelos pretos e longos.
Atualmente tenho um namorado carinhoso e atencioso, mas ele não atende a todos os requisitos como um "negão" atende. Trabalhei em um hospital no Rio de Janeiro, onde conheci muitas pessoas, e acabei ficando presa a um colega que me comia com os olhos. O cara me despia no olhar; a gente sente quando é desejada de verdade.
Quando nosso plantão cruzava, a troca de olhares era certa. Quando eu menos esperava, lá estava ele me encarando com aquela cara de safado pervertido. Não nego que gostava. Lembro que mostrei uma foto minha de biquíni na praia — claro que foi proposital. Ele ficou vesgo! Mostrei meus filhos, ele deu parabéns e disse que eu tinha uma linda família.
Em um grupo de WhatsApp, ele pegou meu número e começamos a conversar. Tudo fluía naturalmente. Ele sempre me elogiava e soube conquistar minha atenção sem ser abusivo, mas a maldade já estava na mente de ambos. Ele é um galanteador nato; não perdia a oportunidade de dizer o quanto eu era linda — coisa que nem meu namorado faz todos os dias. Ele me incentivava a estudar... enfim, o pilantra sabe como chegar em uma mulher.
Nesse período, precisei de uma consulta oftalmológica e ele me ajudou com os contatos que tinha. Curiosamente, a clínica era perto da casa dele. Ao final da consulta, enviei uma mensagem de agradecimento; ele me ligou perguntando como tinha sido e aproveitou para me convidar para um café. Já era tarde e eu não tinha comido nada. Relutei um pouco, mas ele insistiu e eu aceitei. Chegando lá, o café já estava pronto. O cretino é esperto: não me "atacou", foi gentil e me fez sentir à vontade. Chamou um carro de aplicativo e eu voltei para casa com um sorriso no rosto.
Obviamente, ele me chamou novamente para outro café e, canalhamente, usou o fato de ter sido respeitador na primeira vez a seu favor. Ele morava sozinho na época. Aceitei e, dessa vez, fui de vestido. Novamente, o café estava pronto, tudo perfeito, mas ele não foi tão "respeitador" assim. Logo após o café, ele me puxou, me jogou contra a parede, beijou minha boca e enfiou a mão por baixo do meu vestido, enquanto a outra já apalpava meus seios.
Retribuí com vontade. Ele arrancou meu vestido, me pegou no colo e me jogou na cama. Puxou minha calcinha e caiu de boca; eu estava amando. O telefone tocava sem parar — era meu namorado querendo saber onde eu estava, pois tínhamos um casamento —, e eu ali, curtindo o momento. Ele tirou a roupa e revelou um pau preto, grosso e enorme. Caí de boca. Transamos freneticamente; dei a buceta, dei o cu... ele é muito dominador, me segurava como se eu fosse um objeto. Ele tem 1,80m e 47 anos; as estocadas eram firmes. Gozei várias vezes. Após a milésima ligação, expliquei que precisava ir e voltei para casa.
Saímos outras vezes. Pela rede social, descobri que ele havia oficializado um relacionamento. Dei os parabéns e, claro, deixei registrado que nossas loucuras poderiam continuar. Em nossas conversas picantes, eu disse que queria transar na cama dele, com a "outra" por perto (em fotos). Ele topou.
Cheguei, a casa era simples e arrumada. Entrei nervosa; ele levantou minha saia e foi me despindo. Eu ia juntando as roupas, vai que precisasse correr (rs)! Havia fotos do casal em todos os cômodos. Ele me deixou nua e me chupou divinamente. Sentei no colo dele, comecei a quicar e relaxar. Ele beijava meu pescoço, chupava meus seios... gozei. Ele me virou de quatro e veio a melhor parte: comeu meu cu sem pena, dizendo que era apertado e gostoso. Puxava meu cabelo, me chamava de puta, de vadia... A jeba enorme entrava com força e eu gemendo alto. O ar-condicionado não dava conta.
Ele demora a gozar. Sentei de novo, rebolando, e o pau entrava rasgando. Ele bolinava meu clitóris com uma mão e com a outra parecia que ia arrancar meus seios. Aquela voz grossa no ouvido perguntando se eu estava realizando o desejo de ser piranha na casa de um homem casado... Eu só sabia quicar. Ele gozou na minha tatuagem — a borboleta adora "leite".
Tomamos banho e o pau dele não baixava. Agachei, chupei aquele mastro preto e ele me colocou de ladinho no box, maltratando meu rabo por mais vinte minutos. Como moro distante, tive que ir embora, voltando no carro sentada de lado. Acordei no dia seguinte toda marcada, o pescoço machucado, mas muito feliz. Pretendo cometer muito mais loucuras.
Vou voltar!
