Triângulo amoroso - Parte 4 (Criado por Will Safado)

Um conto erótico de Will Safado
Categoria: Heterossexual
Contém 3853 palavras
Data: 15/11/2023 20:28:38
Última revisão: 15/11/2023 20:49:25

Por sorte do destino, Rafael percebeu que o seu carro estava próximo do veículo de Rebeca e William. Observando de longe, ele testemunhou o casal, envolto pela paixão, trocando beijos apaixonados junto ao carro. As sombras da noite conspiravam para revelar esse momento íntimo, como se a própria tapeçaria do destino desenhasse uma cena carregada de emoções e lembranças. Rafael, silencioso e contemplativo, assistiu aos beijos apaixonados de Rebeca e William, Rafael sentiu uma onda intensa de excitação. A tensão acumulada, combinada com as lembranças do passado, contribuíram para despertar desejos há muito tempo adormercidos.

Enquanto as sombras da noite envolviam Rebeca e William, a paixão entre eles se intensificava. Rebeca, guiada pelo desejo, levou sua mão ao pau de William, iniciando carícias que provocavam uma excitação crescente. Com o toque de sua esposa, William murmurou com entusiasmo:

- Sua safada do caralho, cadela, continua, vai.

Deixando-se guiar pelo tom sugestivo nas palavras de William, Rebeca sentiu uma chama de ousadia acender dentro dela. Com um olhar travesso, ela continuou as carícias, explorando de maneira provocativa.

- Você pediu por mais, seu cachorro? - Disse Rebeca com um sorriso malicioso.

William, sentindo um puta tesão, respondeu:

- Sim, mais, muito mais.Deixando escapar um sorriso travesso.

Rebeca, decidida a intensificar o jogo de sedução, se agachou de forma provocativa diante de William. Com um sorriso malicioso nos lábios, ela começou a morder seu pau por cima da calça. A essa altura, o pau de William já estava duro como pedra. Mesmo com a deliciosa sensação que estava sentindo, William, retomando o bom senso, disse:

- É melhor irmos para casa matarmos essa vontade louca de trepar.

Era nítido o olhar de descontentamento nos olhos de Rebeca diante da interrupção inesperada. Entretanto, compreensiva, ela captou a mudança no tom de william e, com um sorriso matreiro, concordou:

- Você tem razão, amor. Vamos para casa.

Rafael, que observava discretamente a cena, permanecia ali, alisando o cacete por cima da calça. Ele fechou os olhos e os momentos de prazer com Rebeca vieram em sua mente. De repente, ele percebeu que Rebeca e William, estavam prester a sair, Rafael, como se fosse impulsionado por uma súbita correnteza de emoções, entrou em seu carro apressadamente. O barulho da porta se fechando ecoou como o bater rápido do coração, enquanto Rafael, agora no seu próprio veículo, preparava-se para seguir os passos do casal. Assim como uma sombra na esteira da lua, Rafael iniciou a perseguição, deixando para trás a noite silenciosa. O motor do carro ronronava como um eco das emoções contidas, enquanto o destino, invisível condutor dessa narrativa, continuava a tecer os fios dessa trama intricada entre Rebeca, William e Rafael.

O prazer sentido por Rafael, enquanto seguia Rebeca e William, era como um feixe de eletricidade percorrendo suas veias. Cada curva na estrada parecia ecoar as emoções pulsantes da noite, enquanto ele mantinha uma distância discreta, mas ao mesmo tempo palpável.As luzes dos carros iluminavam o caminho, refletindo a tensão e a excitação que permeavam o ambiente. Enquanto dirigia, Rafael se via envolto pelas memórias do passado e as expectativas do presente, sabendo que os próximos acontecimentos seriam decisivos na dança intricada dos destinos entrelaçados. O destino, invisível maestro dessa sinfonia noturna, conduzia a narrativa de forma imprevisível e intrigante.

Enquanto William dirigia, o tesão entre Rebeca e ele atingiu um ponto fervente. Rebeca, habilidosa em suas especialidades, proporcionava uma experiência intensa e prazerosa. Entre sussuros e suspiros, a estrada testemunhava a cumplicidade ardente do casal.Entre suspiros e murmúrios sussurrados, Rebeca pergunta olhando profundamente nos olhos de William:

- Está gostando dessa mamada que estou fazendo no seu pau, amor?

William, com uma expressão de desejo. Respondeu com voz rouca:

- Sim, sua putinha, chupe minha rola.

Rebeca era muito boa no que fazia, engolia o pau até o talo e depois ia subindo devagar, até a cabecinha. William ia ao delírio. Rebeca repetia os movimentos várias vezes. William tinha que prestar atenção no trânsito e se controlar para não gozar com aquele boquete gostoso. A atmosfera carregada de desejo atingia o seu ápice, enquanto Rebeca, guiada pela paixão, provocava William com maestria. Com um olhar intensamente sugestivo, ela passava a língua de maneira lenta e deliberada, explorando cada centímetro do pau de seu marido. Os suspiros compartilhados ecoavam no interior do carro, transformando esse instante em uma expressão intensa da conexão entre Rebeca e William. A noite imersa nesses momentos ardentes, se tornava testemunha silenciosa de uma paixão que se desdobrava em gestos ousados e promessas sussuradas. O casal já estava chegando ao seu destino. William, não aguentando mais de tanto tesão, deu uma gozada farta na boca de sua amada esposa, que engoliu tudo. Inclusive, a porra que acabou sujando a calça social de William.

Rafael, que seguia a uma distância discreta, percebeu quando Rebeca e William chegaram em sua residência. O prédio de luxo, situado em uma das áreas mais nobres de São paulo, exalava sofisticação e elegância.Sentado no carro, observando o prédio luxuoso onde Rebeca e William adentraram, Rafael se via diante de uma encruzilhada emocional.As dúvidas e as memórias do passado dançavam em sua mente, enquanto ele se questionava sobre os próximos passos a tomar. O coração de Rafael, pulsando em compasso com as incertezas, refletia sobre a decisão de continuar a observar discretamente ou confrontar os fantasmas do passado. Em meio ao cenário noturno e às incertezas que pairavam no ar, Rafael tomado por um desejo avassalador, cedeu à tentação ali mesmo, dentro do seu carro. Imaginando intensamente o que Rebeca e William poderiam fazer na casas deles. Rafael, se entregou a esse momento de prazer solitário. Excitado, começou a bater uma punheta frenética, sua mente estava a toda velocidade, como um carro desenfreado em uma estrada sem limites, Rafael entregou-se a devaneios ardentes enquanto imaginava os momentos íntimos de Rebeca e William. Os pensamentos acelerados ecoavam na mente de Rafael como um rugido de um motor em alta velocidade, conduzindo-o por uma estrada sinuosa de fantasias e desejos.

Rafael masturbava-se muito rápido, seu pau duro como uma rocha, era a demonstração do quanto que o reencontro com a Rebeca, mecheu com ele.Na mente de Rafael, seus pensamentos corriam desenfreados, ele se via dividido entre a imagem do que poderia acontecer entre Rebeca e William em casa e as memórias ardentes dos momentos quentes corpartilhados nos anos em que estiveram juntos.Cada lembrança era como uma chama acesa, avivando a intensidade dos encontros passados.As imagens se entrelaçavam na mente de Rafael, como um emaranhado de recordações e projeções, criando uma sinfonia de desejos e nostalgia. Enquanto ele mergulhava nesse turbilhão de pensamentos, o destino enigmático e paciente, aguardava as escolhas que Rafael tomaria adiante desse dilema emocional complexo.

Com o destino como maestro e a cidade de São Paulo como o palco que testemunhava cada movimento, Rafael se encontrava imerso em uma encruzilhada de emoções. Enquanto sua mente acelerada viajava entre o presente, o passsado e as fantasias do que poderia ocorrer naquela noite.Devido a todos esses pensamentos, Rafael estava chegando ao fim de sua punheta, que culminou em uma gozada farta.Após o momento de intensidade e satisfação, Rafael, se recompôs e acabou poderando sobre os impulsos que o levaram em direção ao prédio onde sua ex e o marido residiam, cogitou sair do carro e ir até o prédio. No entanto, uma reflexão consciente atravessou seus pensamentos: "Isso é errado."

A moralidade e a consciência pesavam sobre suas decisões, instigando Rafael a reconsiderar o caminho que estava prester a trilhar. O destino, como um observador imparcial, aguardava a escolha que Rafael faria diante desse dilema moral, onde as fronteiras entre certo e errado se desenhavam em uma trama complexa de emocões e decisões.Rafael, imerso em seus pensamentos e dividido entre o impulso do passado e a necessidade de seguir em frente, pensou: "Eu consegui reconstruir minha vida no Rio de Janeiro, Rebeca faz parte do meu passado, e se não estamos mais juntos, a culpa é minha, toda minha. Mas, por outro lado...

A dualidade de sentimentos o envolvia, entre a nostalgia do que foi e a incerteza do que poderia ser. As ruas da cidade, iluminadas pelos faróis dos carros que transitavam, refletiam o fluxo incessante das escolhas diante dele. O destino como um cronista imparcial, aguardava as páginas que Rafael estava prestes a escrever em sua jornada de reconstrução e reflexão.Rafael, resistindo à ideia de retornar ao Rio de Janeiro, sentia-se como um pássaro relutante em deixar seu ninho conhecido. Naquela cidade, ele era como uma peça de um quebra-cabeça, encaixado nos contornos familiares das ruas e avenidas.

A perspectiva de permanecer em São Paulo, porém, era como um desafio a ser enfrentado, uma jornada desconhecida que se estendia diante de seus passos.Enquanto comtemplava o horizonte urbano, Rafael buscava uma maneira de se reaproximar de Rebeca, mas as incertezas permeavam seus pensamentos: "De que jeito, porra?" Após pensar, pensar e pensar, Rafael lembrou que a Rebeca sempre se preocupou muito em cuidar do corpo. Assim, uma alternativa para se aproximar dela seria procurar uma academia próxima ao local onde ela residia. Contudo, mesmo que houvesse uma academia nas proximidades, ele reconhecia que essa estratégia poderia dar errado, pois não garantia que Rebeca treinasse lá.A incerteza pairava sobre sua decisão, mas a determinação impulsionava Rafael a explorar essa possibilidade. Ciente do que iria fazer, Rafael decidiu retornar ao hotel onde estava hospedado. A decisão de aguardar até o dia seguinte para procurar a academia denotava uma mistura de cautela e ansiedade. A cidade, envolta em sua rotina noturna, oferecia um cenário de expectativas e desafios que Rafael estava disposto a enfrentar.

Bem, agora voltemos para a parte em que Rebeca e William, após o retorno do evento empresarial, chegaram à entrada do prédio. A portaria, um limiar entre o agito da cidade e o refúgio do lar, recebia o casal com a promessa de tranquilidade e intimidade.O zelador, familiarizado com aqueles rostos, acenou amistosamente, enquanto as portas automáticas se abriam para dar passagem aos dois. O edifício, com sua arquitetura imponente, parecia ser testemunha silenciosa de muitas histórias que se desenrolavam entre suas paredes. A noite, enriquecida pelos sons da cidade lá fora, aguardava para revelar o desfecho dessa noite tão cheia de expectativas e emoções.

O casal, abraçado e envolto na atmosfera de cumplicidade, saiu do carro e se dirigiu ao elevador privativo. O destino deles era a cobertura. Para Rebeca, William e sua filha, Isabella, a cobertura não era apenas um espaço físico no topo do edifício. Era um santuário, um refúgio seguro onde compartilhavam momentos preciosos como família.Enquanto subiam até a cobertura, Rebeca e William trocaram um beijo apaixonado e intenso. A subida à cobertura era mais do que uma ascensão física; era uma jornada simbólica, onde a intensidade do beijo representava a profundidade de sua ligação, marcando o início de mais um capítulo na história que construíam juntos.

Ao chegarem na cobertura, vemos um hall imponente e discretamente iluminado. O ambiente, adornado por detalhes sofisticados, proporcionava uma sensação de elegância e conforto. Rebeca e William, em meio àquela atmosfera, eram os protagonistas que traziam consigo não apenas a bagagem física, mas a carga emocional de uma jornada compartilhada.O silêncio respeitoso do hall reverberava com a presença do casal. A luz suave destacava os traços serenos de Rebeca e a expressão confiante de William.Enquanto adentravam aquele espaço, era como se a cobertura os envolvesse com a promessa de momentos íntimos e alegres que só eles, como um casal apaixonado, poderiam desfrutar. O Hall, naquele instante, era um cenário que testemunhava a entrada de Rebeca e William em seu refúgio particular, onde a história daquela família continuaria a se desdobrar.

Rebeca e William adentravam em sua casa e encontraram Estela, a babá, assistindo TV. Ambos a cumprimentaram.

- Boa noite, Estela. E aí, a Izabella se comportou enquanto estávamos fora? - Indagou Rebeca, sorrindo.

Estela, respondeu:

- Boa noite, dona Rebeca, senhor William. Foi tudo tranquilo, como sempre. A Izabella está no quarto dela, dormindo profundamente. - Respondeu Estela, com simpatia.

William, disse:

- Que bom ouvir isso. Obrigado por cuidar dela, Estela. Rebeca concordava com um aceno.

Estela, então, falou:

- Imagina, senhor William. A isabella é uma gracinha, sempre obediente. Vocês podem ficar tranquilos que ela está ótima.- Disse Estela, com um sorriso.

Rebeca, respondeu:

- Ah, que alívio. Essa menina é a nossa vida.- Comentou Rebeca, olhando amorosamente para William.

- Vamos dar uma olhada nela antes de irmos descansar? - Sugeriu, William.

- Claro, vamos lá.- Concordou, Rebeca.

Estela levantou-se e acompanhou o casal até o quarto de Isabella. Ao chegarem lá, encontraram a pequena dormindo serenamente.

- Olha só, parece uma anjinha.- Comentou, William, sussurando para não acordá-la.

- É verdade, parece uma anjinha mesmo.- Concordou Rebeca.Obrigada, Estela.

Estela avisou que já tinha ligado para o namorado dela ir buscá-la e que enquanto isso, ficaria na sala aguardando.

William sugeriu a Rebeca:

- Amor, que tal ficarmos lá na sala fazendo companhia para Estela enquanto o namorado dela, o Alex, não chega? Podemos aproveitar para tomar um vinho, e a Estela pode nos acompanhar. Ela é tão incrível, sempre tão dedicada e carinhosa com a Isabella. Além disso, tem um jeito especial de trazer tranquilidade para nossa casa.

Rebeca concordou, elogiando Estela:

- Você tem razão, William. A Estela é mais que uma babá para nós, é como uma extensão da nossa família. Ela é paciente, responsável e sempre demonstra tanto carinho pela Izabella. Sem contar que é uma ótima companhia. Vamos fazer isso, será uma noite agradável.Mas eu tenho que ficar de olho em você, costuma EXAGERAR na bebida.William, nada respondeu.Assim, o casal decidiu aproveitar a presença acolhedora de Estela na sala, transformando o momento em uma celebração leve e descontraída. A noite, que começara com o retorno do evento empresarial, agora se desdobrava em uma ocasião especial compartilhada com alguém tão querido como Estela.

Depois de quarenta minutos aproximadamente, após uma bela conversa entre os três, o celular de Estela toca. Era o namorado. Estela despede-se dos patrões desejando boa noite e vai embora.

Rebeca, com cara de safada diz:

- Agora que Estela se foi, você terá que me comer muito, viu? Provocou Rebeca, olhando nos olhos de William, passando a língua em envolta dos lábios.

William, respondeu:

- Pode deixar, sua cachorra. Vou fodê-la demais.

Nesse momento, Rebeca percebeu a calça de William suja e lembrou que era resultado do que tinham feito no carro. Ela caiu na gargalhada. William, sem entender, perguntou:

- Por que está rindo, meu amor? Não estou entendendo nada.

Rebeca, fala sobre o motivo da risada:

- Sabe a sujeira na sua calça? Lembra do que fizemos no carro? Ela falou isso, dando muita risada, enquanto olhava para a calça de William.

Ao perceber a calça suja, William lembrou-se imediatamente do que havia acontecido e caiu na risada. Entre as gargalhadas, ele comentou:

- Puta que pariu, será que a Estela percebeu isso?

Rebeca, também rindo, respondeu:

- Se percebeu, foi bem discreta. E começou a rir mais ainda.

Os dois se abraçaram, compartilhando a leveza do momento e a cumplicidade que tornava essas situações tão especiais entre eles.Então, esse belo casal, se beijaram intensamente com William apertando a bundona gostosa de Rebeca e dando-lhe um tapaço em seguida.Rebeca, apenas disse com uma carinha de puta e voz sensual:

- Safado, isso mesmo, bate na bunda da sua puta, bate.

William, já excitado com tudo aquilo, atendeu ao pedido da esposa, lhe dando outro tapaço.Em um gesto cheio de desejo, William a pegou no colo, levando-a para o andar de cima. O caminho, marcado por beijos e sorrisos, era um prelúdio para mais um capítulo da história compartilhada por aquele casal apaixonado.Ao chegarem no andar de cima, William a soltou e eles começaram a andar devagar, com Rebeca na frente e William admirando aquela bunda maravilhosa que a esposa tinha. O percurso os guiou até a piscina da cobertura, onde a luz suave destacava a atmosfera romântica que envolvia aquele momento.

Ao chegarem na piscina, Rebeca, de forma sensual e MUITO provocativa, começou a tirar o belo vestido. Era uma peça elegante, confeccionada em seda, com um tom de azul profundo que realçava seus olhos. O corte impecável ressaltava suas curvas, e os detalhes em renda adicionavam um toque de sofisticação. O vestido, não apenas caro, mas deslumbrante, deslizava pelos ombros de Rebeca, revelando gradativamente a beleza que estava por baixo. Cada movimento era uma coreografia da sedução, e a piscina ao fundo refletia a luz da noite, criando um cenário digno de um romance envolvente.

Enquanto isso, William ficou parado, observando cada movimento que a gostosa da sua esposa fazia. Nesse momento, ele já havia aberto o zíper de sua calça e masturbava-se lentamente. William mantinha seus olhos fixados no espetáculo de sedução que sua mulher estava proporcionando a ele.Seus olhos, refletiam admiração e desejo, apreciando a beleza da mulher que escolhera para compartilhar a vida. O cenário, à beira da piscina iluminada, era testemunha silenciosa da conexão intensa entre eles.

Rebeca, percebendo o olhar de tesão do marido, continuou seu "show", tirando o sutiã de renda branca, delicadamente adornado, que destacava ainda mais a sua pele branca. Cada movimento revelava uma sensualidade sutil, e a piscina refletia a luz suave nas curvas do seu corpo. Em seguida, ela deslizou a calcinha, uma peça íntima de seda preta, elegante e provocante ao mesmo tempo. O contraste entre a renda branca e a seda preta enfatizava a beleza singular de Rebeca, enquanto a atmosfera ao redor a transformava em um ícone da paixão que compartilhava com William naquela noite especial.

Após a provocação de Rebeca, tomado por um desejo avassalador, William vai em direção a sua amada e pede que ela sente-se em uma das cadeiras que estão próximas de onde eles estão. Rebeca vai, enquanto o William fica olhando. Em seguida, William caminha até ela e quando chega bem perto, diz:

- Agora, chupa minha pica sua piranha, chupa.

Rebeca, super excitada com o marido autoritário naquele momento de desejo, obedece no mesmo instante, começando a cuspir no pau dele e, depois, chupando-o com bastante vontade.Rebeca sempre foi habilidosa e provocante, Revelava uma expertise singular na arte do boquete. Ela sabia chupar uma rola como ninguém. O William ficava louco, pois ela chupava e olhava fixamente nos olhos dele, deixando-o ainda mais excitado. Seu pau pulsava demais, a mamada dela era incrível.Depois de um tempo, William e Rebeca trocaram de posição, William aproveitou para tirar toda a sua roupa. Então, Rebeca, agora, iria sentar na rola do marido. Ela iniciou com movimentos leves, de forma suave, que aos poucos foi se intensificando. O ritmo frenético, embalado pelo desejo mútuo, criava uma sinfonia de paixão à beira da piscina iluminada.

Com os movimentos frenéticos que fazia, Rebeca ia descendo e subindo, no pau duro do marido, criando uma coreografia sensual. Cada balançar era uma expressão do ardor que compartilhavam naquele momento de paixão à beira da piscina.William, com um tesão absurdo, levanta-se segurando a Rebeca com firmeza, com as pernas dela em volta dele, encaixa o seu pau na buceta dela e começa a fodê-la muito. As bombadas que iam no fundo da buceta dela,faziam Rebeca sentir um prazer intenso, ela gritava muito. Aquele prazer todo, representava o enorme tesão que ela sentia pelo marido.Aquela posição, por mais forte que o William fosse, era cansativa. Por essa razão, ele gentilmente a colocou no chão e pediu para que ela sentasse na cadeira novamente.

Então, Rebeca abriu suas pernas e com sua voz sensual, pediu:

- Chupa minha bucetinha e me faz gozar na sua boca, seu cachorro.

William começou a chupá-la, Rebeca adora o sexo oral que o marido dela fazia. Era bom de uma maneira que transcendia as palavras, cada toque da língua dele, era uma nota em uma melodia única, criando uma sinfonia de prazer que ecoava naquela noite de intimidade. William ficou chupando-a por um bom tempo, até fazê-la ter um belo orgasmo.Após esse maravilhoso momento, o casal decidiu seguir para o seu ninho de amor, a suíte deles era como um santuário íntimo, onde as paredes guardavam segredos e as memórias de sua história de amor. Ao adentrarem esse espaço especial, cada detalhe era uma peça que contribuía para a atmosfera de romance. A suíte, com sua decoração calorosa e as lembranças compartilhadas, tornava-se o refúgio perfeito para o casal, onde podiam se perder nos abraços e carícias que faziam parte da sua jornada conjunta.

Chegando no quarto, Rebeca ficou de quatro na cama, e falou:

- Mete esse pauzão grosso em mim, amor.

William, nem respondeu, meteu sem dó na safada, que na mesma hora, começou a gemer muito.O William socava a pica forte e ela gemia alto, gritava, pedia tapa na bunda, na cara; pedia mais forte, mais socada, mais tapa… que sexo selvagem. Permaneceram assim por alguns minutos. Depois, Rebeca quis cavalgar no pau do seu macho, seu marido, o homem que ela tanto amava e morria de tesão. Ela foi sentando naquele pau, deixando que ele a penetrasse até o talo. A buceta engoliu o pau do William deslizando com muita facilidade: era o tesão que deixava Rebeca toda molhada. O William foi enfiando a rola na buceta dela, fazendo-a gemer como uma puta.Ela também rebolava pra aumentar o tesão dele e a cada socada, gemia mais alto.A transa entre Rebeca e William, se estendeu por um tempo prolongado, transaram nas mais mais variadas posições, demonstrando o macho viril que o William era. No final, quando o William falou que ia gozar, Rebeca, pediu:

- Enche a minha buceta de porra, amor.

Foi exatamente o que ele fez, deu um berro e inundou a buceta de sua esposa gostosa de porra.

Após essa trepada fenomenal, Rebeca e William dirigiram-se ao banheiro, transformando esse momento em uma extensão do carinho e proximidade que compartilhavam. A água morna envolvia o casal, criando um ambiente íntimo e relaxante. Enquanto trocavam carícias suaves, o banho tornou-se uma oportunidade para estender o amor e a conexão entre eles, proporcionando um tempo precioso de intimidade pós-sexo.

Se Rafael acredita que reconquistar Rebeca será fácil, ele está equivocado. William emerge como um oponente formidável, não apenas na intimidade compartilhada, mas também como guardião da fortaleza do relacionamento. Como um Leão defendendo seu território, William representa uma força inabalável, pronto para proteger o amor que construiu com Rebeca. A batalha pela conquista do coração de Rebeca será como enfrentar um redomoinho, onde a determinação de William é a correnteza intransponível.Enquanto Rafael tenta encontrar brechas,William permanece como um bastião firme, a vantagem dele não está apenas na força, mas na profundidade e solidez do relacionamento que compartilha com Rebeca.

Continua...

Caros leitores, espero que estejam desfrutando dessa narrativa. O que acham da história até esse ponto? As intricadas relações entre William, Rebeca e Rafael estão se desdobrando, criando um cenário intrigante. Que reviravoltas vocês antecipam para o futuro desses personagens? Deixem suas expecatativas e teorias para o desenrolar dessa trama.

Até o próximo capítulo.

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Foto de perfil de Will SafadoWill SafadoContos: 27Seguidores: 32Seguindo: 20Mensagem Sou um apaixonado por filmes e séries, um verdadeiro amante da literatura. Escrever contos eróticos tornou-se meu passatempo, acabei descobrindo um prazer imenso ao me dedicar a essa atividade. A capacidade de criar narrativas e explorar diferentes facetas da sexualidade tornou-se uma experiência cativante e enriquecedora para mim. Os comentários são bem-vindos, sendo eles elogios ou críticas. Só peço que sejam respeitosos, até porque não tolero desaforo. Meu e-mail para contato, caso queiram, é o seguinte: wbdm162025@outlook.com

Comentários

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História muito boa Will, só torço pra que a Rebeca não caia na lábia do galanteador mas se cair que o Willian não seja um submisso da esposa e amante, já tem muito autor que gosta de fazer maridos de capachos.

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will esta ficando bem legal, os capítulos anteriores foram curtos demais, nem deu temo de assimilar tudo e ele acabou, mas esse já melhorou

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Acho que essa história está sensacional parabéns só espero que não vire mais uma história que a mulher trai o marido direto e depois o esposo vira um manso aceitando tudo que a esposa faz mais por enquanto está muito bom meus parabéns mesmo muito bem escrito

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