A Minha Tia Gordinha

Um conto erótico de Amante de gordinhas
Categoria: Heterossexual
Contém 2188 palavras
Data: 10/11/2023 13:42:05

Olá, me chamo Rafael e sou tarado por gordinhas. Hoje vou contar como foi a vez que uma tia gordinha minha deu pra mim quando eu tinha 18 anos.

Antes de tudo, vou ter que explicar a estrutura da minha familia para entenderem o contexto de tudo. Sou filho único, mas minha mãe tem três irmães. Minha mãe é a caçula, o que parece que sempre fez dela meio que a "queridinha" dos meus avós, o que gerava ciúmes nas outras irmães, principalmente na mais velha, minha tia Cibele. Mas apesar de tudo, elas eram bem próximas. Com o tempo, cada uma se casou, teve filhos e compos familia. Não sabia direito na época ainda, mas parecia que minha mãe e minha tia Cibele tinham uma rivalidade por causa do meu pai. Parece que minha tia havia conhecido ele primeiro e gostava dele no inicio, mas minha mãe deu em cima dele e eles acabaram namorando, o que fez minha tia Cibele ficar com ciúmes na época. Minha tia um tempo depois conheceu outro cara, se casou com ele e teve uma filha e um filho com ele. Depois de anos, tanto minha mãe como minha tia mais velha se divorciaram dos maridos e passaram a criar os filhos sozinhas, e com o apoio das irmães.

Quando eu tinha 18 anos, eu já tinha a minha tara por gordinhas. Na época, eu estava a fim de pegar a filha dessa minha tia (ela era um pouco mais nova que eu e o irmão dela era pequeno ainda). Ela não era gordinha, só tinha uma barriguinha pequena, mesmo assim decidi que ia pegar ela. Dessa forma, eu sempre ia na casa da minha tia quando possível pra ver a minha prima. Minha tia me recebia muito bem, e gostava da minha compania. A minha tia Cibele em si era bem gordinha, era a maior das irmães. Tinha a barriga bem grande, os peitos dela balançavam por causa do tamanho, a cintura dela era bem grande e que bunda ela tinha, me enchia de tesão. Ela estava na casa dos 100kg a 110kg e cerca de 1,73m (eu na época tinha 60kg e 1,69m). Adimito que tinha dado umas olhadas meio maldosas no corpo dela ela algumas vezes, principalmente quando ela vestia biquini. Mas até então acreditava que nada aconteceria, afinal eu só tinha 18 anos e ela já tinha 48 (minha mãe tinha 43 na época). Mal eu podia imaginar que tudo isso estava preste a mudar.

Um dia eu fui até a casa da minha tia Cibele para ver a minha prima. Minha tia abriu a porta pra mim e me deixou entrar e ela me informou que minha prima tinha ido passar o fim de semana com uma amiga viajando ou coisa assim. Eu ia então voltar pra casa, mas ela me convidou para tomar um café com ela, e eu aceitei. Meu primo pequeno estava na sala vendo desenho e eu fiquei com minha tia na cozinha tomando café e comendo um pão com manteiga. Fomos conversando enquando comiamos de assuntos da familia.

"Eu gosto quando você vem aqui, sabia?" Disse minha tia.

"É que eu gosto daqui tia." Eu respondi.

"Cê tá crescendo. Tá ficando igual o seu pai." Ela comentou. "Sabia que eu quase namorei seu pai?" Disse ela, o que me surpreendeu um pouco.

"Sério?" Eu perguntei.

"Sim. A gente chegou a sair até, mas ele quiz ficar com sua mãe." Ela respondeu. "Mas você tá a cara dele quando eu conheci. Cê tá muito bonito." Ela continuou e chegou a cadeira dela para perto da minha.

"Valeu." Eu respondi um pouco sem graça. Eu podia estar errado, mas senti como se ela estivesse dando em cima de mim. Fiquei com mais suspeita quando ela encostou o corpo em mim e começou a me olhar fixo.

"Sabia que cê é meu sobrinho favorito? Não conto isso pros outros, mas gosto mais de você." Ela disse e isso fez meu coração palpitar mais rápido.

"Vamo ali no meu quarto rapidinho pra te mostrar um negocio." Falou minha tia. Nós nos levantamos e fomos pro quarto dela. Eu segui ela olhando pra bunda dela e comecei a imaginar mil coisas, o que fez meu coração bater cada vez mais rápido. Entramos no quarto, sentamos na cama e ela me mostrou uma foto antiga dela com meu pai no que parecia ser uma festa. Ela disse que essa foto era de antes dele namorar a minha mãe.

"Cê sabe guardar segredo?" Minha tia perguntou.

"Sei". Respondi.

"Não conta pra sua mãe, mas eu ainda gostava do seu pai mesmo depois dele já namorar sua mãe. Até hoje tenho saudade dele. E você agora tá muito igual a ele." Ela disse. Não tenho certeza se meu pai e minha tia tinham ficado depois dele já estar com minha mãe, mas sabia que minha tia Cibele não era nada fiel. Ela corneou o marido dela várias vezes, o que levou a separação dos dois, e vivia nas baladas onde deixava os caras fazerem a festa com ela. E com certeza ela ainda estava nessa vida.

"Cê promete não falar nada pra sua mãe não?" Ela perguntou e prometi. "Espera aqui, tá?" Disse ela, então levantou e saiu do quarto. Acho que ela foi colocar meu primo no quarto dele. Ela depois voltou, fechou a porta e trancou ela e entrou no banheiro do quarto com uma sacola de loja de roupa na mão. Comecei a ficar bem excitado e fiquei pensando 'o que ela tá fazendo?', 'ela tá a fim de mim? Mas eu sou o sobrinho dela.', 'ela tá querendo fazer algo?' E imaginava mil coisas. Logo depois, ela abriu a porta do banheiro e ela saiu vestindo uma camisola semi transparente preta, sem nada por baixo e estava com cheiro de perfume. Nesse momento eu confirmei minhas suspeitas: Ela ia transar comigo, o próprio sobrinho.

A tia Cibele ficou muito sexy naquela camisola. Ela já era bem gordinha do jeito que eu adorava, era morena e o fato dela ser minha tia, irmã da minha mãe me excitava mais ainda. Ela veio até mim e me abraçou sentado na cama.

"Tia..." eu disse já sem palavras.

"Cê é meu sobrinho favorito Rafael. E cê agora tá tão crescido." Disse ela chegando o rosto perto do meu. Ela ms beijou e abracei ela.

"Tia Cibele, a gente vai fazer?" Perguntei sem acreditar no que estava acontecendo.

"Vamo fazer sim. Vamo transar." Disse ela e voltou a me beijar. Eu então fui apertar o peito dela e perguntei:

"Posso?"

"Pode." Ela respondeu e começou a passar a mão no meu pau, que a essa altura já estava totalmente duro.

"Ai tia, cê é muito gostosa." Eu disse.

"Ai brigada. Eu já to a um tempão sem um sexo gostoso. To querendo matar a saudade agora." Disse minha tia.

"Cê tá de olho na Fernanda, não tá?" Perguntou ela. Fernanda era minha prima, filha dela.

"Um pouco...a um tempo já." Eu respondi.

"Mas também fica de olho em mim, né? Eu percebi já, seu safadinho." Disse minha tia, e ela tinha rasão nisso.

"Sim, só que agora to mais de olho em você tia." Eu disse.

"E eu agora to mais de olho em você do que no seu pai." Ela disse isso e se jogou em cima de mim na cama, fiquei esmagado no colchão.

"A tua mãe pegou o teu pai de mim. Agora vou pegar o filho dela. É minha vez de dar o troco nela." Falou minha tia Cibele. Depois disso, tirei minha roupa toda e comecei a apertar a bunda dela com as duas mãos.

"Tia, eu sempre tive tesão no seu bumbum." Disse eu pra ela.

"Eu sei. É bem grande, não é?" Falou ela. Voltamos a nos beijar e ela começou a punhetar meu pau. Minha tia deitou de costas na cama, abriu as pernas, lambeu a mão e comeceu a esfregar a buceta dela. Uma coisa que eu descobri era que ela tinha uma tatuagem de uma borboleta bem em cima da buceta dela.

"Não fala nada pra tua mãe não. É só um sexo amigavel entre tia e sobrinho, tá legal?" Falou ela pra mim.

"Tudo bem." Eu respondi.

"Tá. Então vem." Disse minha tia me puxando na direção dela. Eu deitei em cima dela e meu pau entrou na buceta dela e ela deu um gemido. Comecei a colocar devagar enquanto abraçava ela. Eu não podia acreditar naquilo. Tinha ido lá pra tentar pegar minha prima mais nova que eu e acabei fudendo com minha tia que era trinta anos mais velha que eu.

"Aiii gostoso. Vai, fode como se fosse teu pai." Falou ela e comecei colocar e tirar o pau da buceta dela.

"Ahh que delicia tia. Cê é muito gostosa." Eu disse.

"Tu é meu agora. A Fernanda vai ter que esperar. Eu vou fuder contigo antes dela." Disse minha tia.

"Ai tia Cibele. Eu queria a Fernanda, mas agora só quero você." Eu falei e continuei metendo nela.

"Isso! Não peguei o Marcos (o meu pai), mas peguei o filho dele! Fode! Fode gostoso!" Falou ela gemendo. Eu já tava perto de gozar nessa hora.

"Tia, acho que vou gozar!" Eu avisei.

"Eu também vou! Segura pra gente gozar junto!" Falou ela e eu tentei me segurar o máximo que dava. "Goza dentro, num tira não!" Falou ela pra mim.

"Dentro mesmo? Não tem problema?" Eu perguntei me segurando.

"Tem não. Me fode como homem. Fode como teu pai iria fuder!" Ela falou me agarrando pra eu não tirar. Eu comecei a sentir a buceta dela apertando meu pau e ela começou a gemer, ela tava gozando. Nisso eu não consegui mais segurar, enfiei o pau fundo na buceta dela e gozei tudo dentro dela bem fundo.

Nós dois depois ficamos ofegantes e eu deitei em cima dela, ela ficou toda soada. Fiquei um tempo com o pau dentro dela ainda e pensei em tudo que acabou de acontecer. Eu acabei de foder com minha tia, a irmã da minha mãe, que era a mãe da garota que eu queria pegar, sem camisinha e gozei dentro ainda. Pensei por um segundo que se eu engravidasse ela, o filho dela seria meu filho e meu primo ao mesmo tempo. Não podia acreditar.

"Eeeeeita! Tava a um tempão sem fuder gostoso assim." Falou minha tia. "E ai, gostou da foda com a tia?" Ela perguntou.

"Gostei. Foi muito gostoso tia." Eu disse.

"Só não fala pra tua mãe, tá?" Disse ela.

"Tá. Cê não fala pra Fernanda também?" Eu perguntei.

"Falo não, pode deixar." Ela respondeu. "Cê comeu a mãe e ainda quer comer a filha?" Perguntou ela rindo.

"Bem...vontade eu ainda tenho haha." Eu respondi rindo. A gente se beijou denovo e tirei o pau da buceta dela. Eu vi bastante semem escorrendo da buceta dela, passando por cima do cú e caindo no colchão.

"Eita, é isso que tu quer fazer com minha filha, né? Tu é muito cachorro." Falou ela esfregando a buceta dela.

"Quero, mas eu quero fazer mais com você tia Cibele." Eu disse.

"Vamo fazer sim. Tu pode até fazer com a Fernanda também um dia. Só cuidado pra não meter filho nela, tá?" Falou minha tia.

"Pode deixar. A gente toma cuidado." Falei eu já pensando na Fernanda.

"Ela já me falou que te acha bonito. Acho que se você ir falando com ela, você concegue." Comentou minha tia. Depois nos levantamos e fomos juntos pro chuveiro tomar banho. Saimos do banho, eu puz minha bermuda e minha tia ficou com a toalha enrolada no corpo. Ficamos deitados na cama juntos vendo televisão por um tempo.

Quando já estava anoitecendo, eu ia me preparar pra ir voltar pra casa da minha mãe, mas minha tia propos de eu passar a noite ali com ela. Ela ligou para minha mãe e disse que eu ia dormir por ali mesmo e que não havia problema porque a minha prima não estava ali. Minha mãe mal podia saber que tinha algo melhor que minha prima ali para mim. Então fiquei pela casa da minha tia mesmo, jantei ali e mais tarde fomos para a cama juntos e é claro que transamos mais. Era um fim de semana, então passei ele por ali só paulando a minha tia Cibele.

Depois disso, sempre que encontrava com a tia Cibele em alguma reunião da familia, a gente sempre trocava um olhar e um sorriso de como quem diz 'A gente é safado'. Isso virou nosso segredinho sujo. E de vez em quando, a gente ia pra algum canto pra gente ficar passando a mão um no outro e fazer algumas sacanagens tipo um oralzinho, uma mamada no peito, uma punheta em mim, uma siririca nela ou uma rapidinha mesmo. Hoje em dia já comi a minha prima Fernanda também. Mas as vezes quando surge uma oportunidade, eu e a tia Cibele ainda damos uma fodida escondida da filha dela. A Fernanda é boa, mas não chega perto da minha tia gordinha Cibele.

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Foto de perfil de Amante das gordinhasAmante das gordinhasContos: 4Seguidores: 9Seguindo: 4Mensagem Meu nome é Rafael. Sou um grande adimirador das gordinhas. Já estive com várias e nunca dispensei uma que aparecesse. Sou viciado nelas e estou aberto para qualquer uma que esteja interessada. Meu email de contato é rafaelrabelo963@gmail.com caso alguma gordinha se interesse em trocar uma ideia com um adimirador dessas deusas.

Comentários

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Muito massa kkkk

Tem e-mail pra gente trocar ideia sobre essa situação? Queria saber mais sobre vcs três. Abraço!

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Tenho sim. É rafaelrabelo963@gmail.com . É só me chamar lá. A gente pode trocar umas experiencias

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