MARAÍSA E GENI – Ajuda ou traição? (parte 5)

Categoria: Heterossexual
Contém 3063 palavras
Data: 10/11/2023 01:51:20

Parte 5.

Voltei para o hotel novamente dirigindo como um zumbi. Minha cabeça estava um caos. Tudo o que eu havia deduzido antes de ir até minha casa, se delineou com aquela conversa com Maraísa. Eu tivera todos os sinais desde o início, e como havia pensado, estupidamente, cegamente, ignorei ou negligenciei. O que me revoltava mais é que eu tinha que reconhecer que também tinha a minha parcela de culpa. Eu não fui capaz de dar um basta naquilo.

Quando cheguei no hotelzinho de beira de estrada, tratei de me despir, e entrar num banho demorado. Primeiro liguei a água quente e fiquei ali o tempo que suportei aquela ducha soltando fumaça. Depois, mudei para a água fria e tomei um choque térmico que fez a circulação do meu corpo se dinamizar, mexendo fortemente com meu estado geral. Me senti melhor, mais recuperado fisicamente, embora o emocional estivesse destroçado.

Eu sempre tive certo controle emocional, algo que já veio comigo desde a infância, nunca fui um garoto angustiado ou ansioso, sempre me conduzindo por um padrão de comportamento bem lógico, e sem me deixar envolver por dificuldades momentâneas. Era o rapaz bonzinho, Cu-de-Ferro da turma. Mas, ao mesmo tempo, devido à minha origem humilde, e toda a dificuldade que eu tive para alcançar um nível razoável de qualidade de vida, de estabilidade profissional e social, eu acabei me tornando um ser cuidadoso, programado, evitava improvisos, seguia a cartilha do bom rapaz, bom marido, bom profissional e bom colega. Era muito querido por todos no escritório e tinha alcançado um posto mais elevado na estrutura, graças ao afinco com que eu me dedicava à carreira. Estudava criteriosamente as causas, pesquisava a legislação, buscava casos semelhantes, analisava as chances de alcançar êxito nas demandas, me aconselhava com mais experientes, e com isso tinha sucesso e era respeitado. Mas eu sentia que, como marido, eu realmente tinha deixado a desejar, não como companheiro, ou como fiel cuidador e provedor da minha esposa, mas como parceiro dela nas necessidades dela.

Ela tinha, de fato, dado vários sinais de estar em crise e carente. E eu nesse aspecto tinha deixado a desejar.

Ali, debaixo do chuveiro, eu refletia que de fato, Maraísa tinha razão ao me cobrar a falta de atenção para com as suas necessidades afetivas, emocionais, e até físicas e sexuais. Não bastava eu não deixar faltar nada em casa, não bastava eu ajudar nas tarefas domésticas, não bastava eu ir sempre às compras de supermercado com ela, e ter aquele comportamento religioso de ir da casa para o trabalho, e do trabalho para casa. Eu não estava sendo um parceiro sexual, um macho à altura daquela mulher linda, vibrante, dedicada e sensual. Eu reconhecia minha culpa. Passei a fugir em vez de enfrentar a dificuldade que, gradualmente, surgia na nossa relação, especialmente no tocante à satisfação sexual dela. E para piorar, eu não gostava de ir à festas, sair, passear com ela, pois tentava, proteger minha querida esposa, do risco de ser assediada ou atraída por outros. E eu via como ela era cada vez mais admirada, mais desejada, mais cobiçada. No fundo aquilo me deixava inseguro, e como eu sabia que por mais que eu tentasse, eu não conseguia ser aquele macho potente e viril que ela sonhava ter, eu evitava expor minha mulher e meu casamento ao perigo. Passara a restringir o uso de roupas mais sensuais e chamativas, a censurar atitudes mais liberais. Estava me tornando um inseguro muito grande, machista, cheio de julgamento das atitudes frívolas dos outros, e isso chegou ao ponto de me intimidar na relação com ela. O que não acontecia no início da nossa relação, passou a ser mais evidente.

Quando consegui formar aquela visão mais clara da nossa situação, e entender o quadro que favoreceu que aquilo tivesse acontecido, eu comecei a entender melhor todos os acontecimentos daqueles dias. Mas, ainda estava tão magoado com o que me acontecera, que travei aquelas reflexões, e tratei de me arrumar para ir ao escritório. Eu já não fora trabalhar na véspera, e naquele dia só iria na parte da tarde.

Ao chegar no escritório, procurei o chefe do nosso setor, para me explicar, e justificar minha ausência. Eu realmente estava psicologicamente detonado, e tive que explicar a ele que tive um problema pessoal grave, e por isso não me sentia em condições normais para trabalhar. Poderia comprometer algumas das nossas causas. Ele teve a capacidade de entender, sem especular do que se tratava, e se ofereceu se eu quisesse conversar com ele e me aconselhar. Me disse que se eu pudesse falar do que se tratava, talvez pudesse ajudar. Eu agradeci, e respondi que teria que perguntar para minha esposa, se ele estava de acordo que eu conversasse com ele, e se ela aceitasse, então o procuraria.

Ele, por ser um homem maduro e experiente, entendeu que era algo da minha vida familiar, e apenas me autorizou que eu tirasse dez dias de férias, que ele iria remanejar os casos que estavam na minha alçada, para outro colega da casa. E me pediu que fizesse uma reunião com ele naquela tarde, para dar um relatório do pé em que cada processo estava. Passei o resto da tarde, até perto das 18h00 conversando com o colega, sobre os processos, os estágios, andamento, ideias de encaminhamento, e providências em curso. Pode ser que quem não sabe o que é o cotidiano de um advogado de escritório famoso, não faz ideia do que eu esteja falando. Mas o nosso sistema jurídico é complicado, burocrático, cheio de recorrências, providências, medidas a serem tomadas, pagamentos de taxas e emolumentos, de muitos casos, e alguns com prazos meio urgentes para serem encaminhados. Temos assistentes e estagiários, mas cada advogado tem sua carteira de processos e fica responsável pelo andamento. Quando passa a outro suas “pastas”, precisa explicar tudo detalhadamente, e temos ainda o cuidado de gravar essa conversa, para o caso se se recorrer a algum detalhe mais tarde. Bem, quando terminei, estava exausto, pois não tinha dormido quase nada naquela noite. Peguei minha Strada e fui a uma pizzaria no centro da cidade, onde comi e ainda comprei algumas coisas para levar. E fui para o hotelzinho fuleiro onde estava hospedado, na saída da cidade. Quando estacionei no pátio do hotel e desci da picape, vi um taxi estacionar na frente do hotel. Não dei muita atenção, peguei as coisas que havia comprado, basicamente uma garrafa de água mineral, um cacho de bananas, duas maçãs, e um copinho de iogurte, Comprei na cidade pois eram mais em conta do que pedir no hotel. Quando já me dirigia para entrar, vejo o Geni parado me esperando. Levei um susto, fiquei muito contrariado, mas ele disse:

— Vim na paz. Por favor, quero conversar.

— Não tenho nada do que falar com você. – respondi meio irritado. Estava mesmo exausto.

— Como me achou aqui?

— Segui você quando saiu do escritório, Esperei, e segui de novo.

Soltei um suspiro de cansaço:

— Pode ir, não tenho vontade de falar nunca mais com você.

— Pela última vez, – disse Geni — podemos, depois, se você quiser, não falar nunca mais. Mas hoje, preciso passar a régua neste assunto.

Eu estava cansado, mas pensei que poderia me livrar de uma vez.

— Vou deixar, estas coisas no quarto, tirar o terno, e desço. Espere aqui.

Ele concordou e eu entrei no hotel e fiz o que disse. Guardei as compras, troquei o terno por uma calça Jeans e uma camiseta, calcei um tênis, e saí. Entramos na Strada e segui para um bar-restaurante que havia na orla da praia, que eu sabia que ficava aberto até mais tarde. Durante o trajeto, eu não disse quase nada, apenas quando o Geni falou:

— Eu devo explicações a você. Não acho correto, sair sem deixar você saber tudo o que desejar.

— Vamos parar ali num bar mais sossegado e podemos conversar. Seja discreto.

Depois disso não falamos mais nada até que estivéssemos sentados numa mesa da parte de fora do bar, numa área onde não havia mais nenhum cliente próximo e podíamos conversar sem ter que falar muito baixo. O Geni pediu uma cerveja preta e uma porção de filé frito e acebolado com pão cortado em fatias. Eu não queria pedir nada, mas acabei pedindo uma cerveja preta também. Logo que o garçom se afastou o Geni começou a falar:

— Soube que você foi falar com a Maraísa, hoje. E está decidido a se separar. Eu juro que não queria ser causador disso, mas sei que tenho muita culpa de tudo que aconteceu, e queria esclarecer algumas coisas. Apenas para você saber todos os lados dessa história.

Naquele momento, eu até me senti meio arrependido de ter aceitado a conversa. Não ia resolver, não ia fazer as coisas ocorridas voltarem atrás, e seria mais uma faca sendo enterrada na ferida que eles haviam causado. Tentei abreviar tudo:

— Geni, eu não quero mais saber de coisa alguma. Vamos passar a régua. Estou destroçado, e você, depois da “Ma”, era a última pessoa que eu imaginava que me fizesse o que fez.

Ele contestou:

— Primo, eu tentei abrir o seu olho. Mostrar o que estava acontecendo.

Cortei:

— Não, você tentou preparar o terreno para o que ia fazer.

Nisso, o Geni negando com a cabeça, explicou:

— Você é advogado, um cara inteligente. Tenta se retirar da história, e veja de fora. Repare que tudo levava ao que aconteceu, envolvendo, você, sua mulher, e eu, como agente catalisador da tempestade que já estava armada. Porra, primo, deixe a mágoa de lado, e use a sua mente com frieza. Analise os fatos. Só para entender melhor o que houve.

Mesmo com preguiça de continuar, e bem revoltado ainda, fui mais uma vez levado a explicar:

— Me senti manipulado, enganado, e traído, por pessoas que eu sempre tive grande apreço. Muito mais do que isso, eu amava a minha esposa, adorava o meu primo, e não consigo admitir que vocês tenham feito o que fizeram. Mas está feito. Foi revoltante.

Geni parou para beber um gole da cerveja, e esperar o garçom que viera servir se afastar. Então disse:

— Você ama sua mulher e ela ama você. Ainda. Mas isso não impediu de vocês dois criarem a situação que já estava pronta quando eu cheguei. Se não fosse eu iria acontecer com outro. Eu vi que estava para dar merda, e resolvi ser honesto com os dois.

Porra, eu estava cansado, e queria encerrar.

— Tá bom. Foi honesto, mas jogou sujo. Fim de papo. Já está feita a merda e você ajudou a cagar no pau, ou acelerar. Vamos parar por aqui?

Geni concordou com a cabeça, mas disse:

— Está bem, mas quero encerrar dizendo umas coisas para você pensar. Primeiro, a atitude de não querer ver o que está errado de fato, só vai prejudicar os dois, você e a sua esposa. Separação é complicada, dolorida, principalmente porque os dois se amam, traz despesas, e não conserta o que pode e deve ser consertado. Pense bem. O que estava errado? O modo como vocês conduziam a relação, sem diálogo e fugindo de enfrentar ou de enxergar o problema. Estava assim já, sem eu existir na história. Eu apareci e vi que ia dar merda, e pensei em ajudar, de verdade...

— Ah... Geni, para com isso! Ajudar! – interrompi, meio impaciente.

— Bem, veja como quiser. Eu quis ajudar, porque eu sou da família, gosto de vocês, poderia levar as coisas na surdina, como foi feito, e ninguém ficar sabendo. Mas o que eu desejava era mexer nessa situação caótica do seu casamento que apodreceu sem minha participação.

— Agora tira a sua responsabilidade? – cortei novamente.

Sem perceber, eu havia entrado novamente na conversa, em vez de fechar, e dei munição para que ele continuasse.

— Não tiro, está enganado, primo. Tentei fazer de um jeito que mostrasse a vocês como mudar tudo. Então, como você quer encerrar logo, eu vou fechar o papo de uma vez, dizendo o que eu acho. Vamos lá. Você sempre foi ruim de cama, nunca foi um bom amante para atender as necessidades de sua esposa, e ficou sempre com medo que ela descobrisse que havia coisa melhor do lado de fora. Por isso escondeu a Maraísa do mundo. Até o emprego você não a ajudou a conseguir, pois era cômoda a situação de ter a esposa em casa esperando.

Ele deu uma parada para respirar e viu que eu não queria dizer nada. Eu fiquei meio chocado com o que ele disse. Bebeu um gole da cerveja e prosseguiu:

— Mas, em vez de evitar, essa sua atitude de isolar a esposa, despertou ainda mais, nela, a necessidade de buscar satisfação. Eu estava na hora certa, e no lugar certo, como qualquer comedor oportunista. Aconteceu. Não vim para isso e descobri tudo aqui. Só que não era minha intenção. Percebi que ia dar merda se eu fizesse como ela queria. E tentei mexer o doce, para você entender o que estava acontecendo. E você “sacou”, mas não teve coragem de assumir, e encarar, ficou se fingindo de besta. Eu dei todas as pistas, agi de forma muito visível, notável, na sua frente, fácil de você me chamar e questionar o que estava rolando. Era para a gente ter uma conversa aberta e franca. Mas você sabia que o papo ia chegar neste ponto, onde ela ia dizer o que estava acontecendo com vocês, e eu ia ter que lhe mostrar que, no fundo, você sempre teve um comportamento de cockold, você se excitava em me ver provocar a sua esposa, e ela me provocar e se excitar com isso. Ficou explícito. Não pode negar. Aí, eu chamei você para um papo sincero, quase abri o jogo, e você desconversou, achou que ia ficar por isso mesmo. Aí, eu resolvi dar o pontapé inicial. Aconteceu. Confesso que a nossa brincadeira de provocar escapou do nosso controle. Aliás, escapou do meu controle, porque a sua esposa estava desesperada para ser bem fodida e queria muito. Vamos falar a verdade, ela me disse, nunca teve tanto prazer e satisfação em uma foda como a que tivemos na sala da sua casa. Ela precisava disso. E você também precisava. Desculpe. Falo sério. No fundo, você reagia com ciúme, mas também morria de tesão de ver eu e a sua esposa nos provocando. Você tem medo até de assumir o seu fetiche de corno. Medo de ter que liberar a sua esposa que é um avião, e precisa voar urgentemente. Inseguro e babaca. E não foi capaz de entender que eu fiz isso tudo, para ajudar a vocês se resolverem. Não quero tomar a sua mulher. Fica certo disso. Quero que vocês sejam felizes. Mas ela precisava ter uma aula de foda bem dada.

Eu ouvia aquilo como se fossem bofetadas. Mesmo sabendo que ele estava certo, a raiva e a revolta me dominavam e exclamei:

— Filho da puta. Isso sim!

Ele aceitou:

— Tá! Sou filho da puta. Mas você vai se foder de verde e amarelo se continuar com esse orgulho machista babaca. Agora, talvez, se você deixar o orgulho e o medo de assumir de lado, vai lá e aprende a dar o que ela precisa. Fim de papo. Não tenho mais nada para dizer, porque fui sempre muito verdadeiro, e transparente.

Ele parou de falar e me olhava de frente. Eu tinha vontade de pegar a garrafa de cerveja e enfiar na fuça daquele desgraçado. Mas, no fundo, sabia que ele estava falando a verdade. Apenas disse:

— Mas me enganou, fez escondido.

Geni abanou a cabeça negando:

— Eu dei todas as pistas, mas você fingiu que não sabia, ou pior, não teve coragem para encarar e deixou rolar. Sua mulher também deu todas as pistas. Fodeu com você toda gozada depois de foder comigo. Lamento muito que você esteja assim agora, que não entenda que respeito e gosto muito dos dois. Se eu quisesse ficar com a Maraísa, eu ficava, comia mais vezes, na surdina, ela não contava, e você ia fingir que não sabia. Mas ela não me ama, ela ama você. Eu tenho um monte de mulher para comer, sempre tive, não quero ter vida de casal. Ela entendeu que eu podia mesmo ajudar, unir o útil ao agradável, e satisfazer uma vontade que ela tinha. Agora está feito. Você pode seguir o seu caminho, faça como acha que deve ser. Sabe o que acho que vai acontecer? Você deixa a sua esposa, ela acaba encontrando um que dá a ela o que ela precisa, ela é gostosa, bonita, sensual, inteligente, vai crescer, progredir, ter sucesso, vai brilhar, ou vai ser uma deliciosa de uma safada que vai passar o rodo geral, descontar o tempo de cativeiro, e você vai mesmo perder de vez, pois não tem a coragem de sair desse armário onde se esconde e assumir que nessa parada, é ela que dá as cartas! Você é casado, separa, vende a casa, ou dá a metade da grana para ela, os dois vão se ferrar, e você, nunca vai achar outra mulher como ela. Pronto. Desculpe a sinceridade, falei. Peço perdão, primo, não quero ofender, mas está fazendo a maior cagada da sua vida. Eu saio de cena. Eu gosto muito de você e quero o bem de vocês. Não voltarei a aparecer a menos que um dos dois me chame. Mas o que eu poderia fazer, já fiz. Pode ser que para você seja a merda, mas eu acho que foi melhor sendo comigo do que com outro desconhecido. É isso... desculpe se ofendi. Tinha que falar o papo reto.

Eu não sabia o que fazer. Uma parte de mim pedia que eu desse uma porrada na fuça daquele safado, mas outra parte, sentia que ele estava sendo muito verdadeiro. Fiquei parado, olhando para ele. Vi o Geni se levantar, deixar uma nota de cinquenta sobre a mesa e sair para a rua. Quando me levantei ele já ia longe. Chamei o garçom e pedi a conta. Paguei e saí com a picape. Não queria mais falar com ele, estava muito tenso, irritado, e fui novamente dirigindo como um autômato para o hotel. Não eram ainda 21:00.

Continua...

Meu e-mail: leonmedrado@gmail.com

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Comentários

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Continua excelente... Quero ver o desfecho. Quero ver o marido assistindo o primo fodendo a putinha dele e ele se acabando na punheta. nota 10

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Na primeira parte do conto o autor disse que os leitores poderiam ter vários sentimentos e de fato é o que ocorre na medida em que vamos transcorrendo a leitura. Li toda saga até aqui e esse conto tem uma carga erótica tão grande e um enredo tão envolvente que toda carga sexual que ocorreu fica implícita e a história do casal é o que mais importa (minha sensação até aqui)! Parabéns Leon, escritor de competência rara!! Ansioso aqui pela sequência

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Acabei de ler tudo. Em minha opinião a saga é boa. Prende a atenção. Mas falta sexo. Até mesmo as fodas da adúltera com o amante foram relatadas muito rapidamente sem detalhes. Frustração.

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Não se pode acertar sempre, muito menos agradar a todos. Aguente firme. O sexo que está nestas partes são muito mais de erotismo latente do que realmente sexo hardcore.

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Um conto tão bem escrito como esse, mas isto ser um mero detalhe.

Conto nota 10!

Quando sai a 6° parte?

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Desculpe minha humilde opinião, mas ao meu ver quando o conto é bom, dispensa até as "cenas" de sexo!!!

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Já está na hora de subirmos a hashtag "POSTALEON"?

Só perguntei... empurrado aos trancos pela minha ansiedade!

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Vai dar atenção à sua nova criação, fazendo versão, e arrefece a ansiedade. Pelo menos tem mais um autor que resolveu criar novas versões. Desculpe, mas vi as TAGS e SM e BDSM não me atraem. Dessa vez eu passo.

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😁

Também não gosto. Essa parte será redigida pela minha digníssima. Melhor ela extravasar lá que em cima de mim.

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Mark e Nanda. Vou dar um conselho, por aqui e não lá no conto, já que eu não li mais do que meia página e não quis comentar sem ler: 1. A história original é uma bosta, se você mantiver a mesma base, sem muito nexo, sem credibilidade, totalmente "irreal", seu conto não decola. 2. Uma versão, para se justificar, tem que inovar e transformar tudo. Não dá para acreditar que um casal não liberal, monogâmico, sem ter um trabalho preparatório, mude da água para o vinho. É bizarro. 3. Reedita as partes publicadas, melhora essa bagaça que já está no site, pois você tem capacidade e competência para isso, vai fundo, cria uma história pregressa do casal para justificar o que acontece. Senão, não emplaca. 4. Não tenha pressa. percebi o conto sendo escrito de forma apressada. Isso não ajuda. Quem tem pressa, são os leitores, eles que esperem. Só publique coisas que sejam cada dia melhores. Não se torne mais um fabricante de salsicha erótica, como muitos do site, embevecidos com o bajular de leitores ávidos por pornografia. Você faz de graça, não quer vender, então não precisa disso. Eu acho você um dos autores que escreve melhor do que a maioria, tem boa narrativa e criatividade. Então, não trate uma versão de conto, como um conto menor. Pegue o limão azedo e faça uma mousse deliciosa. Leve a sério! Você só tem a ganhar. Grande abraço.

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POSTA, POSTA, POSTA!

Brincadeira! (Mas com um fundo de verdade!)

Leon, grato pelos conselhos, mas vou seguir a sua lição e não alterar desordenadamente o conto original. Decidi apenas melhorar as caracterizações dos personagens e situações, bem como incluir gatilhos para as partes que eu vou desenvolver de forma autoral. Só posso te dizer que o pau nem começou a comer ainda, mas vai. Ah, se vai...

Agora, voltando a este conto, vai postar a continuação hoje ainda? (não resisti!)

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Gente, gente, gente!

A questão não é unânime, mas é bastante simples:

- Maraísa vai se tornar liberal, ela experimentou outra pica, gostou e não vai deixar de aproveitar essa emoção.

- Lúdio pode aprender e também se tornar liberal. Se será com sua esposa ou outra, dependerá de como ele e ela irão acertar as arestas de seu relacionamento que hoje está "esbagaçado" (palavras do próprio autor).

- Geni é um liberal de carteirinha, safado de berço e malandro de criação. Se ele fará parte dessa brincadeira do casal, se é que o casal voltará assim a ser, dependerá de como sua imagem será reconstruída com o Lúdio.

O fim é quase certo, liberalidade do casal. Como eu sei disso? Porque o Leon, assim como o Max e eu próprio, somos autores liberais. Estamos nesse meio e gostamos dele. Nós só tentamos apresentá-lo para vocês de formas diferentes, mas com a mesma finalidade, que você possam nos entender um pouquinho melhor e quem sabe abrir suas mentes para essa possibilidade.

E vejam só que interessante, somos liberais mas não pensamos de forma idêntica. Eu próprio já troquei alguns e-mails com o Leon sobre essa história, apresentando a minha visão e sugerindo algumas ideias. Nós divergimos talvez no caminho, mas não no resultado final. Eu acredito que o Lúdio irá se tornar um liberal, se ele será somente corno ou também comedor, só o autor poderá decidir.

Mas uma coisa nenhum de vocês pode negar: a história está boa demais, mas tão boa, que está gerando toda essa discussão.

É o que penso.

Forte abraço,

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Ah, e esqueci de dizer mais uma coisa: PAU NA MARAÍSA, LEON!

Mas tenha um pouco de pena do Lúdio: deixa o rapaz comer alguém também.

🤣

Pronto falei

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Mark sendo Mark.

Estou com saudades das suas histórias... Com a Nanda espéciamente, mas sou um apaixonado pela Maryanne

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Sou professor de Pós-Graduação em Direito aqui na minha cidade. A bem da verdade é mister realizar algumas correções ao que foi afirmado sobre a profissão de advogado. Não procede a informação de que somos instruídos a controlar as emoções. Isto é uma bobagem. Somos muito bem treinados para argumentar e convencer, na maioria das vezes usando a emoção como combustível. Isto chama-se sublimação. Com certeza este advogado Lúdio agiu muito bem ao evitar a violência quando foi xingado de babaca e de ruim de cama. Contudo, a emoção surgida quando se iniciou o ataque deveria ter funcionado nele como um gatilho para contra argumentar. É incompreensível como ele não foi capaz de se defender desmontando o discurso risível de seu primo Geni. Não se deve confundir capacidade de análise com passividade. Toda afirmação do primo merecia uma réplica contestatória e não a pasmaceira e o silêncio deste que se diz advogado. Espero com estas poucas palavras ter contribuído para redimir uma distorção que gera uma imagem negativa de nossa profissão.

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Iranildo. Vou lhe responder. Não somente os advogados, com a experiência aprendem a utilizar a inteligência emocional, para controlar suas emoções. Políticos e marketeiros, jornalistas e palestrantes também. Controlar emoções faz as pessoas serem mais equilibradas. Então, não é bobagem. Além do mais, usar a emoção como combustível, mas mediante controle. Outra coisa, professor, este é o personagem Lúdio, que conta, então, não posso inventar que ele reagiu de um jeito que seria o certo, se ele reagiu como contou. As pessoas tem as suas próprias razões para agir de um jeito ou de outro. A emoção suegida quando se iniciou "o ataque" não funcionou como um gatilho. Aceite, essa foi a reação do Lúdio. Será que ele vai nos revelar mais adiante o que se passou? Por que ele não reagiu como você acha que ele deveria? As suas poucas palavras contribuíram sim, para eu perceber que você "adoraria" que o Lúdio tivesse agido de outro modo, mas não agiu. Só isso. De resto, sua colocação "deste que se diz advogado", mostra que você plantou no seu discurso uma intencional partícula de dúvida de que o protagonista e narrador, não seja o que afirma ser. Isso, além de dar a impressão de que você quer desacreditar o conto, desacreditando o narrador, mostra que sua intenção não foi de fato contribuir, mas exibir aqui o seu título de Professor de Pós-Graduação em Direito. Ora... Francamente... Cada um que me aparece. Depois quando eu digo que essa gente "comentarista" não merece o trabalho que dá fazer um conto, ficam dizendo que é mimimi. PQP!

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Algo de errado não está certo...

Me pergunto: como pessoas tão bem resolvidas, que descobriram a fórmula do sucesso, que sabem tudo sobre relações humanas, que julgam com tanta certeza o comportamento do outro podem se ofender tanto com uma simples história erótica? Será que é tudo isso mesmo? Ou será apenas um espelho refletindo as próprias frustrações? Fica a dúvida.

Numa rápida pesquisa na seção dos mais lidos, não vi nenhum conto conservador entre eles. O povo gosta mesmo é de uma boa safadeza, um corno e uma putinha, uma trairagem, uma talaricagem. Brasileiro é assim, corrupto por natureza, apontando o dedo pro telhado do outro, mas esquecendo que o seu é de vidro.

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Fala sumido

Faz tempo que não pública.

Espero que estejam bem

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Você está coberto de razão. A maioria das pessoas se ofende sim com coisas pequenas, a arte é um espelho que reflete as frustrações humanas, o povo brasileiro ama sacanagem, o brasileiro em média é corrupto, possui sim telhado de vidro, enfim uma sociedade repleta de contradições. Tudo isto reside nos melhores anais de antropologia. Qual a novidade? Vou te contar um segredinho. Não tem nada de errado nisto. Isto chama-se cultura e está enraizada nos valores. Significa que não vai ser alterada tão cedo, se é que vai. Você pode espernear, sofrer, chorar, reclamar (como fez acima) e isto não vai mudar. O que me espanta são vocês autores reclamarem disto. Realmente não compreendo porque vocês autores se ofendem tanto com os comentários os quais expressam toda a contradição de nosso povo. Seria mais inteligente se vocês autores deixassem de ser mimizentos (para usar uma expressão de vocês). Está mais do que na hora de aprenderem a trabalhar com esta diversidade.

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Você está discutindo, o quê? Que contestar o que eu comentei? Pode parar. Esse tom "Vou te contar um segredinho" é típico de quem quer arrumar mais uma treta. Esse tom professoral explicando o que é cultura? Primeira regra de quem escreve bem e tem cultura: Não misture "Você" com "Te contar". A concordância está errada. É lhe contar. Passa a régua. Pode parar por aqui. Você quer arranjar treta, vai se deletada. Tá avisada. Mimizento é a PQP, não a chamei aqui, veio porque quis, e se sair fora das regras, passo a faca.

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Acabei de ler os cinco capítulos num fôlego só. História muito envolvente. Parabéns ao autor. Ele conseguiu nos emocionar com a dubiedade do personagem principal, o marido inseguro. Por um lado, ele está sofrendo a dor da traição e por outro quer passar uma borracha, perdoar e voltar a vida como era antes. Só que nada jamais será como antes após as maravilhosas trepadas de sua esposa com seu amado primo. Ela experimentou o néctar e se recusará a ter aquele sexo medíocre que o marido lhe proporcionava. No fundo o amante fez mesmo um favor com a canalhice de foder a esposa sem o marido saber. Mostrou o lado bambo, oscilante, e frouxo deste marido no seu comportamento sexual com a esposa. Espero realmente que esta dor lancinante faça ele crescer e se tornar um homem com H que é o que toda mulher deseja. Se ele voltar ou não com a esposa para mim é indiferente. O importante é ele evoluir.

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Leon por favor não judia não... a ansiedade esta muito grande... como diz a Id@ roendo os dedos porque as unhas já foram faz tempo.

brincadeira parceiro... um bom fim de semana.

na segunda cedo com certeza terá mais um para nos matar a curiosidade.

Grande abraço e mais um vez parabéns

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Desde a parte 1 até esta 5a. a média é de 2 mil leitores por parte. Existe uma regularidade nesses números. Aí, vamos ver os comentários, e é uma pequena quantidade de pessoas que comenta, muitos deles, comenta mais de uma vez. Nesses, a gente vê claramente aqueles que, mesmo insatisfeitos com as atitudes dos personagens, pois se projetam neles, estão respeitando e entendendo que são conduções necessárias para o desenrolar da trama. Não acham que o autor está viciando o ponto de vista, e aceitam que esses são os fatos da história. E tem outros, os que apenas estão indignados, revoltados, desesperados para atacar o personagem, ou personagens, desesperados para condenar atitudes, negar o que está escrito, duvidar da fala de um personagem, (ou seja, mesmo que o autor escreva explicando o que o personagem pensa e diz, o leitor nega, não respeita, e duvida daquilo) e acabas por "ler" uma história que não está escrita dessa forma. Interpreta como deseja ver. Ou é burrice, teimosia, ou vontade de atrapalhar. É o que eu acho. Não vou perder tempo com isso. Simplesmente limo o que eu não gosto.

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O que significa a expressão "viciar o ponto de vista"? Isto está parecendo retórica.

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Não achar que o autor está viciando o ponto de vista, é mostrar uma coisa que na verdade não condiz com os fatos, como se o autor quisesse enganar o leitor. O autor narra um fato, depois explica esse fato pela ótica de um dos personagens, e confronta com a versão do narrador Tudo isso para mostrar que aquilo é a verdade dos fatos. mas o leitor duvida, como se o autor estivesse mentindo ou enganando o leitor. Isso é o que eu chamo de viciar a informação. Entendido?

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Não pretendo mais responder aos comentários. Tem muito leitor maluco a fim dar "pitaco", provocar e atrapalhar. Quem quer ajudar não age assim. A opinião é de cada um. Façam como quiserem. Falem o que desejarem. O que eu não gostar apago. Faz tempo que este espaço nos meus contos deixou de ser um campo de intercâmbio de ideias, para ser um território de desfile do desespero dos provocadores. Quando faço um conto onde parte dos leitores adora, aparecem os provocadores para criar celeuma. Se eu me chatear com isso, apago e bloqueio. Quem quer lê, quem não quer, deixa de ler. Não vou bater palma para maluco dançar. Se não quiser ser bloqueado, tome cuidado com a besteira ou provocação que vier fazer por aqui. Só isso.

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Assim, se eu chegar a falar algo do tipo, por favor responda meu comentário mostrando onde fui desrespeitoso! Ficarei extremamente grato se fizer isto por mim!

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O que há de errado nos provocadores se eles incitam o debate de ideias? Não sendo ofensivo creio que está valendo. Deixa de ser mimizento.

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Não se trata disso. O tipo de comentário, os pré-julgamentos, e a exteriorização de preconceitos quanto à atitude dos personagens, além de provocações gratuitas ao autor, são nocivas ao bom clima das relações autor X leitor, e buscam denegrir ou desqualificar a obra. Isso afeta, pois a história ainda está no início, e ainda vai acontecer muita coisa, o que indica que a intenção, tal como a sua aqui, ao dizer para eu deixar de ser mimizento, nada tem a ver com o conto, mas uma provocação ao autor. Mimizento é a digníssima.

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Até aqui a saga está excelente. Prende a atenção e provoca os sentimentos. Vamos ver como será o desfecho, se será decepcionante ou se será surpreendente.

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Bom vamos lá relendo os contos desde o início com muita atenção cheguei a seguinte opiniao/conclusão.

Nas falas da esposa ela diz, que queria desde o início dar para o primo ou seja ela já estava premeditando, ela disse também agora depois de ter sido flagrada que queria q o ludio os pegasse queria q ele visse mas qdo aconteceu de ele ver ela se trancou no banheiro e depois não quis atender o telefone, oras se ela tava tão certa quanto achava q estava porque ela não enfrentou a situação ou pelo menos atendeu e pediu para ele voltar pra conversarem? Para min pareceu lógico imaginar q ela sabia sim q estava errada e estava traindo e mais ela é o primo usaram esse tempo q ficaram sós após serem descobertos não só pra transarem novamente mas também para alinhar seus discursos manipulativos para fazer com que o ludio achasse que estava errado e eles certos. Não houve por parte deles nenhuma consideração desde o começo para jogar as cartas na mesa e abrir o jogo com o ludio houve sim uma manipulação severa da situação visando não só transformar lo em corno manso como até humilha-lo ao dizer q ele era careta inseguro e estava imaginado coisas, que era tudo da cabeça dele e nada estava errado além da noite q após transar com o primo ela nem se dignou a tomar banho deu para o ludio do jeito q estava se ele tivesse chupado ela aí sim a humilhação estaria completa. Já disse em outro comentário o jeito que foi feito não é o correto para apresentar a uma pessoa o mundo liberal ao meu ver repito ao meu ver isso foi sim traição das mais sórdidas q poderiam ocorrer por envolver duas pessoas do círculo de confiança e pior dentro da casa se não na cama dele.essa só minha humilde opinião.

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Vou dar meu pitaco aqui mesmo não sendo chamado. Amo os contos daqui. E esta história é gostosa. As traições dela são gostosas. O problema é o sofrimento do marido desde o início. Tem gente que não está preparado para o mundo liberal.

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Rapaz Leon, ontem como fique acordado, já que a depressão não me deixou dormir, tu não postou o conto pela madrugada! Fiquei mega ansioso! Kkkkk brincadeira!

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A traição é algo universal. Acontece a cada esquina. Embrulhada erroneamente na forma de “ajuda” é que faz esta história pitoresca...

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