MARAÍSA E GENI – Ajuda ou traição? (parte 3)

Categoria: Heterossexual
Contém 7565 palavras
Data: 08/11/2023 06:44:18
Última revisão: 08/11/2023 07:16:36

Parte 3.

Finalmente, o domingo chegou. Geni e eu nos levantamos cedo, para ir às cachoeiras. Preparamos a churrasqueira portátil, o carvão, uma caixa de isopor com bebidas, carnes, mandioca, batata doce, pão, vinagrete que a Maraísa deixou preparado, farofa, talheres, facas, álcool-gel, três cadeiras de armar, e um guarda-sol, e mais toda a parafernália necessária para um dia de camping.

Eu achava que seria bom sair da cidade, passar um dia com meu primo, conversar bem à vontade, relembrar a adolescência, enquanto bebíamos.

Eu só tenho uma picape Strada, as tralhas iam na carroceria. É boa para andar nas trilhas ruins do mato. Por ter somente dois lugares, nos bastava, pois, como iríamos só eu e ele, não teria problema.

Vendo o nosso movimento na casa, Maraísa se levantou, com a mesma camisolinha, mas já usando a calcinha, com cara emburrada e visivelmente insatisfeita comigo. Apareceu na cozinha, de braços cruzados, tentando ocultar os seios. Ela não fazia mais questão de usar aqueles trajes. Eu agora sabia que ela queria me provocar e despertar o ciúme. Então, fingia que não me incomodava.

Ela ficou olhando a movimentação e disse:

— Já vão né?

— Vamos sim querida, voltamos no fim da tarde. – respondi.

— Hum! - murmurou ela visivelmente insatisfeita.

Geni insistiu:

— Você vem também, né prima?

— Já disse que não vou, não tenho biquíni, não tenho nada decente para usar. O seu primo careta não deixa. Então, já disse que não vou. – Maraísa estava mesmo emburrada.

Geni fez um gesto de atenção, erguendo um dedo:

— Se o problema é esse, eu tenho uma solução. Espera aí, prima!

Ele nos surpreendeu com aquela fala. E foi rapidamente subindo a escada para o quarto dele. Ficamos ali olhando e esperando o que ele ia fazer.

Não demorou nem um minuto, ele retornou com um embrulho de presente que entregou para a Maraísa. Ela admirada, sorria como uma criança empolgada:

— Puxa! É para mim?

— Sim prima, espero que você goste. E que o primo aprove.

Maraísa abriu o embrulho com grande curiosidade, rasgando o papel, e mal conteve a alegria quando verificou o conteúdo:

— Uauuu! Um biquíni! Nossa, é lindo!

Ela saltou na direção do Geni e lhe deu um abraço bem apertado:

— Ah, obrigada primo! Nossa, por isso eu adoro você. Pensou em mim!

Ao dizer estas palavras ela lhe deu um beijo bem colado na bochecha. Ao ficar na ponta dos pés para se pendurar no pescoço dele, a camisolinha subiu e deixou a bundinha aparecer coberta pela calcinha delicada. Vi que ela colou o corpo no dele. Mas ela logo se afastou:

— Vou subir para experimentar.

Eu fiquei sem ação. O safado tinha feito a lição de casa direitinho. Olhei para o primo e ele me encarava sorridente. Assim que Maraísa subiu, permaneci por um tempo olhando com uma expressão negativa para meu primo, procurando o que dizer. Por fim soltei:

— Por que isso agora, Geni?

— Uai, primo, é uma forma de eu agradecer a vocês. Me receberam aqui com todo o cuidado, Maraísa tem me tratado tão bem, eu só quis retribuir. Ela merece.

Eu não podia dizer que era uma forma de suborno. Mas tentei:

— Ah, você podia, sei lá, dar outra coisa, a Maraísa não gosta de biquínis.

Geni negava com a cabeça e falou firme:

— Sem essa Lúdio, nem vem. Quem não gosta de ver sua mulher de biquíni é você. Não acredito que continue sendo esse sujeito puritano e careta. Relaxa cara, a Maraísa é uma mulher jovem, bonita, ela pensa diferente, você deve ter orgulho dela...

Nossa conversa foi interrompida pelos passos da Maraísa se aproximando. Ela entrou na cozinha usando sandálias havaianas cor-de-rosa, um shortinho de tecido branco, não muito curto, uma camiseta regata igualmente branca, o cabelo preso num rabo de cavalo, uma viseira e óculos escuros. Por baixo daquele traje era possível ver o biquíni rosa, presente do Geni.

— Vamos? - disse a Maraísa

— Vai mesmo querida? é que pensei que...

— Pensou errado, amor. Eu não ia porque não tinha roupa decente.

O Geni interveio:

— Que bom, prima, fico muito feliz que gostou do presente, então vamos logo que temos que aproveitar o dia.

Não dei mais corda na conversa.

Como todas as coisas já haviam sido colocadas na carroceria da picape, decidimos que iríamos com o Geni dirigindo, enquanto eu ia no banco do passageiro com Maraísa em meu colo. E logo partimos. Eu fui explicando o caminho e ele dirigia, alegre e animado.

Sacolejamos pela estradinha que subia e contornava o morro por quase uma hora. Tinha que ir devagar, pois o terreno era muito irregular. Chegamos na cachoeira que eu gosto, já era por volta das 10h00 da manhã, e embora ainda fosse cedo, já estava muito calor.

Ali era bom porque a cachoeira caía de uns quatro metros de altura, num remanso do rio, formando uma espécie de piscina natural. Não era muito funda, mas muito bom para tomar banho. E tinha uma pequena clareira onde descarregávamos as coisas. Depois eu estacionei a picape debaixo da sombra das árvores, enquanto o Geni montava as cadeiras, a mesinha de armar e fincava o guarda-sol. Maraísa ajudou a arrumar as coisas que tínhamos levado para o churrasco. Assim que vimos que tudo estava arrumado, Geni e eu não hesitamos, nos despimos e fomos correndo para a água. Eu trajava uma bermuda tectel que usava para nadar. E uma camiseta velha. Geni por sua vez usava uma sunga branca meio justa demais, que deixava bem marcada toda a extensão de seu pênis e o saco. No meu ponto de vista, era um pouco indecente para ser usada em público. Mas ele sempre gostou de se exibir, com seu corpo atlético. E queria se mostrar para a minha mulher.

Embora fizesse muito calor, logo de início a Maraísa não quis nos acompanhar na água. Na faixa de areia na beira da água ela estendeu uma esteira que havíamos trazido, e lá ficou sentada com a mesma roupa que havia ido, nos observando nadar.

Maraísa aproveitava e olhava disfarçadamente para o Geni, ou melhor, para o corpo do Geni, e para o seu pênis. Ele percebeu o interesse dela e se exibia cada vez mais, saindo de quando em quando, com o corpo molhado, para falar com ela, buscar uma cerveja, servir algo, ou convidar para nadar. Eu fingia que não notava, e também interagia, saía, entrava na água, estávamos nos divertindo, mas eu acompanhava o jogo de provocação que ele fazia com ela. Maraísa estava contente e sempre mostrava interesse.

Nas vezes que ele ia falar com ela, ficava parado de pé em frente da minha esposa, que permanecia sentada na esteira, de modo que seus olhos ficavam em um nível um pouco abaixo da cintura do Geni. Para que falasse com ele era necessário que olhasse para cima, tendo uma visão, de baixo para cima, privilegiada e próxima de seu pênis meio ereto e comprimido dentro da sunga branca, apertada. E ela já não disfarçava e olhava bastante. E dava atenção ao que ele falava.

Aproveitei para arrumar a churrasqueira e acender o carvão, adiantando para o churrasco. Eu era um bom churrasqueiro e gostava de assar as carnes.

Sob aquele sol forte, o calor se tornava insuportável. Como medida paliativa de alívio, Maraísa retirou a camiseta, e só então pude ver a parte de cima do biquíni que ela havia ganhado do meu primo. Era um biquíni na cor rosa choque, extremamente chamativo e extravagante, contrastando com a pele clara da minha esposa. Era um daqueles modelos chamados “biquíni cortininha” que permite regular o tamanho da largura das partes. Mesmo em seu tamanho máximo a peça era pequena para os seios de Maraísa, deixando parte do volume descoberto, tanto pelas laterais, quanto na parte superior da peça. Visto de baixo, era até mesmo possível ver o contorno dos seus seios, já que a parte inferior do bojo do biquíni não era larga o suficiente para cobrir a base dos seios junto ao corpo.

Eu já havia pegado as carnes que trouxemos temperadas e estava enfiando nos espetos e colocando fatias de picanha na grelha. O braseiro estava aquecendo bem rápido e já havia um cheiro gostoso de carne assando.

Maraísa, permaneceu ali, sem a camiseta, sentada sobre a esteira. Para descansar um pouco, recostou o corpo inclinando-o levemente para trás, apoiando-se nos braços esticados e colocados atrás do corpo como forma de apoio. Aquela posição fazia com que seus seios se erguessem ainda mais, se destacando do resto do corpo. Daquele jeito, o sutiã cobria menos ainda, dando uma ampla visão. E o Geni agora olhava fixamente para os seios de Maraísa, sem disfarce ou pudor. Eu tentava manter a aparência de que não havia nada de anormal. Mas ela estava adorando se exibir para ele e com a minha presença. Parecia que era de propósito. E eu já queria ver até onde iria aquele jogo.

Maraísa estava realmente linda e sexy sentada ali, reclinada, o short curto, uma perna dobrada e outra esticada, o corpo apoiado sobre o braço, os seios empinados e mal contidos no biquíni nitidamente desproporcional. Uma viseira branca, e óculos escuros. Parecia pose de modelo. E uma modelo realmente muito bonita e sensual.

A aproximação do meio dia tornava o calor ainda mais forte. O suor que começava a brotar do corpo de Maraísa tornava sua pele levemente reluzente à luz do sol. Era uma imagem realmente bela. Uma cena que merecia uma foto. Pensei em pegar o celular mas estava com a mão suja de mexer nas carnes. E o Geni teve a mesma ideia. Apressadamente, ele saiu da água, apanhou seu celular apontando para Maraísa:

— Isso, fica assim! Está linda, prima, deixa eu tirar uma foto?

Maraísa apenas sorriu e posou para a câmara.

Depois pediu:

— Deixa eu ver como ficou?

Geni mostrou.

— Não gostei, estou feia, apaga!

— Feia? Está linda. Apago nada! Vou guardar essa foto com todo carinho. Para matar a saudade da prima quando eu estiver longe. - ele falou e deu uma gargalhada sacana como ele gostava de zoar.

Maraísa apenas chamou-o de bobo. Depois deu um tapa amistoso na parte de trás da coxa do Geni, como se quisesse acertar a bunda.

— Vem para a água, aproveita. – insistiu ele.

Maraísa até naquele momento, estava relutante, mas após a insistência dele ela concordou. Se levantou e foi caminhando em direção à agua, ainda vestindo o shortinho.

— Vai nadar de roupa, prima?

Maraísa não sabia o que responder, buscou as palavras:

— Não leve a mal Geni, não sei como dizer, acho que o biquíni não ficou bem em mim.

— Que nada, tira o short para a gente ver!

— Não, não! – Maraísa estava relutante.

Ele que já havia tomada algumas das cervejas começou a algazarra:

— Tira, tira, tira! Não tem essa! Tira mesmo!

Eu estava só assistindo aquilo, preparando o churrasco, e me enfurecendo um pouco com a situação, mas resolvi não falar nada e não criar novo problema. Mas o Geni me perguntou:

— E você não diz nada Lúdio? Tira ou não tira?

Eu estava curioso para ver a Maraísa de biquíni, era verdade, mas também não queria dar corda naquele jogo de provocações do Geni. Então fui o mais cuidadoso:

— Não me comprometa primo. A “Ma” sabe bem o que ela faz, e é dona do próprio nariz. Ela decide o que tiver vontade.

Acho que aquilo funcionou ao contrário. O Geni aproveitou para dizer:

— Aí, prima, o seu marido deu carta branca. É com você agora. Deixa de ser careta como ele, e aproveita para estrear o biquíni novo.

Com aquela insistência do Geni, ou por causa do meu pronunciamento, ela foi vencida. Ou então, fez para me contrariar. Ainda meio relutante e constrangida, Maraísa de pé na esteira, abaixou lentamente o short, se inclinando um pouco para a frente para despi-lo. Pronto, ela estava só de biquíni. A parte inferior era do mesmo modelo de biquíni cortininha da parte superior. Sendo que a tira fina que fazia as vezes de cordão lateral nos quadris, era constituída de uma peça única de tecido elástico, da largura de um dedo. A parte frontal da tanguinha estava presa em cima na tira elástica, mas podia ser movimentada, e parecia estar na sua largura máxima, formando um triângulo grande, cobrindo integral e decentemente a virilha e a vagina. Na parte de trás, porém, era menor e mesmo na sua largura máxima, o triângulo de fato se embolava no bumbum, não cobria as nádegas formando um desenho estranho.

— Viu? Eu falei que não ficou bem. - disse Maraísa fazendo um giro e virando de bunda para ele.

Geni respondeu:

— Claro, você está usando isso errado.

Ele saiu da água, se aproximou de Maraísa, pegou na parte de trás e juntou as beiradas de cima do triângulo o máximo que pode, reduzindo o tamanho da largura de cima da parte traseira do biquíni ao mínimo possível. Em seguida, deu um leve puxão para cima, enterrando-o quase todo no vão entre as nádegas, expondo bem a bunda de Maraísa. A bunda exposta era uma tentação.

— Vira – ordenou ele.

Era incrível como ela obedecia a ele sem questionar. Maraísa se virou de frente, e ele pegou na parte da frente da tanguinha e fez o mesmo, juntando mais e diminuindo um pouco, o que revelou toda a virilha. Com a puxada que ele dera atrás, a parte da frente desceu um centímetro ou dois e ficou mais baixa, cobrindo apenas a xoxotinha. Ficou muito sexy.

— Ponto! Está perfeita prima.

— Ce está doido Geni? Não posso... – Maraísa olhava assustada.

— Pode sim. É assim que usa. Você é jovem e linda, assuma seu corpo. Todas as meninas estão usando assim. É um modelo novo e ficou perfeito.

Maraísa, mesmo ainda tímida, estava quase aceitando. Olhou para ver a minha reação e perguntou:

— E você, amor, o que acha?

Eu me odiava por ser verdadeiro, mas tive que assumir:

— Está bonita. Super sexy.

Ela deu-se por vencida. Sorriu, olhou novamente para mim como se quisesse conferir a minha reação. Na hora eu estava tentando conter uma ereção, diante da imagem tão sexy dela naquele biquíni fio dental. E tive uma reação que até eu me surpreendi:

— Entrego os pontos! Ficou mesmo muito bonita.

Mesmo parecendo um pouco constrangida, ela deixou o biquíni da forma colocada pelo meu primo. Então, deu-se nela uma mudança. Maraísa tirou os óculos escuros e a viseira. Levantou ambos os braços para prender adequadamente o cabelo. Enquanto fazia isso seu copo se inclinava para trás, o ventre se contraia e tínhamos uma ampla visão de todo o desenho perfeito do seu corpo. Ao levantar o braço, o pequeno biquíni se erguia revelando considerável parcela da parte inferior de seus seios. Eu vi que o Geni tirava fotos discretamente.

Tudo ajeitado, Maraísa deixou as coisas na esteira e partiu em direção à água. Como a lama molhada da beira da margem estava escorregadia, ela seguiu com passos vacilantes, tentando não derrapar, de mãos dadas com o Geni, que também já revelava uma ereção nítida e indecente sob a sunga.

Enfim, Maraísa entrou na água, se refrescou um pouco. Como a água da cachoeira é gelada, ela logo saiu, sendo mais uma vez auxiliada por Geni que lhe deu a mão e pegou em sua cintura. Em razão da água fria, toda sua pele estava arrepiada e era possível ver seus mamilos intumescidos marcando a malha fina da parte superior do biquíni, que constatei naquele momento, não possuía qualquer forro. O mesma acontecia com a parte inferior do biquíni que ao se molhar, aderiu ao contorno da vagina, revelando escandalosamente sua forma. Maraísa parecia não perceber aquele detalhe. Muito provavelmente o sacana do Geni havia escolhido aquela peça propositalmente. Vi o Geni tirando mais fotos da Maraísa molhada, recém saída da água. Aquilo que me enfurecia um pouco, mas, me excitava também ao vê-la tão sensual. Eu não entendia direito o que me acontecia, mas mesmo um pouco contrariado, no fundo, eu sentia que estava começando a gostar de ver aquele jogo de provocações entre minha esposa e meu primo.

Eles estavam ficando cada vez mais ousados, excitados de se provocarem na minha presença, e por extensão, me provocarem também. E eu começava a ficar muito interessado naquilo. Procurei esconder minha ereção sob a bermuda, me ocupando com o churrasco, fingindo não ver o que eles faziam. Aos poucos a carne já estava sendo assada e o cheiro era muito gostoso.

Enquanto eu cuidava da carne na churrasqueira, Maraísa sentou-se na esteira e o Geni sentou numa cadeira de armar ao seu lado. Ambos já tinham consumido muita cerveja e notei que ela estava ficando levemente alterada e mais descontraída que o normal. Ela sentada no chão, já não fechava mais as pernas, o que deixava bem visível a xoxotinha marcada pela tanguinha. A visão era deliciosa, mas o Geni conferiu de pertinho.

Geni também acusava já um leve sinal de embriaguez, porém não me preocupei já que ele sempre foi forte para a bebida.

Maraísa olhou para as próprias pernas e constatou:

— Nossa, eu estou branca demais.

Geni concordou:

— Está mesmo, prima, também quase não sai de casa.

Ela riu:

— Se isso é a cor da minha perna, imagina o meu bumbum?

— Não sei, vira para eu ver. - Pediu o Geni com olhar safado.

Maraísa ficou de pé na frente dele e se virou ao mesmo tempo em que tentava ver seu próprio bumbum. Geni complementou:

— Está transparente, então, aproveita o sol, uai.

Eu estava percebendo o jogo daquele maldito. De fato, Maraísa estava realmente muito branca nas coxas e no bumbum, já que, nas raras ocasiões em que saímos, ela nunca usava biquíni. Maraísa falou:

— Eu até trouxe um bronzeador, mas não sei. Pode amor?

Maraísa então, veio para o meu lado, eu disse:

— Bem, o sol não está muito quente?

— Eu aguento. – Disse ela, dando uma conferida no volume formado na frente da minha bermuda.

Eu respondi:

— Então, você quem sabe, querida.

Maraísa correu empolgada para buscar o bronzeador na bolsa.

Geni ali sentado na cadeira, bebia feliz da vida. Eu já estava virando as carnes dos espeto, algumas quase prontas para a gente começar a comer. Havia um clima mais descontraído entre nós. Claro que a bebida ajudava.

Maraísa voltou de posse do bronzeador, espalhou aquele óleo na parte posterior da coxa, espalhando com a mão. Passou na barriga, nos seios, nos ombros e braços, logo toda sua pele já tinha um brilho sensual, reluzindo ao sol.

Depois, ela se deitou novamente sobre a esteira, de bunda para cima. Permaneceu assim por alguns vários minutos enquanto Geni e eu bebíamos e falávamos sobre aquele momento tão descontraído e gostoso. Maraísa de quando em vez, se virava na esteira, e com a viseira na cabeça e uma camiseta cobrindo o rosto do sol, participava da conversa. Ela havia definitivamente se acostumado com o biquíni e eu também estava admirado. Ela falou:

— Puxa, Geni, tenho que agradecer muito o seu presente. Desde o meu tempo de solteira eu não usava mais biquíni. Estou super feliz. E pelo visto o meu marido ciumento também aprovou.

Eu tive que concordar.

— De fato, eu tinha saudade de ver você assim tão sexy. Nessa eu entrego os pontos. E é ponto para o Geni.

Geni, já meio alegre pela cerveja, e cheio de confiança, falou:

— Ter uma mulher gostosa dessa e não compartilhar a beleza dela com os outros é egoísmo feio!

Acabamos achando graça naquela conversa. Eu já estava também mais alegre e descontraído.

Sentindo o corpo suficientemente quente, Maraísa conferiu que estava pegando uma cor, afastou um pouco a tanguinha e olhou a marca que se formava deixada pelo biquíni, contrastando com o vermelho de sua pele que começava a tostar. Satisfeita, rolou na esteira, deitando-se novamente de bruços, revelando seu bumbum com o pequeno biquíni cortina enterrado no meio das nádegas. Geni nem sequer disfarçava o olhar.

Mas, a safada estava já de caso pensado para provocar.

— Quem pode me passar bronzeador? - indagou Maraísa.

Eu me prontifiquei, mas, ela rejeitou:

— Ah, Lúdio, sua mão tá cheirando alho e cebola dessa carne, e engordurada.

Sentindo a oportunidade o Geni se ofereceu:

— Pode deixar. Eu passo em você, prima.

Pegou o óleo de sua mão e abriu a tampa. Meu coração disparou, era palpitação de nervosismo. Ele se ajoelhou ao lado dela, ela afastou o cabelo das suas costas. Geni derramou uma boa quantidade bem na região da coluna naquele sulco que se formava bem no meio das omoplatas, seguindo uma linha até onde as costas terminam no bumbum. Colocou sua mão forte e escura nas costas de minha esposa, e começou a esparramar o óleo em movimentos circulares e firmes. O corpo de Maraísa ia sendo lambuzado, reluzindo com a luz do sol. Ela mantinha uma expressão relaxada, como se curtisse cada toque. Geni repetiu o mesmo ritual espalhando bronzeador sobre a parte de trás das coxas, massageando com movimentos lentos e firmes, subia da panturrilha até a coxa, ia mais acima, até próximo à maçã da bunda, demorando-se ali, alisando. Seus dedos se esbarravam nas curvas da bunda de Maraísa, mas não ousava tocá-la em cheio. Eu observava enquanto cuidava das carnes. Não sabia porque, mas ver aquilo me deixava bem excitado, pensando na excitação que ele estava sentindo, e também na dela, provocando o primo.

— Tá bom prima? - perguntou Geni.

— Tá sim, obrigada. Bem no bumbum você pode só jogar o óleo que eu mesma espalho. Respondeu.

Geni fez o que foi pedido, porém, propositalmente derramou uma quantidade excessiva de óleo na bunda de Maraísa. Ela desajeitadamente e inutilmente tentava espalhar o produto, lambuzando toda sua bunda, que brilhava mais do que o resto do corpo, emplastada de óleo. Se desculpando, Geni “tentava ajudar”, raspando o excesso de óleo com a palma da mão, espalhando, levando-o até a coxa. Maraísa não reclamou, deixando que ele acariciasse as suas nádegas por mais de um minuto. Quando estava terminando, ele colocou em cheio a mão sobre a bunda de Maraísa e deu um tapa. Ela não teve tempo nem de permitir ou de censurar.

Eu observava aquilo e fiquei com uma ereção nunca sentida antes. Não tinha controle e de fato havia ficado com muito tesão ao perceber que tanto o meu primo como minha esposa estavam gostando daquelas intimidades, na minha frente. Eles testavam a minha capacidade de suportar. Eu estava de pé ao lado da churrasqueira. A minha ereção era perceptível até mesmo com a bermuda que eu usava. Quando vi, o Geni e a Maraísa olhavam curiosos em minha direção e se entreolharam em silêncio.

Ao notar que eles repararam no meu estado de excitação, me afastei da churrasqueira e constrangido fui para dentro da água.

Maraísa permaneceu estirada na esteira, de bunda para cima, se bronzeando ao sol. Ela já não tinha mais vergonha ou timidez. Geni se levantou, chegou na churrasqueira, olhou a carne assando, pegou mais uma cerveja, e voltou a se sentar ao lado dela.

A vermelhidão da pele de Maraísa começou a mudar e atingir uma tonalidade amorenada. De quando em vez ela conferia a marca formada puxando a tira lateral dos quadris. E assim as horas foram passando. Comemos, bebemos, conversamos. Conforme a cerveja fez efeito, ficamos mais descontraídos e o papo fluía mais naturalmente.

Geni procurando me testar, falou:

— Viu, primo, deixar a sua esposa exibir a sua beleza não arranca pedaço! Aposto que você gostou de ver a Maraísa toda gostosa nesse biquíni.

Eu não podia negar, mas arranjei um jeito de me explicar:

— Eu gostei. Aqui entre nós, não vejo problema algum. Eu não tenho nada contra. Apenas evito que em público a Maraísa possa sofrer assédios de outras pessoas.

Maraísa contestou:

— Um pouco de assédio é bom também. Faz a autoestima da gente ficar no alto.

Geni estava sem censura:

— Também, um avião desses. Tem mais é que assediar. Você devia só dar roupas sexy para ela usar. Exibir essa gostosura o tempo todo. Você ia ser o maior beneficiado.

Eu aproveitei para dar uma elogiada:

— Mas a Maraísa, qualquer roupa que ela usa fica sexy. Nisso eu posso garantir.

Maraísa riu e aproveitou:

— Então, se posso, eu que vou escolher roupa com o Geni, e você não tem mais motivo para reclamar.

Ele não perdeu a vez:

— Pode deixar primo, vou fazer sua mulher ficar uma gata, muito gostosa, deixar todo mundo de pau duro.

Estávamos meio bêbados e demos risada daquelas provocações.

Geni aproveitou a onda e foi mais fundo. Mostrou o volume na sua sunga:

— Aí, olha só, fico assim, sempre arretado!

Maraísa deu risada:

— Hahaha, nossa! Primo, você também é descarado! Provocando a mulher do seu primo!

Eu cobrei dela uma explicação:

— Como é isso?

Ela respondeu rindo, indicando que estava bem alegre da cerveja:

— Ah, é que eu fiquei na seca muito tempo. Culpa sua. E ele com esse circo armado na minha frente!

Eu olhava aquilo sem saber o que dizer, se censurava ou se fingia que não era nada. O Geni, sempre safado:

— Aí, primo, eu já disse. Não pode deixar essa delícia sem dar um trato. Mas se precisar é só me chamar.

Ele caiu na gargalhada, e a Maraísa riu junto. Eu falei:

— Queria, né, malandro? Sai pra lá safado. Quer tomar a mulher do primo? Ser corno não é o que eu pretendo. Seu fura olho!

Parecia que era um papo de zoação mas estavam ali todas as verdades. Nós rimos e ele falou:

— Não, tomar não! Não quero tomar mulher de ninguém. Só estou tentando ajudar. Se precisar estou aí viu prima?

Novamente ele riu, e Maraísa disse:

— Quer fazer meu marido de corno é?

Ouvir aquilo me arrepiou. Já era demais. Tratei de ser mais ríspido e cortei:

— Sei, para com esse papo, que não tem graça não.

Maraísa interveio:

— Calma, amor, é brincadeira. Não estressa.

Ficamos um tempo em silêncio e o Geni foi tomar outro banho. Com ele mais distante eu cobrei a Maraísa:

— Que papo mais estranho, amor. Quer me deixar tenso?

Maraísa, sem se afetar disse com muita calma:

— Amor, relaxa. Já falamos sobre isso. É brincadeira. Mas você estava querendo ser corno, me deixando no vazio tanto tempo.

Nem respondi. A conversa era delicada e eu não queria desandar naquele dia.

Depois disso não teve mais brincadeiras. A tarde passou, e já eram pouco mais de 16h00. Resolvemos que era hora de ir embora. Demos um último mergulho, ficamos na água um pouco, mas estava fria, e saímos.

Pouco depois, enquanto guardávamos as coisas, o Geni mostrou-se repentinamente mais bêbado do que eu esperava. Eu estava arrumando as coisas do churrasco, e ele ficou zonzo e se sentou na cadeira dizendo que estava com dificuldade de me mexer. Que tudo girava em volta. Aquilo me surpreendeu, já que ele sempre foi forte para suportar bebida. Mostrava dificuldade até mesmo para carregar as coisas na picape.

Geni cambaleou, acabou de juntar sua roupa e se sentou de novo. Com isso, sobrou tudo para eu guardar na picape. Maraísa começou a se vestir, colocou a camiseta, mas logo retirou.

— O que foi Maraísa? Perguntei.

— Este biquíni, solta tinta, e eu não trouxe outra roupa, vou ter que ir só com ele.

— Tem certeza, Maraísa?

— Sim, não tem problema, eu vou no seu colo.

Foi quando caiu a minha ficha:

— Não, Maraísa não vai no meu colo. O Geni está bêbado demais para dirigir.

Eu não sabia se ele estava mesmo bêbado, ou se fingia de bêbado. De qualquer forma eu não poderia arriscar. Ela respondeu:

— Eu não vou pelada, né Lúdio? Estou de biquíni, e vou enrolar a toalha.

Assim, terminamos de arrumar as coisas na picape e partimos. Lá fui eu dirigindo. Geni, bêbado, ia no banco do passageiro. Ele nem sequer se vestiu, estava apenas com a sunga branca, e colocou a roupa sobre o assento para não molhar o banco do carro. E no seu colo, sentou a Maraísa, trajando seu biquíni rosa, pequeno demais para seu corpo e suas curvas. Uma fina toalha que ela enrolou na cintura era a única barreira entre sua bunda seminua e o pênis do meu primo dentro da sunga. Aquilo era para me exasperar muito, mas eu já estava começando a tacar um foda-se, e a dar corda naquela loucura. Por incrível que pareça, eu havia notado que aquelas situações de intimidade entre o meu primo e a minha esposa, me deixavam num estado de grande excitação. E eles também tinham percebido aquilo Mesmo sem entender direito o que se passava, resolvi deixar e seguir.

Maraísa ia sentada ao colo, levemente inclinada para frente, o corpo curvado, as duas mãos apoiadas no painel para manter o equilíbrio. A estrada de terra era cheia de buracos e solavancos, a picape sacolejava, e o corpo dela pulava no colo de Geni a cada buraco, obrigando que eles se agarrassem. Ele encoxava sem pudor. Os seios da Maraísa, tremiam no biquíni pequenino, acompanhando o trepidar da picape. Às vezes um bico saía do sutiã e ela arrumava de volta. Não havia dúvida de que o Geni, sob aquela toalha, mantinha uma ereção firme, e eu não sabia que minha esposa podia senti-la. Mas ela seguia tranquila, não esboçando qualquer gesto ou questionamento. Eu achei que ela estava gostando. A cada curva Maraísa vacilava, ameaçava cair do colo. O Geni para impedir a agarrou mais firme pela cintura e exclamou:

— Cuidado prima, assim você cai.

Ela apenas dizia:

— Segura! Me ajuda!

E assim foi pelo caminho, ele agarrado na cintura da minha esposa que parecia até confortável com aquilo, agindo como se fosse natural.

Com os movimentos, as trepidações, as mexidas, e o roçar de corpo, a toalha que Maraísa trazia em volta da cintura se abriu. Mas ela não tirou a mão do painel pois precisava se apoiar. O seu corpo todo estava exposto com o biquíni pequenino, sentada sobre o colo do meu primo. Eu não podia descuidar do volante e dos pedais, porque dirigir naquela trilha acidentada, exigia muito.

Pelo menos, vi que a toalha se mantinha sob a bunda da Maraísa, evitando o contato direto de pele com pele naquela região, e sentia certo alívio. Mas, o Geni, vendo que ela estava sem a toalha enrolada, liberado pela bebida, não se conteve, e ficou ainda mais atrevido. Começou puxando os elásticos da calcinha do biquíni da Maraísa, e soltando repentinamente, de modo que se estalavam na lateral de seu corpo. Maraísa reclamava:

— Ah, Geni! Pode parar.

Era apenas o que ela dizia, dando-lhe tapas de leve nas mãos, numa censura fingida. Depois sorriam. Não satisfeito, ele foi mais além. Aproveitando um solavanco da estrada, com ambas as mãos ele segurou a lateral da calcinha de Maraísa e puxou repentinamente para cima, com força, rindo enquanto fazia aquilo.

— Aiiii! Filho da Puta, doeu, Geni! – Ela exclamou rindo.

No clima da brincadeira, eles continuavam as provocações. Eu não falava nada, mas tinha que me esforçar para não ficar bravo. Todo biquíni dela se enterrou dentro do rego da bunda de Maraísa, e as tiras laterais subiram ficando bem acima da cintura dela. Na frente a tanguinha se arrochou desconfortavelmente na sua xoxota, deixando escapar dos lados, parte dos lábios da vagina. Maraísa se ajeitou do jeito que pode, com uma das mãos. O espaço do carro não permitia mais.

Repreendi o Geni dizendo que tinha que maneirar nas brincadeiras. E seguimos a viagem. Mas, não demorou ele voltou a provocar. A ousadia maior veio em seguida. Sutilmente ele soltou o laço da parte das costas do biquíni, sem que a Maraísa ou eu mesmo percebêssemos. Mas, logo no primeiro solavanco da estrada, os seios dela logo saltaram do biquíni que se soltou, ficando livres e balançando. No reflexo, Maraísa levou as duas mãos aos seios, se desequilibrando e quase caindo do colo do Geni. Ele a agarrou e aproveitou para pegar nos peitos. Maraísa corou aparentemente constrangida.

Naquela hora, fiquei meio puto, parei o carro e dei um soco no ombro do Geni, que provavelmente, em razão de seus músculos, não lhe causou dor alguma. Exclamei:

— Que porra Geni, já mandei parar com essas gracinhas. Vai tomar no cu cara!

Geni respondeu:

— Foi mal, só estou brincando, primo.

— Brincando nada, caralho! Assim vou perder a paciência. - Eu cortei.

Maraísa interveio:

— Não precisa ficar violento Lúdio, é brincadeira sim, isso é jeito de tratar seu primo? Ele está bêbado. Releva!

Eu respondi:

— Tudo bem. Pronto, já passou.

Maraísa se virou para o Geni e mandou que ele amarrasse o biquíni novamente.

Ele tentou, não conseguiu ou fingiu não conseguir. Ela mesma colocou as mãos para trás e amarrou, se contorcendo com certa dificuldade, e acabou deixando o biquíni frouxo. Continuamos assim, por todo o caminho. Maraísa sentada no colo de Geni, que insistia em agarrá-la pela cintura. O corpo dela continuava a pular e trepidar nos baques da estrada. Os seios dela se movimentavam ainda mais dentro do biquíni agora frouxo. De vez em quando os seios escapavam ou apenas parte do bico, ela arrumava desajeitadamente, mas logo eles escapavam de novo. Por fim ela até desistiu de prender e deixou como estava, com os seios fora do biquíni. Eu assistia excitado aquela cena. Imaginava como o sacana do Geni devia estar com o pau duro sob a bunda da minha esposa. Só de imaginar aquilo eu também ficava muito excitado.

Enfim, uma hora e meia depois, chegamos em casa. Estacionei na área dos fundos, Maraísa desceu da picape com a toalha no ombro. Os seios livres dentro da parte superior frouxa do biquíni, e a calcinha ainda enterrada na sua bunda. Ela parecia toda corada pelo bronzeamento da tarde. Era possível ver as marcas formadas pelo biquíni, já que o elástico dos quadris ficara mais elevado pelo puxão dado por Geni. Maraísa parecia se esquecer ou não ligar mais, já que não se preocupou em ajeitar nada.

Geni desceu logo atrás, fingindo um leve desequilíbrio. Ia apenas de sunga, o pênis extremamente duro elevava o tecido meio de lado, e ele não se preocupou em disfarçar. Maraísa dirigiu-se diretamente para uma ducha que havia no canto do nosso pequeno quintal, queria tirar a areia do corpo. Geni a seguiu com o pretexto de que a água fria ajudaria a curar a bebida. Eu sabia que teria que assumir sozinho a função de descarregar a picape.

Quando fui levar a caixa térmica para a varanda dos fundos, ao passar pelo quintal, vi a Maraísa que estava sob a ducha, passando a mão pelo seu corpo. O entardecer deixava a água fria, toda a pele dela se arrepiava, sendo ainda possível ver os mamilos intumescidos sob o biquíni. Geni estava ali ao lado e se aproximou dela querendo também tomar uma ducha. Ela deu espaço para ele se molhar, mas ficou ali junto. Por vezes ele se agarrava a ela, para não se desequilibrar, encoxando, ou passando as mãos no corpo. Maraísa parecia não se importar mais com aquilo.

Eu estava retirando coisas da picape e levando para a varandinha dos fundos. Ia e voltava. Quando eu passava, eles disfarçavam, Maraísa ignorava o Geni, este se afastava um pouco, porém sua ereção se mantinha e era nítida sob a sunga molhada. Notei que minha esposa não tinha mais nenhum tipo de rejeição ou censura com ele.

Logo depois, Maraísa se enrolou em uma toalha e foi para dentro de casa. Geni permaneceu sob a ducha, supostamente curando a bebedeira. Eu acabara de descarregar as coisas e subi imediatamente atrás de Maraísa. Ao chegar lá em cima, ela havia retirado o biquíni molhado e espalhava em seu corpo um creme hidratante. Completamente nua, era possível ver claramente as marquinhas que o pequeno biquíni havia deixado em seu corpo bronzeado. A pele, que agora ganhava uma tonalidade morena, reluzia lambuzada com a loção que Maraísa espalhava pelo corpo. Estava linda e deliciosa. Fiquei imediatamente ereto, tentei me aproximar, queria agarrá-la, desejava transar naquele momento. Ela disse:

— Hoje não querido, estou exausta, e ardida.

Fui para o banho frustrado e excitado. E quando saí do banheiro, a Maraísa já cochilava sob o lençol fino da nossa cama. Vesti um short e desci para a sala. Geni já havia ido para o seu quarto e deve ter apagado, pois não mais saiu

Os acontecimentos daquela tarde não me saíam da cabeça. Estava cada vez mais convencido que havia algo acontecendo entre minha esposa e o primo, e eles davam sinais como se fosse para eu entender. Eu desconfiava que a traição já se instalara sob o meu teto. Não queria criar caso, mas me sentia muito inseguro. Porém, decidi que em breve, aquilo teria um fim. Imaginei que no dia seguinte, segunda-feira, seria o momento que eu tanto adiei, de dar um flagrante, talvez com medo do resultado. Mas chegara a hora.

Dormi também direto, naquela noite. Estava esgotado.

No dia seguinte levantei cedo, Maraísa, porém não estava na cama.

Desci para a cozinha, e ela preparava torradas com manteiga e ovos mexidos, usando um baby-doll muito delicado, de malha branca rendada, bastante transparente e colado ao corpo.

Era muito sexy, e eu nem sabia que ela tinha aquela roupa. Eu dei bom dia, um beijinho, e perguntei:

— Nossa, baby-doll novo, amor?

— É sim, comprei com o Geni outro dia. Gostou?

— Caramba “Ma”, é lindo, mas acho ousado demais para usar assim com o primo aqui.

Ela deu de ombros:

— Amor, vai começar? Ontem o Geni me trouxe no colo, me segurando, brincando, pegando nos meus peitos, e você viu. Não foi nada escondido. Eu não acho que isso mudou nada entre nós. Ele continua sendo o seu primo provocador, e eu sou a sua esposa. Não entra nessa de ciúme de novo. Você já tinha entendido que eu e o Geni temos muito mais intimidade. Não é crime, nem tira pedaço. Continuo sendo a sua esposa. Em vez de você se descontrair e se soltar, fica brigando com essa sua insegurança. Para por favor. Estou com uma roupa que me faz muito bem, me dá a sensação de ser atraente. Em vez de você me aplaudir e me animar, vem censurar.

Vi que ela não ia ceder sua posição. Queria evitar briga e falei:

— Tudo bem, amor, não estresse também. Está tudo ótimo.

No fundo, ela estava demonstrando que já não tinha mais nenhum pudor em andar pela casa naqueles trajes íntimos. De fato, seus seios com as marquinhas de pele mais clara eram visíveis sob o tecido delicado, assim como o V da sua virilha com a bocetinha de pele mais clara.

Saí da cozinha para vestir um calção, pois eu estava de pijama. Quando eu voltei o Geni já havia descido e estava sentado à mesa do café, apenas com seu short de dormir, sem camiseta, enquanto tomava um café forte, aguardando as torradas que Maraísa preparava.

Enquanto eu tomava meu café, para ir trabalhar, fui informado de que naquela manhã eles não correriam. Geni disse que estava com dor de cabeça, resultado da bebedeira da tarde anterior.

Eu falei:

— Quem mandou abusar? Agora vem a conta.

Era a oportunidade que eu esperava. Me arrumei como de costume e fingir sair para o trabalho. Liguei para o escritório avisando que tive um imprevisto e que iria me atrasar. Dei umas voltas com a picape pela cidade fazendo hora, tomei outro café em uma padaria que frequento. Quase uma hora depois, voltei para casa. Já tinha planejado. Parei o carro uma quadra antes e segui a pé. Entrei destrancando silenciosamente a porta. Na sala, silêncio total, nenhum sinal de Maraísa ou de Geni. Pensei que poderiam ter decidido ir correr. Tirei os sapatos e subi silenciosamente as escadas. Olhei primeiro no quarto do Geni, e estava vazio. A cada passo meu coração disparava. Contornei o banheiro para ir ao nosso quarto, a porta estava entreaberta. Sentia o coração batendo em minha garganta, a respiração forte, buscando coragem para avançar. Enfim empurrei vagarosamente a porta, e me deparei com a cama vazia. Estava ainda toda desarrumada. Respirei aliviado. Mas, ouvi um barulho no banheiro, e saquei que o chuveiro estava ligado. Vi no quarto as roupas de Maraísa no chão. Entendi que ela estava no banho. O som do meu coração em disparada soava nos ouvidos e abafava o próprio barulho da água. Avancei. Eu temia pelo pior. Vacilei em frente da porta do banheiro, indeciso. Confesso que quase desisti. Mas, ouvi um gemido da Maraísa e tomei coragem. Segurei o trinco e girei com a cautela de quem desarma uma bomba. A porta moveu-se centímetro a centímetro, sem barulho. O movimento pareceu levar horas. De repente, a cena que me deparei deixou-me em choque:

Maraísa e Geni, ambos completamente nus, sob o chuveiro, se banhavam, dentro do box de vidro temperado. Maraísa com a mão direita usava um sabonete para ensaboar o corpo dele, e sua mão esquerda segurava e acariciava sutilmente seu pênis completamente ereto, apontado em direção ao seu umbigo. De olhos fechados, Maraísa lambia e mordia os próprios lábios, com uma expressão de satisfação de quem devorava um doce saboroso. Foi quando vi que o Geni mantinha a mão esquerda no seio direito de Maraísa, ensaboando, e apertando com volúpia. E com a mão direita ele tocava a vagina da minha esposa, estimulando-a também, o que explicava a expressão dela de prazer, e seus gemidos.

Foram apenas segundos de estupidificação. Logo explodi:

— Que porra é essa? - bradei enquanto me precipitei enfurecido, tentando entrar no box do chuveiro para atacar o casal. Geni, nu e molhado se adiantou, protegendo a Maraísa e me conteve, exclamando:

— Calma Lúdio. Calma!

Ele segurou em meus punhos e me arrastou para fora do banheiro. Maraísa assustada se trancou no banheiro, nos deixando para fora.

— Espera primo, a gente... bem, vou explicar, não perca a calma, nós só..., sei lá....

Geni, gaguejando tentava explicar o inexplicável.

— Filho da puta!

Foi só o que eu disse enquanto lhe dava um soco bem forte tentando acertar o queixo, mas ele se esquivou e pegou no peito. Ele não pareceu nem sequer sentir dor. Cerrou o punho pronto para revidar. Me preparei para defender e ergui os punhos levando ambas as mãos na frente do rosto. Mas Geni desistiu do ataque.

Enfurecido e revoltado, me virei, saí dali, desci a escada, abri a porta e deixei a casa. Andei pela calçada meio atordoado. Peguei a picape e dirigi pelas ruas sem rumo, por uma meia hora. Não sabia o que fazer. Quando a revolta deu lugar a um sentimento de tremenda angústia e frustração, eu comecei a raciocinar melhor. Não podia ficar na rua. Fui pra um hotel da beira da estrada, na saída da cidade. Liguei para o meu trabalho e informei que tive uma indisposição e precisava ir ao médico. Não trabalharia naquele dia. Resolvido isso, fiquei ali pensando em tudo. No quarto, me deitei e fiquei como um sonâbulo, pensando, pensando, milhões de ideias passavam pela minha cabeça. Muitas peças começavam a se encaixar e fazer sentido. Mas eu não tinha vontade fazer nada. Estava arrasado, e nem chorar eu conseguia. Já bem tarde da noite eu liguei para a Maraísa, mas o celular estava desligado. Liguei para o celular do Geni. Após muito chamar ele atendeu. Eu disse:

— Seu desgraçado, cadê a puta da minha mulher?

Devia ter colocado no viva-voz, pois ouvi Maraísa sussurrando para ele:

— Não, agora não, não tenho coragem de falar com ele, diga que não sabe.

Ele respondeu:

— Olha Lúdio, ela se trancou no quarto dela, depois do que aconteceu.

Xinguei ele de traíra, mau caráter, e de filho da puta, mais uma vez. Ele ouviu tudo, depois disse:

— Primo, vamos conversar?

Eu desliguei. Só então me dei conta de que fui ainda mais idiota saindo de casa e deixando a casa e a noite livre para os dois. Devia ter expulsado o safado da minha casa. Me odiei por aquele fato, e naquela noite eu não dormi mais.

Naquela manhã no motel meu telefone celular tocou bem cedo. Eram 7h30, e era a Maraísa. Atendi contrariado:

— O que é que você quer, porra? - disse rispidamente.

— Lúdio, amor, por favor, volta para casa. Vem, vamos conversar, você sabe que eu o amo.

Percebi que ela estava chorando. Eu não tinha a menor vontade de voltar para casa, mas ela insistiu:

— Vem, por favor, temos que esclarecer muitas coisas. Vamos aproveitar que o Geni saiu e vai demorar, poderemos falar sossegados.

Eu não queria ir lá, estava muito chateado e com raiva. Eu ainda a amava, o que aumentava a minha revolta, mas naquela manhã, depois do que eu presenciara na véspera, eu estava decido a terminar o nosso casamento. Só que a Maraísa estava chorando, e aquilo me deixava ainda mais revoltado. Chorar por quê se foi ela que provocou aquilo? Eu não entendia direito o que estava acontecendo.

Depois de algum tempo de ouvi-la pedir, pensando melhor, resolvi aceitar. No fundo, sabia que mais cedo ou mais tarde, teria mesmo que ter aquela conversa. Estava resolvido. Era aquilo mesmo, eu ia terminar o nosso casamento. Era aquela a minha intenção enquanto seguia no meu carro, dirigindo de volta à nossa casa ....

Continua ....

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Foto de perfil de Leon-MedradoLeon-MedradoContos: 285Seguidores: 698Seguindo: 165Mensagem Um escritor que escreve contos por prazer, para o prazer, e com prazer.

Comentários

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Cada vez mais complicada a situação.

Já tem mais uma parte, bebida ver o desfecho

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MINHA OPINIÃO SINCERA: A maioria dos comentaristas, não aceita a história como ela é. Incomoda, mexe com seus "modelos" próprios de conduta, faz com que fiquem incomodados, se rebelam com a atitude dos personagens, E NÃO PARAM PARA PENSAR E ENTENDER QUE ESSES SÃO OS PERSONAGENS, essa é a história, e esses são os fatos, e cabe ao autor, fazer a sua limonada com esses limões. E eu fico aqui tentando explicar o que nenhum quer ver, nem aceitar, a história como ela é. Ficam reclamando para que a história seja como eles gostariam. Eu podia simplesmente, esquecer esses comentários, mas eu dou retorno, explico, contradigo, para mostrar como eu vejo e como eu estou conduzindo uma história, que ainda está no começo. É cansativo isso. Poderia ignorar, mas em respeito o leitor, mesmo que discorde dele, troco mensagens. E estou cansado de repetir sempre as mesmas coisas. Lamento. Não vale a pena. Meu tempo é mais precioso do que isso.

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Asas de cera. eu aproveito os comentários para interagir com os leitores, pois é o único meio que disponho. Não queira dar uma de professor do que alguém tem que aprender. Não estou indo me explicar, percebe como sua percepção é superficial e equivocada? Se cocê quer comentar algo sobre o conto, comente, como outros fizeram e eu troquei impressões com eles. Aqui você está criticando a atitude do autor, e como ele interage com seus leitores. É provocação, ou apenas vontade de desagradar? Eu costumo responder a todos, e falo sinceramente, o que eu acho.

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A mulher do cara vai sentada na rola dura do primo, por favor fica muito chato nenhuma pessoa normal conseguiria lidar com isso desta forma, como eu disse se ele fosse um cara que tivesse esse fetiche tava tudo bem mas eu acho que o conto se perdeu não exagero

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Olha só o que você diz: "nenhuma pessoa normal conseguiria lidar com isso desta forma". Como pode afirmar isso categoricamente? É dono e senhor de todos os comportamentos? Você pode achar, o que quiser, mas não diga que não existe um tipo de atitude, pois aí você generaliza para o seu modo de pensar.

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O conto é muito bem feito, muito bem escrito eu não posso negar isso mas a minha crítica fica, para mim é muito inverossímil, o marido é um completo retardado mental, se ele fosse um liberal estivesse nessa vibe curtindo as coisas juntos eu acho que o quanto seria mais legal, mas fazer ele passar como um cara que está vendo as maiores loucuras e absurdas na frente dele e não toma nenhuma atitude acaba deixando o personagem muito sem noção , Não dá para acreditar nele, o personagem não tem credibilidade, como eu disse é um retardado mental, peço desculpas porque eu não tenho a capacidade de escrever um conto tão bem escrito como esse mas é a história que é repetitiva

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Você pode não gostar desse tipo de atitude do personagem, mas é essa atitude dele, sempre dúbia que é a essência dessa história. Aí, que você não entendeu. Se eu mudar isso, fica outra coisa. Aí as reações serão outras. Não estou discutindo se você tem que achar verossímil, estou apenas dizendo que esta é a atitude deste personagem nesta história, senão não tem história. Percebe? Por quê um personagem tem uma atitude? Porque ele foi desenhado assim. Essa foi a história que eu peguei para escrever. Lamento. Mas nada mais a fazer. Se mudar isso, vira outra história.

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10 estrelas Leon, que venha a continuação

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Sinceramente não acredito que o casal tenha maturidade para um relacionamento aberto, muito menos que Geni seja a pessoa indicada para, caso abram o relacionamento, compartilhar Maraísa com o marido.

Leon deixou claro que Lúdio veio de uma família humilde, que lutou muito para estudar e que luta muito para garantir uma vida digna para ele e para a esposa, que por sinal desistiu de conseguir uma colocação profissional. Tal esforço cobra um preço, ele teve sua libido diminuída, não transa com a esposa como no início do relacionamento. Todo casal passa por isso, faz parte da vida. Se ela se sente sexualmente frustrada, ele também, mas, como casal eles deveriam saber que tal sacrifício vem em prol de um bem maior, o projeto de vida do casal.

Lídio errou ao acolher o primo, ele já conhecia a índole do rapaz. Acredito que imaginasse que sua esposa fosse mais companheira, e não uma garota imatura que se renderia aos encantos do primo e, pior, deixando claro que sua intimidade com ele era maior que com o marido.

Neste conto a grande traição não foi a mulher transar com outro, foi ela mostrar que os projetos do casal e os esforços do marido são menores perto da presença física do primo.

Na minha leitura, como liberal que sou, nesse caso não tem perdão. Sem cumplicidade não existe relacionamento.

Um bom final seria ela morando com o primo e tendo que trabalhar dez horas por dia para sobreviver.

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Himerus, achei muito profunda a sua análise. Mas não procede. Pela suas duas primeiras linhas, eu já acho que você leu outra história. Mas se você acredita nisso então eu respeito. Como liberal que é, e eu também sou, posso lhe dizer que o conto original foi interrompido, então, eu, autor, como um deus, posso dar o rumo que for, e fazer a história ter perdão, revolta, vingança e mais o que desejar. Sinceramente, a sua última linha me leva a acreditar que existe um traço de revolta no seu âmago, por alguma coisa que deve ter marcado violentamente o seu passado. Ou não? Não alimente esse sentimento. Eu sempre faço minhas histórias caminharem para a evolução dos personagens, uma transformação positiva de seus caráteres, e muitos interpretam como traços de submissão ou de passividade. Mas não é. O mundo liberal que eu sempre gostei de alimentar, é o da aceitação do outro, da compreensão dos erros, da oportunidade das pessoas se redimirem, e principalmente, que cada um viva como gosta, desde que não prejudique outro. Vamos lá, falta ainda um pouco para fechar esses vereditos.

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Leon, você vive no mundo liberal, sabe que relacionamentos liberais só prosperam quando existe confiança e objetivos comuns. Seus personagens não são liberais, vivem uma relação monogâmica com as dificuldades intrínsecas a ela. Como escrevi, o marido trabalha muito para o casal. Acho de uma imaturidade tremenda a esposa ler tal esforço como "desprezo" ou "abandono". Como você escreveu: "O mundo liberal (...) cada um viva como gosta, desde que não prejudique o outro", não é o caso da história, a esposa não valoriza o esforço do marido e, junto com o primo, fez o possível para manipular seus sentimentos. Definitivamente não é o mundo liberal que eu vivo e amo. Quanto a existir um "traço de revolta no seu(meu) âmago, por alguma coisa que deve ter marcado violentamente o seu(meu) passado", sinceramente, você é um escritor muito sofisticado para uma análise rasteira como essa...

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Himerus, você pode estar certo no seu modo de ver. MAS NÃO FEZ A LIÇÃO DE CASA AO LER O MEU CONTO. Você se esquece que: 1 - Eu peguei essa história assim. Os fatos narrados já estavam lá. Considero que o original é para mim a verdade dos fatos. Então, tenho que lidar com isso. minha história utiliza essa base. E não mudo por princípio. 2. Eu não escrevo para criar um manual de como se deve ser e agir no mundo liberal. Escrevo histórias que tem erros, manipulações, traições, ingenuidades, etc... e isso é a realidade. Mas você me cobra um modelo de conduta, onde todos os personagens seja perfeitos, ou no mínimo corretos. Não é assim. Entenda de uma vez por todas e "aceite" que a minha história é essa, e não a que deveria ser. 3. Eu aceito que você faça críticas aos comportamentos e atitudes dos personagens, é natural, mas se você tentar "encaixar" o seu "modelo" de conduta liberal na minha história, eu não faço maias a minha história. Veja a sua frase: "Definitivamente não é o mundo liberal que eu vivo e amo." - Desculpe a sinceridade, mas o mundo liberal que você vive e ama, é o seu, não é o caso desta história. Reparo que você, e alguns leitores se revoltam porque as condutas não são como desejariam. Eu repito, não estou aqui para criar um manual de vida libera, não estou aqui para inventar o que eu não acho que caiba nesse "enredo" pois senão, não seria essa história. Também, não quero personagens "corretos" e certinhos, quero personagens contraditórios, confusos, que erram. Então, finalizando, como autor, eu fico profundamente incomodado quando vejo que o leitor, mesmo respeitando o autor, não aceitam a história como ela é, mesmo que contrarie sua preferência do que deveria ser. Francamente: Eu acho que o "tom" e a "base" de abordagem das questões, está errada à priori. Mas talvez eu não consiga me fazer entender. A história apenas 4 episódios publicados. Os três primeiros já existiam no original. É a partir do quarto que eu como autor assumo o controle de tudo. Será que não dá para vocês esperarem para ver como é que o autor vai conduzir essa trama? E finalizando: Vingança, punição castigo, pagar pelo que fez, não é uma coisa que eu tenha como prioridade. Não sou um autor que procure "colocar uma moral e uma justiça" conforme os modelos "cristãos" da maioria das novelas. Para mim, o mundo é todo equivocado, errado, cheio de visões deturpadas e ações mais equivocadas ainda. A vida é a luta por acertar no meio dos erros. Me deixe escrever, e tenha a paciência para aceitar o que eu crio. Não sofra antes de hora. Obrigado.

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Leon, quando escrevo um comentário não espero que o autor mude seu roteiro por conta do que pontuei, simplesmente expresso minha leitura da história. Nos poucos contos que escrevi gostei muito dos comentários, percebi que o leitor muitas vezes percebe o texto de uma maneira que eu não imaginei, a tal "obra aberta". Em nenhum momento tive a intenção de impor um desfecho para a história, muito pelo contrário, é delicioso não saber o rumo que a história vai tomar. Quanto ao agradecimento, fico até sem graça. Nós, leitores, é que temos de agradecer, afinal você usa seu tempo gratuitamente para produzir entretenimento de ótima qualidade e gratuito. Muito obrigado por cada conto com o que você nos brindou. Sucesso!

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Concordo plenamente com vc. O marido confiava nela, por isso aceitou o primo. Ela mostrou ser muito imatura mesmo, deixar-se iludir por uma conversa mole de um cafajeste qualquer e trocar um amor verdadeiro, por uma aventura. Espero também que a separação ocorra e ele dê a volta por cima. E ela tenha que trabalhar pra sustentar o primo. Mas também acho que se isso acontecer, o primo vai prostitui-la pra ganhar dinheiro. Esperando o próximo capítulo dessa saga. Parabéns.

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Nossa, quanto ódio nesse coração. Esses não são os meus personagens, jamais, o Primo é um sujeito legal, e vai ajudar o casal. Eu acho. Diferente de como você vê. A sua história não combina com a minha.

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R@faela, traição acontece de muitas formas todos os dias e a sociedade já normatizou isso. O candidato promete na campanha uma coisa, não cumpre, faz o contrário, é traição, e o povo vai lá e vota nele. Portanto, não sou eu que acho normal a traição. Ela está em tudo, todos os dias. Vocês é que não entendem assim. Eu não quero que concordem comigo, eu estou trocando ideia, e dou a minha, não precisa concordar. O que eu posso é discordar de quem coloca opinião. Isso sim.

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A R2faela não entende a sutileza da palavra DEUS para o autor. O AUTOR É O DEUS PARA A SUA HISTÓRIA. No caso, eu sou o DEUS da minha história, e estou pouco me lixando se você tem esse ÓDIO DESEPERADO contra a traição, e não é capaz de perceber que é traída, enganada e manipulada todos os dias! Você se veste conforme dita a moda, e quem decide a moda, manipula a massa para que siga a sua moda, e três meses depois eles mudam a moda, "traem" os seus seguidores e trocam toda a coleção. E você segue sem perceber que está sendo traída e enganada, manipulada pelo marketing. As religiões são as grandes manipuladoras da humanidade, e por elas, muito se mata, trai e destrói. Francamente, pega a sua visão monocromática sobre a realidade e joga um banho de luz sobre ela. Abre essa cabeça., sai dessa prisão.

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Amigo.deverdade: O que você espera, pode não ser o que aconteça. A gente espera muita coisa da vida, ela acaba sendo diferente. Eu, com toda a sinceridade, e sem ofensa, quero fazer A MINHA HISTÓRIA, e estou cagando para o que alguém espera e acha. Parem com isso. Isso não ajuda em nada. Apenas externa o sofrimento de vocês por uma coisa que não está sendo como gostariam. E eu digo: Problema vosso! Com todo o respeito.

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É claro que a história é sua, e somente vc conhece os caminhas que que estão por vir, mas como foi dito várias vezes é um texto bem trabalhado e provoca diversas reações e isso é bom. Por isso apesar de nossa torcida por esse ou aquele, ficamos ansiosos esperando sempre o próximo capítulo...

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Nosso, tá na cara que essa história não é verídica, pois, como pode o primo ter mais intimidade como a esposa que o marido, não acredito que existam homens assim! Um homem desses, nem mulher merece ter!

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Pois veja você, como a vida é traiçoeira, e nos mostra que existem pessoas de tipo, com esses comportamentos, e até mais surpreendentes. Posso lhe afirmar que já vi de tudo nessa vida de liberal safado. Mas você vai ter oportunidade ainda de verificar que a arte imita a vida, e certamente saberá de casos semelhantes ao longo da sua vida. Aguarde.

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A história está muito boa, parabéns ansioso pelo próximo capítulo.

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Caraca Leon este conto foi o melhor,Theo besta amigo, agora ele deu muita liberdade aos dois, deveria te-lo expulsado,mas agora a dúvida ele perdoa e aceita ou separa mesmo amando a esposa

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Bianca12@, confesso que ainda não sei... as possibilidades são várias. Acho que vou escolher aquela que vai contrariar a maioria dos preconceituosos, machistas e monogâmicos, puritanos e moralistas, pensando em fazer uma reconciliação de todos e terminar o conto num ménage bestial. Para alegria da Maraísa. Sabe que eu protejo todas as mulheres, especialmente as safadas! Hahaha

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Foi Deus que mandou: Perdoar! "Perdoe meu filho, que eu já perdoei coisas muito piores. A maioria dos Cristão católicos me pedem perdão todos os dias, e me traem em seguida, diariamente. E eu volto a perdoar. Então, aprenda com o seu Pai do Céu, os traidores também merecem perdão!

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Fundamentalistas sempre preferiram o ódio. A sociedade mais machista e de segregação da mulher. Isso nada tem a ver com Deus. O filho dele Jesus, foi defender a mulher que estava sendo apedrejada. Não confunda alhos com bugalhos. A pior traião não é a sexual ou matrimonial. A pior traição é o que os homens fazem com as tábuas da lei. 10 mandamentos inúteis.

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Todos cobiçam. Ninguém liga para os mandamentos, e muito menos para o próximo. E eu não estou aqui para fazer justiça, meu negócio é complicar. Como dizia o Chacrinha. Estou aqui para provocar e confundir, To nem aí para o que é justo ou certo.

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Ninguém se esconde não. Você que pensa isso. Aqui a coisa é totalmente assumida, resolvida e às claras. Vocês agora ficam com essas cobranças sobre o autor. O autor é Deus, e um monte de outras coisas. Assino, vilão, bonzinho, etc... Desencana

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Eu particularmente adoro contos sobre traição, cuckold e etc. No próximo capítulo, iremos ver toda a genialidade do Leon (Excelente autor). Pq é nessa parte 3 que o conto original parou.Adoraria ver seus contos transformados em filme ou melhor, em uma série. Seria demais.

Com relação aos leitores que acham que tem o direito de impor como a história deve acontecer, ignore-os. você faz um trabalho incrível aqui no site, se você vendesse 100% de todas as suas histórias, eu as compraria na hora, assim como já comprei tantas outras vezes.Enfim, continue escrevendo contos de infidelidade, cuckold, relacionamento liberal e etc. eu e tantas outras pessoas adoramos.

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Wil Safado. Eu vou explicar o que eu acho. Eu acredito que existe no site, um grupo de leitores que confundem o direito democrático de fazer comentário, com espaço para manifestar seu julgamento de uma atitude ou postura de algum personagem, que desagrade àquele leitor. No impulso da reação, o leitor vem e despeja o que ele acha que deveria ser, na moral, ou o que diz que será que vai acontecer. Não percebe que com essa atitude, cerceia a capacidade criativa do autor para dar voltas e reviravoltas na história. Muitos já fazem julgamentos apressados. E quando o autor vem responder, no seu direito democrático de contradizer ou de concordar, e critica aquele comentário, o leitor fica ofendidinho, todo mimizento, achando que é muito essencial aquela sua opinião apressada e muito preconceituosa. Eu confesso que prefiro que não comente. Recomendo que o leitor Leia, gostou, muito bem, não gostou, passa para outro. Se vier escrever opinião aqui, e colocar baboseira, mesmo que seja muito bem escrita, saiba que vai receber devolutiva. E não se ofenda., Aguente o rojão.

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Você está certo, cara. Eu sou um grande fã seu. A grande maioria dos contos que leio, são sempre nessas temática que você aborda. Continue com o excelente trabalho.

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É Phóda, vc faz com a maior dedicação,e vem os sabe tudo e põe tudo a perder.

Leon, obrigado por voltar escrever uma obra inacabada, tem muitas obras assim aqui no CDC, espero que vc a termine, para que possamos contemplar está obra em sua totalidade.

Falar que vc é um gênio como autor, é chover no molhado.

Parabéns meu amigo, e estamos juntos.

Qualquer coisa, disponibilize ela para venda, pois a comprarei com a maior satisfação!

Abração!

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Sabe, eu publico contos como Passa-Tempo. Trabalho romances e textos muito sérios, dramas, séries, e para descansar a cabeça, brinco de fazer histórias de outros. Mas, sinceramente, parece que parte dos leitores estão aqui para detonar o site, os autores e as histórias. Dá um puta desânimo. Não quero publicar no SCRIV, se quisesse já teria feito. Não estou em busca de monetização. Eu luto para preservar este site que é um dos pioneiros de contos eróticos gratuitos. Mas tá complicado.

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Na vida eu aprendi que, se não me faz bem, eu descarto, se eu recebo uma mensagem no whatsapp que me faz mal, eu apago, pra não voltar a ler!

Leon, apague aquilo que não te faz bem, se alguém escreveu algo que vc não gostou, apague.

É difícil, mas as vezes é nescessário!

Infelizmente não temos o controle sobre a outra pessoa, o que ela vai falar ou fazer, mas temos a escolha de conviver com ela ou não.

Eu encontrei aqui um lugar para arejar a cabeça,distrair, brincar (com o Militar quem comenta primeiro nos contos da Nanda), viver um pouco, eu trabalho com gestão, cuido de mais de 150 cidades, mais de 200 Empresas, precisamos relaxar um pouco!

Eu vejo o Mark, no começo ele interagia muito nos comentários com os leitores, hj em dia é raro, ele comenta mais nos contos de outros autores, por causa das ofensas que ele e a Nanda sofreram, e não tiro a razão deles.

Estes dias ele tentou ajudar um novo autor, tomou uma porrada sem merecer.

Isso acaba distanciando os autores.

Já falei, estou aqui á 1 ano e 4 meses, apreciando excelentes contos, detalhe pequeno, eu não sou fã de leitura, e aqui consegui desenvolver este lado, mas grandes autores já nos deixaram.

Mas vida que segue.

TMJ 👊🏼

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Que é isso, Leonzinho!? Três em seguida! Isso a gente só fazia na nossa juventude.

🤣

Parabéns!

Ótima história.

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Obrigado. Tentando me distrair um pouco. Bom ver você por aqui.

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Mark, bom dia. Vou usar este espaço pra te fazer um pedido... mandei pix (conforme vc mesmo orientou em um de seus últimos contos publicado aqui) para adquirir o seu e-book. Mandei tb o comprovante no e-mail que vc disponibilizou, mas ainda não recebi o e-mail com o e-book. Agradeço se vc conseguir mandar.

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Fala meu irmão, vc e a Nanda estão muito sumidos!

Demora não pra voltar a escrever, pois aqui é sua casa!

Lembranças a Nanda!

Abração

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Eu precisava desanuviar no FDS e peguei esse conto abandonado que um leitor me indicou. Agora falta uma parte. Mas sinceramente, dá vontade de parar de novo! Os leitores moralistas e falsos puritanos deste site parecem que torcem para broxar o tesão dos autores. PQP!!!

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Desencana disso, cara.

A história está muito boa e dá a possibilidade de guinada para os dois lados (perdão e liberalidade do casal, ou divórcio), ou até mesmo uma vingança por parte do protagonista.

De qualquer forma, as cartas estão lançadas e só cabe a você nos presentear com o desfecho.

Você bem que podia animar e lançar ainda hoje, não é?

Vou ser bem sincero, esse primo talarico aí merecia uns belos tabefes. Ele foi muito filho da puta. Já a punição para a esposa... A essa pode ser tão gostosa de se fazer que nem me atrevo a sugestionar.

Manda bala, cara. Está bom demais!

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Meu nobre colega Autor MARK da Nanda - Como é para o bem de todos, e para o futuro promissor do nosso corninho protagonista, e atendendo os pedidos de tão querido autor, digo ao povo que vou mobilizar nossas forças expedicionárias eróticas, para realizar essa nobre missão de resgate do chifre e lavagem da honra. Tenho dito.

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🤣🤣🤣

Forças expedicionárias eróticas ficou ótimo: Tudo o que não combina numa única expressão.

Espetacular!

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São forças que atuam em momentos cruciais da história quando a trajetória do protagonista está correndo risco que exigem a atuação especial desses contingentes para o SALVADOR RESGATE DO CORNINHO EM RISCO.

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Agora, parece que está ficando claro porque muitos autores, como este autor de 2016, abandonou a sua história sem terminar. E eu me pergunto: Por que eu haveria de terminar se a maioria dos leitores já fez o seu juízo da história? Vou dedicar meu tempo aos meus romances e não ficar aqui dando pérola aos coitos interrompidos.

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Bem faz tu, talvez pagando as pessoas possam ter a liberdade de comentar sem ter a obrigação de confete.

Abraço e boa sorte.

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Não adianta e gente explicar, desenhar, esclarecer. Quando a capacidade cognitiva fica embotada pela ideia fixa de ser o dono da verdade, não adianta e gente tentar esclarecer. Confete é o fiofó da progenitora dos juízes da moral dos contos de corno. PQP! Vade retro.

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Vou replicar aqui meu comentário de baixo, que tu não leu ou a raiva não te permitiu:

"Se queres apenas confete nas tuas histórias, recomendo que ou apague as histórias e lucre com elas, ou apague meu comentário.

Fui respeitoso, elogiei tua escrita e ainda deixei claro que aguardo tua continuidade em outras histórias que aprecio muito.

Deixe um pouco o ego de lado, receba críticas e comentários respeitosos mesmo que não sejam os que não tu gostaria de ler."

Também encerro meus comentários aqui porque meu intuito nem é ficar discutindo, só acho que se a pessoa não pode ao menos comentar algo respeitosamente, então que o criador do site retire os comentários e deixe todos se iludirem.

Fui em definitivo

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Caro Leon, sou um simples leitor e faço poucos comentários aqui no site, mas nesses poucos evito ao máximo fazer julgamento. A obra é do autor e dele é a palavra final. Mas acabo sofrendo, como muitos outros por causa dos demais que não sabem se controlar no seu “quadrado”.

Ao ver seu comentário, peço que não se deixe levar e tente terminar suas estórias. Já perdemos demais aqui! Já não tenho conta dos contos que foram deixados de lado não só pelo motivo que vc listou como por ofensa ao autores!!🙏🙏🙏

Desejo seu sucesso sempre!!

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De uns tempos para cá, ficou impossível escrever sem cair um monte de juiz da moral e dos bons costumes em cima das histórias. Parece que essa cruzada moralista está se espalhando como um vírus e detona o site e os bons autores estão debandando. É o que eu vejo e sinto. Mas eu não entendo por que eles vivem lendo conto de traição. Sinceramente.

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Publica teus contos no Scriv ou na Amazon (comprei teus livros: Muito Safados e Antologia do Prazer). Aqueles que gostam de ter o prazer de ler teus contos irão adquiri-los, com certeza. Aliás estou no aguardo do livro MEMÓRIA DA LOUCURA - ENTRE A PAIXÃO E A TRAIÇÃO. Um grande abraço.

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Caramba como sempre vc e o máximo cara seus contos são ótimos parabéns

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Leon amigo eu não vou dar minha opinião, mais que conto amigo parabéns

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A velha fórmula: o traído que acaba "gostando" da situação e se declarando como um "liberal.

Leon é um escritor brilhante e muito provavelmente adotará um tom conciliatório e realmente cúmplice, mas na minha opinião a árvore que apodrece não pode dar bons frutos.

Boa leitura aos que irão continuar, parabéns ao escritor e aguardando ansiosamente pela continuidade de alguns contos que estão parados.

Grande abraço

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Você é aquele outro, como outros, que sabe o final da história antes dela terminar? Vejamos a sua citação: "na minha opinião, a árvore que apodrece não pode dar bons frutos". O que significa essa frase de efeito, puramente retórica de uma pessoa que acha que a sua verdade prevalece sobre a dos outros. Para que isso em um comentário? Estabelecer à priori um julgamento, de algo que ainda está por vir? Vou lhe dizer uma coisa muito sincera. Boa parte dos meus contos estão incompletos, por culpa desse tipo de julgamento apressado, citando "fórmulas" como "velha" e tirando do autor o prazer de se dedicar a criar algo diferente. Sabe porquê? Porque vocês não estão aqui para ler e apreciar o que o autor escreve, estão aqui para projetar as suas próprias angústias, anseios de traumas, nos contos e histórias dos outros. A história dos outros não interessa, interessa aquela que vocês querem ler. Aí, como isso não é uma crítica, mas uma tentativa de manipular o autor, e forçar para que ele conduza história no sentido que desejam, acontece que quebram o tesão de escrever, e eu simplesmente, paro de publicar. Termino as minhas histórias, mas não publico, pois acho que leitores e críticos desse tipo, não merecem o prêmio final. No começo da minha trama já caem matando cheios de julgamento. Dizer que eu escrevo assim ou assado, não ajuda. Tenho obrigação de escrever direito, e tentar fazer cada vez melhor. Mas esse tipo de colocação, broxa. Pronto, aí tem o resultado. O autor para de publicar. E acham que a culpa é do autor? Sinceramente. Não se enxergam!

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Meu amigo vc e o timo não de importância a comentário dessa magnitude vc e melhor milhões de vez do que isso te achei um escrito diferenciado parabéns.

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Se queres apenas confete nas tuas histórias, recomendo que ou apague as histórias e lucre com elas, ou apague meu comentário.

Fui respeitoso, elogiei tua escrita e ainda deixei claro que aguardo tua continuidade em outras histórias que aprecio muito.

Deixe um pouco o ego de lado, receba críticas e comentários respeitosos mesmo que não sejam os que não tu gostaria de ler.

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Não quero confete. Eu não quero que julguem o que o conto vai fazer antes dele ser feito. Não estou aqui em busca de elogio, não estou aqui em busca de afago a ego. Quem gosta disso são os que precisam disso para serem alguma coisa. E NÃO DESVIE DO ASSUNTO: SEU COMENTÁRIO MUITO BEM ESCRITO, NÃO PASSA DE UM JULGAMENTO MORALISTA EM CIMA DO QUE VOCÊ JULGA QUE VAI ACONTECER. E o conto nem começou. Para de ser mimizentO. Acorde. Faça uma crítica decente. Se gosta, então capriche, vai na estrutura da história, vai na construção dos personagens, vai na qualidade narrativa, vai na possibilidade que a trama oferece de ter uma virada! NÃO VENHA CAGAR REGRA. Eu só apago comentário ofensivo ou preconceituoso. O resto eu respondo, mesmo que tenha que ser duro na crítica.

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É claro que fiz um pré julgamento. Não tenho vergonha nenhuma de dizer isso. Se estou errado? Azar o meu que perco uma boa história. Ainda assim parabenizei e desejei boa leitura aos que permanecem. Onde isso é errado? Onde é ser mimizento? É apenas questão de preferência e poder exercer o meu direito de falar o que penso a respeito.

Aliás, definitivamente temos uma ideia diferente de "ser mimizento"

E não fiz uma crítica, fiz um comentário, tanto é que falei acima "aceite críticas e comentários". Já te vi fazendo várias críticas e comentários livremente pelo site, apenas tu podes fazer?

Mas como eu disse anteriormente, não prolongarei mais essa discussão que sequer era meu objetivo. Expus com clareza e respeito o que penso a respeito disso e podes jogar na lata de lixo da tua consciência e seguir.

Grande abraço

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Faça desse jeito e aguente o tranco.

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Posso ficar aqui até o momento dos comentários serem excluídos, não estou me retirando por "não aguentar o tranco".

Só pensei que seria tirar o foco da tua história. Mas fica a teu critério

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Leon. Vou te contar um segredinho que infelizmente você desconhece. TODO LEITOR PROJETA SEU SENTIMENTO NOS CONTOS QUE LÊ. Incrível como alguém vivido como você reclama disto. É um elemento vital da literatura mundial esta projeção.

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Independente de eu gostar ou não do tema ou de um possível final cuckold, quero dar parabéns ao autor pela obra muito bem escrita.

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Parabéns Leon, conto envolvente, vamos aguardar e ver o que o Lídio irá fazer

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