Romance da Lua ūüĆúCap√≠tulo 1ūüĆõ

Um conto erótico de Arthur Amorim
Categoria: Gay
Contém 2698 palavras
Data: 02/10/2023 18:49:38
√öltima revis√£o: 02/10/2023 19:48:54

O Sol e a Lua nunca se encontram...ser√°???

Lucas Sol era um jovem típico de classe alta brasileira: Loirinho, com uma barba serradinha, cabelinho arrepiado e pele branquinha, forte de braços musculosos e um belo tanquinho mas sem exagero, peitoral de dar inveja, coxas grossas, pernas peludas e uma bunda que chamava atenção por onde passa. Mas o que encantava mesmo nesse rapaz além do belo par de olhos azuis é o seu sorriso, que é o mais belo que eu já vi na vida, simpático porém um jeitinho de safado, outra marca registrada do rapaz é seu amor pela natureza e pelos animais, de espírito livre e aventureiro.

Lucas Sol √© filho de Jo√£o Almeida dono da construtora Vale do Sol, que comprou um terreno ao lado de uma casa centen√°ria, num local ali√°s tamb√©m repleto de √°rvores centen√°rias, nessa casinha vive Mamma Vit√≥ria, a senhora simp√°tica dona de uma rede de cantinas italianas e sua filha Marisol que √© dona da escola de dan√ßa Dois Cora√ß√Ķes repleta de crian√ßas e de jovens, l√° vive seu filho mais novo, o ambicioso Tomas, quem est√° pra chegar √© Daniel, o filho mais velho, conhecido como Daniel da Lua porqu√™ na inf√Ęncia o menino vivia "no mundo da lua" Daniel √© jornalista do "Hora X" e est√° de volta √° nova esperan√ßa para fazer uma mat√©ria sobre a casa de sua fam√≠lia pois Jo√£o Almeida quer, √° todo custo comprar aquela casa e esse homem perigoso est√° disposto √° qualquer coisa para sabotar a fam√≠lia e se apropriar do local.

Enquanto Daniel dirigia seu fusquinha vermelho por uma estrada que dava para a cidadezinha de Nova Esperança, um carrão á toda velocidade o ultrapassa de maneira inadequada, buzinando para ele. Daniel para no "Meio do Caminho" o Food Truck de seu amigo montanha.

-"Oi Amigo, me vê um suco de beterraba com laranja e uma informação"

-"Ok saindo um suco de beterraba com laranja e uma informação!!!"

-'Shhh...a informação é confidencial"

-"Desculpe..." - Montanha responde entregando o copo para ele

-"De quem é aquele carrão ali ó"

-"√Č mole, esse carro √© dono do filho da construtora Vale do Sol, √© s√≥ voc√™ olhar bem o tipo que logo vai saber de quem se trata"

Daniel paga o suco e sai tomando enquanto checa umas correspondências

Em alguns minutos o inesperado acontece: Lucas está falando no telefone com o pai e Daniel distraído tropeça despejando suco em cima do rapaz

-"√Ē IDIOTA!!!" - Esbraveja Lucas -"N√£o pai, n√£o √© voc√™ n√£o √© um maluco que derramou um copo de suco de melancia em mim"

-"Desculpa cara eu n√£o vi"

-"Você viu o que você fez?!" - Continua dizendo Lucas em tom arrogante

-"Desculpa, perd√£o" - Daniel tenta acalmar os √Ęnimos em v√£o

-"Você é cego?!" - Nesse momento o Sol tocou no ponto delicado do Lua

-"SOU N√ÉO T√Ā VENDO N√ÉO √ď TENHO 40 GRAUS DE MIOPIA" - Daniel responde num tom mais grosso ainda com ele

Nesse momento Lucas Sol abaixa o óculos escuro e dá bem uma olhada no Daniel da Lua: O rapaz até que era bem atraente, mas ele ri um risinho debochado e pergunta:

-"Perai você não é aquele louco que dirige uma tartaruga vermelha?!"

-"N√£o t√ī acreditando cara que voc√™ √© aquele louco que dirige que nem um rinoceronte desesperado"

-"Você derrubou um copo de Melancia em mim"

-" Voc√™ merecia era um balde de suco de beterraba por colocar em risco a vida das pessoas...Olha eu sou Dan√≠ jornalista, e sei muito bem o n√ļmero de acidentes que tem por a√≠ pelas estradas, e olha quero ficar fora deles, voc√™ t√° pensando que √© o rei das estradas √©?! s√≥ porqu√™ tem um carrinho metido √° besta"

Lucas ignora completamente o serm√£o do garoto e diz apenas um "Me Deixa em Paz" voltando √° falar ao telefone com o pai

-"Al√ī pai, mas a escola dois cora√ß√Ķes est√° caindo aos peda√ßos, n√£o podemos simplesmente derrubar o muro da escola, ainda tem crian√ßas l√° pai, afinal de contas porqu√™ voc√™ quer tanto essa escola hein? qual √© o outro plano?"

Daniel ouve a conversa fingindo n√£o dar muita import√Ęncia mas ele sabe que a escola dois cora√ß√Ķes √© da sua m√£e e que o rapaz com quem acabou de brigar √© filho do cara que quer comprar √° for√ßa a casa, e que eles tem um plano.

Bem perto dali Tomas, o irm√£o invejoso de Daniel se encontra √°s escondidas com o empres√°rio Jo√£o Almeida, ambicionando mudar de vida e sair de Nova Esperan√ßa o tioz√£o rico faz do garoto de gato e sapato e o usa como isca para sabotar a fam√≠lia. √Č bem verdade que Tio Jo√£o possui belos atributos, mas nenhum car√°ter, √© um homem maduro de aproximadamente 50 anos, tem um largo peitoral peludo, uma barriga trincada igualmente peluda, coxas muito grossas que pra variar s√£o muito peludas, costas largas, grisalho, uma barba ralinha deliciosa igualmente grisalha e p√©s grandes e muito perfeitos com dedinhos harmoniosos, ele √© do tipo que tira o f√īlego que qualquer um que o vir e desperta as mais irremedi√°veis paix√Ķes at√© no mais fr√≠volo dos mortais, n√£o √© de se admirar que o idiota do Tomas tenha ca√≠do de amores por ele, quem n√£o ficaria com um bonit√£o sedutor e manipulador como esse prometendo mundos e fundos?

Os dois se encontraram em uma Kitnet que João possuía perto dali, era uma espécie de "Matadouro" que o coroa levava seus novinhos desavisados, ao adentrar no local...

Tomas não teve muito tempo, mas sentiu uma fisgada na parte de trás da cabeça o que o deixou tonto. Logo em seguida, foi empurrado com força contra a parede. Machucou o rosto. Seu coração batia a mil e ouviu uma voz masculina dizendo:

- √Č melhor n√£o se mexer, viadinho nem lutar! Ou se n√£o, pode esperar o pior. - e e ordenou com uma voz fria e cruel - Abaixe as cal√ßas agora! Vamos logo, seu imbecil!

Ele abaixou, tremendo, conforme o Joãol ordenava. Naquele momento Tomás sentiu um misto de tesão, raiva, de medo tomando conta de seu corpo, ele adorava a dominação que seu papai fazia com ele, como se fosse uma cadelinha no cio. Se sentiu vulnerável, o coração batia tão forte que parecia que explodiria. O Homem passou, por de trás dele, a mão no seu pênis, pelo saco e o apertou. Não estava duro, pelo medo. E sorriu satisfeito. Em seguida, ele pode notar que João mexia em alguma coisa, como se também estivesse expondo uma parte de seu corpo. Uma pausa de um segundo. Dois segundos. Três segundos. Quatr....

-AAAAAAAAIIIIIIINNNNNNNN!!!

O Tomas soltou uma mistura de grito com gemido enquanto sentia uma forte estocada em sua bunda. O Jo√£o mordeu a orelha dele e falou:

- Cala a boca viadinho! Eu quero você, quietinho, ouviu?

João não perdoava e socava e falava pra ele "minha puta, vadia, cachorra engole essa piroca pelo rabo safada, Piranha, cachorra…" ele gemia "aí ai ai ai meu macho arromba sua puta enche meu cu de leite seu safado vc tá me arrombando com essa piroca grande e grosso… Delícia, delícia, delícia de piroca".

Ele mordeu os lábios e deixou-se ser penetrado. Teve muito medo. Estava tomado por uma mistura de adrenalina, excitação, medo e terror. Enquanto isso, sentia o outro penetrando-lhe o rabo. Se contraiu todo.

Depois o colocou de deitado de bunda para cima e começou a esfregar aquele pau duro e bem babado no cu do viadinho, que logicamente achava tudo uma delicia.

ele deitou em cima de Tomás e falou: "agora você vai sentir minha rola de verdade empina a bundinha seu viadinho que vou empurrar de uma vez sua putinha". Ele não teve dó empurrou de uma vez e Tomás segurou aguentou tudo caladinho aquele pau dentro do seu cu por uns 2 minutos.

Jo√£o, por sua vez, sorria e metia cada vez mais. E Tom√°s Adorava aquilo:

- Que cuzinho gostoso que voc√™ tem! - ele disse - Voc√™ n√£o tem vergonha n√£o? saindo de casa pra dar o rabo pra um macho?! eu vou te ensinar √° virar homem, agora est√° aqui, sendo comido por um macho. Isto faz de voc√™ um putinho, sabia? Aposto que deve estar sentindo um pouco de dor, n√£o √©? Um cuzinho apertado deste sendo comido por um pau t√£o grande como o meu deve arder at√© a alma n√£o √© mesmo? √Č por isso que voc√™ est√° com l√°grimas nos olhos, √© ?

e começou a bombar ficou uns 20 minutos bombando e começou a gemer até Tomás sentir o leite derramando dentro do seu cu. Ele ficava com a cabeça baixa, de quatro, com o rabo empinado e as duas mãos encostadas na cama, não dizia uma palavra e deixava-se ser abusado e usado pelo coroa que o penetrava sem dó.

Tomas notou que o seu pau estava duro e com a cabeça de fora, babando e pulsado para aquele macho, cruel, dominador, e muito gostoso. Não sabia explicar o que era aquilo. Mas não conseguia pensar muito, também, porque o homem lhe comia violentamente. Foi quando ele começou a gritar de dor e João falou: "quer que eu pare?" e ele disse não. "Me arromba todo meu macho". Tudo que o João queria ouvir, empurrou tudo e a puta gemeu e se contorceu e ele continuou socando com força e ele gemendo e dizendo "delícia de pica, arromba, arromba, arromba sua puta, gostoso, caralho que delícia".

Foi ent√£o que Tom√°s j√° muito entregue sentiu seu corpo todo arrepiando, fechou os olhos e apenas curtia o prazer que aquele momento lhe proporcionava, Jo√£o esfregava a sua barba no pesco√ßo do menino, chupava e lambia sua orelha e o corpinho do rapaz se arrepiava mais e mais e mais, ele continuava de olhos fechados, permitindo o prazer, tinha agora seus mamilos esfregados pelo coroa, que passou cuspe neles., ele n√£o conseguia parar e gemia forte, enquanto Jo√£o terminava de penetrar o menino e a sentir as primeiras contra√ß√Ķes do orgasmo tomando conta de seu corpo. Ele prosseguiu, portanto, enquanto, visivelmente gozava fazendo aquilo.

Jo√£o conseguia enfim o que queria: fazer Tom√°s gemer alto, gritar de prazer e implorar para que ele enchesse seu rabo de leite.

A verdade é que Tomas sentia um tesão tremendo. Como nunca antes. E mordeu os lábios e deixou-se ser comido um pouco mais pelo João, até que ficasse doido. Quando já não mais estava aguentando, ele explodiu num orgasmo monumental sujando toda a cama completamente possesso de prazer como nunca antes teve, parecia que seu cacete iria explodir

Minutos depois Tomás se encontrava Beijando João e todo seu peito todo peludo, desceu as mãos sobre sua barriga e foi descendo, descendo até chegar ao seu pênis, Tomás devorava o pau do homem, chupava com vontade e força, como se já quisesse fazer aquilo á muito tempo, enquanto chupava e mamava ele ia sentindo o cheiro e o gosto do seu próprio rabo nno pau do cara, lambeu em seguida o saco peludinho do homem, passou a língua nas coxas peludas e voltou a mamar o pau do João, o Daddy gostava de ver seu neném ali brincando e se deliciando na sua pica, e batia a piroca na cara e na língua do infeliz até gozar e encher a cara de Tomás de porra grossa, branquinha e quentinha.

Alguns minutos depois João e Tomás conversavam enquanto Tomás com a cara suja de porra fazia massagem nos pés de seu papai enquanto prossegue-se o seguinte diálogo:

-"Hoje meu filho volta de viagem aqui pra nova esperança, eu conto com a ajuda de vocês dois, mas principalmente a sua Tomás" - João Diz

-"O que você quer que eu faça Daddy?"

-"Dê um jeito de sabotar a casa que a sua família vive, comece pelo restaurante, faça com que os clientes não queiram mais estar ali ou dê um jeito de que seja fechado, sabote também a escola de dança dê um jeito de que os alunos não queiram mais estar nessa escola, com os negócios indo mal poderei comprar a casa á preço de banana"

-"Mas...eu sabotar a minha própria família?!"

-"Não se preocupe, você será muito bem recompensado, e se conseguir me terá todinho só pra você"

Os olhos do menino brilharam quando ouviram aquelas palavras

MAIS TARDE...

Ao chegar ao seu destino Daniel chega e √© bem recebido por todos, menos pelo irm√£o que se mant√©m frio e distante com ele, na verdade, Daniel da Lua √© o elo que une duas fam√≠lias completamente diferentes, na casa em frente mora Nan√° a outra av√≥ de Daniel, √© uma mulher neurast√™nica, rabugenta e misteriosa, beirando o tragic√īmico. Avarenta, ela tranca a geladeira com cadeado, desliga a luz algumas vezes e despeja, at√© mesmo no filho, sua sovinice compulsiva: √© proibido repetir pratos √†s refei√ß√Ķes. Sua maior preocupa√ß√£o √© fazer economia. Nan√° vive com o filho Marco, a neta meia-irm√£ de Daniel, Luana e a empregada, Frosina, que h√° vinte anos suporta suas mesquinharias. Por√©m, est√° longe de ser pobre: tem v√°rios im√≥veis alugados e esconde em casa um tesouro que ningu√©m sabe onde est√°. O √ļnico que partilha seu segredo √© o amigo Anselmo, que nutre um amor plat√īnico por Lua, mesmo sendo muito mais velho que ele. Nan√° vive numa disputa intermin√°vel com Vit√≥ria pois assim como ela tamb√©m possui uma rede de restaurantes por√©m nesse caso de comida Portuguesa.

Antes dela, o imóvel pertenceu aos avós paternos de Mama Vitória e Marisol, de modo que a casa guarda memórias da família há mais de um século.

Nos √ļltimos anos, no entanto, Mamma Vit√≥ria e as filhas viram todos os antigos vizinhos irem embora, a maioria das casas do entorno serem demolidas e torres de apartamentos do tipo est√ļdio, com unidades de 16 a 33 m¬≤, serem erguidas atr√°s, √† direita e √† esquerda do im√≥vel.

Agora, o sobrado é um ponto sem sol, espremido pelos prédios.

Daniel entra na casa, se acomoda e começa á conversar com a mãe sobre a situação.

-"Com a gente, a abordagem dos corretores começou em 2010, mas a gente nem acreditava. A gente ria, e pensava: 'Quem vai vender aqui? O seu Pássaro, um vizinho de longa data vai vender? Imagina... Ninguém aqui vai vender'" - Lembra a professora de dança

-"E as abordagens nunca são feitas de forma amigável, é sempre na base da ameaça. Eles diziam: 'Se você não vender, vai ficar no meio dos prédios, não vai ter sol. Nós vamos construir o prédio do mesmo jeito e aí, lá de cima, vão jogar de tudo'", conta Mamma Vitória.

A corretora chegou a ficar meses com o carro parado na porta da casa.

-"Minha m√£e n√£o conseguia p√īr a chave no port√£o, que ela vinha: 'Oi, tudo bem? Posso entrar?'. Quando ouvia que n√£o, a conversa mudava de tom: 'Depois que a gente construir, voc√™ n√£o vai vender essa casa nunca mais. Nunca ningu√©m vai querer essa casa, ent√£o acho melhor voc√™ vender'", diz Marisol, lembrando das conversas com a corretora.

As demoli√ß√Ķes das casas vizinhas come√ßaram por volta de 2015.

"Você só se dá conta do que está acontecendo quando chegam os carros de mudança", diz Marisol.

"√Č uma coisa que d√≥i na alma, porque ali era a casa do seu P√°ssaro, a outra era a casa do Malandrino, e eu brincava com os filhos dele. Mas a verdade √© que a demoli√ß√£o, de todo o processo, √© a parte menos traum√°tica".

As obras come√ßaram por volta de 2018, segundo a professora Marisol e a fam√≠lia passou a conviver com o barulho ininterrupto das estacas, entrega de material de constru√ß√£o na madrugada e o tr√°fego de caminh√Ķes, que por mais de uma vez destruiu a cal√ßada da casa.

Junto a isso, vieram os abalos na estrutura do im√≥vel, que sofreu com rachaduras e infiltra√ß√Ķes, segundo as irm√£s, nunca devidamente compensadas pela construtora.

"Eles não se responsabilizam por nada e, quando você reclama, de novo, você escuta assim: 'Está vendo? Por que você não vendeu?'", conta Marisol referindo-se ao dono da construtora João.

...E assim começa a nossa história

CONTINUA

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Foto de perfil de DanizinhoDanizinhoContos: 175Seguidores: 96Seguindo: 3Mensagem Autor Paraibano de 27 anos, escrevo na casa dos contos desde 2017, com experi√™ncia em contos voltados ao p√ļblico jovem (embora tenha um p√ļblico cativo maduro tamb√©m), n√£o tenho nada contra o manique√≠smo embora nos meus contos eu sempre prefira mostrar personagens humanizados que cometem erros, acertos e possuem defeitos e qualidades, meu maior sucesso foram os contos "Amor & √ďdio" e "Nosso Louco Amor" esse √ļltimo teve cerca de 50 estrelas em um √ļnico cap√≠tulo, atualmente escrevo "Um Certo Algu√©m" que conta a hist√≥ria de um tri√Ęngulo amoroso formado pelo jovem Tiago, o Maduro Lu√≠s e o CDF Dan√≠, tem alguma dica, sugest√£o ou cr√≠tica??? entre em contato comigo no zap: (83) 99822115

Coment√°rios

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Show, bem escrito e com bastante detalhes, leitura flui rápida, achei que a saga fosse só dos rapazes mas papai João não perdoa e come o garotão talvez para conseguir o que quer.

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Amigo querido senti falta dos seus comentários aqui pensei que não estivesse gostando, as partes dois, três e quatro estão publicadas espero que

Comente e goste, abração!!!

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Uau amigo você escreve muito bem achei o capítulo bem detalhado e bem escrito ansioso pelo próximo capítulo

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Estou aqui para prestigiar a nova história, ou saga, que se inicia hoje. Vamos acompanhar a trajetória De Lucas e Daniel em Nova Esperança e ver onde essa jornada nos leva. Abraços e boa sorte Dani!

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