O Professor Enrustido - Parte 5 (O passa anel)

Um conto erótico de Emerson
Categoria: Gay
Contém 2504 palavras
Data: 16/10/2023 23:55:24
Assuntos: Bombado, Foda, Gay, Professor

Que maldito dia! Justo na sexta-feira, perco meu cartão de crédito! Sensacional! Agora que precisava dele pra comprar umas coisas e ainda tava na metade do mês... não sei como isso aconteceu, mas agora o jeito é cancelar e pedir a segunda via, pelo menos vai sair de graça... com toda a correria na escola com o final do bimestre, ainda tinha que lidar agora com um certo aluno que vive me mandando fotos sensuais com a bingola em todos os ângulos possíveis, e sim... era o Gustavo! Depois da transa que tivemos ele agora ficou louco... vive me mandando mensagens picantes, vídeos dançando pelado de pau duro, mas tenho que admitir: ele tem gingado, e que pau ele tem... delicioso, delicioso pra caralho...

Apesar de toda agitação, ainda não conseguia esquecer do show que assisti em meu laptop duas semanas atrás... Eric comendo gays até o talo... sinceramente eu estava me sentindo enojado... por precaução fiz exames em uma clínica particular e ainda bem que tudo deu negativo! Eu realmente não estava a fim de olhar pras fuças dele tão cedo, senão eu seria capaz de dar uma surra nele. Cheguei na escola uma hora antes pra imprimir uns relatórios diagnósticos que eu precisava repassar para a professora Lindalva, a pedagoga, então, era de se esperar que não tivesse ninguém na sala dos professores, ótimo, tinha a impressora toda só pra mim antes da tropa chegar. Enquanto estava imprimindo de costas para a porta, ouvi a maçaneta girar, na hora eu não liguei, já que poderia ser só a dona Eulália, a faxineira, mas eu senti uma mão, uma mão pesada tocar o meu ombro. Eu gelei. Virei de costas e era o Eric! ele estava ainda com a tipoia, daquelas azul escura, de sair mesmo, estava usando sua calça de ginástica verde, camisa preta da Nike e estava de tênis preto. Eu fiquei meio que extasiado ao vê-lo e ao mesmo tempo raiva, mas por que raiva? Na hora eu fiquei confuso, passou um filme na minha cabeça e eu estava querendo muito sair dali, mas ainda faltavam 4 cópias... sensacional... Ele olhou pra mim e perguntou sorrindo: “tá nervoso por que? Sou eu, bambizinho...” Sério? Ele me chamando disso no meu local de trabalho? Minha raiva aumentou, mas eu contive o máximo que pôde, ao que eu respondi: “não, não tô, e não me chame assim aqui! Tá maluco? E se alguém te ouvir? Não que isso importe pra você...” Droga! Cala-te boca! Ele achou estranho e perguntou: “como assim? Claro que importa, sou homem, porra! Só quero te dizer que voltei a trabalhar, vou aproveitar pra repor as aulas teóricas da molecada...” Eu dei de ombros e disse: “tá, né...” Ele se afastou e foi em direção ao armário! Puta merda! Tinha esquecido do lance do pen drive! E se ele der falta? Eu tô fudido! Eu respirei fundo e continuei de costas pra ele, pra garantir meu disfarce. Ouvi um “clec” do cadeado sendo destrancado e depois ouvi o barulho da portinha ranger ao abrir. Ele ficou fuçando por lá, murmurando algo que eu não conseguia ouvir, a essa altura já estava saindo a última cópia do relatório e puxei mais que depressa da impressora, coloquei na minha pasta, pus a pasta na bolsa e resolvi sair, mas antes, Eric me fez parar, fechou a porta, ficando na minha frente e perguntou baixinho: “cadê meu brinquedinho?” Eu fiquei surpreso de ele dar em cima de mim num local como aquele, mas dessa vez eu fui mais cuidadoso, chamei ele pra perto e sussurrei no seu ouvido: “por que você não vai até o galpão da quadra? Tenho certeza de que está lá...” Ele abriu um sorriso maléfico e disse: “vai na frente e procura ele pra mim, e é bom ele tá lá quando eu chegar...” Eu obedeci e saí, com passos largos pelo corredor cheirando a lavanda depois da limpeza, atravessei o Hall do refeitório, o pátio de recreação, cheguei na quadra e entrei no galpão. Ainda bem que ele estava bem arrumado, parece que os zeladores estão ganhando melhor que a gente pra fazer um serviço tão bom, enfim... me sentei na cadeira almofada esperando o Eric. Deu 10 minutos e ele apareceu. Ele disse: “marco” e eu respondi: “polo”, não sei que lombra foi aquela, mas foi engraçado e decidimos que seria nossa senha pra: “quero pica”.

Ele se aproximou de mim, tirando a rola pra fora, colocando tudo na minha boca, socando e socando... eu fui no automático, sei lá, deixando ele colocar tudo, enquanto sussurrava: “aaah, issooooo, ai que boca quente de puta você tem... sentiu saudade do meu caralhão, né?” Eu apenas acenei que sim com a cabeça e ele continuou... tirava ele da minha boca e batia na minha cara, colocava, tirava... depois, ele me levantou e... meu beijou! Nossa, eu não sabia que tínhamos avançado tanto desde aquela nossa proeza no banheiro do hospital, mas o beijo dele não era algo forçado era... verdadeiro... não sei explicar, era um beijo lento, sincronizado, a língua dele dançava com a minha como uma valsa vienense, e eu sabia que não queria parar, me entreguei aquele momento... ele colocava dois dedos no meu cuzinho, me apertando forte contra o caralho dele, e o meu já estava em ponto de bala, latejando, esfregando contra o dele, que tava igual a um aço... de repente, ele me desvencilhou dos eu lábios, pegou no meu pau e disse: “belo pau, heim, Emerson, e eu pensei que tu não era de nada, mas... até que é uma tora respeitada...” Ele agora estava demonstrando interesse na minha pica? Tá, eu não sou nenhum Kid Bengala mas, 18 cm não é grande coisa, eu achava. Eu disse: “nem se compara com o seu, Eric...” Eu comecei a punhetar o pau dele e ele o meu, ficamos assim por alguns minutos em um beijo ardente, depois ele me disse baixinho: “porra, Emerson, não sei o que é isso, mas você tá tesudo pra caralho hoje...” e dizendo isso, ele se ajoelhou na minha frente e caiu de boca no meu pau! Não tava acreditando no que tava vendo, o professor mais machão da escola, estava ali como um bezerro desmamado se acabando na minha rola, e nossa, ele tava mandando bem! A língua dele estava lambendo minha cabeçona com uma enguia dentro d’água e eu tava delirando de tesão, de repente e abocanhou tudo e eu peguei ele por trás da cabeça forçando mais, até que senti a garganta dele sendo invadida pelo meu pau... ele tirou depois com falta de ar... ele me olhava sorrindo, me beijava e depois ele me mamou mais, eu tava pra gozar na boca dele, que delicia de macho.

De repente, ele tirou a calça e ficou de 4 ordenando: “chupa meu cuzinho, viadinho...” Eu obedeci e me aproximei daquele rabo, peludinho por fora, mas seu anel estava bem liso, eu não deixei por menos, caí de boca naquele buraco quente e gostoso, minha língua ia sentindo aquele buraco apertadinho e parecia ser virgem, pelo tamanho... ele sussurrava: “aaaaisss... vaaaaai... chupa meu rabo, caralhooooo... safado...” Meu pau estava incontrolável, a vontade de gozar era imensa, e eu só queria era ser fudido logo, meu cuzinho estava piscando na velocidade da luz, mas eu estava ali, chupando o rabo do Eric e não queria parar porque tava gostoso pra caralho... minha língua queria arrombar aquele homem, ele estava delirando demais e eu acelerei nas linguadas e ele disse: “porra, cara... que delícia... agora me faz um favor...” Eu na hora fiquei espantado... será que ele ia...? ele continuou: “vai na minha bolsa e pega um vidro de lubrificante...” Eu peguei e ia entregar pra ele quando ele disse: “eu não queria fazer isso, mas não aguento mais essa porra, passa no teu pau e na minha bunda e me fode, caralho!” Eu quase deixei meu queixo cair! Ele tava praticamente implorando pra eu fuder ele, rebolando aquela bunda linda na minha frente... e sinceramente, meu pau estava mega duro, só imaginando como era sentir o calor de um cuzinho por dentro, sendo que eu nunca tinha sido ativo antes, e agora e eu estava muito bem servido com aquele cuzão... eu me aproximei dele e disse: “tem certeza? Eu nunca fiz isso antes...” Ele parecia estar aborrecido e disse; “não perguntei nada pra você, viadinho, me fode logo!” Eu falei: “tá bom, se é isso que você quer, vai levar!” Lubrifiquei a entrada do cuzinho dele colocando meu dedo dentro, depois passei no meu pau. Ele era grosso até, liso, bem cuidado, cabeça rosa e reto. Comecei a pincelar a entrada com ele, e ele só fazia rebolar nele, que safado ele tava, de repente ele disse: “me fode, Emerson...” Eu comecei a deslizar meu pra dentro, ele estava mordendo a camisa pra aguentar a dor, vendo isso eu tirei porque ele parecia sentir muita dor... mas ele não se importou e ainda disse: “quem mandou você tirar, porra?” Nessa hora eu fiquei puto e dessa vez entrei com tudo! Só ouvi algo semelhante a um choro! Minha pica agora tava até o saco no rabo daquele macho bombado e eu só conseguia sentir a delicia que era o cu dele por dentro, que sensação maravilhosa! Tão quente e macio, e eu comecei a ir pra frente e pra trás num movimento bem lento... ele estava vermelho, na certa estava sentindo dor, dor da minha pica rasgando ele... depois fui acelerando o movimento, ele só ficava: “aaaaaaaaaisss... tá me arregaçando, porraaaaa... mete esse caralho...” Eu entendi que ele já tava viciado na minha rola, então, eu fui mais rápido, minhas bolas grandes estavam batendo na beira da bunda dele e o pau já estava com aquele barulho de bife batido no martelo... eu fiquei assim por uns 10 minutos, e ele já estava sorrindo e pedindo mais... eu soquei com tanta vontade que ele delirava: “eu quero esse pau no meu cu pra sempre, porra! Que baitola da rola grossa! Mete no teu macho, vagabunda!” De repente, mandei ele ficar de frango assado, em cima do colchonete que tinha lá ficou até melhor. Ele tirou a camisa da boca porque o cuzinho dele já tava um oco só, então vim pra cima e meti novamente e continuei socando... ele me abraçou e me beijou muito, e eu ali, naquele gingado maravilhoso com meu pau até o talo naquele homem lindo...

No momento em que ele começou a apertar meu pau com o cuzinho ele eu não aguentei e disse: “eu vou gozar, Eric... aaaaahhh...” ele disse: “goza, vai, putinha! Me dá leite no rabo, despeja tudo, delicia...” Eu estava louco de tesão, meu pau dançava naquele anel e de repente... o jato veio... eu estava ofegante e na hora eu disse: “lá vem.... aaaaaaaaaah... tô gozaaaando dentroooo de vocêêêêêêêê... ah, Eric...” Foi uma gozada top! Eu me senti um leiteiro profissional, foi tanta porra que não sei como não saiu pela boca dele! Depois, ficamos “grudados” por uns 2 minutos, depois ele mandou eu sair, e disse: “chupa toda essa porra de baitola do meu rabo agora!” Ele se levantou e colocou a bunda dele na minha cara e eu comecei a lamber... ele fez força pra tirar mais rápido e eu pude sentir a cascata que saiu! Era muita porra pra um homem só, pra mim, eu tinha feito aquilo, eu produzi aquele mingau grosso quente e gostoso... caralho... meu leite era gostoso! Eu bebi tudinho até a última gota, e depois ele disse: “agora quero te colocar de volta no seu lugar, viadinho! Fica de 4!” Eu fiquei na hora, ele lubrificou meu rabo e o pau dele, chegou por trás e disse: “se divertiu comigo, né? Agora é hora vingança, puto! Segura essa!” Ele socou tudo de uma vez só! Mas eu já tava acostumado com o impacto da pica dele e só deu uma gemida assentindo que eu já estava preenchido por ele... ele começou a me fuder como um tigre selvagem, e como tava gostoso, meu cu se pudesse cantar de alegria ele faria, pois a rola grossona dele parecia pertencer a ela, era o encaixe perfeito e eu já estava de pau duro novamente e minha mente só pensava em como eu amava ser gay, que aquele cara que estava ali podia até me odiar lá fora, mas lá dentro eu era desejado por ele, como uma égua no pasto esperando o seu cavalo no pasto... ele socava tão fundo que minha próstata chegava a doer, foi nessa hora que eu disse: “vamo trocar de posição, Eric...” Ele me colocou de frango assado e continuou a meter... dessa vez foi mais gostoso porque ele me beijou de novo e com aquele gosto de porra que tava minha fiquei surpreso de ele ainda querer fazer isso, mas deixei rolar... ele começou a punhetar meu pau de novo enquanto socava aquela rola no meu cu, eu dizia: “para senão vou gozaaar”, mas ele não se importou e disse: “eu faço o que eu quiser com essa rola, por agora ela me pertence, porra!” O quê? Ele disse que minha pica era dele? Como assim? Ele pretendia me dar mais vezes? Se fosse esse o caso eu não ia reclamar, gostei de ser ativo... E ele começou a punhetar... eu gemia de prazer, meu cu estava laceado demais, o pau dele estava me deixando louco, eu só queria ficar ali o resto da vida, porque eu tava no paraíso... de repente ele disse: “eu vou gozar, Emerson... goza comigo, tesão...” E foi, e foi... até que... splash! Meu pau parecia um vulcão de tanta porra escorrendo! Ao mesmo tempo sentia meu cuzinho se encher com aquele líquido quente e grosso que tanto me fazia falta, meu leite foi parar na cara dele, que ele passou a mão e lambeu tudo! Não achei que ele ia fazer isso, mas foi foda pra caralho de ver... Depois que eu gozei e ele também, ele tirou a rola de dentro, o leite dele foi logo escorrendo pelo meu rabo arregaçado pelo cavalo socador... eu imediatamente corri pra um balde que tinha lá e despejei tudo lá dentro, joguei na pia e me limpei com papel higiênico, nos vestimos e tal. Depois, quando estávamos prestes a sair, ele me pegou pelo braço e disse: “olha aqui, apesar da sua posição de ativo comigo, não pense que vai ter alguma voz aqui, eu ainda mando nessa porra aqui, entendeu? Mas relaxa, que agora estamos quites... eu te como e tu me come...” Eu olhava pra ele agora com deboche e ainda respondi: “você que sabe...” Eu deixei ele plantado na quadra enquanto saía dali com meu pau meia bomba e meu cu em chamas, mas dessa vez sabendo que o Eric além de comer outros gays no sigilo, agora, tinha preferencia pela minha rola e eu ia usar isso como vantagem no futuro, oh, se ia...

CONTINUA...

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Foto de perfil de Unknown001Unknown001Contos: 16Seguidores: 30Seguindo: 1Mensagem Professor na vida real e louco por um macho roludo.

Comentários

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O Emerson descobrindo os prazeres de ser versátil, bom demais, dar até que é bom,mas comer um cuzinho apertado e quente é sem igual, linguar ele até o passivo virar o olho de tanto prazer e depois meter pica pra dentro

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Esses caras muito marrentos no fundo tudo doido pra liberar o cuzinho.

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Esse professor aí tá se revelando hein...parece um que conheci

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Eu só espero que seja em um futuro próximo, porque pra mim já dá pra cortar pro momento em que o Emerson pisoteia sem só o Eric, já tá chato essa gay cedendo aos caprichos desse encubado. Não consegui nem ter tesão dessa vez rsrs... Eu quero dedo no cu e gritaria kkk.

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3sse Emerson é um gay homofóbico enrustido!

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