Primo mais velho tirou meu cabaço na piscina enquanto a família via o jogo do Brasil

Um conto erótico de André Martins
Categoria: Gay
Contém 2341 palavras
Data: 02/10/2023 12:58:37
Última revisão: 17/10/2023 17:04:55

Meu nome é Pedro, atualmente tenho 23 anos e até hoje eu lembro da cena do meu primo mais velho voltando do trabalho, se jogando no sofá da sala, abrindo a lata de cerveja e tirando apenas as botinas, com o chulezinho de leve indo longe e ele fazendo a maior cara de relaxado por finalmente estar em casa.

- Eita. Tá com chulé, Wellington? – reclamei.

- Chulé? Mané chulé, moleque. Me respeita, porra. Isso é cheiro de homem, Pedrinho. Cheiro de macho, puto. – o safado coçou a pica, esfregou um pé no outro e esticou as pernas sobre a mesinha de centro.

Eu tinha acabado de fazer 18 anos, o Wellington tinha 28 e durante muitos anos nossa convivência não foi distante, pois morávamos na mesma rua em Parada de Lucas, então posso dizer que o pilantra acabou sendo uma das minhas primeiras referências de homem. Até então eu sentia nojo de chulé. Quem em sã consciência vai sentir atração pelo aroma dos pés de outro cara recém chegado do trabalho e depois de horas suando nos calçados? Doideira. Mas foi no dia a dia que acabei me acostumando com o cheiro das botinas do Wellington toda vez que ele chegava do trampo e repetia aquele velho ritual de remover os sapatos, se jogar na poltrona e abrir a cerveja.

- Hoje você não tá com chulé. – comentei com ele uma vez.

- Eu não tenho chulé, Pedrinho. O que tu sentiu foi meu cheiro normal, já falei.

- Como assim cheiro normal? – fiquei curioso.

- Todo mundo exala um cheiro natural. Tu sentiu o meu. – ele mexeu os dedos dos pés na minha direção.

- Ah, saquei.

- Tu gosta, é? – o sem vergonha me tirou de baixo a cima.

- Não foi isso que eu disse. Falei que hoje tá suave.

- Hmmm. Sei... – e me riscou dos pés à cabeça mais uma vez.

Wellington tinha o corpo de quem tava virando trintão, pele morena clara, pancinha de leve, aliança de casado no dedo, sem barba no rosto e uma cara de marido infiel que até minhas irmãs comentavam na época. Os ombros largos, braços grossos, peitoral com pelinhos enrolados, 1,84m de altura, talvez em seus 90 e tantos quilos e de pés tamanho 44, que mais pareciam duas pranchas. Jeito quase sempre caladão, mas adorava uma cerveja, pagodinho e rabo de saia nos botecos do bairro nos fins de semana. Eu passava algumas tardes na casa da minha tia jogando videogame, ficava a maior parte do tempo sozinho, aí o primo cafução chegava em casa e queria ver TV, então eu meio que era obrigado a parar com a jogatina e dar atenção a ele até sua esposa chegar e eles irem pra casa, nos fundos do terreno.

Foi assim que me acostumei com a chulezada do Wellington sem perceber, quase que diariamente, ao ponto de por vezes ficar com as narinas vermelhas, o cérebro entorpecido e as mucosas nasais babando devido ao aroma tempestuoso da masculinidade dele tomando conta da sala de estar. Era toda uma aura pesada de testosterona ao meu redor, todo um calor, quase que uma nuvem que nos envolvia e criava uma sensação fodida de tensão sexual, principalmente nos minutos em que estávamos eu e o primo mais velho sozinhos em casa, à sós na sala.

Mas a memória que de fato nunca saiu da minha mente aconteceu durante a Copa do Mundo de 2018, a da Rússia. Lembro como se fosse ontem da minha família se reunindo lá em casa pra assistir ao jogo de manhã, um calor fodido e todo mundo fazendo churrasco no quintal, entre tias e tios, primos, avós e meus pais. Cerveja rolando, carne saindo, até que deu a hora do jogo e os parentes foram pra sala torcer em volta da TV. Como eu não gostava tanto de futebol, resolvi continuar na piscina e fui o único na água enquanto o resto da família via o jogo na sala de estar. Devo ter ficado uns 3min sozinhos e de repente o Wellington apareceu.

- Coé, Pedrinho. Tá sozinho?

Fiz que sim com a cabeça.

- Posso entrar aí contigo? – ele apertou a rola e falou sério.

Balancei a cabeça e novamente afirmei. Eu tinha passado boa parte da manhã controlando as manjadas no volume da pica pesada marcando no short dele, principalmente quando o safado resolveu tirar a blusa e se molhar no chuveiro do quintal, pois foi a partir daí que o calção ficou ainda mais justo e colado no ventre volumoso do Wellington. Só que o primo mais velho tava me olhando de um jeito diferente naquela segunda-feira calorosa. Não sei se ele já havia sacado qual era a minha, se foi a energia proporcionada pelo jogo do Brasil na Copa do Mundo ou efeito da bebida, a única coisa que sei é que o jeito sério e a cara de sem vergonha do morenão estavam à mostra.

- Cê não vai ver o jogo, primão? – fiquei curioso.

- Depois. – o puto respondeu, submergiu e ficou apenas com os olhos por cima da água.

Ele nadou em silêncio e sem agitar a água, parou do meu lado e nós ficamos cara a cara. Era uma piscina em formato retangular, com a água na altura das pernas e feita de plástico, daquelas de armar no fundo do quintal, então nós dois estávamos meio que deitados pra esconder o corpo sob o nível da água. Sem dizer nada, o Wellington tomou impulso, começou a se deslocar em sentido anti-horário, eu segui seu movimento e ficou cada um num canto oposto, ambos girando até criar um redemoinho no meio da piscina. Quem nunca brincou disso, correto? Pois é. Teve uma hora que o sacana me alcançou, eu pensei que ele fosse simplesmente me ultrapassar, porém primão segurou meu pé e simplesmente meteu uma mordida na minha sola, me enchendo de cosquinhas.

- Bahahahah! Calma aí, cara. Sossega! Não tô aguentando! HAHAHAHAH!

- Tu gosta, né? Tehehehehe! Seu moleque.

- Quem é que não gosta? Hahahaha! Chega, Wellington, chega! Sério!

E eu morrendo de rir. Ele não tinha barba, mas mesmo assim eu senti o pinicar que me deixou completamente arrepiado durante o rápido contato que tivemos. Fiz pouco esforço pra me livrar do trintão, até que ele deu mole com o corpo na minha frente e eu inevitavelmente agarrei seu pé pra fazer cócegas. Foi a primeira vez na vida que eu segurei o pé de outro macho em minhas mãos e só nesse instante comecei a entender um pouco do que é a podolatria. Wellington tinha pés 44, bem maiores que os meus e de solas massudas, cheias de dobradiças marcadas pelo tempo, porém inteiraças. Calcanhares intactos do trampo, os dedos gordinhos e curtos, pelos nas churreias, as unhas curtas e desenhadas num formato naturalmente rústico.

- Qual foi, Pedrinho? – nem ele entendeu minha cara de fome.

- Não, é que... Ô, seu pé é grandão, ein? Caramba, primo! E pesado.

- É pé de macho, moleque. Já te falei.

- Você é todo macho mesmo. – falei sem querer.

Apertei as solas brancas, admirei as veias infladas, toquei nos tornozelos grossos e fingi dar uma massagem, aí o pilantra gemeu baixinho e me deixou muito ouriçado. Sua cara de relaxamento, o levantar do beiço superior nas vezes que eu pressionava as plantas dos pezões, os olhos dele quase revirando e meu coração acelerando de nervoso, porque eu era virgem nessa época, nunca tinha me envolvido com outro cara até então, mas sabia que era gay e que gostava de homem. O foda é que a gente tava no fundo do quintal, a família na sala e a qualquer momento alguém podia aparecer por ali e ver nossa interação, porém foi precisamente esse risco que aumentou o calor entre nós.

- Se liga, Pedro. Tu vai fazer o que eu mandar. – o canalha falou baixo.

- Quê? Como assim? Por que eu tenho que obedecer?

- Porque eu sou o primo mais velho, é assim que funciona. Escutou?

- Escutei. – meu coração quase saiu da boca.

- Faz o que eu tô fazendo. – ele deu a ordem, pegou meu pé e chupou meu dedão.

- Sssss! Sério, Wellington? Que parada nojenta, porra! Fffff! Sua língua é quente, tá deslizando no meu dedo...

- É nojento, mas tu tá gostando, né? Anda logo, chupa meu dedão.

No começo eu resisti um pouco, sobretudo pelo risco de sermos pegos, mas jamais desperdiçaria a oportunidade de ter algum tipo de contato sexual com meu primo, então abri a boca, meti o dedo do pé do Wellington na língua e comecei a chupar como se fosse uma mamadeira cabeluda. Apesar de estarmos na piscina, parte da salinidade natural do corpo dele penetrou através do meu paladar, ativou minhas papilas gustativas e foi nessa hora que eu percebi que estava no lugar que eu merecia.

- Gmm! Pezão gostoso da porra, primo.

- Gosta, Pedrinho? Aaarsss! Mama todo, quero ver se tu consegue. – o canalha socou tudo na minha boca.

Foi assim que me descobri podólatra, me vendo dopado pelo formato graúdo da sola do primão escorada contra minha face, fora o gosto, os resquícios do cheiro e também a textura em pleno contato com minha saliva.

- Grrr! Delícia de pé grande. – babei a porra toda, me acabei.

- É nada, é tu que tá guloso. Geheheh! Chupa, moleque. Chupa, perde tempo não. Isso, ffff! – ele chegou a pôr a mão na minha cabeça pra ditar meu ritmo e também a profundidade das bocadas em seu membro inferior.

O pilantra chupou meu pé, eu perdi a resistência, me entreguei e quando vi já tava mamando e mordiscando com gosto cada um dos dedos e veias, os calcanhares e também os tornozelos do Wellington. Deixei a língua secar de tanto que chupei, fiquei com o sal das bases do corpo dele impregnado no céu da minha boca, minha cara lambuzada, os beiços inchados e o cuzinho piscando pra experimentar a rola do primo mais velho.

- Chega cá, moleque. Vou te mostrar uma parada.

O cafajeste voltou a se movimentar na água pra fazer o redemoinho, eu o acompanhei e novamente criamos um vórtex na piscina. Sem dizer nada, Wellington me alcançou de novo, deixou o corpo repousar sobre o meu e olhou atentamente pros lados antes de me cobrir com seu físico massivo. Senti a piroca pulsar na altura da minha bunda, ele praticamente me vestiu e fez com que seu peso nos parasse na corrente de água. A cobra cantou no meu lombo, o puto apertou minha raba, me roçou de propósito e falou por trás do meu ouvido.

- Tu já fez 18, não já?

- Já. Alguém vai pegar a gente, Wellington, melhor parar. – fiquei tenso.

- Relaxa, Pedrinho, confia no primo.

- Não é questão de confiar, é só que-

- Sssssh. – ele usou o dedo pra calar minha boca. – Quer ou não quer?

Outra vez deu pra sentir a pressão da piroca dura dando leves inchadas contra minha bunda, meu cuzinho piscou e não tive como responder negativamente, afinal de contas eu era doido pra dar o rabo pro primão. O único problema é que estávamos muito expostos de sarração em plena piscina, por isso senti muito medo, mas acabou que a experiência do sacana em lidar comigo foi me amolecendo, me deixando manso debaixo do corpo dele.

- Quer ou não quer, moleque? Fffff... – agora o canalha grunhiu no meu cangote, pareceu até bicho pedindo pra acasalar.

- Vai tomar no cu, Wellington, isso é golpe baixo. Covardia. Você tem mulher, daqui a pouco ela aparece aqui e pega a gente. – eu num tesão fodido e piscando mais que usuário de colírio.

- Pega nada, Pedro. Tu confia ou não confia?

- Eu confio, porra, mas...

- Então eu que sei. De tu, eu que sei.

O morenão passou a mão na minha boca, me calou, seus movimentos de braço indicaram que ele arriou o calção e minha próxima sensação foi da lapa da pica grossa batendo no rego, tudo muito guiado pelo empuxo da água à nossa volta. Wellington desceu meu short, abriu minha raba na maior facilidade, rabiscou a chapuleta do instrumento na minha portinha e travou meu corpo com o peso, tendo domínio completo da minha virgindade.

- Sssss! Mmmm...

- Relaxa, confia no primo. Confia no teu primo, moleque. – ele mordeu minha orelha e foi mexendo a cintura pros lados pra me engatar.

Eu confiei cegamente nele nesse dia e hoje entendo como nem aquele filho da puta tinha certeza de nada quando resolveu me comer na piscina, tanto é que ele ficou prestando atenção no corredorzinho que levava pro quintal dos fundos enquanto me manteve sob seu corpo, pois sabia que tinha que ficar atento pra evitar um possível flagrante dos parentes. É claro que não pensei tanto no lado negativo, senão não teria me entregado como fiz. A recompensa veio quando Wellington botou minhas pregas pra arder, pediu passagem e avançou com a cabeça pelo meu anel.

- GRRRR! – cheguei a dar um tranco pra frente e o marmanjo me segurou.

- Sssshh! Calma, primão tá aqui contigo. Não confia no primo? – novamente a mão na minha boca pra me manter calado, ao mesmo tempo que seu corpo deu o estanque profundo pra me penetrar até o talo. – FFFFF! Ein!? Não confia?! UUURSSSS! Confia, claro que confia!

Meu esfíncter ardeu no mais carnal dos encontros, a dor encarnou nos nervos do ânus e eu não consegui parar de piscar, intensificando o efeito da união dos corpos. Foi do meio desse frenesi e dessa mistura intensa de sensações que me brotou o mais absurdo dos prazeres: aquele que provém do ardor.

- Caralho, Pedrinho... Ooorgh... – não deu pra dizer se ele tava gemendo ou chorando no meu cangote, tamanha luxúria.

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esse conto faz parte da minha nova coleção sobre podolatria, que conta com mais 3 histórias:

“FILHO DA VIZINHA ME BOTOU PRA CHEIRAR CHUTEIRA DEPOIS DO FUTSAL“, “AMIGO DO MEU PAI BRIGOU COM A ESPOSA, ENCHEU A CARA E DORMIU LÁ EM CASA“ e “MEU ALUNO BRIGOU COM A NAMORADA E EU OFERECI CUZINHO PRA CONSOLAR”.

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