Meu Judoca (Capítulo 8)

Um conto erótico de R. Valentim
Categoria: Gay
Contém 2113 palavras
Data: 13/10/2023 15:11:02
Assuntos: Amigo, Gay, Judô, segredo, Virgem

Peguei no sono dormindo com o Téo, no dia seguinte acordo com ele levantando da cama, dou bom dia para ele, mas ele só assenti com a cabeça, acho que ele ainda pode está irritado comigo, vou dar um tempo para ele, vamos ter que conversar uma hora ou outra, Téo pega o celular provavelmente para dar bom dia para a namorada dele, o cara é o mestre na arte de iludir as minas.

— Me responde uma coisa, você gosta do Mateus? — Ele não me olha ao fazer a pergunta.

— Não sei, tipo está com ele é muito bom, mas não sei dizer se gosto dele. — Estou confuso.

— Faz quanto tempo que vocês estão ficando?

— Na real, só ficamos uma vez que foi no dia do aniversário.

— Foi com ele que você dormiu? — Agora seus olhos me encontraram, mesmo assim sua expressão é um grande mistério para mim.

— Sim. — Agora não adianta nada mentir.

— Inacreditável! — Ele fala fazendo sinal de negação com a cabeça.

— Eu sei que você deve está chateado por eu ser gay, mas… — Ele me interrompe.

— Não tem nada haver com você ser gay Beto, eu não estou acreditando que mesmo depois de me ver enrolando tantas meninas você foi trouxa de cair no papinho de uma cara e ir para cama dele no primeiro encontro. — Sua cara séria se desmancha e seu sorriso aparece iluminando seu rosto. — Poxa cara esperava mais de você.

— Vai a merda seu vacilão. — Falo fingindo estar bravo enquanto ele gargalhava da minha cara.

— Beto, Mateus tem namorada, mesmo que eles tenham terminado acho que isso é cilada, eles terminaram num minuto no outro tu estava sentando no cara, nem esperou esfriar.

— Não é como se a gente estivesse namorando, você mesmo já fez isso várias vezes.

— Primeiro nunca sentei numa rola e nunca sentarei, e segundo você não é casual Beto, você é um ser carente e que se apega fácil, foi mal irmão, mas vai ser bem complicado no Judô quando eu der um pau no Mateus por ele ter magoado meu manim. — Ele falava sério, mas do jeito moleque dele.

— Deixa de ser convencido o cara é fera ele pode te bater.

— Beto tenha duas certezas na sua vida a primeira é que Amanda não vai aceitar esse chifre tão facil e a segunda é que o pai aqui é foda.

Parece que um peso enorme saiu das minhas costas, Téo é meu mundo, brigar com ele deixaria tudo muito pior, a melhor parte da nossa parceira é que sei que ele também se sente assim, nunca ficamos muito tempo brigados, nossas mães nem se importam mais quando a gente está chateado elas sabem que do nada a gente volta a se falar, mesmo assim dessa vez tive medo de perder meu irmão, mas no fim ele tem razão, Téo pode não ser o aliado ideal da causa lgbt e deus sabe que ele é meio homofobico as vezes, mas ele nunca se afastaria de mim por isso, pode ser que agora ele comece a ficar um pouco mais consciente sobre seus preconceitos.

Por outro lado não posso contar ainda sobre o Iuri, isso não depende só de mim, expor o cara é vacilo, espero que o Téo entenda isso se um dia ele descobrir, Mateus é assumidamente Bi então é bem menos complicado e meio que Amanda foi quem nos expôs então nisso estou de consciência limpa, e foi só começar a pensar nisso que me veio Iuri e Mateus na cabeça de novo, odeio quando o Téo tem razão — que é quase sempre — nunca gostei de ninguém ou quis ficar com alguém, mas foi só transar com meus amigos que agora estou aqui “quase” me apaixonando pelos dois.

Mateus é carinhoso e não tem drama, quer dizer quase não tem, Amanda é o maior ponto negativo dele e sinto que ele ainda não consegue por um ponto final no lance deles, afinal estão juntos a muito tempo, já o Iuri ainda está se descobrindo e se permitindo, o sexo é fenomenal e quando estamos só nos dois ele é incrivelmente fofo, mas ele não querer um lance mais serio está me deixando louco, talvez esse seja meu problema, só transei duas vezes com ele isso não tem que dizer que vamos namorar, foi só um lance, bom para um caralho, mesmo assim foi só um lance — te odeio Téo — porque tenho que ser tão carente e me apaixonar tão facil, nunca fui assim, o que esses cara tem.

— Você não tem aula hoje não. — Téo chama me atenção pois ainda estou deitado na cama dele e meio que atrasado já.

— Droga. — Levando as presa indo para o banho.

Cheguei na escola atrasado, isso que dar ser dramático, Mateus me mandou mensagem, perguntando como estou, respondi que tudo bem e que já tinha me acertado com o Téo, a noite ficamos de conversarmos melhor, ele quer me levar no açaí depois do treino, então oremos para Amanda não aparecer de novo, e por falar nela essa assombração está diferente soltando indiretas nos storys do insta falando sobre uma suposta piriguete dando em cima do namorado dela, pois é a vaca ainda está mantendo a relação no insta.

No intervalo não vejo Iuri, mando mensagem ele assim como eu perdeu a hora, mas resolveu não ir para aula, sortudo, minha mãe me mata se eu disse que não venho para aula só por está com sono.

— “Você foi dormir tarde por deixar sua mãe no aeroporto?” — Perguntei na mensagem.

— “Sim e você está na aula”

— “Infelizmente, mas já estou acostumado” — Manda uma figurinha de um gato chorando.

— “Queria lhe ver hoje.” — Meu coração acelera com essa mensagem, não sei o que responder.

— “A tarde?” — Me faço de lesado para ganhar mais tempo para pensar no que responder.

— “Sim, a mãe viajou e meu pai está no trabalho, então teremos a casa só pra gente.” — Ah só de pensar nisso meu corpo treme.

— “Pode ser, vou umas três pode ser?”

— “Te espero” — Seguido de uma figurinha de um gato dando um toque na mão de um cara.

Meu coração e meu pau não entram em um conceso, então vou ser racional, não tem nada de mais em ter um sexo incrivel, eu sou completamente capaz de me acabar na rola do Iuri sem querer casar com ele, vou repetir isso para mim mesmo até começar a acreditar que seja verdade, pelo menos com ele é mais facil se conformar, Mateus é mais perigoso de me iludir, tenho que ficar atento, o que me leva para outro ponto, se eu não namorar ninguém, não estarei traindo ninguém, minha logica — minha logica é impecavel — Téo vive fazendo isso é da merda, minha sorte é que não estou iludindo ninguém e sim sendo iludido.

— Roberto você pode compartilhar com a turma o que é tão importante para você não está prestando atenção na aula. — A professor me chama atenção por está voando na hora da aula.

— Desculpa. — QUE VERGONHA.”

Quando a aula acabou fui direto para casa, Mateus mandou mensagem perguntando se poderia me ver, mas falei que já tinha um compromisso, também parei de ficar vendo os storys de Amanda, isso não estava me fazendo bem, resolvi estudar e descansar até a hora de para a casa do Iuri, estou um pouco nervoso, mas normal, ele me deixa estranho mesmo e por falar em estranho ele abre a porta para mim e não está com uma cara boa, penso que pode ser por minha causa, mas não fiz nada de errado, então provável que não seja.

— Demorei? — Falo para ter certeza que seu mau humor não é por minha causa.

— Não, chegou na hora, aliás você é sempre muito pontual. — Ele abre um sorriso e me beija, um beijo calmo, porém delicioso.

— Oh que recepção gostosa.

— Que bom que gostou porque estou só começando.

Ele me leva até o sofá da sala e me deita vindo por cima de mim, tira minha camisa, e deixa nossos peitos nus em contato, suas mãos me abraçam forte e nossos beijos vão ganhando uma certa urgência, estou entrando no clima, mas algo na minha cabeça me avisa que tem algo errado, Iuri é viril, mas ele parece mais urgente do que o comum e paranoico do jeito que ele é, não faz muito sentido ele querer transar na sala, onde estamos muito expostos.

— Iuri, está tudo bem? — Ele para de me beijar e me encara nos olhos. — Desculpa, é só que você está estranho. — Ele sai de cima de mim e se senta ao meu lado.

— Foi mal, eu só queria esquecer o que eu ouvi hoje.

— Por isso me chamou aqui?

— Também, mas não só por isso, eu meio que curto transar com você ajuda a esquecer os problemas. — Não sei se fico feliz ou usado.

— O que aconteceu, somos amigos, posso te ouvir se quiser.

— Foi mal que estraguei nosso clima, né? — Ele tenta desviar o assunto, mas sou insistente.

— Não vim só pelo seu maravilhoso pau, vim pela companhia também Iuri. — Arrancou mais uma risada dele.

— Ouvi minha mãe conversando com meu pai e descobri que a viagem dela não foi para ver um parente doente como ela tinha dito. — Sua voz indica uma certa raiva.

— Cara que chato, mas porque ela mentiu?

— Porque ela é uma mentirosa, é o que ela sempre faz, ela mente sobre as coisas, isso é tão frustrante. — Ele está prestes a chorar, o abraço.

— Não precisamos falar mais sobre isso, que tal irmos para seu quarto e ficarmos de boas?

— Tranquilo.

Fomos para o quarto dele e coloquei um filme na tv para gente ver, acho que é a primeira vez que ficamos namorando na cama sem gerar um clima estranho e sem termos transado, Iuri é muito carinhoso, talvez se não fosse pelo seu desejo de manter sua sexualidade em segredo até poderíamos ser mais que amigos, só que não posso ficar pensando nisso agora, ele parece ter problemas demais para que eu gere mais um na cabeça dele, então faço o que sempre tive vontade de fazer com ele, aproveito o momento, uma hora o clima volta a esquentar e levo minha mão para dentro da sua bermuda de jogador de futebol, agarrou seu pau que já apresenta os primeiro sinais de que vai ficar duro e início os movimentos de vai e vem enquanto beijo sua boca.

Deito no com meu rosto no seu peito e tiro seu pau para fora da bermuda, agora ele está duro feito pedra, Iuri leva sua mão até minha bunda por dentro da minha bermuda e quando menos espero seus dedos começam a entrar em mim, estou gemendo com dois dedos seus enfiados em mim e estou socando uma punheta gostosa para ele, faço movimentos rápidos, o pau dele é perfeito de segurar, grande e grosso, quando sua respiração vai se intensificando começou a diminuir o ritmo, quero que ele dure mais um pouco, meu pau está babando e meu cuzinho piscando, fazendo pressão para nos dedos dele.

— Deixa eu gozar na sua boca? — Ele pede.

— Deixo. — Vou abaixando até por o pau dele na boca, mas de forma que os dedos dele ainda possam entrar em mim.

— Vou gozar, encher sua boca com minha porra.

O pau do Iuri começa a inchar dentro da minha boca e sua porra invade minha boca, o gosto amarco toma conta do meu paladar, mais me esforço para engolir tudo, minha boca fica cheia com sua porra mais engulo a maior parte, seus olhos brilham olhando para mim, acho que ele esperava que eu fosse cuspir, me ver engolir sua porra o deixou feliz, pois ele me puxa para cima dele e trocamos mais beijos insadecisos de tanto tesão, o pau dele ainda está duro enquanto aproveito que estou em cima dele e encaixo ele na minha entrada, mas sem deixar ele entrar, fico só sentindo a presaão da rola dele cutucando meu cuzinho, inicio uma unheta em mim mesmo e não demora até meu prazer se espalhar pelo peito dele.

Iuri está com um brilho radiante nos olhos, e não vou negar que também estou feliz e realizado, transar com ele sempre é maravilhoso, meu desejo por ele é real, assim como pelo Mateus e aqui estou eu de novo pensando em outro cara enquanto vou para o banheiro me limpar. Dessa vez não fugi, vimos e resto do filme e ainda mamei ele antes de irmos para o judô, chegamos juntos por sorte nem o Mateus e nem o Téo haviam chegado ainda, principalmente o Téo, conheço a peça ele ia ficar supondo coisas ao me ver chegar com o Iuri.

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Comentários

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Que tesão esse Iuri. Mas o Beto é o mais gostoso. Todos querem ele. Essa transa agora, sem penetração, me deixou com muita tesão. Até o meu cuzinho virgem piscou.

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Eu tinha deixado as estrelas mas não tinha comentado. Rafa, esses seus personagens que fritam a cabeça de tanto pensar me divertem muito!! Hahahahah

E o Iuri foi uma adição e tanto ao conto 😈

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