O Playboyzinho do Condomínio Fodeu a Minha Mulher (Parte II)

Um conto erótico de Paulo
Categoria: Heterossexual
Contém 1947 palavras
Data: 08/10/2023 15:04:51
Última revisão: 09/10/2023 05:19:34

Entrei no chuveiro pensando em tudo que havia ocorrido.

Fiquei com medo do que a Leticia estaria pensando de mim, tendo em vista que praticamente falei na lata, que a deixaria transar com outro homem.

Passei alguns minutos deixando a água cair na minha cabeça, imaginando como deveria encará-la.

Estava distraído com os meus pensamentos, quando a minha esposa entrou no banheiro nua e sorrindo, dizendo que nós estávamos muito safados, mas que ela havia gostado de transar fantasiando coisas diferentes, saindo da rotina.

Então brinquei, perguntando se ela havia gostado de sair da rotina, ou de ter fantasiado com o novinho comedor.

- Ah, amor. Fantasiar com alguém conhecido é sempre mais gostoso, né? Ainda mais depois do que escutamos naquele dia. O menino tem preparo físico!

Então encostei ela na parede do chuveiro, passando a mão na sua bucetinha e falando:

- Tá de olho no preparo físico do moleque, safada?

- E tem como não imaginar? Já pensou, amor? Se o Eduardo me pegasse daquele jeito, você ia deixar?

Aquilo era exatamente o que eu queria ouvir, então dei corda pra ela, iniciando o diálogo mais excitante da minha vida.

- Mesmo que eu deixasse, você não teria coragem, sua putinha.

- Paulo, Paulo...tu não me desafia, viu?

Cheguei no seu ouvido e falei baixinho:

- Desafio feito! Tô com tesão só de te imaginar no lugar da Renata, sendo socada daquele jeito pelo novinho, sua gostosa!

Então a Letícia ficou toda excitada e corada, não conseguindo mais disfarçar o tesão. Foi então que ela falou:

- Amor, vamos parar com essa conversa pra eu não pensar besteira.

Só apertei a sua bunda, quase a levantando do chão, olhei nos seus olhos e falei:

- Amor, eu tô falando sério! Eu realmente tô com vontade imaginar o Eduardo metendo em você daquele jeito. Tô sentindo um tesão enorme pensando em você de pernas abertas na cama, levando pica com força e gritando que nem a vizinha.

- Ai amor, tu tá muito safado. Não sente ciúmes de mim não?

- Eu sinto, mas isso é diferente. É só sexo. Tu tem coragem se eu disser que pode?

- Ai Paulo, não sei. Imagina como seria isso?

- Qual o problema, amor? Você iria gozar gostoso na pica do novinho e aproveitar, com o meu aval.

- Ai, amor, isso é sério? Ela perguntou.

Olhei bem nos olhos dela e falei:

- Amor, eu quero que você dê a buceta pro Eduardo e volte pra casa toda gozada, pra eu te comer usada. Entendeu agora? Eu tô com tesão em te comer fodida por ele.

A Letícia simplesmente me agarrou e me beijou. Foi um beijo cheio de tesão e desejo.

Eu sabia que ela queria e sabia que agora não teria mais volta. Eu seria corno da minha esposa em breve.

Empurrei sua cabeça pra baixo e falei: - Me chupa, sua gostosa!

Ela agachou e começou a fazer um boquete embaixo do chuveiro, lambendo a cabeça da minha pica e colocando tudo na boca em seguida.

Eu batia a pica na cara da Letícia, chamando-a de puta gostosa, de vagabunda casada e falando que ela mamava gostoso.

Depois a levantei e mandei empinar a bunda pra mim.

Esfreguei a pica no cuzinho da Lê, roçando e escutando-a gemer.

Então enfiei de uma vez na sua buceta e comecei a estocar, puxando os seus cabelos e fodendo com força.

Eu comi a Letícia por trás xingando de puta casada e falando que ela seria arregacada pelo playboyzinho do condomínio. Eu dizia que ela só seria puta de verdade quando desse pra outro mesmo sendo casada.

A minha esposa estava em êxtase, pedindo pra eu falar mais.

Eu dizia que ela daria pra ele e pra mim no mesmo dia, pois puta faz desse jeito ou pior.

Fiquei falando putarias e metendo, até que a vadia começou a estremecer e gemer mais alto.

Então acelerei o ritmo até ela gozar, arriando as pernas sem forças.

Vendo aquilo eu a puxei pelos cabelos, colocando-a de joelhos e jorrei todo o meu esperma na sua cara.

O nosso sexo estava mais intenso, com uma excitação absurda. Eu nunca havia feito a Letícia gozar assim, de pé.

Ela ainda respirava fundo excitada, quando a puxei pra mim e a beijei.

Naquele momento eu já não ligava mais pro gosto de porra que havia em sua boca. Eu queria ela lasciva, sabendo que eu a desejava sem mais preconceitos. Queria que ela soubesse que eu a foderia mesmo se estivesse toda melecada de esperma de outro homem, pois era ela o objeto do meu desejo.

E a Letícia sentiu isso. Só de olhar pro seu rosto eu sabia que ela havia entendido.

Havíamos despertado uma nova forma de prazer, muito mais forte e intensa do que qualquer coisa já vivenciada.

Então terminamos o banho e fomos nos vestir.

Eu disse pra daqui pra frente ela usar umas roupas mais safadas pra provocar o rapaz.

A Lê sorria e falava que não acreditava que iríamos fazer isso.

Falei que se rolasse, eu queria ela gritando que nem uma puta levando pica.

A Letícia começou a sorrir, dizendo que o condomínio inteiro iria escutar se ela fizesse isso.

Então fiquei pensativo e falei que realmente era perigoso a vizinha escutar, e que o correto era ela conseguir levar o novinho pra um motel mais afastado, onde poderiam fazer barulho à vontade. Falei que queria ela bem safada, pois se fosse pra ser puta de outro, ela teria que levar gozada na cara, dar o cuzinho e gemer bastante, pra o novinho saber que ela fode mais que a tia puta dele.

Falei pra ela inventar uma desculpa pra sair com ele e deixar as coisas acontecerem.

A Letícia me chamou de louco, mas disse que se eu queria mesmo uma esposinha puta, ela daria um jeito, já que de tanto eu falar, até ela já estava com vontade.

A safada tentou jogar que estava "apenas" realizando a minha fantasia", mas eu sabia que ela estava doida pra foder com o Eduardo. Eu já era um corno e, ainda por cima, um corno manso.

No dia seguinte, resolvemos descer pra a piscina de novo e pedi que a Letícia colocasse o seu biquini mais safado, pra o caso de o Eduardo aparecer. Ela escolheu um bem enfiadinho no bumbum, com as alças da parte de baixo bem fininhas, exibindo o quão gostosa ela era.

Eu quase comi a Letícia ali mesmo, no quarto, mas ela ficou dominadora e apertou meu pau por cima da bermuda, dizendo que agora eu só ia meter nela depois que estivesse fodida pelo novinho. Quase gozei nas calças só de imaginar.

Então descemos e passamos um longo tempo na piscina do condomínio. Eu percebia o tempo todo os olhares de desejo pra a minha mulher, até mesmo de alguns casados. Aquilo me dava um tesão fora do normal.

Mas só depois de muito tempo, quando já não havia tantas pessoas e estávamos completamente distraídos, foi que o Eduardo apareceu, sorrindo ao nos ver.

A Letícia abriu logo um sorriso acenando e dizendo:

- Olha quem chegou! Vem ficar com a gente, Edu.

Olhei pra ela levantando uma sobrancelha, como se perguntasse sem falar: - Edu???

Ela entendeu e riu.

Então começamos a conversar amenidades por um tempo, até que a área da piscina ficou mais vazia, pois já era fim de tarde.

Estávamos todos na água e resolvi sair um pouco, pra que a minha esposa ficasse mais à vontade com o rapaz.

Senti que bastou eu sair de perto pra o Eduardo começar a conversar mais próximo e falar mais baixo. O garoto sabia a hora de agir. Era um futuro comedor.

Ficaram conversando, olhando nos olhos um do outro. A Letícia parecia uma adolescente interessada.

Então saíram da piscina e ela foi ao banheiro.

Neste momento aproveitei que já havíamos bebido um pouco e pra provocar o rapaz:

- A Letícia quando bebe desse jeito fica num fogo que só. Mais tarde vou me dar bem em casa. Hoje tem, meu amigo!

O Eduardo olhou rindo, falando que eu era um homem de sorte, porque ele hoje ia só dormir na vontade mesmo.

Imaginei que este "dormir na vontade" era uma indireta sobre a minha mulher. Que moleque audacioso! Mal sabia ele que, se dependesse de mim, ele entrava naquele banheiro e comia a Letícia lá mesmo, naquele exato momento.

Ele me disse que estava sozinho em casa, pois os tios foram pro litoral, mas como não conhecia nenhuma gatinha, ia passar fome no final de semana.

Fiquei rindo dele até que escutamos a porta do banheiro abrir e a Lê vir desfilando toda alegre.

O Eduardo então levantou, me dizendo que também teria que ir ao banheiro.

A Letícia já alta pela bebida, disparou:

- Não demora, Edu! Vai fazer falta aqui.

Então ela esperou ele entrar no banheiro, sorriu e me agarrou, dando um beijo de língua cheio de tesão e falando baixinho:

- Amor, tô com vontade! Eu quero ele!

- Safada, estavam conversando o quê na piscina?

- Ele tava elogiando sua mulher, corninho, falando que eu era uma gata, e que se ele não conhecesse você, teria dado em cima de mim logo quando me viu.

- E o que você respondeu, cachorra?

- Eu disse que se fosse solteira ele não escapava. Você tinha que ter visto a cara de tesão que ele fez, amor.

- SAFADA!

- Eu quero ele HOJE, amor! Eu quero que ele me coma com força. Tô cheia de tesão!

Neste momento o Edu saiu do banheiro e tivemos que desconversar.

Ele notou que estávamos nos agarrando e perguntou se havia atrapalhado algo.

Falei que não, mas que a cerveja estava acabando e, se quiséssemos continuar o papo, teríamos que comprar mais.

Como estava começando a ficar frio, chamei todo mundo pra subir e beber no apartamento, pois ainda havia várias long necks por lá.

O Eduardo foi recolher as suas coisas e aproveitei pra falar pra a Letícia que o andar era só nosso, já que os vizinhos estavam viajando. Então, a oportunidade era agora de fazer barulho.

Ao chegar no apartamento, os dois sentaram na varanda e eu fui até a cozinha buscar as cervejas. O garoto ainda estava de sunga e a Letícia de bikini. Resolvi que era agora ou nunca. Eu tinha que dar um jeito de sair dali e demorar. Mas que desculpa eu daria? Trabalho? Um amigo precisando de ajuda?

Fiquei um tempo pensando e resolvi que seria qualquer coisa desde que eu saísse dali.

Voltei na varanda com as cervejas e falei que os meus pais me ligaram, pois o portão da casa deles estava abrindo sozinho e não sabiam como desligar. Que tentei ensinar por telefone, mas não conseguiram e eu teria que ajudá-los, já que não podiam dormir nesta situação.

A Letícia sabia que meus pais moravam no interior do estado e logo entendeu as minhas reais intenções.

O Eduardo se prontificou pra ir comigo, mas falei que não precisava, pois pegaria um Uber pra não ter que dirigir bebendo.

Disse pra ficarem bebendo à vontade, que até as 20hs eu voltaria.

Resumindo, eu ficaria fora por 1h45min, que era tempo mais que suficiente pra o Eduardo arregaçar a buceta e o cuzinho da minha mulher.

A Letícia ainda provocou, dizendo pra eu não demorar porque hoje ela queria o maridinho dela animado.

Aproveitei a deixa e falei que ia tentar, mas que não garantia nada. A Letícia só fez um biquinho.

Na mesma hora notei imediatamente uma troca de olhares entre os dois, com um sorriso disfarçado.

Então vesti uma roupa e chamei um Uber pra o barzinho mais próximo.

Quando retornasse, eu já seria oficialmente CORNO MANSO!

Continua...

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Comentários

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Amei o seu conto e gostaria de saber mais sobre sua esposa e as transas dela. E queria receber fotos dela. Meu e-mail é adriano_sp_pv8@hotmail.com

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Tem que rolar com você presente para assistir um macho fodendo sua mulher

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É corno na intenção já é. Na volta será oficialmente e de fato. Mui sexy tua história

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