Romance da Lua ūüĆúCap√≠tulo 2ūüĆõ- EM SEUS SONHOS

Tom√°s come√ßou √° dar in√≠cio ao seu plano de arruinar com a escola dois cora√ß√Ķes √° pedido de seu amante Jo√£o Almeida que almeja comprar √° todo custo o terreno da escola e n√£o mede escr√ļpulos para conseguir tal feito, a primeira tentativa de Tom√°s foi afrouxar os pregos de um palco onde os alunos fariam uma apresenta√ß√£o (de afrouxar coisas ele entende porqu√™ as pregas do rabo dele j√° estavam bastante frouxas) e durante uma apresenta√ß√£o o palanque desabou e uma menina chamada Luciana caiu e quebrou a perna, em outro momento uma lumin√°ria despencou do teto e quase provocou um acidente fatal, e3m outro momento ele havia soltado o espelho da sala de ballet e o espelho quase vira por cima das bailarinas e da pr√≥pria m√£e dele, sem desconfiar de Tom√°s Daniel come√ßa √° suspeitar que havia um sabotador presente no local. A escola de dan√ßa come√ßa ent√£o √° passar por problemas financeiros. Numa tarde comparsas de Jo√£o Almeida fizeram uma visita indesejada ao local

-"COMO VOCÊS ENTRARAM AQUI?!" - Pergunta Marisol ao ver os rapazes adentrando ao recinto.

-"Pela porta baby, ali√°s essa sala n√£o tem nenhuma porta...." - Diz um dos homens em tom debochado.

-"Minha sala nunca teve porta, qualquer aluno pode falar comigo á qualquer hora...e o nome dela não é baby, é Marisol!!!"

-"E depois aqui na escola é proibido fumar!!!" - Diz Marisol ganhando uma baforada na cara do charuto do rapaz

-"Vocês vieram se matricular no ballet?!" - Pergunta Mamma Vitória em tom debochado

-"A senhora sabe muito bem o que nós viemos fazer, O João Almeida vai acabar com tudo isso aqui"

-"Mas e a escola?!" - Pergunta Marisol sentando-se numa cadeira

-"E os alunos?!" - Pergunta Mamma Vitória levantando-se

-"Os Alunos serão removidos, e esse prédio será demolido para construir o sanatório de recuperação de drogados Vale do Sol" - Todos os capangas riem - "Essa grana é uma oferta do João Almeida pra senhora sair logo e se livrar das dívidas" - Diz o rapaz jogando um bolo de dinheiro em cima da mesa

-"Jamais..." - Tenta dizer Mamma Vitória já muito rouca e ficando agoniada

Foi aí que o malfeitor a interrompeu e deu a notícia que ninguém queria ouvir aquela tarde: "João Almeida tem a hipoteca da escola"

-"Até o telefone foi cortado baby, ou a senhora aceita a grana ou nós vamos arrepiar!!!"

-"Saiam daqui imediatamente!!!" - Grita Marisol ao ver o quanto a m√£e estava passando mal com tudo aquilo

-"Diga...a João Almeida, que a escola não vai fechar, e diga também...que eu já tenho uma saída" - Diz Mamma Vitória quase sem poder falar e muito rouca

-"30 dias pra pagar e nem mais um dia t√°?!" - Um dos rapazes diz enquanto s√£o postos pra fora do local √° vassouradas por Marisol

E tudo isso aconteceu enquanto Daniel da Lua estava trabalhando no jornal. Anselmo que ouvia tudo numa sala próxima dali esperou que Daniel chegasse e contou tudo ao rapaz. Enquanto isso Marisol e Mamma Vitória conversavam enquanto Tomás ouvia tudo:

-"A senhora disse que tinha uma saída...que saída?!"

-"Eu menti...mas nós vamos encontrar uma saída..."

-"M√£e a senhora n√£o acha melhor a gente sair logo daqui e ir pra um lugar onde a gente sofra menos?!"

-"Nem pensar, voc√™ sabia que foi a minha av√≥ que fundou essa escola?! quando minha av√≥ se casou, meu av√ī que era dono de todo esse terreno, nos deu essa casa que hoje √© o nosso restaurante italiano e a casa onde n√≥s vivemos, essa casa est√° na minha fam√≠lia √° v√°rias gera√ß√Ķes, e pelos detalhes da constru√ß√£o √© poss√≠vel ver que se trata de um patrim√īnio centen√°rio enquanto eu estiver viva, n√£o sairei daqui e ningu√©m vai nos tirar aqui"

Enquanto isso Lua conversava com Anselmo e fica sabendo das ameaças que a família sofreu á pouco tempo.

-"Deixa comigo Anselmo, eu vou lá, eu vou lá ver quem é esse tal de João Almeida"

-"Tenha cuidado Lua"

-"Ok beijo, tchau"

Poucos segundos depois de Lua sair o muro da escola explode após uma bomba ter sido colocada no colégio, com a explosão alguns destroços machucam Anselmo.

Daniel chega ao prédio da Vale do Sol onde aliás João Almeida mora na cobertura e começa á fotografar quando é surpreendidos por seguranças

-"Ei que isso cara?! eu sou jornalista!!!"

-"Ninguém pode fotografar aqui moço, João Almeida quer ver você"

-"Ah é?! eu também quero ver esse tal de João Almeida"

Eles saem levando Daniel praticamente arrastado pra dentro do prédio e quando chegam á sala de João...agora estavam cara a cara

"QUE QUE VOC√ä TAVA BISBILHOTANDO NO MEU TERRIT√ďRIO?!"

-"pra quem você trabalha? você é da polícia?"

-"Não...da polícia não, eu sou jornalista, eu trabalho na Hora X"

Nesse momento João dá uma bela olhada pro rapaz, Lua não é de se jogar fora...

"Ah Hora X? huuummm porquê não disse antes?"

Daniel vendo que havia ganhado a confiança do homem começa á fazer peguntas enquanto grava com o celular

"Vem cá...porquê destruir uma escola de dança pra construir um sanatório hein?"

-"Escreva que a escola, se transformará numa espécie de SPA de primeiro mundo. Drogados de todos os países frequentarão o sanatório vale do sol, teremos também um shopping com serviços tipo psiquiatria, perfumaria, destilarias e etc..."

-"Quer dizer que esse empreendimento é pra esconder alguma armação?! tipo tráfego de drogas?!"

Nesse instante o homem perde seu ar for√ßosamente simp√°tico e expulsa o menino da sua sala, mas seu celular permanece gravando e registra quando um dos capangas dizem que Jo√£o Almeida tem liga√ß√£o com o tr√°fego internacional, n√£o restava mais d√ļvidas, Jo√£o Almeida √© um bandido e traficante com fachada de empres√°rio.

Ao chegar em casa Lua descobre que uma bomba foi colocada na escola e destruiu um muro do col√©gio. Ao saber que Anselmo ficou machucado Daniel se preocupa e vai at√© a casa da outra av√≥ onde Anselmo trabalha como seu contador. Encontra Anselmo no quarto, o homem est√° com a perna engessada e um bra√ßo na tipoia. √Č bem verdade que Anselmo esconde uma paix√£o plat√īnica por Daniel da Lua, mesmo sendo muito mais velho do que ele, quando v√™ Daniel entrando no seu quarto foi como se um raio de sol adentrasse por aquela porta. Nem as dores que estava sentindo ele parecia notar mais.

"Anselmo? vc t√° muito machucado?!"

-"N√£o foi nada n√£o Lua, n√£o precisa se preocupar"

-"Você não tem ninguém pra passar essa noite aqui com você né? sabe de uma coisa? eu faço questão de ficar aqui tomando conta de você essa noite"

-"N√£o precisa Lua, eu j√° t√ī melhor!!!"

-"Eu disse que faço questão, e não aceito um não como resposta, pode ir se preparando que hoje você é meu sultão e eu serei sua odalisca hahahahah"

As horas se passavam e o cora√ß√£o de Anselmo parecia que estava em festa e n√£o parava um s√≥ minuto, Daniel ajudou √° tomar sopa, ajeitou sua almofada no pesco√ßo, leu pra ele um livrinho de piadas, at√© ele adormecer, para Daniel da Lua Anselmo era como um irm√£o mais velho enquanto que Anselmo s√≥ conseguia imaginar como seria tudo de bom se o Daniel acabasse com sua solid√£o, seria o melhor namorado. √Ā noite Anselmo teve um sonho com o Lua.

SONHO DO ANSELMO - SAFADDIN E A PICA MARAVILHOSA

Anselmo, ou melhor Safaddin caminha pelo deserto √° noite, exausto, com sede e fome ele encontra um o√°sis, ele praticamente se arrasta pelas escaldantes areias do deserto at√© o local e l√° chegando ele encontra um artefato que ele esfrega e da l√Ęmpada sai Daniel da Lua, com roupinha de g√™nio, sem camisa, cal√ßas largas e um v√©u sob o rosto estilo feiticeira

-"Em que posso servi-lo meu amo e senhor?!" - Pergunta o geninho

-"Quem é você?!"

-"Sou o g√™nio da l√Ęmpada que voc√™ acabou de esfregar, tens direito √° tr√™s desejos senhor"

O primeiro desejo dele foi um palácio enorme, confortável e com luz e prontamente o desejo lhe foi concedido o palácio surgiu das areias quentes do deserto, o segundo pedido comida farta que nunca chegasse ao fim, então surge uma mesa enorme com um banquete farto para ele e o terceiro desejo...bem...ele não era bobo e observou bem os belos atributos do Geninho, não pensou duas vezes baixou as calças e ordenou:

-"Chupa!"

O g√™nio prontamente obedeceu tirou seu v√©u, baixou-se no meio das pernas do homem e come√ßou √° pagar-lhe um delicioso boquete, o cara pensou consigo mesmo: "Esse g√™nio sabe como chupar e satisfazer um macho, nunca senti uma mamada t√£o gostosa assim" realmente o Geninho parecia que tinha boquinha de veludo e mamava a pica do homem com prazer e satisfa√ß√£o e com o √ļnico e irremedi√°vel prop√≥sito de proporcionar o prazer √° seu "amo e senhor". O g√™nio mamava sua piroca branquinha com muita vontade, o cara tinha um belo atributo, seu pau era avantajado e levemente grosso, com uma cabe√ßa rosadinha e exposta que √° princ√≠pio o Geninho se concentrou em apenas lamber generosamente aquela cabe√ßa babada enquanto olhava para seu amo com carinha de menino pid√£o parecia que era um pirulito nas m√£os dele. enquanto lambia sua cabe√ßa tocava uma pro macho com as duas m√£os e ainda sobrava um pedacinho do pau, ele achava quentinho e ali√°s quentinho tamb√©m era o pau do cara depois ele come√ßou √° mamar a rola do seu amo enquanto tocava uma levemente para ele, seu pau n√£o parava de babar, com uma m√£o ele babava e com a outra ele tocava no saco do rapaz que ali√°s era bem macio, seu corpo come√ßou √° arrepiar e ter leves espasmos, ele se encostou numa parede e ficou ali curtindo a mamada do menino vagarosamente e muito safado seu saco por conta do arrepio se contraiu se unindo ao corpo, suas mamadas se tornaram mais intensas e babando uma babinha quentinha no pau do cara que escorria pelo saco, quando ele tirava a boca o cara podia ver um fiapo da saliva dele que unia do pau √° boca dele, o menino realmente sabia o que fazia e n√£o contente com todo o prazer que proporcionava √° seu amo ele ainda come√ßou √° acariciar e apalpar o bumbum arrepiado dele de leve enquanto tentava fazer uma garganta profunda no p√™nis do seu senhor que foi √° loucura com aquilo, estava bom demais, n√£o havia como fugir do que ele queria e sem op√ß√£o o cara come√ßou √° esporrar na cara do garoto primeiro foi fundo na garganta, depois ele tirou a boca e deixou o homem lavar sua cara com seu esperma, era delicioso ver sua carinha de menino safadinho toda meladinha pelo seu leito quentinho que jorrou gostoso nele.

Depois o cara quis comer o Geninho que n√£o se op√īs porqu√™ tamb√©m estava louco de tes√£o por aquela maravilha de macho que estava diante dele, mas a foda n√£o podia ser mais inusitada, os dois transavam enquanto voavam num tapete m√°gico e assim foi o g√™nio Daniel se p√īs de quatro enquanto que o outro, Anselmo "Safaddin" tentava penetrar seu cuzinho com a pica grossa que obviamente encontrou resist√™ncia, mas como o tapete era grande e espa√ßoso o suficiente, o rapaz conseguiu se acomodar embaixo dele e imediatamente enfiou a cara na sua bunda, o g√™nio se arrepiava e deu um grito de prazer t√£o forte que ecoou pelos ares, ele esfregava sua barba ralinha no rabo do garoto que gemia e rebolava para ele, ali√°s que cena linda aquela bunda prefeitinha e lisinha rebolando diante da sua cara enquanto voavam no tapete pelo c√©u estrelado era de matar qualquer um de tes√£o, ele lambia, enfiava o dedo no cu do rapaz, enfiava a l√≠ngua e quando j√° estava b em babado a√≠ sim o Anselmo Safaddin tentou enfiar sua pica dentro do rabo do geninho, a cabe√ßa foi o mais complicado mas quando ela entrou, todo o resto do pau foi engolido pelo cuzinho do menino de forma bastante f√°cil, ele come√ßou metendo devagarzinho at√© que a tora j√° estivesse completamente enterrada no seu rabo, Anselmo sentia como era gostoso ter o corpo do Daniel ali embaixo dele quentinho rebolando pra ele, enquanto ele sussurrava obscenidades em seu ouvidinho, gemia e passava sua barba em seu pesco√ßo, mordendo sua orelha e falando obscenidades.

Em pouco tempo já estavam suando metendo forte, cada vez mais forte, com muito tesão, força e rapidez, gemiam sem parar até que Anselmo começou á tocar uma para Daniel e gozaram os dois juntos com ele enchendo o rabinho do menino de porra mas aquilo não parou por ali, ao contrário eles foram para a cama agora dentro do palacete e lá fizeram um belo frango assado á beira da cama onde Anselmo gozou sujando o peito, barriga e rosto de Daniel de porra e Daniel também gozou sujando a própria cara com seu próprio prazer

MAS TUDO NÃO PASSOU DE UM SONHO...

Anselmo acordou na cama ainda machucado com a perna e o braço engessados e Daniel ainda estava á seu lado sentado numa cadeira com um libro sob o peito cochilando, o dia estava quase amanhecendo.

Até que ficar doente não era de todo mal assim pro Anselmo...

CONTINUA...

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Foto de perfil de DanizinhoDanizinhoContos: 160Seguidores: 92Seguindo: 3Mensagem Autor Paraibano de 27 anos, escrevo na casa dos contos desde 2017, com experi√™ncia em contos voltados ao p√ļblico jovem (embora tenha um p√ļblico cativo maduro tamb√©m), n√£o tenho nada contra o manique√≠smo embora nos meus contos eu sempre prefira mostrar personagens humanizados que cometem erros, acertos e possuem defeitos e qualidades, meu maior sucesso foram os contos "Amor & √ďdio" e "Nosso Louco Amor" esse √ļltimo teve cerca de 50 estrelas em um √ļnico cap√≠tulo, atualmente escrevo "Um Certo Algu√©m" que conta a hist√≥ria de um tri√Ęngulo amoroso formado pelo jovem Tiago, o Maduro Lu√≠s e o CDF Dan√≠, tem alguma dica, sugest√£o ou cr√≠tica??? entre em contato comigo no zap: (83) 99822115

Coment√°rios

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Lendo a segunda parte dessa saga e vendo os rumos que a história tomará... Novos elementos foram incluídos e novas cenas surgindo. Vamos juntos com a imaginação do autor. Leiam e acompanhem essa história! Abraços!

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Amigo qual foi sua inspiração pra essa história o capítulo de hoje está ótimo

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Na caridade as coisas eu tenho tirado da minha cabeça mesmo rsrsrs pego uma coisinha daqui, outra dali....assim vai

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