Escravizada, humilhada e forçada a comer merda

Um conto erótico de Dayse
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 1328 palavras
Data: 27/10/2023 16:46:24

Eu sempre gostei de um sexo mais pesado, com tapas e puxões de cabelo, cuspe na cara e tapas na cara também, meu corpo é magro e atlético porque faço sempre academia então eu sempre estive acostumada a ser putinha na cama, mas fora dela eu é que humilhava os homens, até o dia que eu conheci um cara chamado Gustavo, ele era policial da rota e muito grande e musculoso, daquele tipo que quando vc vê nu parece que vai gozar antes de tocar, eu achei que seria mais um como os outros que eu poderia pintar e bordar, mas me apaixonei. O sexo com ele me assustou no início, porque ele batia forte e me deixava cheia de marcas, também gostava de me humilhar, me chamava de prostituta e me batia várias vezes no rosto enquanto eu chupava ele, eu estava de quatro por aquele homem, faria o que ele me pedisse pra continuar tendo ele pra mim, o que eu não sabia é que ele era muito pior e sádico do que tinha me mostrado até agora.

Depois de 1 ano juntos eu já estava completamente dependente, o sexo era perfeito, o corpo dele, o jeito dele... E eu me sentia muito feliz.

Um certo dia combinamos de nos vermos a noite na minha casa como de costume, assistimos a um filme e depois ele começou a me beijar bem gostoso com aquela boca safada dele, imediatamente o pau dele ficou duro e eu comecei a mamar, babando ele todinho porque ele adora, enquanto ele me batia no rosto

- sua putinha vagabunda, chupa o pau do seu dono vai, baba bem esse pau que é o único que vai te comer o resto da sua vida, vadia- ele dizia, me deixando molhada pra caramba.

- que delícia chupar seu pau amor- falei e em seguida levei mais um tapa

-eu mandei vc falar? Vagabunda, cala essa boca e continua chupando minha rola- brigou autoritário como sempre

Depois de muito tempo chupando ele, ele levanta e me manda deitar na cama e sobe por cima de mim, abre as duas pernas e senta com as bolas no meu rosto, esfregando elas na minha boca

-lambe minhas bolas agora, vai- ordenou, forçando o corpo em cima de mim e me deixando sem ar, depois afastou um pouco pra frente até encostar a bunda no meu rosto - agora puta, vc vai lamber meu cu.

Ahhh- Gemi sem ar, mas obedeci, coloquei a língua pra fora e meti naquele cu com gosto, mexendo bem a língua e metendo ela no rabo do meu macho, ele gemia feito louco

- isso, isso vadia, lambe meu cu, lambe o cu do seu dono, mete a língua vai cadela- gemia alto e acho que toda vizinhança já devia saber que eu lambia cu de macho de tão alto que ele falava gemendo gostoso, ele levantou e virou de costas

- pronto, assim fica melhor pra vc lamber meu cu- sentou de costas no meu rosto e começou a mexer na minha bucetinha que já estava enxarcada

- vc tem noção? Que vc tá lambendo meu cu, tem noção do tanto que vc é vagabunda? Não tem como vc se humilhar mais q isso não puta.... Ahhh, aliás, na verdade tem sim- falou, saindo de cima de mim, foi na mesa, pegou as algemas e algemou minhas mãos pra trás

- fica quietinha que eu já volto - ordenou e foi ao banheiro

Ele ficou de porta aberta, então escutei, quando ele peidou no vaso e o barulho da merda caindo, ele estava cagando, e me deixou algemada, um gelo veio na minha barriga, eu já imaginava o que estava por vir.

Ele veio logo em seguida, nem mesmo deu descarga, me fez levantar e ir até o banheiro

- olha pra dentro do vaso vadia- mandou e eu claro, obedeci- tá vendo essa merda aí dentro? Da próxima vez, vou fazer ela toda dentro da sua boca

Aí meu Deus, olhei dentro do vaso e uma merda bem mole e muito fedorenta estava lá, que agonia me deu na hora

Continuou- hoje, eu vou só te acostumar com o gostinho dela pra vc não estranhar quando tiver que comer ela toda, hoje vc vai limpar meu cu sujo com a língua.

- não amor, eu não tô preparada pra isso ainda- respondi aterrorizada, sentindo o cheiro forte daquela merda e imaginando minha língua encostando nela

- não???!!- ele disse- vc está me dizendo não? É isso mesmo?- e me deu um tapão forte no rosto, me segurou pelos cabelos e continuou- eu nao te perguntei se vc está preparada sua puta, eu disse que vc vai limpar a merda do meu cu e vai ser agora - ele cuspiu na minha cara e me jogou no chão- vai lamber ou eu te espanco, tiro sangue da sua boca, piranha, enfio sua cabeça dentro desse vaso cheio de bosta e te afogo, o que vc prefere? Humm

- eu disse não Gustavo, eu não quero isso agora, já chega, depois nos conversamos sobre isso, porfavor - retruquei, e levei uma enorme bofetada, ele começou a me bater sem parar segurando meu cabelo e batendo no meu rosto, cuspindo na minha cara e com uma expressão de insatisfação

- mandei calar a boca Dayse, vc não serve pra nada mesmo né, nem pra comer bosta vc tá servindo, tá me deixando irritado, é melhor vc ficar calada e fazer o que eu mandei

Gustavo me jogou no chão algemada, e ficou de costas e de cócoras com a bunda no meu rosto, então com as duas mãos ele abriu bem a bunda e veio aquele cheiro de cocô, bem na minha cara

- não, porfavor, eu te imploro, amor não faz isso, eu vou vomitar eu vou....- e logo não consegui mais falar pq ele esfregou a bunda suja na minha cara

- lingua pra fora, escrava, lambe o cu sujo do seu dono, agiliza, ou eu vou afogar vc na merda do vaso.

Naoooo- eu gritei

Na hora ele se levantou

- quer saber, pra mim já deu, eu vou me lavar e vou embora, vc não serve pra mim, cansei dessa palhaçada- falou levantando

- como assim vai embora?- perguntei

- tô terminando com vc, não entendeu não? Eu quero uma mulher pra me obedecer, se for pra ficar de graça não me serve, da licença, quero mais não

- espera- falei desesperada, eu já não sabia mais viver sem ele, meu estômago gelou de medo de perder ele- tá bom, volta porfavor, eu vou fazer o que vc quer

- agora eu não tô mais afim- retrucou

- porfavor, te imploro Gustavo

- entao implora, quero que vc implore pra limpar a merda do meu cu

- porfavor, deixa eu lamber seu cu- implorei

- pede direito- ele exigiu

- deixa eu limpar a merda do cu do meu dono- falei novamente e ele ficou de cócoras de novo, de costas pra mim

- não tô sentindo sua língua no meu cu ainda, tá esperando o quê prostituta?- reclamou com uma voz irritada

No mesmo instante, coloquei a língua pra fora e fui ao trabalho, lambendo bem ao redor do cu, onde estava bem melado da merda mole dele, depois abocanhei e comecei a chupar e lamber o rabo dele como se fosse a coisa mais gostosa do mundo, senti meu rosto com cheiro fétido, mas continuei, claro

- isso puta, agora vc sabe bem o seu lugar, é limpando meu cu, lambendo o chão que eu piso, vivendo pra me agradar, a partir de hoje, vou cagar todo dia na sua boca, e não adianta reclamar, senão eu termino contigo entendeu.

- sim meu senhor, sua puta vai comer merda e limpar seu cu sem reclamar

E assim foi, hoje sou a privada dele, além de lamber os pés e até o suvaco dele quando ele chega do trabalho, outro dia conto pra vocês do dia que ele mijou na minha boca e me fez chupar os dedos do pé dele toda mijada

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Comentários

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Perfeito, Dayse. Tudo isso me fascina!

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É muito bom ser entendida, já vou aproveitar e ler os seus

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