FUI DANDO O CU ATÉ ENCONTRAR O AMOR

Um conto erótico de betinho gay
Categoria: Gay
Contém 4450 palavras
Data: 23/09/2023 14:27:26
Última revisão: 23/09/2023 17:39:18

Naquele tempo, quando eu era pequeno, era mais mesmo o Maninho, que só queria saber de ficar mexendo comigo, de noite, na nossa cama:

- Vira!... Fica assim, fica!... –E eu ficava. E ele baixava o meu shortinho. E me botava de bundinha pra cima. Passava cuspe e vinha esfregar o pinto dele no meu reguinho todo, procurando o buraquinho do meu bumbum pra meter. E quando achava, enfiava aquela coisinha dura e gostosa, que escorregava macio todinha pra dentro de mim, pelo buraquinho da minha bundinha adentro. Era tão bom! Eu gostava tanto!... Principalmente na hora que ele ficava socando bem forte, me puxando pelos ombros, me apertando e fungando na minha nuca e beijando o meu pescoço e mordendo a pontinha da minha orelha bem de levinho! Eu era tão bobinho e ele foi me viciando nessa brincadeira gostosa!… Só bem depois é que eu fiquei sabendo que aquele pilantra estava mesmo era comendo o meu cu e eu, inocente, estava gostosamente dando a minha bundinha pra ele quase toda noite. Legal, né?

Fomos crescendo e o Maninho já não me comia tanto, mas eu nunca parava de ficar com vontade de brincar daquilo com ele, porque gostava demais mesmo de dar o meu cuzinho e chupar o seu pauzinho duro toda noite, antes de dormir. Mesmo depois que eu descobri que não era só o Maninho que podia comer a minha bundinha e que eu podia dar o meu cu e chupar o pirulito de todo mundo que eu quisesse. O problema era que, embora todo mundo quisesse comer o cu da gente, ninguém achava muito bonito um menino que dava o cu pra todo mundo, né? mesmo que ele fosse assim bem bonitinho, lindo mesmo, assim que nem eu!...

Então eu ficava muito tempo sem poder dar o meu cu, porque tinha que ficar escolhendo pra quem ia dar e tinha que escolher muito. Os meninos do meu tamanho também não passavam de uns língua soltas que não podiam comer nem um pequeno cuzinho de ninguém que fosse, que já saíam espalhando pra todo mundo ficar sabendo e então aquele menino ficava famoso e o povo chamava aquele pobre garoto ingênuo, prestimoso e cheio de foguinho no rabo, de veadinho sem vergonha. Daí eu ficava sem saber: se comer o nosso rabinho era tão gostoso assim, por que virar veado tinha que ser uma coisa tão feia? Mas eu nem ligava pra isso também, não. O que eu queria mesmo era dar a minha linda bundinha tranquilamente e bem gostoso todo dia e pronto! Era isso sim, o que eu achava bom! Até que, um dia, eu vi, escrito na parede do banheiro: “COMI O CU DO JULINHO DA...” e, em seguida também estava escrito qual era a minha classe. Então eu rabisquei tudo com meu giz de cera e decidi parar de dar pra aqueles molequinhos língua soltas e fui dar o meu cu só pros meninos mais velhos, que adoravam meter num buraquinho bem apertadinho, mas, ao mesmo tempo tinham vergonha de a turma ficar comentando que eles só sabiam era ficar comendo veadinhos. Estes meninos eram mais discretos, mas, em compensação tinham os pintos bem maiores e alguns chegavam até a doer no cu da gente. Doía sim, mas, mesmo assim, eu ainda achava bom. Com aquela dorzinha e tudo! Eram umas pirocas até bem mais gostosas do que aqueles peruzinhos bem menores dos meninos do meu tamanho. Tanto que, quando eu fiquei um pouco mais velho, tinha um menino preto que me comia direto. A rola dele tinha uma cabeça grande, que até demorava um pouco pra entrar, tinha que ir com muito cuspe e muito jeito, mas também, depois que ela já estava todinha lá dentro, era só alegria! Foi o primeiro menino preto pra quem eu dei e jamais vou me esquecer dele. O seu nome era João e eu o chamava de “João Cabeção” na frente de todo mundo e nós dois ríamos a valer! Os meninos achavam que eu estava zoando com a inteligência dele, mas só o meu João Cabeção e eu sabíamos direitinho do que é que eu realmente estava falando!...

Então apareceu aquele menino. Ele estava em idade de Exército e eu era cinco anos mais novo, na época. Além disso, ele ainda tinha todas as outras coisas que eu achava bonito nos garotos: o olhar, o sorriso, a conversa boa, além daquele volume encantador no meio das pernas, que às vezes, dava algum sinal de vida enquanto a gente conversava, me deixando curioso e excitado.

O nome dele era Rui e estudava com a minha irmã. Estava sempre lá em casa, fazendo aqueles trabalhos deles, junto com ela. Sempre chegava a tempo de ficar assistindo o meu desenho preferido da TV junto comigo na sala, enquanto a Maninha não vinha. Eu já estava naquela idade em que todas as emoções começam a aflorar, sem a gente saber o que fazer ao certo, e o Rui sempre estava lá comigo. Era um bom ouvinte, atencioso e compreensivo. Em pouco tempo, aquele garoto já sabia e entendia todas as coisas que eu curtia ou não. Todas mesmo. E, em certos momentos, parecia que ele era a única pessoa, neste mundo inteirinho, que sabia me entender de verdade. E isto era o que mais me encantava nele. A gente acabou ficando tão grudado, que até a Maninha ficava com ciúme às vezes. Mas eu não estava nem aí também. Afinal, eu gostava muito dele e ele era o meu melhor amigo!

À noite, na minha cama, eu ficava divagando sobre como seria se, um dia, o Rui resolvesse querer me comer o cu. E ficava excitado o meu pau ficava duro e eu me masturbava com um dedinho enfiado bem no fundo da bunda! Mas, no fim, eu tinha certeza que tudo seria bem romântico... Agora eu já estava mais maduro um pouco e já pensava diferente. Não era mais aquele mesmo menininho veado de antes. Dar a bundinha, pra mim, agora já não era só mais uma daquelas brincadeirinhas gostosas de antigamente e nada mais. Tanto, que ultimamente eu já nem andava dando muito a minha bunda e só cedia mesmo quando aquela vontade me consumia demais. Então eu corria atrás do João, que era de confiança e tinha aquele “cabeção” delicioso e inesquecível. Uma simples tarde dando o meu rabinho para aquele preto gostoso saciava a minha bunda faminta por quase um mês! Era quase um mês com o cu dolorido também!... Que gostoso, hein?... Mas agora, além de uma boa rola, o meu corpo e a minha mente necessitavam também de um pouco mais de carinho, eu acho. Talvez, por causa disso era que eu ficava fantasiando com o Rui, que já era bem carinhoso querendo que ele também tivesse uma pica poderosa, que nem o meu pretinho tinha.

Estava bem pensando nisso quando ele percebeu bem como eu estava e me olhou daquele seu jeito irônico e curioso, antes de cochichar no meu ouvido, como se tivesse mais alguém naquela sala que pudesse ouvir:

- Cê tá de pau duro? - fiquei lívido, olhei pra mim mesmo e constatei uma ereção já bem adiantada bem lá embaixo. Taí uma coisa que eu não queria nunca que acontecesse assim, dessa maneira. Sentado com ele no sofá, em flagrante delito de tesão incontrolável, no momento em que assistíamos os X-Men!... Que mico! Tentei explicar o inexplicável e negar o que já estava mais do que evidente, obviamente sem nenhum sucesso e, naturalmente, fiquei sem saber onde enfiar a cara.

Eu estava como sempre ficava no calor, quase sem roupa, usando simplesmente aquele shortinho de malha azul marinho antigo, que eu amava tanto, porque delineava bem o meu bumbunzinho extrovertido. Sem cueca e nem nada mais por baixo, como sempre, descalço, bem do jeito que chamava a atenção de toda a molecada na rua, mas que, desta vez, evidenciou muito mais o meu outro lado da moeda, que nem adiantava mais tentar esconder, pois aquilo parecia querer pular de dentro da roupa, só pra se mostrar pro Rui.

- Não esquenta, não, moleque! - o Rui me abraçou - Isso é normal, acontece com todo mundo!... Às vezes é só você ficar perto de alguém que você gosta muito, que a sua pica já...

O Rui parou de falar de repente e ficou olhando para a minha carinha chorosa e super envergonhada, com um olhar surpreso e embevecido:

- Você... - começou balbuciando.

Balancei a cabeça confirmando:

- Sim! Gosto sim!... Gosto de você muito, muito, muito, muito!... - e me agarrei a ele, me acabando em lágrimas angustiadas.

- Ei! Não precisa chorar assim também, não! - o menino foi me acalmando com carinho. - Espera... olha pra mim! Deixa eu te falar uma coisa!... - enxugou as minhas lágrimas antes de confessar – Eu também gosto de você... muito, muito, muito, muito, sabia?

- É mesmo?

- É. Por que é que você acha que eu venho aqui todas as tardes?

- Pra estudar com a Maninha, oras – solucei, controlando a muito custo o meu choro.

- Não, garoto. É por causa de você, seu bobo!

Fiquei estático. Por um momento, perdido no espaço, como um astronauta que sai de dentro da nave, preso só por um fio. Precisei de alguma coisa, algo como aquele beijo inesperado do Rui pra me trazer de volta pra Terra, não pra realidade, mas pra outra espécie de sonho, um desses que a gente não quer fazer questão de acordar de jeito nenhum. Um beijo romântico, na pessoa amada era como deveria ser todo primeiro beijo de um veadinho!

O Rui demorou pra me soltar do beijo dele e, depois que soltou, ficou me admirando como se nunca tivesse me visto na vida:

- Você é o menino mais lindo que eu já vi na vida, Julinho! Sério mesmo! Olha!... Olha que rostinho lindo, olha!... - falava e ia me acariciando, e me beijando e me abraçando, como se só naquele momento, tivesse se dado conta que eu era assim, bem desse jeito que eu era mesmo. E me deixava encabulado com tanto carinho... meu cuzinho já estava até coçando de vontade... Continuou me acariciando até que alcançou o meu shortinho, olhou bem como estava o que tinha lá dentro e aprovou:

- Olha só, que bonitinho! - enfiou a mão e trouxe o meu pintinho encabulado pra fora – Nossa! Já está deste tamanho! Imagina quando você acabar de crescer, hein?... Tira isso... - me fez levantar e foi puxando pra baixo, lentamente, a única pecinha de roupa que eu usava. Fiquei aflito:

- Não, Rui!... A Maninha vai chegar!

- Espera um pouco, amorzinho! Deixa eu só fazer uma coisa...

O menino me abraçou pela cintura, me trazendo bem pra junto dele e nem vi como, o meu pau foi parar de uma vez, inteirinho lá dentro da sua boca. Que susto! Apesar da surpresa, aquela era uma sensação bem delirante, mesmo!... Descobri de repente que ser chupado assim era quase tão gostoso quanto chupar a rola do Maninho de noite. Amei!

A língua do Rui se enroscando daquele jeito na cabeça do meu pauzinho, arrancava de mim gemidos e calafrios deliciosos, enquanto eu pensava: “Ah! Então é isso o que os moleques sentem quando eu chupo a pica deles, né? Que legal!”

Enquanto eu me deslumbrava, demorei pra perceber o que fazia aquela mão do Rui e aquele dedo no meio dela... quase do mesmo comprimento do pinto de um dos meus amiguinhos mais queridos, que me comia gostoso e não me doía nada. Suspirei no momento em que o dedo do Rui encontrou o buraquinho escondido da minha bundinha e foi me penetrando suavemente enquanto ele continuava me chupando, tão suavemente quanto o pau gostosinho do Rogerinho quando entrava em mim... Que delícia!...

Ouvi um barulho na porta e mal tive tempo de empurrar a cabeça do Rui, puxar o meu short pra cima de volta, me sentar no sofá e fingir que prestava atenção na TV.

A Maninha entrou apressada, jogou suas coisas na mesa e foi direto na direção da cozinha, nos cumprimentando sem nem olhar pra gente. Só na volta que veio me dar um beijo - “Oi, Gatinho-Lindo-da-Mana!” - e um abraço no Rui “Demorei muito?”.

- Vou só tomar uma ducha rapidinha e já desço, tá?

Assim que ela subiu a escada, o Rui me atacou num beijo muito louco e, quando a sua mão quis partir pra dentro do meu shortinho, tirei logo aquela mãozona dele dali:

- Psiu! Tá querendo que ela desça aqui e pegue a gente no ato, seu louco?

- Mas... - ele tentou insistir.

- Não! Agora não! - levantei um dedinho educacional pra ele. - Amanhã a gente brinca mais, tá bom? - e o menino acatou a minha voz de comando, sem nem imaginar o quanto que me deixava feliz vendo alguém, mais velho que eu, me obedecendo desse jeito!

O dia seguinte parece que não queria chegar nunca, de jeito nenhum. Queria saber quem era o doido que estava ensinando o relógio a andar pra trás! A todo momento eu revivia aquele beijo do Rui e percebia que nunca havia imaginado o quanto um beijo fazia toda a diferença. Eu adorava a maneira como os meninos me agarravam forte quando comiam minha bundinha, o jeito que eles ficavam doidos no final, quase querendo me rasgar com suas picas, mas depois que fui beijado, do jeito que fui beijado, com as mãos ansiosas do Rui me apertando, me acariciando e passeando por todo o meu corpinho excitado e seminu!... Nunca tinha sentido nada igual e ansiava por mais!... Sabia que tinha que ter mais alguma coisa além do que só ficar de quatro, abrir bem o cu, fechar os olhos e curtir o vai-e-vem...

Mas o Rui passou na minha escola na hora da saída e isso é que foi uma parte muito legal no meu dia! Ele estava de moto e me levou pro Shopping, pra comermos naquele fast food da moda. Estava tudo meio vazio, mas até que deu pra dar uma zoada bem bacana naquela hora do dia, com as brincadeiras idiotas dele. Quando chegamos na minha casa, só tomei um banhozinho rápido e obriguei o moço a me ajudar com a lição da escola daquele dia:

- Quem mandou você ir me pegar no Colégio e me levar pro mau caminho, pra zoar no Shopping, tomar sorvete e comer hamburguer na hora do almoço? A essa hora, agora, já era pra eu estar com a minha lição prontinha, seu moço. Pode vir!...

Peguei ele pela mão, coloquei o seu braço sobre o meu ombro e vim trazendo o menino pro meu quarto, enquanto ele fingia resistência. Sentei ele na minha escrivaninha e peguei os meus cadernos. Quando apresentei as minhas tarefas foi que ele chiou:

- Qualé, Julinho? Eu te conheço!... Isso aqui você resolve tudo sozinho em menos de meia hora! O que é que tem aqui de difícil, que você precise de ajuda?

Fui me sentar no seu colo:

- Mas eu preciso de ajuda, sim! Tem uma coisa que eu aprendi ontem, que eu não sei se estou fazendo direito...

- E por que você não pediu explicação lá pra sua professora?

- Porque não foi ela que me ensinou!... Foi você!...

- Eu???

E, sem que ele esperasse, abracei-o pelo pescoço e, ousadamente, forcei um beijo bem molhado na sua boca:

- Então, tô fazendo certo?

O Rui demorou a responder, parecendo ponderar e avaliar o meu desempenho:

- Huuummm! Pelo jeito vai precisar estudar um pouco mais isso aqui, mesmo, viu?...

O menino me agarrou e escorregamos para a minha cama...

Veio por cima de mim e lá estava eu, outra vez, quase todo nuzinho nas suas mãos, debaixo dele. Agora eu usava só aquela bermuda larga e colorida de tactel e mais nada. Leve e quase transparente, esta bermuda era aquela que sempre entregava logo quando eu estava com tesão em algum menino. Depois de dez minutos me treinando em técnicas de beijo, o garoto exigiu:

- Agora eu quero continuar de onde eu parei ontem, que o senhor me proibiu, lembra?

- Lógico! Ou você queria que a minha irmã visse a gente?...

Depois de trancar a porta do meu quarto, o Rui voltou ao nosso beijo, só que enfiando também sua mão por dentro da minha bermuda pra experimentar outra vez o buraquinho do meu bumbum. Sua língua, porém, não satisfeita só com o prazer que obtinha da minha boca, veio descendo um caminho sinuoso e arrepiante, em direção ao meu umbigo e além. Não conseguindo segurar o tesão que o seu dedo insidioso me provocava forçando tão gostosamente a entrada no meu pobre cuzinho esfomeado, desabotoei logo a minha bermuda e ofereci para o meu amigo, o prêmio que ele tanto almejava: meu pintinho super duro, coberto pelo meu abundante melzinho seminal, que ele desfrutou deliciado, com muita vontade e carinho, até que conseguiu tirar dali de dentro do meu saquinho, todo o meu saboroso esperminha juvenil.

Goza. Goza na minha boca, Bebê! - o Rui me pediu e depois foi engolindo tudo o que saiu do meu peruzinho com a maior satisfação do mundo.

Acabei de me despir e, sem demora, parti pra cima do Rui, desabotoando logo a sua calça enquanto ele se livrava, com toda a pressa, da sua camiseta. Sentei-me no chão, diante dele, assim que ele se levantou pra descer as calças e ajudei, puxando sua roupa pelas pernas até que ela saísse pelos seus pés. Subi ali pelo meio até que o meu pequeno narizinho enxerido estacionou entre as bolas daquele saco cheio de pelos. E foi justamente por ali que comecei a chupar tudo. Nunca tinha chupado o saquinho de nenhum menino até aquele momento e nem sei por que resolvi começar a fazer aquilo justo agora, com o Rui. Mas não me arrependi. Era uma coisa gostosa e bem diferente e algo me dizia que, a partir daquele dia, a minha vida sexual ia ficar bem diferente também.

O Rui já estava deitado na minha cama e eu não saí do meio das pernas dele. Simplesmente me ajeitei pra tomar posse daquilo que eu já considerava muito meu. Era um pinto grande e bem grosso pro meu tamanho, mas não me intimidei, porque o veado tem sempre que reconhecer quando chega o momento de enfrentar novos e maiores desafios, né? Aquilo era mais ou menos igual ao pau do João, só que mais comprido e com a cabecinha um pouco maior. Tudo bem. Ia dar mais trabalho, mas eu já conhecia muito bem o serviço. Fui em frente!

Comecei a chupar e adorei aquele sabor da rola dele, não dava nem mais vontade de parar e eu me dedicava de todo o coração. Precisava muito que o Rui amasse demais sentir sempre o calor da minha boquinha sapeca naquela sua picona grande e gostosa!

- Cê acha que você aguenta? - o Rui me perguntou, no melhor da chupada, balançando aquele pauzão bem duro na minha cara, com aquela carinha sacana dele que eu amava, tão linda que só ele tinha.

- Não sei... - respondi, devolvendo pra ele a minha carinha mais inocente e tímida e voltei com a boca naquele pirocão arretado.

- Como não sabe, Julinho?... - o Rui voltou insistindo com calma e falando com jeito -Tá certo que você nunca me confessou e nem eu também nunca fiquei perguntando... Mas, pelo que eu te conheço, por este seu jeitinho delicado e pelas nossas conversas todas... eu acho que você não é daquele tipo de moleque que nunca-nunca deu a sua bundinha alguma vez, né? Tô errado?

Por ele ser quem era pra mim e pelo o que eu sentia por ele, o seu olhar inquisidor me obrigava a abrir o jogo e ser sincero:

- Bom, Rui... cê sabe, né? - fui respondendo cauteloso – Dar o cu assim, como se diz?... Com o pau do menino todo enfiado bem lá dentro do cu da gente mesmo? Assim eu acho até que eu já dei, já!... Já dei, sim... já dei mesmo!...

- E você já deu muito ou foi só um pouquinho?

- Ah! Eu acho que foi um pouquinho muito, vai!... Por quê?

O Rui sorriu e me abraçou com todo o carinho:

- Não é por nada, não!... É que você é tão pequeno e delicado que eu não quero te machucar, entende? E com essa experiência que eu acho que você já tem, dando o rabo, eu achei também que, depois disso, até já dava pra você saber, né?...

- É, tô vendo que alguém por aí já te envenenou contra mim, né? Já andaram te falando que eu sou o maior veadinho, não foi? Aposto que o filho da puta já falou até que me comeu, né? - respondi começando a ficar indignado com aquela fofoca.

- E daí? Eu não ligo! - o Rui me defendeu.

- É, mas se vierem te falar de novo que eu sou muito veado, que eu dou o cu pra todo mundo e que eu...

- O que é que tem? É assim mesmo que eu gosto de você: veado, bem veado, veadinho de tudo assim mesmo! O importante é que eu te acho lindo, muito gostosinho e que eu gosto de você pra caralho, seu bobo!...

- É, mas é que esses moleques aí, viu?... Eles gostam muito é de...

O Rui interrompeu a minha fala carinhosamente com outro beijo e, sorrindo me esparramou na cama bem debaixo dele outra vez. Foi me virando de bruços e eu não consegui evitar um arrepio mortal, bem na hora que aquele caralho enorme dele se encaixou comodamente no vãozinho suado entre as minhas nádegas. Agora é que eu estava fodido mesmo! Eu já estava em ponto de bala no momento em que ele me virou, agora ele me segurava pela cintura e ficava esfregando aquele cacetão gostoso, pra cima e pra baixo no meu reguinho só pra me deixar maluco! Quase desmaiava a cada vez que a cabeça do pau dele roçava na portinha do meu cu fingindo nem querer tentar entrar, matando a minha bunda de ansiedade e espalhando tesão pra todo lado.

- Vai, mete! Me come logo, vai! - eu implorava, mas o safado fingia que nem me ouvia... Só parou com essa tortura, quando resolveu beijar minha bunda. Mas não pense você que foi algum tipo de bitoquinha inocente no popozinho do bebê, não!... O sacana abriu bem as minhas nádegas, escancarando completamente o meu pequeno ânus e meteu a sua língua assanhada bem ali no meio! E me chupava o cu tão gostoso que, desta vez, eu acho que desmaiei mesmo de verdade! Por um segundo eu fechei os olhos e, quando abri, o Rui já estava enfiando um dedo lambuzado de algum creme gelado bem gostoso por dentro do meu furiquinho. Justamente aquele dedo que era igualzinho ao pau do Rogerinho, lembra? Que gostoso!... Se ficasse só assim, logo-logo eu já estaria gozando!... Mas eu sabia que vinha muito mais e que ainda ia ficar bem melhor.

Mal acabei de pensar nisso e já senti um volume quente e liso se alojando na entrada do meu cuzinho e a voz carinhosa do Rui no meu ouvido:

- Você já tá prontinho. Posso meter agora?... Vou colocar bem devagar, tá?...

Concordei com um gemido e empinei bem o meu bumbunzinho, esperando. Só isso bastou para a pontinha do caralho do moleque começar a entrar, deliciosamente bem devagar, bem do jeito que ele me prometeu.

Estava tudo muito bom, mas eu sabia que ainda ia doer. Afinal, eu não estava dando a bunda para o pirralhinho do Rogerinho, meu amiguinho gostosinho. Não. Eu estava dando o meu cu era pra um homem e pau de homem sempre é grande, duro e dolorido. Quando a cabeça do pau alargou a minha argolinha e começou a dor, eu já estava preparado. Mesmo assim, preparado, chorei calado até que a rola me penetrasse por inteiro. E agradeci também em silêncio por ele ter a paciência de esperar eu me acostumar com aquele seu tamanhão todo de caralho lá dentro do meu buraquinho. Os moleques que me comiam não tinham esse cuidado (a não ser o João Cabeção, é claro!...). Mal experimentavam a quenturinha aconchegante do meu canalzinho do cocô e desembestavam as suas piroquinhas gostosas em suas metidas brutas e desenfreadas. Era muito bom, mas assim, com carinho era bem melhor!

O Rui beijava o meu pescoço e apertava os biquinhos dos meus peitos, quando começou a mexer a sua rola bem devagar lá dentro da minha bundinha arrombada e agora eu empinava bem o meu bumbunzinho a cada vez que a pica entrava, me empurrando em direção a ele, como se com isso eu pudesse ganhar um pouco mais de pau dentro de mim. Realmente tinha momentos em que o caralho dele parecia mesmo ter dobrado de tamanho lá dentro.

- Tá doendo?

- Não - eu mentia. Na verdade, estava doendo, sim, mas doía de um jeito que eu gostava. Doía do jeito que eu queria. Doía de um jeito que eu podia sentir que ele era o meu macho e que eu era a sua menininha querida. Como é bom dar o cu! Como eu gosto disso!

Nossa velocidade ia aumentando e logo eu já ouvia o tap-tap das suas coxas batendo nas minhas, anunciando que o sofrimento estava acabando e que, dali pra frente estava chegando a hora de se sentir só prazer. O pau entrava e saía de dentro de mim muito rápido e eu sentia, praticamente, só aquele cutucão furioso lá bem no fundo, que redobrava o meu tesão e que parecia desejar que a minha pobre bundinha se transformasse num poço cada vez mais apertado, porém interminável. E era assim mesmo que o meu cu se sentia: um poço sem fundo feito só para a satisfação das picas. Continuava sendo deliciosamente massacrado, quando uma fisgada muito bem conhecida contraiu o meu corpo, liberando toda a porra que o meu saquinho havia acumulado. “Mas, já???” - reclamei comigo mesmo, em pensamento, não querendo parar de tomar no cu tão cedo. Depois que a gente goza, a foda vai perdendo a graça, né? Mesmo quando a gente goza pelo cu tão gostoso assim desse jeito!

Não demorou muito e o Rui me agarrou bem forte, mas bem forte mesmo. Era o sinal pra uma enxurrada imensa da sua porra grossa tomar conta daquele caminho que, em anatomia, se conhece como reto, mas que eu chamo, carinhosamente, de “meu cuzinho”. Foi porra pra caralho! Tive que trocar o lençol e guardar o lençol sujo pra lavar escondido da Mamãe!

- E então, Julinho? Cê acha que ainda vai precisar ficar saindo por aí, dando o cu pra todo mundo?

- Você é ciumento?

Perguntei isso porque, de repente, sei lá por que, comecei a me lembrar de um menino preto muito lindo chamado João...

FIM

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 15 estrelas.
Incentive Betinho Gay a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil genéricaBetinho GayContos: 1Seguidores: 4Seguindo: 0Mensagem gosto de dar o cu

Comentários

Foto de perfil genérica

Simplesmente adorei demais. Estou alucinado, cheio de tesão. Leia as minhas aventuras.

0 0
Foto de perfil genérica

SEM ESSA DE SE SENTIR MENININHA. VC É UM MENININHO. CREIO QUE AGORA VC NÃO PRECISA TANTO ASSIM DO JOÃO CABEÇÃO. SÓ DE VEZ EM QUANDO, NÉ? TEM ALGUÉM QUE TE GOSTA, QUE TE TRATA BEM, QUE TE FAZ TER PRAZER E SER FELIZ. APROVEITE.

0 0

Listas em que este conto está presente