S&M: Minha Vida de Submissão - Cap 3 - De joelhos

Um conto erótico de Yumi Submissa
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 2778 palavras
Data: 13/09/2023 13:41:37
Última revisão: 25/03/2024 11:42:44

Acabei adormecendo com o rosto nos seios da minha tia. Nem sei ao certo quantas vezes tinha gozado intensamente. Ela estava escorada na cabeceira da cama e eu nela, ainda com meus braços pra trás, como se tivesse usando uma algema, do jeito que ela mandou.

Eu nunca tinha gozado de uma forma tão intensa como ela tinha me feito gozar. Para quem está começando a ler por esse conto, minha tia é uma japonesa "cavala", "MILF", considere o adjetivo que quiser, mas qualquer homem lamberia o chão para ficar com ela. Ela namorava um coroa bonitão, chamado Roger, empresário, um pouco mais velho que ela, e eu tinha assistido ele a fodendo violentamente, ela algemada e amordaçada, na noite anterior.

Já eu era nessa época uma japonesinha insegura, que tinha perdido a virgindade a menos de um ano com meu namoradinho com quem namorava havia mais de dois anos. E eu tinha sido convencida pela minha tia a dar minha bundinha para o namorado dela. Agora que os orgasmos provocados pela minha tia tinham ficado uma ou duas horas pra trás, eu estava mais racional e comecei ficar receosa... O namorado dela tinha uma rola enorme e grossa, muito maior que a do meu namorado. Não era só a dor física que eu temia. Meu namorado era muito bom comigo e muitas vezes pediu para me enrabar e nunca deixei. E agora tinha aceitado que um estranho me comesse antes dele? Como poderia fazer isso com meu namorado? E como ia aguentar aquela rola enorme entrando em mim? Nunca fui (nem sou) dessas que acha que quanto maior melhor. Principalmente no bumbum. Há um tamanho ideal... Nem tão pequeno nem tão grande, pra equilibrar dor e prazer, mas eu tinha concordado. E agora?

Quando minha tia notou que eu tinha acordado ela me puxou pela mão para o quarto dela. Estávamos até agora no meu quarto, na casa de praia dela.

-Vamos que temos alguns preparativos para quando o Roger voltar do trabalho.

Então não tinha sido um sonho. Eu tinha mesmo aceitado dar a bunda pra ele. Quis falar alguma coisa, mas só abri a boca e não saiu nada. Será que eu poderia voltar atrás? Como será que minha tia ia me encarar se eu desistisse do que tinha concordado? Ela deve ter notado minha hesitação porque enquanto me puxava pela mão me encarou e falou:

- Você está muito preocupada... Não há razão pra isso... Encara como uma libertação. Depois da primeira vez você poderá satisfazer seu namorado sempre que ele pedir.

Então não havia volta. Ela não me deixaria desistir. E ouvir ela falando do meu namorado daquele jeito aumentou minha culpa. Ele era tão bom comigo... Namorávamos desde a sétima série. Era um menino tímido, educado e carinhoso. E eu estava prestes a traí-lo miseravelmente. Porque nem seria por escolha minha, mas com uma pessoa que minha tia escolheu.

Ela me levou para o banheiro do quarto dela e me fez sentar na borda da banheira vazia. Pegou uma tesourinha na gaveta e se agachou na minha frente.

-Vamos começar aparando esses pelinhos - disse enquanto abria minhas pernas, exibindo minha peludinha cujos pelos tinha aqui e ali bolinhas esbranquiçadas do meu gozo de horas atrás. Foi rápido e ela juntou com as pontas dos dedos os pelos do chão e jogou no baldinho de papel higiênico. Lavou e guardou a tesoura e pegou uma bisnaga de Veet, um creme depilatório; Aplicou uma quantidade generosa nos dedos e espalhou cobrindo os pelinhos curtos que tinham ficado. Cobriu toda minha virilha, me mandou virar de costas e apoiar a mão na parede. Constrangida, fiz o que ela pediu. Percebi que eu simplesmente não ousava questionar nada que ela falava.

-Abre as nádegas, meu amorzinho. Tem umas penugensinhas no entorno do seu ânus e temos que tirar. O Roger gosta de tudo lisinho.

Além de trair o meu amor eu estava modificando meu corpo para agradar ao outro. Porém a ideia de que estava me preparando para dar para outro homem me deixou tremendamente excitada. Minha tia lambuzou todos os lugares onde havia pelos ou resquícios de pelos e senti o geladinho do creme. Falou para eu ficar daquele jeito, não fechar as pernas para o creme não tocar nas mucosas e depois de alguns minutos usou uma espátula de plástico para remover o creme. Os pelos saíam derretidos. Depois me mandou tomar uma ducha bem gostosa e abusar do sabonete nas regiões depiladas. Estavam tão gostosas ao tato! Adorei a sensação de estar totalmente lisa.

Quando desliguei o chuveiro ela me recebeu com uma grande toalha branca e felpuda. Me enxugou dos pés à cabeça e depois aplicou talco na região depilada. Me esqueci completamente do meu namorado e alisei longamente minha pepequinha, minha virilha e meu anus, totalmente lisinhos. Minha tia sabia mesmo cuidar de mim e me tornar mais bonita. Não podia decepcioná-la. Glamourizei sobre o momento de ter o rabinho invadido pela rola do namorado dela, com ela assistindo. Como será que ia ser? Imaginei mil formas de me entregar e em todas elas ele era como o cavaleiro do cavalo branco que vinha cavalgando em câmera lenta, me deitava na relva e me possuía com vigor, mas apaixonado... Será que seria assim?

Mais tarde fomos à praia. Atendendo as dicas da minha tia caminhei confiante, com uma pose que ela descreveu como "nem se aproxima se você não for o melhor porque vai levar bolo". E não é que funcionou? Meninos, rapazes e velhos não tiravam os olhos da "chapeuzinho vermelho" aqui. Passamos numa sorveteria antes de voltar pra casa e rimos muito do "caos" que provocamos na praia. Já em casa fiquei na beira da piscina, ao lado da tia Saori, tomando sol e os deliciosos drinks que ela preparava. Drinks levemente alcoólicos, do tipo que, hoje sei, vão nos deixando levemente embriagados e entorpecendo nossa capacidade de julgamento.

Enfim chegou o Roger. Meu coração disparou e minha tia foi recebê-lo com muita naturalidade. Demoraram mais tempo conversando do que no dia anterior. Evidentemente. Minha tia devia estar descrevendo a situação para ele. Me senti um animal sendo oferecido a venda. E a ideia, ao mesmo tempo que me assustava, me excitava. Finalmente, depois de muito tempo, ele veio sozinho falar comigo. Ele estava todo vestido de preto, de roupa social. Havia soltado a gravata e deixado o paletó na sala. Há um charme enorme em homens mais velhos vestidos daquela forma. Puxou uma cadeira e se sentou ao meu lado de frente pra mim. Ficou me olhando sério, como se avaliasse minhas reações e eu desviava o olhar, não tendo coragem de falar nada.

-Sua tia me disse o que aconteceu.

Balancei a cabeça concordando.

-E me disse o que você quer.

De novo balancei a cabeça... não... o que eu estava fazendo? Era hora de saltar fora.

- Você sabe falar, Yumi?

balancei a cabeça e ele endureceu a expressão.

-Sim - tomei coragem

-Vamos combinar que quando me responder sempre vai me chamar de senhor.

-Sim... senhor.

- Então, retomando o assunto, sua tia disse o que você quer. É isso mesmo?

-Sim senhor.

- Você nos assistiu ontem à noite no quarto da sua tia?

Balancei a cabeça e ele me encarou. Respondi:

-Sim, senhor.

-Me diga o que você viu?

-Vi vocês transando no quarto da minha tia.

- Descreva em detalhes.

Olhei para ele pra ver se falava sério e senti meu rosto ruborizar. Ele me olhava sério e senti que seria obrigada a contar pra ele tudo que vi e senti naquele quarto.

-Vi você metendo com força na minha tia, ela estava com as mãos algemadas e gritava muito mas o som era abafado porque ela estava amordaçada.

- Prossiga...

-Ela estava de quatro e fiquei muito excitada com a cena. Depois você arrancou a mordaça dela e ficou em pé e mandou ela chupar seu pau.

-Muito bem. - Ele passou a mão na minha cabeça como quem afaga um cachorrinho que obedeceu bem e me senti muito bem em tê-lo agradado. Ele estendeu uma mão para minha tia e estalou um dedo e apontou para o quarto. Não precisou falar nada e minha tia entendeu o que ele queria. Ela saiu andando rápido, quase correndo, na certa porque não queria perder nada da nossa conversa.

-Você quis estar no lugar da sua tia naquela noite? Achei desnecessário ele perguntar isso, já que eu falei que tinha ficado excitada, mas balancei a cabeça concordando. Ele me encarou e entendi que queria me ouvir falando.

-Sim, que queria estar no lugar dela naquela noite.

Minha tia já tinha voltado com algumas coisas nas mãos e entendi que ele fez aquela pergunta redundante para ela ter tempo de voltar e acompanhar a humilhante entrevista da sobrinha.

- O que você fez quando voltou para o seu quarto?

Olhei pra ele suplicando pra não me fazer falar em voz alta aquilo, mas o rosto dele era frio e rígido como mármore. Não se importava nem um pouco com minha vergonha. Olhei para minha tia e a expressão dela era a mesma. Queriam que eu falasse em voz alta que tinha me masturbado? E iam querer detalhadamente? Olhei pra baixo, pro chão, olhei para os muros. Devo ter cogitado pular o muro e fugir. Ou achar um buraco no gramado para entrar nele. Mas no final ví que não havia escapatória então respirei fundo e comecei falar:

-Fui para meu quarto, fiquei totalmente nua, fiquei de quatro na minha cama e me masturbei esfregando minha xoxota e com uma mão nas costas fingindo estar algemada.

Pronto. Depois que falei não pareceu que tinha sido tão ruim. Olhei para ele buscando aprovação para minha descrição, mas o que ele fez foi dizer:

-Me mostra. E apontou para o chão à minha frente.

Meu Deus! Era isso mesmo? Olhei para minha tia num pedido silencioso de socorro. E os olhos delas eram frios. Eles queriam que eu ficasse de quatro no chão e mostrasse como tinha me masturbado? Meneei a cabeça em negação... Eu não tinha coragem de fazer isso. Quase chorei. Devo ter feito cara de choro. Quem está lendo, você já se masturbou na frente de alguém? Conseguiria fazer isso? Eles olhavam o desespero nos meus olhos e não se compadeciam nem um pouco. Eu estava numa espreguiçadeira ao lado da piscina. Sentada de frente pra ele. Olhei para o chão, olhei pra ele de novo pedindo clemência, mas não havia. Caí de joelhos, fiquei de lado pra ele. Encostei o rosto na pedra morna do piso e coloquei minhas mãos às costas, simulando estar algemada. Depois tirei uma delas e levei até minha xoxotinha, coberta pelo biquíni pequeno e escandaloso que minha tia tinha me feito usar. Comecei a simular que alisava a xoxota passando a mão na região sem nem encostar no biquini. E fiquei algum tempo nessa mímica. Acho que nunca tinha sentido tanta vergonha na minha vida... Mas nada é tão ruim que não possa piorar...

-Você ficou em silêncio enquanto fazia isso?

O canalha queria que eu gemesse! Fechei os olhos e gemi. Gemi feito uma dubladora de hentai. Sempre que me lembro fico envergonhada. Contar aqui vai me fazer me sentir melhor, eu acho. Ele estendeu a mão pra minha tia e pegou algo. Era um chicote de hipismo.

- Continue até eu mandar parar - Ele ordenou e brandiu o chicote no ar. Esse chicote, para quem não conhece, é uma varinha fininha e flexível de uns 60 centímetros e tem uma chapinha de couro na ponta. São usados em provas de equitação. Dão um chiado assustador quando cortam o ar do jeito certo. Ele começou andar ao meu lado, analisando por todos os ângulos enquanto eu me movia naquela coreografia humilhante. E gemendo... Ó céus!... que vergonha!

-Pode parar.

Nunca obedeci a uma ordem dele tão rápido.

- Fique aí, rosto no chão e pulsos cruzados nas costas. Ele continuou me analisando e passou o chicote na minha pele, nas costas e fiquei arrepiada. Tocou de leve minhas nádegas.

-Empina o rabo! Mais... empina mais... Rosto continua colado. - ele ia instruindo enquanto eu tentava chegar na posição que ele queria - Quero que tente encostar o ventre nas coxas mantendo o rabo empinado e a cara no chão!

E continuou andando em volta de mim. Nessa posição minha bucetinha ficou muito estufada para trás e ele a tocou com o chicote, batendo bem leve. Senti que o meladinho que vinha se acumulando dentro de mim aumentou e ia começar a vazar. Naquela posição não tinha como fechar a buceta e impedir isso de acontecer. Ele brandiu o chicote no ar de novo. Devia estar gostando do que via. Depois tocou novamente na xoxotinha com o chicote, um pouco mais forte que antes, mas ainda assim, só um toque e não uma chicotada. De novo estremeci e dessa vez deixei escapar um soluço de prazer.

-Saori - Ele chamou e minha tia se aproximou - Desce o biquíni dela. E não se mexa, Yumi, continue na mesma posição.

Minha tia se ajoelhou como uma gueixa e pegando nas alças do biquíni, começou descê-lo bem devagarinho, evitando encarar meus olhares de súplica para que não fizesse aquilo e intercedesse em meu favor... E o que eu temia aconteceu: O fundo do biquíni ficou colado na minha xoxota, toda cremosa e pedindo rola. E na medida que ela descia o biquíni, filamentos de creminho ligavam o tecido à minha xoxota.

- Me diga o que você quer. Quero ouvir na sua boca. - Ele mandou.

Tentei resistir. Sabia o que era pra falar, mas estava tremendamente envergonhada de tudo aquilo. Sempre fui tímida. E sempre tive dificuldade de me impor. Estava cheia de tesão e todos eles sabiam agora que eu gostava de ser mandada, de ser humilhada. Nem eu sabia disso antes... Ele bateu o chicote na própria mão, num gesto de impaciência, mandando eu obedecer logo.

-Quero ser possuída pelo senhor! - Achei que seria menos humilhante falar isso que falar em sexo anal. Ele bateu com o chicote na minha xoxota. Não foi forte, mas já era uma chicotada e não um toque como os dois anteriores. Ele não falou nada, mas eu sabia que ele não tinha gostado da minha pequena mentirinha. Solucei com a batida e dei um gritinho de susto e dor, mas meus mamilos ficaram duros feito um diamante. Ouvi o chicote chiando no ar em preparação para uma batida mais forte e me apressei:

-Quero ser enrabada pelo senhor! - Falei gritando e chorei em seguida. Falei e fiquei envergonhada. Como pude falar daquele jeito? Mesmo agora não sei bem como poderia ter estado romantizando o ato de ser arrombada pela rola de um homem que mal conhecia. E nem era ideia minha. Era da minha tia. Eu só tinha concordado. Ele ficou me olhando. Estendeu a mão para minha tia, que entregou para ele outro objeto. Era uma coleira e uma guia de passeio para cachorros. Ele a colocou no meu pescoço e soube que tinha virado propriedade dele. Ele ficou de pé e passou o courinho do chicote na minha xoxota, lambuzando-o com a minha excitação. Virou e passou o outro lado do chicote, deixando-o todo coberto do meu creminho. Um filamento se ligou ao chicote e senti ele pendurado na minha xaninha quando ele afastou o chicote. Senti que esse filamento escorria e ameaçava pingar no chão a qualquer momento. Ele trouxe a ponta do chicote até minha boca e soube que era pra lambê-lo. Lambi um lado, o tempo inteiro com o rosto colado no chão e os pulsos cruzados nas costas. Virou o chicote e lambi o outro lado.

-Você é minha nova cadelinha e está no cio, entende isso?

-Sim senhor.

-Não posso te deixar perto de outros machos porque nesse estado vai querer dar para o primeiro que encontrar. E você é minha cadela e somente minha.

- Sim senhor.

-Você não vai dar pra ninguém a menos que eu mande você dar.

-Sim senhor.

- E como uma boa cadela, vai andar de quatro até eu mandar você ficar de pé.

- Sim senhor.

-Saori, tira o biquíni dela. Só a parte de cima. Quero ver as tetinhas da minha cadela balançarem enquanto ela anda.

Minha tia de novo se ajoelhou como uma gueixa e soltou as cordinhas liberando meus peitinhos. Ele deu um puxão de leve na guia de passeio e soube que era para segui-lo. Ele foi andando em direção a casa e eu fui andando de quatro ao lado dele, com minha buceta ardendo de vontade de ser fodida. Fodida de maneira impiedosa, por ele. Pelo meu dono.

...

Continua

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Comentários

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Vc é uma excelente escritora ! oipssiu@gmail.com

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Mesmo não fazendo o meu gênero, gostei do conto.

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Foto de perfil de Adelia

Dizem que em boca fechada não entra mosca. Quando a tia perguntou ¨-Você quer?¨, se não tivesse concordado, não estaria nessa enrascada. Agora, não tem como recuar. Vai saber como é ser sodomizada. No meu caso, fiz para manter a tal virgindade na frente. Nessa tua submissão, o tema anal está muito bem colocado. O medo da dor, o preconceito de que quem cede atrás não presta. São esses detalhes que dá uma colorido especial para tua série que vem tendo o merecido sucesso. Bjs.

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Tem os dominadores e os que sentem prazer em se submeter. Que parece ser teu caso. Esta série esta num crescendo nos levando a imaginar como será o ápice. Expectativa total. Que bom que você está apreciando os meus, como estou gostando de ler os teus. Beijos da Vanessa.

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Não gostei dos contos.Primeiro: Saori quebra a confiança da única pessoa que ainda confiava nela no caso o pai da Yumy. Segundo: forçou a Yumi dar o cu, pro Roger. Terceiro: Alegou que sem o cabaço do cu seria livre. Quando na realidade foi ao contrário, Yumi virou foi escrava do macho dela. Se ao menos a própria Yumi tomasse todas estas decisões, a história seria muito mais interessante. Do geito que está é uma porcaria!

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A vida não é necessariamente justa Falcão. Mas foram os dias mais intensamente gostosos da minha vida

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Cada vez mais da hora esta série, baby. Que filho da puta sortudo é esse Roger. Já é um prêmio estar comendo essa tia gostosa que ainda por cima, prepara pra te entregar de bandeja. Se uma japa madura deve ser uma loucura só, imagine então pegar uma novinha e pouco experiente para estrear o cuzinho virgem! Nossa, de deixar o New aqui todo lelé. Beijo, beijo e beijo.

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Estou impressionada com a qualidade da sua escrita, amiga. Parabéns, você nos colocou dentro da cena!

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Quem deixaria de dar 3 estrelas? O importante numa narrativa é que seja completa, com todos detalhes. E isso você sabe fazer muito bem. Nessa submissão à tia e agora ao amante dela. Deixou um ótimo gancho para o próximo, todos esperando teu anal. Bjs, Val.

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Uau, esse adestramento deve ter marcado sua vida, vc é excelente na escrita, votadssmo

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Foto de perfil de Mulher ruiva

Yumi, querida, pelo amor ! Preciso ler que o tio finalmente iniciou o cuzinho da japa. Como lhe disse : você escreve muito bem, a cena na beira da piscina foi execepcional. Aguardo ansiosamente o próximo !

No meu perfil saiu conto novo também, beijos !

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Capítulo gostoso que nos faz esperar ansiosamente o próximo. Para ver como será esse anal no teu cuzinho virgem. A expectativa está elevada. Me avise sem falta quando publicar. Beijos.

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Votado e esperado ansioso os próximos capítulos

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Cadelinha ou chapeuzinho vermelho tanto faz. O que importa é o nível de tesão, digo tensão que desperta nos machos. Como este aqui, um lobo mau que perguntado pela Yumizinha ¨-Porque esses olhos tão grandes? -É para melhor te ver, gatinha. -Porque essa boca tão grande? (não era boca, era outra coisa) -É para te comer!¨ Rsrs. Brincadeiras à parte, elevou a temperatura e deixou todos nós esperando esse teu anal. Valeu todas estrelas e muito mais. Beijão!

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Ala putcha tchê! Barbaridade esse arreganho. Uma guria assim tão gostosinha e submissa deixa qualquer macho louco de tesão. Esta série está cada vez mais excitante. Me deixastes de pau duro como ferro de marcar gado. Eu escreves bem demais! Bjs calientes.

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Foto de perfil de Jota,S

Sua narração está simplesmente perfeita Yumi.

Tudo muito sensual e criando muita expectativa para quem está lendo.

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