Fui vendada e ganhei uma surpresa (dupla penetração)

Um conto erótico de Sua Ruiva
Categoria: Heterossexual
Contém 1762 palavras
Data: 27/09/2023 10:16:54

Conheci Thiago ele sendo meu cliente, pelo menos uma vez por semana ele aparece na loja procurando alguma novidade do universo do sexshop, e assim, começamos a criar uma certa amizade e intimidade.

Thiago faz totalmente meu tipo, mas o lado profissional não me deixa passar os limites, contudo, como sei as preferências sexuais dele, sempre aguço a imaginação com tudo o que envolve o universo BDSM, a qual Thiago é fã.

Quando chegam algemas novas, sempre demonstro as colocando em meus pulsos, já as palmatórias, deixo bem claro que na minha pele branca faria estrago, vendas, chicotes e etc...

Em uma sexta-feira, quase fechando a loja, aparece Thiago, acompanhado de um amigo, afirmando ser a primeira vez que Isaque entre em um sexshop.

Comecei mostrando alguns itens “básicos” e depois uns mais avançados, e percebi a animação dos dois.

Mostrei um masturbador de alta tecnologia, onde suga, massageia e ainda possui uma asiática gemendo (ao colocar os fones plugados no masturbador), entre risos e dúvidas, Thiago comentou:

- Mas nada supera uma mulher que saiba fazer um boquete, né?

- Ah, com certeza! Deixa eu mostrar para vocês esse gelzinho novo que chegou, ele esquenta e vibra, querem provar?

Óbvios que os dois quiseram, então, passei o gel nas pontas dos dedos deles e pedi que esfregassem em seus lábios, alguns segundos depois os dois começaram a rir, talvez de constrangimento ao perceberem que seus lábios estavam levemente quentes e vibrativos.

Percebendo a empolgação, falei:

- Isso porque vocês estão experimentando na boca, estão quietinhos, em outros lugares mais sensíveis, a vibração é ainda maior.

- Eu quero muito experimentar em outras áreas! Qual sabor você me indica? Pergunta Thiago.

- Eu gosto do de morango, respondi.

- Você usa o de morango?

- Eu uso todos!

Os dois se olharam e começaram a rir.

- Carol, você tem vendas e mordaças?

- Sim, sim! Me acompanhem.

Fui na sessão sadomasoquista e mostrei as opções que tinha, e Thiago me perguntou:

- Qual você gosta mais?

- Hum... é algo muito pessoal, depende de quem vai usar, o que fica mais confortável.

- Eu quero saber qual VOCÊ gostaria de usar.

Após Thiago enfatizar a palavra VOCÊ, minha ficha caiu que não somente eu estava no joguinho da sedução, mas ele também, então respondi:

- Bem, a mordaça e venda prefiro as todas pretas, pois acho mais confortáveis esses modelos e mais bonitas também.

Isaque então interferiu:

- Imobilizadores de mãos, você tem?

- Para prender na cama ou aleatório?

Sincronizados, os dois responderam:

- Na cama!

Rimos e mostrei as opções que tinha.

Olhei para o relógio e já tinha passado quarenta minutos do fim do expediente, Thiago percebeu e comentou:

- Estamos atrapalhando a sua sexta, né? Te fazendo ficar até mais tarde...

Eu ri simpática negando com a cabeça, afirmando não ter problema.

- Claro que tem problema, você deve estar cansada.

- Ah, eu estou mesmo. Sexta-feira é o dia oficial do sexo (para quem pode), para quem não pode como eu, trabalha e vai para casa tomar chá e assistir Netflix hahahaha

- Não acredito que daqui você vai para a casa! A noite é uma criança, Carol!

- Para quem tem convites sim, não é meu caso rs.

- Saindo daqui Isaque e eu vamos a um barzinho, você é a nossa convidada, né Isaque?

- Com certeza, vamos adorar se você nos acompanhar.

- Tá bom, me esperam terminar aqui então?

Os dois aceitaram, finalizamos as compras e combinamos onde nos encontraríamos.

Dirigindo meu carro eu ria sozinha, seguindo o carro dos dois.

Estacionamos lado a lado e entramos no bar, pedimos algumas bebidas e petiscos e começamos a conversar.

- Você tem namorado, Carol?

- Não, sou solteira e vocês?

- Também! (Responderam os dois novamente, de forma sincronizada).

Eu ri:

- Vocês parecem gêmeos falando iguais.

- Nós realmente gostamos de fazer algumas coisas juntos.

- Ah, é? Tipo o que?

- Tipo surfar, fazer trilha...

- Dividir a namorada, complementou Isaque.

- Dividir namorada? Sério? Perguntei olhando para Thiago.

- Sim, sério.

- Nossa que interessante, mas como funciona?

- Depende da vibe, respondeu Thiago, às vezes só cabe olhar, outras participar...

Conversamos sobre outros assuntos, até que deu a hora do bar fechar.

- Ué, mas já? Perguntou Isaque ao garçom.

- Sim, senhor. Medidas protetivas contra o covid, estamos funcionando em horário reduzido.

- Poxa que pena, o papo estava ótimo, falei.

- Mas não precisa acabar, podemos ir para a minha casa continuar lá, disse Isaque.

- Eu acho uma excelente ideia, afirmou Thiago.

- Tudo bem então, ri maliciosamente, já imaginando onde essa noite iria parar.

Isaque foi comigo no meu carro, quanto Thiago foi sozinho em direção a uma loja de conveniência para comprar bebidas e petiscos, ficamos de nos encontrar no apartamento de Isaque.

Ao chegarmos, Isaque me ofereceu vinho e começamos a conversar, fui andando em direção a sacada para apreciar a vista em frente ao mar, sinto Isaque me abraçar por trás e beijar meu pescoço, quase derrubei a taça no susto:

- Te assustei, branquinha?

Rindo de nervoso, claro, respondi:

- Um pouco, mas foi um susto bom rs

- Isaque me beija, entrelaça os dedos em meus cabelos, os puxa, pegue no meu queixo, e fala:

- Estou louco para foder você!

Isaque me leva para seu quarto, pega as sacolas com as compras feitas na loja, e fala:

- Agora completei meu kit perfeito, estava faltando você!

Isaque me joga na cama, desabotoa o botão da calça jeans, a tira e fica só de cueca, vem para cima de mim, me beija, enquanto tira minha calça jeans também.

Isaque pega o celular, manda uma mensagem de texto (que depois descobri que era para Thiago, autorizando ele a ir para o apartamento) e volta a me beijar.

- Vamos usar os brinquedinhos que você nos indicou?

Afirmei com a cabeça que sim, sem forças para comentar nada, o tesão estava muito alto para qualquer tipo de comentário.

Isaque tirou minha blusa, pegou cada um dos meus pulsos, os imobilizou na barra da cama. Depois, pegou minha taça de vinho e jogou o líquido entre meus seios, e olhando nos meus olhos, começou a chupá-los.

Aquela cena estava mexendo comigo, e Isaque percebendo que eu estava amando assistir todos os seus passos, pegou a venda e cobriu meus olhos.

- Ah não Isaque?! Deixa eu ver!

- Não! Aqui você só obedece!

A voz de dominação daquele homem me deixou ainda mais excitada, a ponto de perceber um barulho externo mas não me importar muito.

Isaque separa os meus joelhos e começa a me chupar. Eu nunca estive tão molhadinha na vida, e comecei a gemer baixinho, sentindo aquela barba toda meladinha do meu tesão.

Isaque se afastou, e disse:

- Vou pegar o gelzinho agora, só um momento.

Fiquei ali, vulnerável, de pernas abertas, nua, vendada e amarrada, mas Isaque achou pouco, e me colocou a mordaça também, então, estava completamente submissa e entregue às vontades daquele homem.

Senti o gelzinho escorrer na minha bucetinha, e comecei a ser chupada novamente, mas senti algo estranho, não estava sentindo a barba de Isaque, e como estava com mordaça, não conseguia nem perguntar o que estava acontecendo...

Alguns minutos depois, Isaque avisa que vai tirar a minha venda dos olhos, e eu quietinha, apenas concordei com a cabeça, quando a venda é retirada, levo outro susto: Thiago estava me chupando e não Isaque.

Arregalei os olhos, olhei para o lado e Isaque estava sentado numa cadeira tocando uma punheta vendo a cena e Thiago, continuou a me chupar.

Isaque se aproximou e me obrigou a chupar seu pau, e assim eu fiz.

A adrenalina me fez chegar ao ápice do tesão, e comecei a gozar na boca de Thiago, que chamou Isaque para provar o meu gozo.

Isaque começou a me chupar, enquanto Thiago assistia e batia punheta, até que Thiago se aproximou e retirou a mordaça da minha boca e falei:

- Você não precisa bater punheta, eu bato para você!

Mas não tive autorização de Isaque para ser desprendida:

- Quero te foder assim, presa! Sem poder fazer nada, justificou Isaque.

E foi em direção ao banheiro e pegou duas camisinhas, deu uma para Thiago e a outra colocou em si, começou a passar a cabecinha do pau na entrada da minha bucetinha, me deixando louca, esfregando, massageando meu clitoris com o dedo, até que me encarou:

- Pede! Pede putinha! Eu sei que você quer!

- Me come! Pedi.

- Thiago que estava ao lado observando e batendo punheta se levantou da cadeira e deu um tapa na minha cara e disse:

- Pede direito!

Então, reformulei a frase:

- Por favor, me come! Estou implorando, mete esse pau gostoso dentro de mim, por favor!

Então, Isaque começou a meter devagar e conforme eu ia gemendo, ele começou a meter mais forte e rápido.

Até que Thiago lentamente desprendeu meus braços, e enquanto assistia Isaque me comer, fazia carinho nos meus seios e me beijava.

Thiago colocou a camisinha, e trocou de lugar com Isaque, mas dessa vez pediu para eu ficar de quatro, e assim eu fiz, empinei o bumbum, olhei para trás e disse:

- Mete!

Enquanto Thiago me comia de quatro, Isaque se masturbava olhando para a cena que acontecia na cama dele.

Isaque deitou na cama, pediu para eu ficar por cima, quando menos espero, Isaque abre minha bunda e começa a lamber o meu cuzinho, e assim, enquanto eu quicava em Thiago, Isaque enfiava um dedinho dentro do meu cuzinho, aquela aventura estava deliciosa demais, então, empinei o bumbum e Thiago entendeu o recado, pegou um lubrificante e massageou o meu cuzinho, após dar um tapa forte na minha bunda, perguntou:

- Você já fez dupla penetração antes?

E então respondi:

- Não, nunca!

- Se você pedir com jeitinho quem sabe ganha hoje...

Então, olhei para trás enquanto rebolava no pau de Isaque, e pedi:

- Come meu cuzinho junto, Thiago, por favor, estou louca para sentir o pau de vocês me rasgando.

Isaque me deu um tapa na cara me chamando de vadia e Thiago puxou meus cabelos me deixando empinadinha, e começou a me penetrar também.

Que sensação maravilhosa, é indescritível o prazer que a dupla penetração proporciona.

Gozei primeiro que os dois, e ao me verem gemer de tesão, Thiago e Isaque avisaram que queriam gozar também, então, Thiago saiu de cima de mim e pediu para eu me ajoelhar no chão, e os dois começaram a bater uma punheta enquanto eu ficava de boquinha aberta esperando minha recompensa.

Os dois gozaram na minha boca e e observaram eu engolir tudinho limpando com a língua toda gota de porra que sobrasse.

Fomos tomar banho e depois os três nus, ficamos conversando e bebendo em cima daquela cama que presenciou uma história muito louca acontecer.

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Comentários

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Parabéns pelo conto. Poucas coisas são mais deliciosas do que uma DP. Quando puder visite o meu perfil e leia os meus contos. Bjs.

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Fabuloso!!! esse foi uma dos melhores contos que já li aqui no site... vc acaba de ganhar um fã!!!

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Obrigada querido, espero poder sempre alcançar suas expectativas 🫶🏻

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Por quê tem de ter tapas ? Melou a postagem.

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Porquê a autora sou eu e eu tenho livre arbítrio de usar minha licença poética da forma que eu quiser ;)

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Sensacional!

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