Delírios Insanos - A Sobrinha na Fazenda III

Um conto erótico de Multiface
Categoria: Heterossexual
Contém 3856 palavras
Data: 09/08/2023 13:50:33

Esta é a terceira parte dos fatos que ocorreram na fazenda de Mato Grosso, comigo e a sobrinha de Claudia, Camila. O Conto faz parte da saga que teve início com Delírios Insanos - Sacanagens Iniciais e conta a história de de um acidentado que não sabe se está vivendo a realidade ou inserido num delírio delicioso. Sugiro que leia desde o início. Espero que goste.

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Camila estava especialmente linda naquela noite. Vestia um tubinho preto com tirinhas finas nos ombros e decote reto, destacando seus belos seios. O vestido acabava bem acima dos joelhos, o que deixava à mostra suas belas e longas pernas, em especial as coxas roliças e gostosas. Tomei como uma provocação muito bem feita daquela garota exuberante. Os cabelos soltos e encaracolados lhe davam um ar sexy e chamavam muito a atenção ao balançar suavemente. Depois do jantar sentamos pra papear na sala de estar, como no dia anterior. Evidentemente, o papo foi regado a vinho. O ambiente era iluminado por luz indireta, o que deixava a sensação de intimidade destacada e pronunciava a sensualidade do encontro. Camila sentou-se, mais uma vez, a noventa graus de onde eu estava, no sofá, que era macio e aconchegante, o que deixava suas pernas bem à mostra. As suas cruzadas eram provocantes e constantes. Gastamos um tempo longo falando sobre minhas impressões a respeito da fazenda, enquanto a primeira garrafa de vinho se foi. Depois, o papo ficou mais informal e falamos de várias coisas relacionadas com nossas vidas pessoais, sem que nenhum de nós fizesse menção à noite passada, nem ao acontecido naquela tarde. Lá pelo final da segunda garrafa eu já estava interessado em saber como iria acabar a noite e notando que minha sobrinha já estava falando um pouco mole, coloquei o assunto em pauta.

- Então, Camila, você está me devendo algo, não se lembra?

- Não lembro tio, o que é?

- Hoje de manhã você me disse que a gente poderia conversar mais sobre alguns assuntos durante o vinho. Um deles é aquele que te perguntei, sobre não ter muita animação com os caras da faculdade. Como é que você se arrumou, sem namorados?

- Ah, me lembrei. Você não esquece das coisas, né, cara? Esse é um assunto que guardo com muito segredo. Não é fácil para mim contar sobre ele. Mas você merece saber.

Ela se ajeitou no sofá, levantou-se e falou baixinho.

- Só que não vou falar aqui. As paredes têm ouvidos e esse assunto é particular. Vem comigo.

- Que bom que confia em mim. Prometo que vou guardar comigo até o túmulo.

- Eu sei que posso confiar, por isso vou te contar.

Me pegou pela mão e me levou pro seu quarto. Entramos e ela, muito diferente da noite anterior quando me atacou, me deixou a vontade.

- Fica a vontade. Tenho que tomar um banho, rapidinho e já volto. Tá calor demais e o vinho me deixou suada.

Fiquei de boa, dando uma olhada no ambiente, coisa que não pude fazer no dia anterior. Era um quarto de uma menina. Um monte de cosméticos e perfumes em cima dos móveis, decoração com algumas bonecas e essas coisas que são comuns. Sentei numa poltrona, num canto e fiquei escutando a água do chuveiro cair. Imaginava aquele corpinho molhado, a água escorrendo e minha vontade era de ir até lá, mas me contive. Não queria atravessar o samba.O banho que deveria ser rapidinho, não foi tão rapidinho assim e resolvi que deveria ir até lá invadir o box e agarrar aquela gostosa. Pensei que a demora era proposital e ela deveria estar me esperando pra ser comida no chuveiro. Nesse momento o som da água caindo parou e voltei a me sentar. Instantes depois ela apareceu, linda e sorridente numa saída de banho branca, amarrada na cintura e pouco acima dos joelhos.

- Demorei?

- Nadinha, meu anjo. Você nunca demora e eu não poderia nem reclamar se demorasse. Afinal, esta aqui é sua casa.

- Ahhh, que tio bonzinho que eu tenho. Merece um beijo.

Se aproximou e me deu um selinho gostoso, com um estalido forte.

- Vem, cá, meu querido, deita aqui do meu ladinho que vou acabar com sua curiosidade. Enquanto tomava banho pensei que você merece saber de tudo, com detalhes.

- Opa, que ótimo, eu sou um cara que adora detalhes.

- Então... deixa eu te falar. Vou contar tudinho, tudinho que lembrar, porque quero que conheça os fatos como eles são. Não sou só eu que sinto que os garotos são uns tontos. Tem mais meninas que pensam o mesmo, viu. Tenho uma amiga, a Teka, muito amiga, mesmo, que também pensa assim. A gente conversa sobre isso desde sempre. Ela é um ano mais nova que eu e vem de uma família muito rigorosa lá de Mogi das Cruzes. O pai dela é pastor e ela reclama que ele a mantém em rédea curta. Mas ela é uma garota jovem e tem seus desejos de namorar e tal, como qualquer um de nós. Devido à criação, ela tem enormes dificuldades em aceitar essas situações de festas e bebedeiras.

- Eu entendo, deve ser muito difícil, mesmo.

- Acontece que, no ano passado, marcamos de estudar lá em casa, na véspera de uma prova e ficamos até anoitecer. Resolvemos fazer uma comidinha, eu a fiz experimentar um vinho, coisa que ela nunca havia feito e acabou ficando meio tarde. Aí, eu convidei a garota pra dormir lá e ela aceitou. Não sei se você sabe, mas meu apartamento tem dois quartos e um deles é sala de estudo. Como minha cama é de casal, tivemos que dormir juntas.

- Eu não sabia, Ca. Mas deve ser muito legal.

- Bom, daí, eu tomei meu banho, vesti meu pijaminha de malha, só camiseta e shortinho, bem à vontade mesmo e ela foi depois. Ah, tem uma coisa que esqueci de dizer: a Teka é daquelas meninas PPB.

- O que é isso? Que significa PPB?

- Pernão, peitão e bundão. Ela não chega a ser gordinha, mas é o que os americanos chamam de "curvy", sabe?

- Ah, sei, agora me toquei do que tá falando.

- Ela é morena de pele, quase mulata, tem cabelo pelos ombros que é lindo, preto e liso. Acho que a gente poderia chamar de mulherão. Quando veio pro quarto, ela estava enrolada numa toalha e me disse: "Ca, não vá estranhar amiga, mas eu não sei dormir de roupa. Eu durmo toda nua. Se tiver alguma coisa no corpo, não prego o olho". Claro, que não me importei e disse pra que se sentisse em casa, desde que você se sentisse bem. Eu nem tinha terminado de falar e ela deixou a toalha cair e subiu de joelhos na cama e se deitou ao meu lado, agradecendo: "obrigada querida. Eu não sabia como dizer isso, mas acho que é legal que a gente seja sincera uma com a outra". Quando eu vi os seios dela, meu queixo caiu. Eram uma escultura. Apesar de muito acima da média em tamanho, eram durinhos e tinham mamilos pequeninos, amarronzados que estavam arrepiadinhos, talvez pela refrescância do banho. Daí, começamos a conversar.

*********

- Teka, eu não acredito. Que peitos maravilhosos que você tem, amiga. Parabéns, isso não é pra qualquer um, viu.

- Ahh, Camila, mas os seus também são lindos. Eles fazem um conjunto harmônico com seu corpo. Eu acho os meus um pouco grandes demais.

- Não são grandes não. São perfeitos. Posso tocar?

Ela riu, me olhou com expressão de surpresa e demorou um pouco a responder.

- Que curiosidade, menina... acho que pode, você é minha melhor amiga. Sem preconceitos.

- Eu sempre tive vontade de ter seios um pouco maiores, Teka. Que coisa linda que é isso aqui. Eu nem acredito que tenho um peitão desses nas mãos.

- Aiii... amiga, não faz isso...

- Não faz o que Teka?

- Segurar desse jeito. Eu sou muito sensível aí... Tenho um tesão imenso nas minhas tetas e você tem uma mão tão macia. Fica acariciando assim e eu...

Eu achei engraçado o jeito com que ela falou e reparei que ela estava toda arrepiada. Fechou os olhos e suspirou forte. Eu não sabia muito bem o que fazer mas, continuei segurando e acariciando o peitão da minha amiga. Ela continuou de olhos fechados e seus suspiros ficaram mais intensos. Os mamilos dela pareciam que iam explodir de tão durinhos que estavam e algo me impulsionou a beijar aquelas coisinhas lindas. Beijei e passei a língua neles, pra sentir o gostinho. Lambi delicadamente cada um, devagar e com carinho.

- Aiii, Ca, isso é muito gostoso. Tá me deixando molhadinha.

- Ahhh, Teka, não acredito. Nem é pra tanto.

- Se você não acredita, põe a mão pra você ver.

Ela pegou minha mão e levou em direção à sua virilha, mas não levou diretamente pra onde interessava. Eu é que fiquei curiosa e coloquei os dedos entre suas pernas. Senti, realmente, que a garota estava toda melada. Ela afastou delicadamente as pernas e gemeu, baixinho.

- Hummm, Ca, não tira mais a mão daí, de jeito nenhum. Que coisa deliciosa.

Aquilo tudo era uma coisa totalmente inesperada. Eu nunca havia imaginado que poderia provocar tesão numa mulher. O interessante é que a situação despertou minha libido e eu comecei a gostar da brincadeira. Além de não tirar a mão do meio das pernas dela, comecei a mexer com meus dedos e a menina se descontrolou. Seu ventre começou a mexer e ela gemia baixinho e gostoso.

- Aiii, Ca, assim... isso é muito bom... aiii... não acredito que...

- Shiiiiii, amiga, curte o momento. Se tá gostoso a gente tem que curtir. Eu também estou achando gostoso. Também estou meladinha, quer ver?

- Quero.

- Então coloca sua mão aqui.

Teka colocou a mão por dentro do meu short e senti seu dedo na minha chaninha. Aquilo deu um tesão enorme. Ficamos por um tempo, uma dedando a outra e os gemidos e suspiros eram retrato do tesão que imperava no ambiente. No entanto, percebi que minha amiga não tinha muita experiência e resolvi que iria ser mais ousada. Tirei minha roupa rapidamente e passei uma perna por sobre o corpo dela, me colocando na posição de sessenta e nove.

- Amiga, dobra os joelhos e faz comigo a mesma coisa que eu fizer com você.

Comecei a chupar a buceta dela e ela retribuiu de maneira deliciosa. Como ela estava com muito mais tesão que eu, acabou gozando quase que imediatamente. Foi um gozo gostoso e longo, mas silencioso. Eu chupava e ela rebolava, gemia, urrava como uma louca. Parou de me chupar e pedia pra não parar e dizia coisas sem sentido. A garota entrou em transe, prendeu minha cabeça entre as pernas e me agarrou a bunda com força. Eu sentia, pela primeira vez, o gosto de uma mulher. Nunca imaginei que podia ser tão gostoso fazer uma garota gozar. Senti muito prazer em saber que tinha feito a menina gozar daquele jeito, e com tal intensidade, mesmo que eu não houvesse gozado. Quando ela se acalmou e desmontei dela e a olhei, desfalecida. De olhos ainda fechados e com um enorme sorriso de satisfação nos lábios, ela repousava tranquila na minha cama.

- Como você está linda, Teka, você precisava ver seu rosto agora.

Ao ouvir isso, ela como que despertou, assustada.

- Amiga, que foi isso? Que é que fizemos. Senhor...

- Acho que fizemos amor, amiga. Só o amor pode proporcionar algo tão intenso e delicioso assim, você concorda?

Eu estava deitada ao seu lado, apoiada nos cotovelos e muito perto do seu rosto. Ela me olhou com uma expressão de questionamento e senti que deveria beijá-la. Avancei e colei nossos lábios. Engatamos um beijo imenso e delicioso. Nossas línguas se enrolavam e ela me agarrou pelos cabelos. Ao final, nos olhamos ternamente e eu ouvi.

- Vem, vem minha querida, vem, me dá mais disso.

********

- Nossa Camila, que história maravilhosa. E como é que isso terminou?

- Ah, tio, nós não dormimos naquela noite. Conversamos muito para entender o que significava aquilo, fizemos amor várias vezes e concordamos que seríamos amigas eternas. Eu contei pra ela da tradição da família e, portanto, nossa amizade foi selada ali.

- E depois, Ca, vocês continuaram?

- Sim, a gente se curte até hoje e qualquer hora te conto mais detalhes. Tem muita curiosidade pra te contar. Uma delas é que a Teka era virgem.

- Era? Não é mais?

- Não, não é. Num final de semana ela apareceu lá em casa com uma cinta peniana que comprou em São Paulo, numa de suas viagens pra casa e me pediu pra quebrar o cabaço dela. Desde esse dia ela me chama de "meu macho". Mas isso te conto outra hora.

- Tesão de história, meu anjo. Você me deixou de pau duro.

Camila riu gostoso quando lhe contei de minha excitação. Neste momento eu estava meio deitado e meio sentado, recostado na cabeceira da cama e ela estava deitada de bruços apoiada nos cotovelos. Sua bundinha estava bem proeminente e a saída de banho estava bem pra cima, deixando ver toda sua coxa. Ela se acomodou e colocou a mão sobre minha bermuda, apalpando meu cacete.

- Hummm, que coisa maravilhosa. Sabe, eu acho que chegou a hora.

- Hora de que minha querida?

- Minha mãe sempre me disse que nós, mulheres, temos uma coisa que é o fetiche dos homens, mas que eu deveria reservar esse trunfo para um momento muito especial. Acho que esse momento chegou. Você é especial, muito especial.

- E o que é essa coisa que vocês mulheres têm que é nosso fetiche.

Camila me olhou com cara de safada e lentamente puxou a saída de banho, deixando sua bundinha linda à mostra. Sorriu um sorriso de putinha e me olhou fixamente nos olhos.

- Gostou?

- Maravilhosa, meu anjo. Nunca vi nada mais lindo na vida.

- Mentiroso. Seja gentil, é minha primeira vez. Ali em cima do móvel tem hidratante. Agora vem, tira meu cabacinho.

Depois de um pedido como esse, quem é que não fica envaidecido. Minha vontade era subir em cima dela e comer aquela bundinha com violência, mas me contive, mais uma vez. Procurando manter a calma, me levantei e tirei toda a roupa sem tirar os olhos de Camila. Meu pau estava duro como pedra e ela não tirava os olhos dele. Fui até o móvel pra pegar o hidratante que iria usar pra lubrificar o rabinho da garota e ouvi sua orientação.

- Esse aí, tio, o frasco rosa de tampa vermelha. Foi minha mãe que me disse que é o melhor.

- Você e sua mãe devem conversar bastante, né? Ela te orienta muito bem, me parece uma mulher experiente.

- Ahh, tio, vai dizer que você não conhece a Marta. A gente conversa muito sim e ela me conta tudo viu...

Ela disse isso e riu gostoso. Ainda continuava deitada de bundinha pra cima e pra fora da saída de banho. Me pareceu que estava querendo me dizer que sabia do caso entre eu e Marta.

- Conta é... E o que foi que ela te contou que eu não sei?

- Ela me disse que te acha um tesão de homem e se você bobear vai te pegar gostoso. Quando ela fala assim, é porque já pegou.

Voltou a rir novamente e com mais intensidade. Nesse momento que já estava tirando a roupa dela e não falamos mais no assunto. Eu estava ajoelhado na cama e Camila deitada de bruços parecia uma deusa. Comecei beijando suas coxas e depois dos beijos dava uma lambida gostosa. Fui subindo devagar e com calma, até chegar na bunda. Senti um cheiro gostoso de banho e percebi que a demora dela no chuveiro era pra se preparar para esse momento. Beijei e lambi as duas partes daquela bunda com muito carinho. Lambi o rego da garota, de cima pra baixo e quanto mais minha língua descia, mais ela se agitava. Me coloquei a cavalo sobre aquela bunda deliciosa e meu pau ficou escorregando na saliva que deixei ali. Fui me deitando sobre ela e comecei a falar no seu ouvido.

- Você é uma garota muito gostosa. Um verdadeiro tesãozinho de mulher. Adorei te comer na noite passada e agora vou te dar um dos maiores prazeres da sua vida. Você vai querer me dar essa bundinha maravilhosa sempre, porque vou te comer muito gostoso. Se é isso que você quer, pede pra mim!

- É isso que quero, um macho que me dê muito tesão. Um homem que me dê muito carinho e um pau gostoso que me coma sempre e muito. Você tem tudo isso, tio. Quero você como nunca desejei nada e ninguém. Vai, me come, me faz sua de uma vez.

Eu entendi que ela queria ser comida, sem enrolação e me preparei. Sabia que tinha que fazer ela esquentar muito pra sentir tesão de verdade e desejar ser penetrada por instinto de fêmea e não por desejo de ser descabaçada. Calcei o quadril da menina com um travesseiro pra levantar um pouco e voltei a lamber a bunda dela. Minha língua descia devagar pelo rego e ela mostrava tesão cada vez maior.

- Vai, tio, vai, me come. Quero saber como é isso.

- Vamos com calma meu anjo, me deixa fazer a coisa direito. Lembra do que te falei? Vou te comer tão gostoso que você vai viciar em dar a bundinha pra mim.

Depois de dizer isso, minha língua foi no cuzinho dela. Ela soltou um suspiro longo e gostoso.

- Ai... tio, isso é muito bom. Nunca ninguém fez isso comigo. Aiii, faz de novo...

Lambi aquele cuzinho com gosto e ela foi à loucura. Com a bundinha arrebitada pra cima por causa da posição do travesseiro, a bucetinha ficava exposta e meus dedos brincavam calmamente. Dedilhava seu grelinho e penetrava sua vagina, alternando os movimentos. Camila estava enlouquecida.

- Aiii... tio, assim você vai me fazer gozar. Eu já não estou mais aguentando.

Esse era o ponto que eu buscava. O tesão dela era grande e ela não resistiria a uma penetração delicada e cuidadosa, mesmo que fosse pela primeira vez. Untei a região com o lubrificante, sem economizar. Fiz o mesmo com meu pau e me coloquei em posição.

- Camila, agora é sua vez de sentir o maior prazer da sua vida vida. Relaxe e goze. Quero ver você delirar de tesão meu anjo.

Apontei meu pau para a entradinha do cuzinho e forcei um pouco. Ela não se manifestou e eu empurrei mais. A cabeça passou fácil.

- Estou sentindo, tio, vai, mete mais, que tá gostoso.

Empurrei mais. A lubrificação era tanta que foi entrando sem muita resistência.

- Aiii, tá ardendo um pouco, mas tá gostoso, vai, não para... Quero mais desse cacete gostoso em mim.

Fiz alguns movimentos de vai e vem pra que ela costumasse com o pau dentro do seu rabo e a cada forçada entrava mais um pouco, até que encostei nossos corpos. A garota não reclamou nada. Aguentou firme, com gemidos que eu não sabia se eram de dor ou de prazer.

- Pronto, anjo, estou todo dentro de você. Tá tudo bem?

- Maravilha, tio. Estou sentindo um tesão gostoso, diferente, delicioso.

- Agora vou tirar o travesseiro de baixo de você e quero que relaxe. Fique deitadinha de bruços que vai sentir muito tesão.

Ela obedeceu e comecei a meter. Movimentos lentos e delicados de vai e vem emitiam sons característicos de sexo anal. Eu tive que me conter muito para não gozar. Não acreditava que estava comendo a bunda daquela gostosa, sobrinha da minha futura esposa e filha da minha amante. Tudo se passava ao mesmo tempo na minha cabeça. Até que ela me acordou.

- Aiii, tio, vai, mais rápido. Aiii, que tesão, vai... rápido, eu vou gozar, meu deus que tesão, vai...

Aumentei o ritmo das minhas bombadas e Camila foi à loucura. Gemia, urrava, mordia o lençol e falava coisas sem sentido. Mas pedia desesperadamente pra eu ir mais rápido. Ela gozou de forma abundante. Entrou em transe, levantava o quadril e me levava junto. Tive dificuldade pra me equilibrar mas continuei metendo, sem parar. O tesão era enorme mas eu não poderia estragar o momento e me controlei ao máximo. Camila continuava gozando um gozo enorme e intenso. A garota emitia sons que eu não reconhecia. Nunca havia ouvido esses sons saindo da garganta de nenhuma mulher. Era uma fêmea deliciosa que estava de baixo de mim. Um animal selvagem, urrando e rosnando. Aos poucos a menina foi se acalmando e eu diminuindo minhas bombadas. Ela ficou imóvel e eu também parei, mas com o pau dentro.

- Tio, que maravilha isso. Nunca pensei que seria tão bom. É um tesão diferente. Estou deliciada com isso.

- Que bom que gostou. Isso te faz mais mulher, mais desejada, mais gostosa.

- Quero mais, tio, mete mais, me faz mais mulher, mais gostosa, vai, continua.

Sabendo do fato de que Camila tinha orgasmos múltiplos, recomecei a bombar naquele cuzinho delicioso que acabara de desvirginar.

- Então, vai, sua putinha, vai, goza no pau do seu macho, quero ver você gozar até derreter.

- Isso, tio, assim, mete mais forte e mais rápido, vai...

Comecei a meter muito forte naquela bundinha. Cada vez mais forte, mais fundo e mais rápido. A putinha entrou em transe novamente.

- Vai, tio, mais, vou gozar, vem, goza em mim, goza na sua putinha, me enche de porra, vai...

Em instantes estávamos gozando. Foi uma gozada pra ficar na história. Eu sentia meu pau pulsar como um falo dentro dela e ela rebolava sem controle. Eu metia como um louco e meu pau dançava naquele rebolado gostoso. Eram jatos e mais jatos de porra que inundaram o cu da gostosa. Quando acabou eu estava exausto e cai de lado. Ficamos em silêncio por algum tempo até que ela se manifestou.

- Delícia isso. Você foi genial. Adorei. Não vou querer parar mais com isso.

Riu gostoso do que disse e me deu um beijo no rosto.

- Pode me chamar quando quiser. Eu também adorei. Pra ser sincero, foi a bundinha mais gostosa que já comi. Você é uma delícia, garota.

- Não duvide que vou te chamar sempre. Você me fez descobrir coisas que eu jamais imaginei nesse pouco tempo que estamos juntos. Além disso, tio, agora você é meu dono, meu macho e meu amigo eterno. Isso significa que sou sua por inteiro e te devo fidelidade sem limites.

- Bom, então já vou te liberar dessa fidelidade. Você pode continuar com a Teka, sem problemas. Seja feliz com ela. Só não esqueça de mim.

- Ah, obrigada tio, que lindo você é. Foi bom você tocar no assunto. Vou falar com ela pra que você seja o primeiro homem dela, você faria isso isso por mim?

- Claro que sim, meu anjo. O que eu não faria pra você?

- Que lindo, vou combinar com ela assim que voltarem as aulas e te falo.

Aquela garota era, realmente, especial e sem dúvida, fazia parte daquela família até certo ponto maluca. Estava me oferecendo a sua amigada, sem nenhum pudor ou ciúme. Eu realmente tinha que me concentrar e descobrir se tudo aquilo era real ou se era só um delírio.

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Comentários

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para quando a volta desta insana saga??

sempre bem escrita

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Nobre autor, lembro de ter te favoritado por conta dessa história, de qualidade ímpar. Esse humilde apreciador da qualidade da sua escrita lhe pergunta se há ainda uma possibilidade de essa história voltar à ativa. Ela é muito boa para ficar sem final. Forte abraço e congratulações.

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Conto Nota Dez e Dez Estrelas, Fodas Excitante e Sensacional Continue Publicando Suas Relações Essa Penetração No Cuzinho Valeu a Narração!

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Show!!! Dizem as más línguas ( ou boas) que o Marcelo comprou um caminhão de Tadalafila, está fazendo um Harém,e o Rui vai ser o eunuco .

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