Reencontros

Um conto erótico de Cafuncio
Categoria: Heterossexual
Contém 8817 palavras
Data: 25/08/2023 16:45:12
Última revisão: 25/08/2023 17:04:40

Capítulo 1: Márcia e Roberto

Márcia é uma jovem mulher que emana uma beleza genuinamente sedutora. Com cerca de vinte e dois anos, seus cabelos negros levemente ondulados e de comprimento médio lhe conferem uma aparência sofisticada e ao mesmo tempo envolvente. Seu rosto é uma verdadeira obra de arte, com traços suaves que exibem uma beleza quase juvenil. Seu nariz fino complementa perfeitamente seus lábios finos e bem desenhados, que parecem convidar a um beijo ardente. As maçãs do rosto delicadamente salientes acrescentam um toque de elegância ao seu rosto, formando um perfil encantador que cativa quem a observa.

Márcia possui uma beleza física notável, onde todos os elementos se harmonizam perfeitamente. Não é alta, mas tem a estatura condizente com seu corpo, enfim estatura mediana. Ela exibe um corpo delgado e proporcional, sem nenhum excesso ou falta em qualquer parte aparente. Sua figura longilínea e esbelta é sustentada por pernas belas e torneadas, que lhe conferem uma elegância que é um privilégio para poucas mulheres.

Seus seios pequenos com formato de pêra são uma moldura perfeita para o seu colo, proporcionando uma estética bela e sedutora. A harmonia entre seu quadril e o seu ventre é admirável, apresentando uma proporção exata que se encaixa perfeitamente com o restante do seu corpo, como se fossem parte de uma escultura divinamente planejada.

As curvas suaves de Márcia são uma expressão da beleza natural e feminina. Sua cintura delicada cria um contraste perfeito com sua bundinha pequena, arrebitada e arredondada e seu púbis sem pêlos que lhe dão uma aparência bela e delicada. Sua bucetinha rosada, estreita, de lábios pequenos e delicados, são um convite ao prazer infinito. A linha definida entre o quadril e as pernas torneadas contribui para uma aparência escultural, adicionando uma sensualidade sutil ao seu conjunto.

Além disso, sua pele parece ser de porcelana, suave e uniforme, convidando a um toque suave. A sua postura elegante e graciosidade ao se movimentar realçam ainda mais a sua beleza física, tornando-a uma presença magnética ao atravessar uma sala. Márcia é um exemplo vivo de como a harmonia e equilíbrio em todas as suas formas podem resultar em uma beleza indiscutível.

A beleza sedutora de Márcia não se limita apenas à sua aparência física encantadora. Existe nela uma aura magnética que atrai os olhares e fascina aqueles que se permitem conhecê-la. Seu estilo exala confiança e sofisticação, combinando perfeitamente com sua personalidade cativante. Além disso, sua postura e gestos graciosos transmitem uma elegância natural, fazendo com que todos ao seu redor sintam-se atraídos por sua presença.

Seus olhos, expressivos e brilhantes, revelam uma intensidade magnética que desarma qualquer resistência. É impossível não se perder naquelas írises penetrantes que parecem guardar segredos inexplorados. Seu sorriso irresistível, delicadamente desenhado, encanta a todos com sua doçura e charme. Márcia é como uma chama que ilumina todos ao seu redor, hipnotizando com sua beleza e carisma.

Por trás de sua aparência sedutora, há uma personalidade intrigante e estimulante. Márcia possui um fascínio interior que transcende a beleza física. Seu olhar reflete uma mente inteligente e curiosa, pronta para desvendar o mundo e cativar aqueles que a cercam. Sua presença exala uma energia contagiante, envolvendo a todos com seu carisma e simpatia. Ela é uma mulher que desperta paixões e deixa uma marca indelével naqueles que têm a sorte de cruzar seu caminho.

Roberto é um homem de meia-idade, quase cinquenta anos de vida, que exala uma beleza viril admirável. Sua aparência encantadora e estatura imponente imediatamente prendem a atenção de qualquer pessoa ao seu redor. Seus cabelos grisalhos, sempre bem cuidados, adicionam um toque de charme e maturidade ao seu visual.

Seus olhos castanhos são verdadeiros ímãs, com um brilho que parece se aprofundar além do olhar superficial. Há algo neles que indica uma sabedoria adquirida ao longo dos anos e um desejo ardente de compreender as almas e ler os pensamentos dos outros. É difícil desviar o olhar dessas janelas da alma que capturam a atenção e despertam curiosidade.

A pele alva de Roberto é um contraste atraente com seu cabelo grisalho e tem sempre um tom dourado e bronzeado, resultado do tempo que passa praticando exercícios ao ar livre no litoral onde vive. Sua dedicação em exercitar-se à beira-mar, especialmente durante o amanhecer e entardecer, dá à sua pele uma tonalidade radiante e saudável.

Seu corpo ainda atlético é uma prova do seu passado como tenista semiprofissional e sua dedicação contínua à musculação na academia. Roberto possui ombros largos, braços fortes e mãos firmes, características que denotam força e habilidades atléticas. Seu peitoral bem desenvolvido é uma lembrança da juventude e do esforço em manter-se saudável e em forma.

As pernas de Roberto são um fortes e bem formadas. Longas e musculosas, elas exibem todo o poder e resistência que sua história como esportista proporcionou. Seus membros inferiores estão claramente bem definidos, resultado de anos de treinamento e dedicação aos esportes.

Sua pélvis é adornada por um pênis bem formado, de cor clara, cabeça proporcional ao corpo, não circuncidado, de diâmetro regular e de tamanho proporcional ao seu corpo atlético. Quando excitado, seu pau pulsa como se o seu coração tivesse descido até ele, dando-lhe uma rigidez e volume que é promessa de muito prazer àquela que privar de sua companhia. Sua bunda firme é saliente fruto do seu passado atlético e das horas dispendidas na academia. O conjunto pau e bunda compõe um visual atrativo e incrivelmente atrativo para as mulheres.

Roberto é uma figura impressionante, que combina beleza física, maturidade e vitalidade. Sua aparência imponente, aliada à sua postura firme e gestos precisos, revelam sua confiança e presença marcante. Ele é uma verdadeira inspiração para aqueles que buscam manter-se em forma e vivenciar uma vida plena, independentemente da idade.

Capítulo 2: desejos secretos.

Os dois amigos de longa data, Márcia e Roberto , se reencontrariam após pouco mais de dois anos sem se verem. Márcia enquanto esteve fora, nutriu um desejo grande por Roberto, que já existia desde quando se conheceram, mas que ela, devido à diferença de idade, jamais acreditou que ele pudesse, um dia, vir a corresponder à sua paixão.

Em suas noites solitárias, por diversas vezes sonhou ou imaginou ser possuída por aquele homem que tanto ela admirava, não só por seu intelecto, mas também por seu corpo perfeito e que a seduzia sem que ele ao menos imaginasse que isso ocorria com ela. Imaginava como seria segurar o pau dele, masturbá-lo e inseri-lo em sua bucetinha, chupá-lo até que ele gozasse caudalosamente sua boca.

Sonhos e pensamentos que a levavam à um mundo de prazeres solitários, onde as carícias e o sexo com ele eram tão intensamente vividos em sua mente, que propiciava uma masturbação intensa e que, invariavelmente, terminavam em longos e prazerosos orgasmos que a faziam sentir-se viva e revigorada e satisfeita, ainda que depois de gozar continuasse a acariciar sua bucetinha até o relaxamento total.

Ela ansiava por esse encontro, queria e desejava se abrir com Roberto, falar-lhe sobre o amor, a paixão e o desejo que lhe era presente durante todo esse período em que estivera fora. Esperava que ele correspondesse e que, por fim, pudessem atar um relacionamento duradouro e feliz.

Roberto , por sua vez, imaginava que Márcia seria incapaz de corresponder ao amor e desejo que ele nutria por ela, a diferença de idade entre ambos, em sua forma de ver, era grande demais para que ela pudesse se interessar sexualmente por ele, enquanto inúmeros jovens, de idades compatíveis com a dela, compunham o seu círculo de amizades e seriam a escolha natural dela para um relacionamento amoroso.

Mas isso não o impedia de imaginar possuí-la como mulher, afinal ela era linda, inteligente, agradável e tinha todos os atributos para fazer qualquer homem feliz. Ele a imaginava nua em sua cama, linda como sempre, ela, em seus sonhos ou pensamentos, lhe aparecia oferecendo seu corpo às suas carícias, abrindo sua bucetinha para que ele lhe chupasse, virando sua bundinha e deixando seu cuzinho à mercê de sua língua para que ele o que eu fiz 99 lambesse e chupasse. Ela lhe fazia carícias ousadas, masturbando e chupando seu pau, lambendo seu cu, dando-lhe prazer intenso e se entregando ao sexo sem pudores ou limitações. Sonhos eróticos com ela eram frequentes. Sonhos cada vez mais realistas, a tal ponto de, por duas ou três vezes, por tamanha intensidade, ter acontecido de acordar gozando na vida real, tal qual o que estava acontecendo em seu sonho. E isso era muito prazeroso para ele.

Capítulo 3: O reencontro

Márcia traçou uma estratégia para aquele reencontro com Roberto. Não queria correr o risco de se declarar abertamente e acabar por afastá-lo, caso não fosse correspondida. Iria tentar seduzi-lo aos poucos, por gestos palavras e ações, até que chamasse tanto a sua atenção, que ele se visse como ela queria, envolvido emocionalmente à ponto de desenvolver um sentimento maior do que uma simples amizade.

O encontro aconteceria em um café pitoresco, onde os antigos laços de amizade seriam revividos instantaneamente. Márcia, agora com vinte e dois anos, havia se transformado em uma mulher deslumbrante, trazendo consigo toda a beleza e exuberância que sempre a acompanharam desde jovem.

Para o reencontro, Márcia escolheu um vestido curto, sensual e provocante. O tecido leve e fluído abraçava suas curvas de forma elegante, realçando sua feminilidade. O decote provocador deixava entrever uma sugestão dos seus seios, enquanto as alças finas ressaltavam o bronzeado de sua pele. Ela decidiu por não usar sutiã, sabia que seus seios eram bonitos e que o decote triangular do vestido escolhido, deixaria à mostra suas laterais, mostrando o limite entre o tom bronzeado e a marquinha branca deixada pelo biquíni, não havendo como Roberto deixar de notar e admirar. Havia, ainda, a possibilidade de eventualmente, num movimento de se abaixar, deixar à mostra, para a curiosidade de Roberto, mesmo que por instantes, o bico dos seus seios. Esses, eram salientes e repousavam sobre uma auréola pequena, rosada tal qual sua bucetinha, a marquinha do biquíni era um charme a mais que fazia dos seus seios uma pequena obra de arte.

Naquele dia, Márcia tomou um banho demorado, repleto de pensamentos em Roberto e o encontro que ocorreria em breve. Lavou cuidadosamente seus cabelos, providenciou depilar axilas, virilha e toda a sua bucetinha, fazendo o mesmo no cuzinho e pernas. Era visível a sua excitação, seus bicos dos seios estavam eriçados, sua bucetinha estava inchada, seu clitóris durinho. Ela passou suas mãos entre suas pernas e se sentiu tentada em brincar com sua bucetinha, mas preferiu não se masturbar naquele momento, apenas deixar para mais tarde satisfazer sua vontade com o próprio Roberto, caso seu plano desse certo.

Escolheu seu melhor perfume, passou cremes hidratante em suas mãos e por todo o corpo. Escolheu a calcinha mais bonita que tinha, comprada na véspera, branca com rendas e semitransparente na frente e atrás. Não se importou que aquela calcinha ficasse marcada no vestido escolhido, fazia parte do seu plano de sedução. Olhando-se no espelho, ficou admirando aquela calcinha vestida em seu corpo. Combinava perfeitamente com suas curvas. A transparência deixava ver o início da sua bucetinha, aquele vale logo após o ventre ficava lindo e bem provocante, na parte de trás, deixava à mostra, por inteiro sua bundinha, sem estrias ou qualquer outro sinal que tirasse a beleza daquela parte de seu corpo.

Roberto também se esmerou nos seus preparativos para aquele encontro. Banhou-se longamente, tendo em mente aquela mulher que sempre lhe visitava em sonhos e pensamentos. Acabou por ficar excitado ao imaginá-la dividindo aquele banho com ele. Imaginou Márcia nua ao seu lado ensaboado o seu pau com aquelas mãos pequenas, macias e leves. Ele, em contrapartida, lavando a bucetinha, os seios, bunda, esfregando o cuzinho apertadinho, deixando-a excitada e desejosa em ser possuída por ele. Terminariam com sexo, ali, em pé mesmo. Podia imaginar o seu pau dentro daquela bucetinha, apertada, macia e quente. Esse devaneio, deixou seu pau duro e pulsante, ávido por ser tocado até o limite do orgasmo, isso o levou à se masturbar com uma intensidade frenética até que o gozo, intenso e abundante veio e lhe acalmou a mente, pelo menos por enquanto. Por fim, se depilou como de costume, acreditando dar uma aparência mais limpa ao seu pênis e ânus, o que era uma realidade, apesar de não ser um homem de portar muitos pêlos pelo corpo.

Escolheu uma roupa que lhe desse um ar mais jovial. Escolheu uma calça jeans mais justa, de forma à salientar suas pernas, bunda e, principalmente seu pau, pois sabia que ficaria bem aparente o seu volume ao menor sinal de excitação. Escolheu também uma camisa de algodão leve que realçava seu peitoral. Usou nesse dia seu perfume predileto.

Ao perceber Márcia se aproximando, Roberto quase perdeu o fôlego. Seu olhar corria por cada centímetro do vestido da amiga, capturando a visão dos contornos dos seios delicadamente desnudos. O tecido fino e leve balançava à cada passo dado por ela. O movimento do ar comprimia o vestido sobre seu corpo, especialmente no triângulo do seu ventre, deixando marcada a calcinha e, logo acima os seus seios. O coração de Roberto começou a bater mais rápido, e uma corrente elétrica parecia percorrer seu corpo. A excitação era evidente em seu olhar, disfarçada apenas pelas palavras gentis que trocavam.

Enquanto Márcia se aproximava, Roberto se esforçava para manter a compostura diante daquela visão tentadora. Os anos de amizade e respeito não desapareceram instantaneamente, mas uma chama até então não revelada começava a acender dentro dele. Era um sentimento arrebatador, que contrastava com a nostalgia da amizade.

Os olhos de Márcia brilhavam com uma confiança sedutora enquanto ela notava as reações de Roberto . Ela sabia exatamente o efeito que aquele vestido e sua decisão de não usar sutiã teria sobre ele. Aquilo era parte de uma estratégia consciente para despertar a excitação e o desejo de Roberto. Era uma forma de testar se a velha amizade poderia se transformar em algo mais profundo.

Roberto tentava disfarçar sua excitação, mas era um esforço em vão. A visão de Márcia despertava desejos latentes em seu íntimo, alimentados pelo jogo de sedução que ela conscientemente criava. A presença de Márcia em sua vida sempre foi uma fonte de energia vibrante, mas agora essa energia parecia tomar uma forma mais sensual.

Enquanto Roberto e Márcia se sentavam para conversar, a tensão entre eles era palpável. Palavras inocentes ganhavam segundas intenções, sorrisos cúmplices e olhares intensos. A atração estava presente, preenchendo cada espaço vazio entre eles.

Ambos estavam observando cada movimento do outro, Roberto não conseguia tirar os olhos dos seios de Márcia, aquela marquinha era por demais atraente, ao mesmo tempo em que observava os movimentos dela de cruzar as pernas e deixar, por instantes, que ele visse sua calcinha semitransparente. Isso o deixava visivelmente excitado, a ponto de Márcia reparar que o pau de Roberto estava duro e sobressaia naquela calça jeans justa. Ela tinha certeza de ter despertado nele aquilo que ela tanto desejava, o desejo por possuí-la e, quem sabe, um romance duradouro e feliz.

As palavras fluíam, mas as mentes de Roberto e Márcia estavam silenciosamente conectadas em uma dança de atração e desejo. Não era apenas o vestido sensual que estimulava a imaginação de Roberto , mas imaginar que Márcia havia intencionalmente escolhido aquela peça para mexer com ele.

A conversa, que começou tratando do tempo em que estiveram distantes, foi se tornando mais íntima, até chegar em temas mais picantes. Afinal, sempre foram confidentes e compartilharam suas emoções e desejos. Márcia relatou a solidão de estar em um outro país, sem amigo para ser seu confidente e as noites solitárias, de pensamentos libidinosos e prazeres solitários, competiam com a saudade dela de sua casa e de seus amigos, em especial de Roberto.

Márcia disse o quanto viveu dias de solidão e que imaginava retornar logo para rever o amigo, sempre tão fiel e companheiro. Roberto, por sua vez, disse-lhe que nesses dois anos, não teve interesse em ninguém, preferindo estar solitário em seu quarto, deixando seus pensamentos vagarem soltos e que eles o levassem à amores impossíveis e à prazeres inconfessáveis.

Cada um sabia, no fundo de suas almas, que tais pensamentos, sonhos e devaneios, eram tidos com um com o outro, mas não foram capazes de confessar abertamente, ambos pelo mesmos motivos, medo de perder essa tão sólida amizade que o tempo não se fez apagá-la.

O tempo passava rápido, enquanto eles se permitiam saborear a energia eletrizante que preenchia o ar. Roberto , em seus devaneios, começou a imaginar o que poderia acontecer além da amizade, enquanto Márcia lançava olhares provocadores que só aumentavam a sua excitação.

Por fim, chegou o momento em que o reencontro na cafeteria teria chegar ao fim. No entanto Márcia não queria que o encontro terminasse dessa forma, ela estava excitada demais para não dar continuidade ao seu plano de sedução. O mesmo pensava Roberto, que tentava disfarçar a inquietação que o dominava. Combinaram então que eles deveriam ir à casa de Roberto , ainda naquela tarde, após tomarem o café e saborearem o croissant amanteigado que pediram. Assim, ele poderia mostrar a reforma que tinha feito enquanto ela estava fora.

Em dado momento, Márcia pediu licença para ir ao toilette, enquanto Roberto observava Márcia se afastando, o vestido sensual escolhido por ela fazia com que os olhos de Roberto não conseguissem ver outra coisa senão aquele corpo maravilhoso desfilando pelo salão da cafeteria. As costas nuas, os cabelos negros, a marca da calcinha ressaltando a beleza proporcional de sua bundinha e aquelas pernas bem delineadas ficariam gravadas em sua mente para sempre. Jamais havia visto Márcia com um vestido tão sensual e provocante. Ele sabia que a amizade entre eles nunca mais seria a mesma, e um turbilhão de emoções o preenchia. A atração que antes era apenas um pensamento distante agora se tornava uma realidade ardente.

Capítulo 4: Amizade Colorida

Naquele reencontro memorável, Márcia e Roberto embarcam em uma redescoberta de sua amizade, mergulhando em sentimentos complexos e uma tensão crescente que os envolveram em pensamentos de luxúria e romance. Márcia, uma mulher ousada e confiante, havia conseguido empregar seus métodos de sedução para despertar o desejo latente em Roberto.

Mas nada se comparado ao que estava por vir. Encerrado o lanche na cafeteria, Roberto e Márcia se dirigiram à casa dele. Ainda no carro, Roberto , displicentemente, repousou sua mão nas coxas de Márcia. O vestido curto ajudava no intuito dele. Ele sentiu a maciez da pele sedosa de Márcia, ela por sua vez, sentiu um calafrio ao se sentir tocada. Suavemente, entreabriu mais um pouco suas pernas na esperança de que Roberto progredisse um pouco mais naquela carícia. Ele, percebendo o movimento das pernas de Márcia, desviou, por uma fração de segundos, seu olhar do trânsito, no sentido de olhar aquelas coxas bem torneadas. Foi então que viu que, o vestido curto, havia subido e era possível ver a calcinha e, em sua transparência, o início da bucetinha de Márcia sobressaindo sob o branco da lingerie. Não havia como esconder que havia ficado excitado, a visão era especialmente excitante. Márcia, viu que o volume nas calças de Roberto havia aumentado e, não resistindo, tocou-lhe em seu pau, já duro de tesão, sentindo o poder daquele instrumento de prazer. Roberto, ainda mais ousado, subiu sua mão até a virilha de Márcia, tocando levemente na buceta. Sentiu de imediato que a calcinha estava já molhada de excitação. Márcia se deixou tocar, abrindo ainda mais suas pernas e se virando no sentido de se deixar à mostra para Roberto, enquanto continuava a acariciar aquele membro que tanto ela queria dentro de si.

Assim ficaram durante o restante do trajeto até que chegaram à casa de Roberto .

Roberto e Márcia não se continham de tanta excitação e desejo. Antes de entrarem em casa Roberto fez questão de pedir um abraço à Márcia, pois até então, não havia tido essa oportunidade de senti-la próxima de seu corpo. Márcia se aproximou e o abraçou. Logo sentiu em seu ventre toda a dureza do pau de Roberto. Desejando sentir aquele pau duro junto ao seu corpo, apertou seu púbis um pouco mais forte. Roberto então, resolveu ousar mais um pouco, e ao sentir o movimento de Márcia, com as duas mãos, puxou-a pela bunda para mais perto de si, comprimindo a púbis dela em seu pau. Foi um abraço que jamais haviam dado um ao outro. Repleto de desejos e carícias. Com os corpos colados, Roberto deu um beijo apaixonado na boca de Márcia, que o correspondeu avidamente. Foi um beijo repleto de amor e desejo.

Ao entrarem na casa, Roberto começou a mostrar o que havia sido reformado, que basicamente era a casa inteira. Quando chegaram à cozinha, Roberto ofereceu algo para Márcia beber. Ela aceitou um suco. Enquanto ele o preparava, Márcia se sentou numa das baquetas altas que havia no balcão da cozinha. Displicentemente, deixou suas pernas entreaberta o suficiente para deixar à mostra sua calcinha. Roberto ao se virar para lhe servir o suco, não pode deixar de ver o que estava exposto. Delicadamente deixou o copo de suco sobre o balcão e aproximou-se de Márcia, colocando o seu corpo entre as pernas dela, ao mesmo tempo em que lhe abraçou e beijou novamente. Naquela posição Márcia podia sentir em sua buceta, o volume e a rigidez do pau de Roberto. Ela enquanto o beijava apertava a bunda de Roberto por sobre a calça e passava-lhe a mão por seus cabelos grisalhos. Roberto aproveitava para acariciar as costas dela, do pescoço até o final da abertura do vestido, já próximo à calcinha.

Márcia então, num gesto de ousadia, afastou Roberto daquela posição em que estavam e, olhando em seus olhos, soltou uma das tirinhas do seu vestido, revelando aquele que era um dos seios mais bonitos que ele jamais havia visto. Pequenos, mas na medida certa de sua boca. A parte branca contrastando com o bronzeado, a aréola rosada encimada por um bico, pequeno também, porém já duro de excitação, formava um conjunto que convidava ao toque e ao beijo. E foi isso que Roberto fez. Com suavidade e calma, tocou o seio que lhe foi oferecido, primeiro bem suavemente em seu entorno, nas laterais ao lado do braço, embaixo, no contorno inferior, para aos poucos tocar-lhe na auréola, suavemente, em movimentos circulares, exercendo leve pressão à cada volta. Em seguida no bico, para logo após, tomar-lhe em sua mão por inteiro. Márcia estava absolutamente arrepiada com a forma e jeito que Roberto lhe acariciava o seio, em especial seus toques no mamilo. Então, ela puxou a cabeça dele ao encontro do seu seio. Queria que ele o chupasse, tal qual em seus sonhos. Roberto correspondeu ao desejo dela, brincando com sua língua no bico, auréola e por baixo, para em seguida colocá-lo inteiro em sua boca. Sugou, lambeu, beijou e mordiscou de uma forma melhor do que jamais teria conseguido sonhar. Era como se houvesse uma ligação direta entre o seu seio e a sua bucetinha, a cada carícia, mais sua buceta se umedecia e seu clitóris vibrava. Ele então, tirou a outra alça do vestido. Ele estava ali diante de um par de escultura à emoldurar o colo mais sedutor que ele tinha tido em suas mãos.

Márcia então, desabotoou a camisa de Roberto para contemplar aquele peitoral, que ela tanto desejara tocar. Retirou a camisa dele e tocou-lhe no peito, descendo até a sua barriga e brincou com seus mamilos. Em pouco tempo, abriu o cinto e o botão da calça jeans de Roberto, descendo o zíper até que pudesse, retirar e ver aquele pau entumecido de tesão explícita. O pau de Roberto era muito mais bonito, atraente e desejável do que ela havia imaginado quando se masturbava em sua casa. Ela pode então tocar no pau que tanto ansiar ter. Ela o sentiu firme porém macio e suave. Roberto tratou de retirar suas calças, camisa e sapato, ficando apenas de cueca. Era uma cueca estilo boxer, justa e que deixava revelado o tamanho e potência de seu pau que já se encontrava exposto para o olhar de Márcia pois não mais cabia naquela cueca tão grande e duro que estava. Márcia não conseguia tirar os olhos daquele pau exposto para fora da cueca. Sua forma, o tamanho e a excitação estavam expostas de tal forma que ela, num impulso, pegou com uma das mãos e apertou como se quisesse verificar a sua dureza. Ficou ali um tempo apenas tocando, apertando e percorrendo com as mãos e os olhos aquela obra de arte que finalmente era sua para desfrute e prazer Roberto então, terminou de tirar o vestido de Márcia.

Ele ficou deslumbrado com a beleza do corpo dela. Do cabelo aos seus pequenos pés, tudo era perfeito. Mas chamou-lhe mais a atenção a calcinha branca que ela usava. Combinava perfeitamente com as suas formas. Ele podia ver o início da bucetinha, totalmente lisa e sem pêlo algum. Seu pau pulsava nas mãos de Márcia. Era inevitável. Ela gostava de sentir esse pulsar. Então ele se abaixou à frente dela e lhe retirou a calcinha.

Ele estava agora com o rosto a menos de dez centímetros da bucetinha que embalou tantos sonhos em suas noites solitárias. Ele podia ver em sua plenitude aquela perfeição de bucetinha. Pequena, rosada, com o clitóris duro e sensível ao toque, seus grandes e pequenos lábios finos e pequenos, tudo era perfeito e sedutor. Não resistindo, trouxe-a para sua boca puxando Márcia pela bunda com as duas mãos. Deu um beijo naquela grutinha, sua língua percorreu languidamente aquela bucetinha rosada, permitindo à Roberto sentir o gosto doce de sua amada. Dali onde estava, pode ver, enquanto chupava aquela buceta tão gostosa, os seios de Márcia logo acima, com aquelas marquinhas de bronzeado e acima dele o rosto dela. Estava com uma expressão de prazer, ela mordiscava seus lábios e seus olhos estavam semiserrados, uma típica expressão de prazer. Ela então, puxou o rosto de Roberto para mais perto ainda de sua buceta, como se quisesse que ele entrasse dentro dela. Ela estava totalmente molhada, seu clitóris estava entumecido, duro de tanta tesão, a cada chupada que Roberto dava ela se contorcia de prazer. Roberto com uma das mãos, sem parar de chupá-la, mexia nos seios, ora apertando, ora apenas bolinando seus mamilos, enquanto a outra mão percorria a bundinha, apertando e procurando tocar ao redor e ao centro do cuzinho, ora mais forte como se quisesse penetrá-lo, ora apenas circulando levemente o seu entorno, ela estava em êxtase total.

Márcia, receando gozar de tanto prazer que ele estava sentindo, puxou Roberto para cima, e pediu para que ele retirasse a cueca. Prontamente ele atendeu. Ela ficou encantada com aquele pau duro e pulsante, compondo com o restante do corpo uma figura máscula, poderosa, mas ao mesmo tempo gentil e carinhosa. O pau de Roberto era na medida certa, sem exageros mas perfeito para ser totalmente engolido por sua bucetinha e grosso o suficiente para lhe preencher totalmente, ainda mais considerando que a sua bucetinha era proporcional à sua estatura, pequena e apertada.

Márcia, sem tirar os olhos daquele falo pulsante, o acariciou, primeiro com as pontas dos dedos, espalhando a lubrificação natural que emergia em sua cabeça, em movimentos circulares. A cada vez que seu dedo passava pela parte de baixo da cabeça, o pau pulsava e saltava. Márcia então o pegou por inteiro com suas delicadas mãos e iniciou um movimento de vai e vem, masturbando lentamente, igual costumava fazer em seus sonhos e pensamentos. Com a outra mão, mexia e apertava levemente o saco, brincando com as suas bolas. Aos poucos, enquanto continuava masturbando Roberto com uma das mãos, com a outra se aventurou mais um pouco apertando a bunda de Roberto, alisando-a em toda sua extensão, até que tocou o cuzinho dele, igual ao que ele fizera nela, ficou ali brincando de rodear o dedo por sua volta, fazendo leve pressão como se fosse um penetrá-lo mas sem cumprir esse intento.

Enquanto Márcia brincava com o pau e a bunda de Roberto, este brincava com seus dedos na bucetinha dela, ora apenas passando os dedos por sua extensão, ora penetrando suavemente com o dedo indicador.

Márcia então se ajoelhou e começou a chupar o pau de Roberto. Passando a língua em torno da cabeça, por todo o corpo daquele pau, tentando realizar o que inúmeras vezes sonhou enquanto estivera fora do país. Até que o colocou por inteiro em sua boca, sentindo que o pau dele a preencheu completamente. Sua língua fazia movimentos circulares em torno da cabeça e se detia na parte de baixo fazendo pequenos movimentos de vai e vem, deixando Roberto quase sem fôlego de tanto prazer. As mãos de Márcia puxavam a bunda de Roberto para manter o seu pau o mais dentro de sua boca possível.

A sensação de ter o pau de Roberto inteiro em sua boca era bem mais prazeroso do que jamais teria podido imaginar quando se masturbava com esse pensamento. O gosto, o volume e a emoção de vê-lo se contorcendo de prazer era uma sensação bem mais intensa do que ela podia imaginar.

Roberto, sentindo que iria gozar e querendo evitar que isso acontecesse, puxou Márcia forçando-a a se levantar e se postar diante dele. Foi quando sugeriu que fossem para o seu quarto, pois lá ficariam mais confortáveis.

Ela concordou prontamente, não sem antes ficar ali por algum tempo admirando o corpo daquele homem másculo e viril que estava à sua frente. Do seu peitoral, passando por seu pau duro e latejante de tesão, até as pernas firmes e torneadas, tudo era de uma beleza tal, que a fazia tremer de excitação.

Então Roberto, gentilmente, pediu que ela seguisse à sua frente até o quarto. No caminho não teve como ele deixar de admirar o corpo da sua amiga e amada. Seus cabelos sobre o ombro, as costas eretas, a cintura fina compondo com o quadril uma harmonia que jamais ele tinha visto tão belo. A bundinha delicada, arrebitada naturalmente, redondinha e durinha. Sem estrias ou celulite, não que a eventual existência faria muita diferença, mas assim o visual ficava mais limpo e agradável. Não resistindo à essa visão, antes de chegarem ao quarto, ainda no corredor de acesso, pegou Márcia pela cintura fazendo com que ela parasse e a puxou de costas até encontrar o seu corpo. Ele então, apertou seu pau contra as costas dela enquanto beijava o seu pescoço. Aos poucos se abaixou um pouco de forma à encaixar seu pau no vão da bundinha dela. Delicadamente fez movimentos de subida e descida naquele reguinho apertadinho, passando a cabeça de seu pau na bucetinha e no cuzinho apertadinho. Márcia sentindo em seu corpo o pau de Roberto, arrebitou ainda mais a sua bundinha de forma à dar mais liberdade para que o pau de Roberto explorasse todos os cantinhos disponíveis em seu corpo. A sensação de sentir o pau roliço, duro mas, ao mesmo tempo macio e lubrificado passando em sua bucetinha era indescritível. Ter a cabeça do pau dele brincando na entrada de sua buceta era por demais excitante. Senti-lo brincar na entrada de seu cuzinho lhe dava arrepios de tanto prazer.

Ficaram ali um tempinho brincando assim, até que continuaram a caminhada até o quarto.

Ao chegarem, Márcia, já aos pés da cama, virou-se para novamente admirar aquele homem que por tanto tempo desejara e que agora lhe pertencia. Seus cabelos grisalhos lhe davam um ar de elegância, seu rosto másculo e seu olhar profundo, seu peito atlético, mas sem exagero terminando numa púbis lisa e sem pêlos, realçava aquele pênis, no tamanho certo e de formas atraentes. As pernas firmes e musculosas na medida certa, tudo nele convidava à prazeres inomináveis. À cada olhar e pensamento que passava em sua cabeça vendo aquele homem nu à sua frente fazia com que sua bucetinha vibrasse, seus mamilos ficassem mais sensíveis e sua boca enchesse de água.

Já Roberto, parado ali sendo observado por Márcia, via aquela menina-mulher nua à sua frente e, involuntariamente, sentia seu pau pulsar, levantando e abaixando sem que ele pudesse controlar seus movimentos. Aquela moça era mais bela do que ele jamais havia imaginado. Os cabelos, seu rosto suave e juvenil, de pele sedosa e macia. Sua boca era perfeita para um beijo apaixonado. Seu pescoço terminava num colo bonito e sensual, completado por um par de seios em formato, tamanho e cores harmonicamente bem distribuídos, a sua barriguinha, chapada e sem excessos, terminava num ventre liso e sem pêlos. Dali surgia o vale de sua bucetinha, liso e tenro, terminando, até onde podia se ver, num clitóris saliente semienconberto por seus grandes lábios rosados e macios. Tudo isso completado pelas belas pernas torneadas, enfim, uma visão da qual ele jamais esqueceria.

Ela se aproximou dele e o abraçou com ternura mas com intensidade. Seus corpos se encostaram em toda sua extensão. Roberto, já todo molhado de tesão, aproveitou o abraço para relar seu pau na barriga dela, deixando um rastro molhado, ao mesmo tempo em que passava-lhe as mãos em suas costas, descendo até o início do reguinho da bunda dela. Depois apertando e acariciando as suas nádega, até iniciar a brincar com o cuzinho, ameaçando forçar a entrada de seus dedos naquele buraquinho diminuto e apertado, porém sem concretizar tal intenção. Márcia, com uma das mãos, masturbava o pau dele, forçando espaço entre seus corpos, ao mesmo tempo em que com a outra mão, repetia, na bunda dele, os mesmos movimentos que ele lhe fazia na bunda. Brincava de alisar as nádegas, percorrer o vão entre elas e tocar e massagear o seu cu, ora de forma bem suave, ora com mais pressão e intensidade.

Roberto então a fez deitar de costas na cama, ela estava ali, exposta em toda sua intimidade, seus pés ainda tocavam o chão, suas pernas abertas expunham sua rosada bucetinha, úmida e pronta para recebê-lo da forma que lhe conviesse. Roberto ajoelhou-se em frente à ela e beijou suas pernas, a começar pelas coxas, subindo até a virilha, mordiscando e passando a língua ao longo das laterais da buceta e, levantando seu corpo pela bunda, chupou as nádegas, até chegar ao cuzinho onde o invadiu com sua língua. Ele fazia sua língua girar à volta daquele buraquinho, forçava a entrada e voltava à beijar as nádegas, tudo num compasso perfeito. Márcia estava absolutamente dominada pelo frenesi de prazeres proporcionados pela boca e língua de Roberto. Aos poucos Roberto começou a chupar os grandes e pequenos lábios da bucetinha dela, por vezes dando pequenas mordidas, até que chegou ao clitóris. Com movimentos ritmados e em intensidade e velocidade variáveis a levava à um prazer jamais vivenciado em sua, ainda curta, existência. Era tão intenso o prazer que ela sentia, que ela teve de pedir para ele dar um tempo pois estava quase gozando e esse ainda não era o seu desejo.

Roberto então a fez deitar de bruços. Para ele a visão do corpo de Márcia era espetacular. Aquela bundinha arrebitada exibia um cuzinho voltado para cima e uma bucetinha quase adolescente, ambos rosados e lisos e eram uma visão que lhe atiçava o mais profundo desejo carnal.

Ele então aproximou-se daquela bundinha e começou a acariciá-la com as mãos. Alisava as nádegas e subia pelas costas, num ir e vir, firme, porém suave. Apertava as nádegas, brincava com a bucetinha, ora alisando ora penetrando com seus dedos, até que resolveu se debruçar com o rosto para chupá-la por inteiro. Começou pelas nádegas, chupando e mordendo variando as intensidades e os movimentos, com uma das mãos, separou as nádegas e começou a chupar aquele cuzinho, pequeno e delicado. Chupou ao redor, introduziu sua língua até onde foi possível. Márcia, a cada movimento da língua de Roberto, suspirava e se contorcia de tesão e prazer, e procurava manter o quadril empinado para que ele pudesse ter a liberdade e o espaço necessários para atingir tudo o que ele quisesse em seu corpo. Ela estava definitivamente entregue ao homem que tanto sonhou, desejou e que amava de coração. Ele então começou a chupar sua bucetinha, momento em que ela enfiou sua mão embaixo do seu próprio corpo a fim de se tocar no clitóris enquanto ele, com a língua, penetrava sua buceta, já encharcada de tesão. Era maravilhoso sentir tanto prazer, pensava ela.

Ainda que a posição que estivessem fosse muito prazerosa, Roberto se afastou, deitando-se de costas na cama pedindo que ela subisse em oposição ao seu corpo, de forma que ela ficasse com a o rosto entre suas pernas e que sua bundinha ficasse à altura de sua boca. Ela prontamente atendeu ao pedido dele. Nessa posição o pau de Roberto ficava à altura exata para que a boca dela pudesse chupá-lo da forma que ela quisesse. Ao mesmo tempo, sua bunda ficava voltada ao rosto de Roberto. Ele tinha a visão privilegiada da bucetinha, do cuzinho e das nádegas dela. Ela enquanto lambia e chupava o pau que lhe estava à frente, com as mãos livres brincava com o saco dele, ora apertando levemente, ora passando os dedos até o final no encontro desse com o ânus, para então brincar naquele buraquinho dele, rodando o dedo à sua volta e, por vezes forçando um pouco mais na tentativa de penetrá-lo. Roberto nunca tinha experimentado essa sensação, foi uma surpresa para ele que ela fosse tão audaciosa, mas confessa que estava sentindo muito prazer, seu pau inteiro na boca dela e seu cu sendo acariciado pelo dedo fino e delicado dela, lhe proporcionava um prazer inédito, até então inimaginável para ele.

Ele então resolveu fazer uma o mesmo com ela. Com sua boca, ele chupava a buceta e o clitóris ao mesmo tempo em que, com as mãos massageava o cuzinho dela, até que a penetrou até aonde entendeu ser confortável para ela. Da mesma forma que ele, ela jamais tinha experimentado ter seu cuzinho invadido daquela forma. Era uma experiência nova e arrebatadora. Nunca, nenhum dos dois homens com quem já estivera em sua cama, haviam feito algo semelhante, talvez por timidez ou pelo bloqueio que ela mesma tenha imposto à eles. Mas com Roberto era diferente, ele tudo podia, ele era o amor da vida dela desde que se conheceram, ela podia permitir tudo vindo dele, pois sabia que ele a conduziria a prazeres jamais imaginados, sempre com delicadeza e carinho.

Estavam os dois entregues a essas novas formas de prazer, Roberto por várias vezes teve de pedir à Márcia para dar um tempo, pois senão iria gozar. Ela por sua vez, também pedia que ele diminuísse as carícias sob pena dela gozar também.

Mudaram então de posição, ela ainda de bruços, com sua bundinha voltada para cima e ele de joelhos por trás dela. Ele começou passando seu pau, duro e molhado de excitação, pela bucetinha dela ameaçando entrar, mas não o fazendo, isto provocava nela intenso desejo de ser possuída e ele sabia disso. Então ela arqueou as costas levantando o quadril, expondo ainda mais sua bucetinha e, disse baixinho, “amor eu quero que você entre em mim agora, não aguento mais de tesão e vontade”. Ele, então, atendendo ao pedido dela, a puxou pelos ombros e introduziu seu pau naquela gruta úmida. Ela emitiu um suspiro profundo e, gemeu de dor e prazer. O pau dele era grosso o suficiente para ocupar todo o espaço daquela bucetinha, e o comprimento perfeito para não machucá-la. Ela arrebitou mais um pouco sua bundinha e ele iniciou o movimento de vai e vem, no princípio de forma lenta, aumentando a velocidade aos poucos. Ele a segurava pelos ombros e cabelos e ela movimentava o quadril de forma à que o pau dele mexesse em toda extensão interna de sua bucetinha. Ela então deixou seu corpo se deitar sobre a cama, permitindo que todo o corpo dele ficasse sobre ela. Ele, sem deixar que seu pau saísse de dentro dela, continuou com os movimentos ritmados enquanto ela colocou sua mão entre a cama e seu próprio corpo, a fim de tocar seu clitóris, aumentando o seu prazer.

Roberto então deu uma pausa pois estava a ponto de gozar, tirou seu pau de dentro da bucetinha dela e admirou por um tempo o corpo de Márcia, pensando o quanto ela era bonita e perfeita. Ela então se virou e pediu que ele se deitasse de bruços, com sua bunda virada para cima. Ela então postou-se atrás dele, de joelhos sobre a cama. Dali tinha uma visão perfeita das belas costas dele, das pernas e da bunda perfeita que ele tinha. Da forma como ele estava deitado, era possível ver o cuzinho dele e o saco, ela então passou a mão delicadamente no saco, brincando com as bolas, depois, mesmo nunca tendo feito aquilo, com delicadeza e suavidade, abriu as nádegas de Roberto e com seu dedo indicador, começou a mexer no cuzinho dele. Ficou ali mexendo e observando as reações do seu corpo à medida que ali mexia. Ele, a cada movimento no entorno do seu cu, se contorcia e suspirava de prazer, ela então, tomou coragem e, suavemente forçou a entrada do seu dedo, ele a princípio tentou evitar o movimento, mas aos poucos cedeu e ela forçou a entrada, de forma delicada mas incisiva, até que todo ele estivesse dentro do cu dele. Ela percebendo que ele tinha, não só permitido, como gostado, iniciou um movimento de vai e vem com seu dedo, ao mesmo tempo em que, com a outra mão mexia no saco, roçando suas unhas por sua extensão. Roberto jamais havia experimentado tal sensação. Era extremamente prazerosa. Ela estava com um misto de excitação e curiosidade pensando que ela poderia também sentir esse prazer. Foi então que pediu para Roberto fazer o mesmo com ela. Eles inverteram as posições e Roberto, antes de fazer a mesma coisa com ela, aproveitou para lamber e molhar aquele cuzinho com sua língua. Ela se contorcia e gemia a cada lambida. Ele a penetrava com os dedos em sua buceta enquanto mexia com a língua naquele minúsculo buraquinho rosado. Então, usando o dedo indicador, assim como tinha feito ela, iniciou a penetração. Ela abriu mais um pouco as pernas de forma à permitir maior liberdade às mãos de Roberto. Ele foi introduzindo seu dedo aos poucos, ela por sua vez, confiante no cuidado e carinho dele, foi se liberando, até que Roberto conseguiu introduzir todo o dedo no seu cuzinho. Ele mexia seu dedo para dentro e para fora e ela se mexia para a direita e esquerda sentindo internamente todo o prazer que aquilo lhe proporcionava. Ele, enquanto via seu dedo todo dentro do cuzinho dela e a sua bucetinha se abrindo e fechando conforme o dedo entrava e saia de sua bundinha arrebitada, começou a bater uma punheta com a mão que estava livre. Ela gemia de prazer e dor, mas o prazer era maior então ela deixava que ele invadisse seu cuzinho da forma que ele entendesse.

Temendo gozar, ele parou de se masturbar e com a massagem no cuzinho dela, deitando-se ao seu lado de barriga para cima. Ela por alguns instantes ficou observando o pau dele pulsando como se tivesse vida própria. Então, deu um beijo naquela cabeça molhada de tesão e sentou-se sobre sua perna. Naquela posição era possível à Roberto ter uma visão privilegiada dos seios e da bucetinha de Márcia. Ela, por sua vez, tinha a visão do corpo dele, seu peitoral, sua barriga malhada e seu pau latejante. Ela então se postou sentada sobre as pernas dele de forma que estivesse a uma distância perfeita para brincar com seu pau. Ela pegou firme o pau de Roberto e começou a passar em sua buceta. Movimentava a cabeça sobre o clitóris, ora de forma firme e rápida, ora lenta e suavemente, colocava-o na entrada da buceta e movimentava para frente e para trás. Ela fez do pau dele seu brinquedo sexual pessoal, se masturbando tal qual fazia quando solitariamente imaginava se entregando à ele. Ficou ali durante algum tempo apenas se masturbando enquanto ele acariciava seus seios, brincando com os mamilos, apertando e alisando. Ele observava a expressão dela e seus movimentos ao conduzir seu pau naquela masturbação lenta e cadenciada. A visão era extremamente excitante. Ela estava em êxtase, jamais pensou naquela manhã que isso seria possível, mesmo tendo preparado o plano perfeito. Ele era viril, másculo, portador de um corpo escultural, seu peito, pernas, bunda e pênis eram de uma perfeição incrivelmente bela. Comparou como o imaginava nu em seus pensamentos, com a, agora, presença física dele. Ficou admirada em ver que pessoalmente seu corpo era mais bonito do que ela imaginava. Seu pau então, jamais ela conseguiu imaginar que seria da forma como era. Para a imaginação dela, o pau seria mais fino e não tão grosso quanto à realidade, em tamanho, isso ela conseguia imaginar pois sempre observara seu volume nas roupas que ele vestia. A grossura do pau dele era perfeita para a sua buceta. Cabia apertado mas sem ser dolorido. Seu comprimento não era o suficiente para machucar o colo do seu útero. O pau preenchia sua boca trazendo um gosto quase doce ao seu paladar. Tanto o pau quanto a sua bunda depilados, trazia uma sensação de higiene e limpeza, além de proporcionar uma visão completa sem os pêlos a atrapalhar. O pau de Roberto era firme e macio ao mesmo tempo e isso agradava à ela, pulsava como um adolescente e sua ereção era duradoura como ela pode comprovar.

Para Roberto, Márcia na cama era uma grata surpresa, ele não imaginava que ela seria tão audaciosa e lhe apresentasse prazeres tão surpreendentes. Sua desenvoltura ao lhe chupar o pau e introduzir seu dedo no seu cu foram o que mais lhe chamara atenção. O corpo dela nu era ainda mais belo, macio e sedoso do que ele imaginara. Suas costas e sua bundinha compunham um conjunto perfeito, as costas lisas terminando na saliência de sua bundinha arrebitada era pura excitação aos seus olhos, seu cuzinho, pequeno e rosado com sua bucetinha, também rosada, era de uma beleza e sedução ímpar. Seus seios eram tão belos e bem formados que daria vontade de ficar por horas só brincando com ele. Ele estava perdidamente apaixonado por aquele corpinho perfeito.

Após se masturbar com o pau de Roberto por um tempo, ela se preparou e colocou a cabeça do pau dele na entrada da sua buceta e lentamente desceu até que todo ele estivesse dentro dela. Ambos suspiraram ao mesmo tempo. Ela apertou sua buceta em torno do pau dele, e começou a se mover lentamente para cima e para baixo numa cadência leve e suave. Da posição em que ele estava era possível assistir seu pau envolto por aquela bucetinha, via o clitóris dela mais aceso do que nunca. Podia ver os seios com seus bicos duros de tanta tesão. Ela então apoiou-se com as mãos no peito dele, comprimindo ainda mais sua bucetinha em torno do pau dele e forçando sua pélvis sobre a pélvis de Roberto, esfregando seu clitóris o máximo que conseguia. Roberto então colocou seu polegar voltado para cima entre a sua pélvis e o clitóris de Márcia, ela então o pressionou ainda mais buscando uma excitação maior do que a que já estava tendo. Ele movia seu polegar para frente e para trás, sempre em sentido contrário aos movimentos de Márcia. Ela já estava quase gozando, então diminuiu o ritmo um pouco, pois ele ainda não estava preparado para gozar e ela queria que o fizessem juntos. Ele tirou o dedo de onde estava e levantou um pouco o seu corpo para que desse para ele se movimentar, sem no entanto deixar que o pau saísse de dentro da sua buceta, ele então, iniciou movimentos de subir e descer seu quadril, mantendo seu pau dentro da buceta dela. Movimentos cada vez mais vigorosos e rápidos, ela então sentou e iniciou um movimento para frente e para trás com seu quadril, apertando sua buceta em torno do pau dele e forçando seu clitóris sobre a pélvis dele. Ele por sua vez sentou-se na cama, agarrando-a pela cintura, enquanto a beijava a sua boca com paixão. Ao mesmo tempo, sua mão percorria as costas dela da nuca até o reguinho e, com uma certa destreza, conseguiu enfiar suas mãos entre o seu corpo e o corpo dela, de forma à conseguir abrir levemente suas nádegas e atingir o cuzinho dela. Ele então, enquanto ela fazia os movimentos de vai e vem sobre ele, cada vez mais vigorosos e rápidos, conseguiu enfiar o seu dedo no cuzinho dela. Dessa vez o dedo entrou por inteiro. Assim que ele fez isso, ela falou que já iria gozar pois não aguentava mais segurar, tudo era muito excitante e gostoso. Ele então, ao ouvir tais palavras mexeu ainda mais com seu dedo no cuzinho dela. Ela então explodiu num orgasmo sem precedentes em sua vida. Sua buceta se comprimia e relaxava em espasmos involuntários, suas coxas tremiam, seu cuzinho ainda preenchido pelo dedo dele acompanhavam os espasmos da bucetinha, a sua expressão de prazer foi tão intensa e verdadeira que Roberto não se segurou e gozou também, tão ou mais intensamente que ela, ejaculou tanto e tão forte, que inundou a bucetinha de Márcia com seu esperma. Os dois estavam gozando juntos, olhando nos olhos. Foram orgasmos intensos como não poderia deixar de ser. Eles ainda ficaram, ali, ela sobre ele, olhos nos olhos, sentindo os últimos espasmos até que tudo se acalmou. Permaneceram abraçados ainda por um tempo. Ele dentro dela ainda duro, deram um beijo apaixonado, e finalmente se declararam um ao outro.

Então, deitaram lado a lado na cama, Márcia ainda ficou fazendo carícias no pau de Roberto por um tempo, observando que ele não adormecia como o esperado, mas ao contrário, ainda estava firme e duro. Mas ela estava cansada e seu orgasmo foi por demais intenso para querer mais naquele momento. Ela então começou a movimentar sua mão em torno daquele que pau ainda endurecido, iniciando uma masturbação já sem o atropelo da ansiedade. Ela apertava o corpo do pau dele, rolava seu dedo em torno da cabeça, fazia movimentos para cima e para baixo. Sentou-se ao lado de Roberto para melhor executar a punheta e melhor observar reações dele. Continuou com seus movimentos, mas entendeu que poderia lhe dar mais prazer, assim como ele tinha feito ainda a pouco quando acabou provocando o intenso orgasmo que teve. Então, enquanto uma mão masturbava, a outra procurou o cu dele. Primeiro procurou acariciar as nádegas, Roberto dobrou seus joelhos para cima de forma a liberar o caminho para a mão de Márcia. Agora ela tinha a visão do pau e da bunda perfeita de Roberto. Aos poucos suas carícias chegaram ao cu de Roberto, ela brincou um pouco com o cu dele, enquanto mantinha a punheta que estava fazendo, depois, colocou a ponta do indicador no centro e forçou a entrada. Não precisou muito esforço para todo o dedo entrar no cu de Roberto, afinal ele já havia acabado de experimentar a sensação e não tinha mais medo de que fosse doer. Assim estava relaxado e pronto para receber esse carinho e essa invasão do dedo delicado dela. Ela então começou à mover o dedo um pouco para frente e para trás. Esse movimento, aliado à punheta que recebia levou Roberto às nuvens. Márcia estava adorando a sensação desse novo carinho que tinha aprendido a fazer. Roberto estava tendo sensações com Márcia que em muito extrapolaram tudo o que ele tinha vivido até então. Ela observava as expressões faciais de Roberto, um misto de dor e prazer. Quanto mais forte ela mexia no pau e no cu de Roberto, mais ele se contorcia e sorria. Ela não resistiu e, apesar de cansada, interrompeu as suas carícias e novamente subiu em Roberto. Cuidadosamente encaixou o pau dele em sua buceta e iniciou novos movimentos de subida e descida. Ela não acreditava que conseguiria fazer isso agora, mas o fato de ver Roberto curtir as carícias que tinha feito nele, atiçou novamente seu desejo. Dessa vez, ela foi mais intensa nos movimentos, mesclando subidas e descidas com movimentos para frente e para trás, comprimindo sua bucetinha em torno do pau e esfregando seu clitóris vigorosamente sobre a pélvis de Roberto. Não tardou e ela avisou à ele que iria gozar novamente e ele disse estar preparado também. Então ela soltou um gemido forte e gozou novamente, ao mesmo tempo em que Roberto gozava e jorrava seu esperma novamente dentro dela.

Foi intenso, foi prazeroso. Iniciava ali um romance regado à intensos prazeres uma vida a dois que desejavam e sonhavam há tanto tempo.

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