Escravas sexuais do sistema 18: O trabalho tira a dignidade

Um conto erótico de Anão Jedi Manco
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 1844 palavras
Data: 19/07/2023 20:34:49

Pagando a estadia com trabalho.

Após a primeira semana, onde os três grupos daquelas mulheres que antes eram uma família unida e sedenta por rebeldia, lutando por direitos tão distantes, e que agora estão divididas em três grupos isolados, presas, torturadas e machucadas, cujas mentes estão quebradas e todas as esperanças caíram por terra. Nem o choro das novatas se ouvia mais, e suas lágrimas aos poucos foram dando espaço a uma apatia insalubre, que mascarou todas as esperanças e tentativas de lutar que tinham.

Passado o período de adaptação, agora era hora delas irem para a lida, trabalharem forçadamente e conquistarem a sonhada submissão que os guardas daquele lugar tanto queriam para elas. E os grupos antes tão próximos, agora ganhariam destinos diferentes, e cruéis, capazes de tornar aquelas que antes eram tão rebeldes, e exemplares escravas, preparadas para saírem da fazenda e irem para as casas de homens ricos por todo o país.

A noite fria estava indo embora, e os primeiros raios de Sol cortavam o céu, não era nem seis da manhã e os pássaros estavam saindo em revoada, quando passos foram ouvidos na trilha, vindo em direção ao riacho. A temperatura não deveria estar acima de quinze graus, os mamilos das prisioneiras denunciavam o frio que elas estavam sentindo. E as dores no corpo denunciavam o longo período que estiveram ali naquela masmorra a céu aberto, tratadas como lixo.

Trocando o riacho cristalino por um rio amarelo.

Um grupo de guardas chegou, e junto deles um cachorro. Era a hora de soltar as prisioneiras de suas posições, e leva-las para sua nova morada, onde ficariam pelos próximos trinta dias, em regime de trabalho forçado. Regina, que nesse fia estava na barra de metal, foi a primeira a ser libertada, e caiu na fria água do riacho, de joelhos. Ela estava exausta, e não conseguia permanecer de pé. Depois foram Márcia, Bruna e Nádia que foram baixadas das cordas na árvore, e também caíram ao chão, mostrando um cansaço e uma fragilidade muscular após uma semana naquele lugar. A última a ser libertada foi Júlia, que estava sobre a cachoeira, tremendo de frio, e batendo o queixo. Ela parecia estar em choque, e as suas primas e sua tia Regina sabiam o que ela estava sentindo, pois tinham passado por aquele castigo no decorrer da semana.

Elas foram acorrentadas pelo pescoço, e em fila, com muita dificuldade, foram levadas de volta para a trilha, retornando de onde elas tinham vindo uma semana atrás. Cada passo parecia uma navalha, machucando as pernas, pesando como uma bigorna, mas elas eram obrigadas. Elas voltaram até o galpão onde tinham visto várias mulheres enterradas no chão. Porém naquela manhã, perceberam que um novo grupo de mulheres estava substituindo as que estavam lá no dia que foram para o riacho, pois era um grupo formado somente por negras que estavam lá quando desceram ao riacho, e agora, várias mulheres brancas tinham sido colocadas ali. Era difícil para elas compreender o que aquelas mulheres faziam ali.

Foi então que os guardas informaram para elas, que o trabalho que elas fariam durante o próximo mês, seria o de servirem como banheiro para os guardas. Elas não entenderam muito bem, ficaram desnorteadas, mas logo perceberam o que lhes aguardavam pela frente. Em uma pequena sala de madeira, com dupla parede, os guardas retiravam duas negras que estavam presas na parede, e que serviam como mictório, para que os guardas mijassem em seus rostos. No lugar delas, Nádia e Júlia foram presas, e ganharam uma mordaça de aço, com uma enorme argola que mantinham suas bocas abertas, e tinha uma concha na frente, para captar a urina e direcionar para suas gargantas. Márcia e Bruna foram presas deitadas, para que quando um homem quisesse, e precisasse usar o banheiro, elas limpariam sua bunda com a língua. Caso elas se recusassem, esse guarda poderia dar choques em seus corpos apertando um botão na parede. Regina foi levada para a parte de trás dessa casinha, numa espécie de porão, foi colocada dentro de uma caixa séptica, e com uma pequena pá, toda vez que alguém defecasse, ela teria que pegar as fezes, e jogar aos porcos na baia ao lado. Suas mãos foram algemadas para a frente para facilitar o trabalho, suas pernas foram amarradas juntas, impedindo dela de caminhar, obrigando a se rastejar, e uma corrente em seu pescoço impedia ela de fugir. Como mordaça, ela ganhou uma enorme ferramenta fálica, que entrava em sua boca e que no começo causava ânsias por tocar sua úvula.

O cheiro daquele lugar era insuportável, e elas sentiam-se sujas só de estar ali.

Indigesto ofício.

Presas na escura caverna, sedentas por um gole de água, e com uma fome insuportável, as cinco prisioneiras do grupo de Rejane estavam desnutridas, fracas e desnorteadas. Foi então que um grupo de guardas chegou para retirá-las daquele lugar frio e sombrio.

Rejane foi a última a ser liberada dos ferros da parede rochosa, antes dela todas as suas sobrinhas estavam caídas no chão, fracas e implorando por água. Pedido que foi acatado pelos guardas, que deram para elas um pouco de água, e um copo de uma gosma, que servia como alimento. O gosto era horrível, mas elas não reclamaram e tomaram como se fosse a melhor coisa do mundo.

Após a precária alimentação, elas foram levadas por uma trilha estreita, margeando o riacho, em direção ao novo trabalho daquele grupo. Foram caminhando por uma longa distância, sem passar por nenhum galpão ou plantação, nenhum outro grupo de escravas. Até que começaram a ouvir gritos e gemidos pavorosos, elas estavam passando perto do galpão do tomento. O medo tomou conta de todas elas, e cada passo ficava mais difícil.

Foi então que viram um velho galpão, e logo na entrada do portão que ia para ele, uma mulher estava pendurada pelos seios, ela estava a mais ou menos uns dois metros do chão, e sua fisionomia era de dor e desespero. Com a boca costurada, ela não podia gritar ou expressar gemidos. E seus seios, fartos e volumosos estavam roxos como uma jabuticaba. E seu corpo estava pálido como uma tarde fria. Rejane deduziu que ela estava naquele suplício há muito tempo.

Continuaram andando, e viram um galpão novo, com vários tambores ao redor, e um dos guardas informou que ali era o destino delas. Elas foram escaladas a trabalhar na cozinha, preparando a refeição de todas as outras prisioneiras daquela fazenda.

Ao chegar, foram liberadas das correntes, algemadas com as mãos para frente, ganharam uma mordaça de couro que tapava totalmente a boca delas. Suas pernas receberam grilhões que impediam passos longos, e cada uma delas ganhou um cinto de castidade, em ferro, todo enferrujado, que continha uma saliência de uns vinte centímetros para suas bucetas, e uma outra, mais grossa e mais curta, que entrou machucando os cuzinhos secos das garotas.

Dentro do galpão, elas tiveram ideia do trabalho que teriam que realizar, sob a vigilância de alguns guardas, que batiam nas prisioneiras que tentassem enrolar o trabalho, ou buscassem sair de suas funções. E o trabalho, com jornadas de dezoito horas por dia, era repetitiva, enchendo potes e recipientes com o alimento das escravas.

O alimento chegava nos galões, verduras de baixa qualidade, polpa de frutas, e sêmen de cavalo colhido por escravas de ordenha. Tudo isso era triturado por uma máquina, parecida com uma betoneira, e depois era enchido e separado em pequenos pallets pelas prisioneiras que trabalhavam ali.

Na época de Cecília ainda tinham variações na alimentação, mas agora, a ordem na fazenda era que todas as escravas receberiam o mesmo cocktail indigesto. Que era o que tinham dado para aquelas mulheres na saída da caverna.

Após a jornada, elas iam para um pequeno e abafado quarto nos fundos desse galpão, e lá ficavam, dormindo no chão, algemadas e presas como no decorrer do dia, até a manhã seguinte.

Novas dores.

O último grupo, o primeiro a ser levado para a experiência da primeira semana, só foi retirado do seu lugar de castigo no final da tarde, horas depois dos outros dois grupos. Foi sem dúvidas o grupo que mais sofreu, pois passaram dia e noite empoleiradas nos cavalos de madeira, com suas bucetas esfoladas e cheias de farpas, queimadas de Sol, por ficarem o tempo todo imóveis, e seus mamilos já haviam se deformado, e mesmo retirando as linhas, todas ficaram com os mamilos cumpridos e esticados, que não voltariam mais para o formato que eram antes.

Letícia foi a primeira a descer do cavalo de madeira, e ficou parada de pernas abertas, e um fio seco de sangue se mostrou por entre suas coxas, deixando uma mancha preta na madeira branca onde estava sentada. Depois uma a uma foram descendo, todas estavam esfoladas, tinham sangrado pela vagina, e ficavam com as pernas abertas, pois estavam adormecidas para se mexer. Mariângela foi a última, e antes de retirá-la, o guarda puxou seu corpo para frente, enfiando várias farpas em sua pele pélvica, que estava pálida pela pressão da madeira. Mariângela chorava de dor, mas era ignorada pelos guardas.

Após descerem, elas também foram acorrentadas pelo pescoço, como os outros dois grupos, e seguiram o caminho de volta por onde foram para aquela maldita casa abandonada. Elas iam de pernas abertas, e parecia uma alegoria ver aquela fila indiana caminhando com tamanha dificuldade.

Ao chegarem na entrada do bosque, de onde vieram, elas foram direcionadas para a direita, indo em direção a trilha principal, passaram pelos campos arados, pelo galpão onde suas parentes estavam presas servindo de banheiro para aqueles homens imundos. E continuaram, até pegar uma trilha pavimentada para a esquerda, onde elas chegaram ao estábulo, onde viram a cena mais grotesca de suas vidas. Um grupo de mulheres, todas loiras, com idades que mal deviam ter passado dos dezoito anos, enfiadas embaixo dos bichos, sugando o pau daqueles animais, e cuspindo o esperma deles em baldes de aço, que eram transportados por outras escravas, negras, até tambores com rodas. Era nojento ver aquilo, e quando um cavalo ejaculava, um guarda já trocava a escrava par abaixo de outro, não dando tempo para ela respirar e era visível o desgaste físico daquelas jovens.

A missão do grupo, de Mariângela e suas sobrinhas, seria empurrar os pesados tambores pela trilha sinuosa até a cozinha. Uma distância que dava aproximadamente uns dois quilômetros. A jornada começava as seis da manhã e ia até as dezenove horas, sete dias por semana, indiferente se chove ou não.

Para agravar, as escravas tem que usar um cinto de castidade com dois vibradores, que ficam ligados durante todo o período de trabalho, e só podem beber urina dos cavalos durante o dia. A noite elas podem beber água suja, a mesma que os cavalos bebem. E sua comida é a mesma de toda a fazenda, realizando duas refeições por dia.

Essa era a forma daquele maldito lugar cobrar a sua estadia, custando a liberdade e a vida daquelas mulheres.

Voltaremos quando o mês de trabalho estiver acabando.

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