Escravas sexuais do sistema 16: Velhas rebeldias, novas regras

Um conto erótico de Anão Jedi Manco
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 824 palavras
Data: 19/07/2023 16:40:03

(Nota do autor: Teremos uma segunda parte dessa história com novas personagens, que chegam agora na fazenda de adestramento, para passar seu período de treinamento. Teremos novos personagens, novos lugares, novos castigos, etc.

Também nesse universo, voltarei em um spin-off com a continuação da primeira parte, mostrando o que acontece com as companheiras de Cecília, que foram vendidas no leilão, mas daí cada uma delas com um capítulo inteiro para elas. Já Cecília e sua mãe vão acabar aparecendo na fazenda nessa história de agora, visto que ela e a mãe ainda estão por aí.)

Novas regras, velhas rebeldias

Ao menos vários meses já se passaram desde que Cecília, sua mãe e suas amigas foram colocadas na fazenda. E os funcionários já nem se lembravam mais delas, pois de lá para cá, várias já tinham chegado e saído, vendidas como mercadorias após o longo e intenso treinamento de submissão. Mas muitas ainda estavam a chegar, e milhares ainda chegarão no futuro, pois a cada dia, se encontram mais e mais pontos de rebeldes escondidas pelos campos e fazendas do país.

Numa manhã chuvosa, um desses redutos de rebeldes, todas de uma mesma família, com fortes laços de sangue, escondido em uma pequena e isolada propriedade no meio do nada, distante da cidade e de qualquer vizinhança, acessível ao mundo apenas por uma estreita trilha, tortuosa e com pedras soltas, e uma longa e velha estrada esburacada, onde qualquer veículo era forçado a ir muito devagar, fazendo com que as rebeldes conseguissem observar antes de uma ameaça chegar, mas que dessa vez foram surpreendidas por um rápido ataque vindo do céu, com helicópteros chegando sem aviso, e surpreendendo todas as rebeldes que ainda dormiam, e não dando tempo as duas sentinelas para fazer qualquer tentativa de se assegurar contra aquela ameaça inesperada.

Naquela isolada casa, uma família composta de 3 irmãs, suas filhas e sobrinhas, filhas de seus irmãos, que com a proibição dos direitos das mulheres, abandonaram suas filhas. Eram elas Mariângela, com suas duas filhas Márcia e Monique, Regina com suas três filhas Lucy, Amanda e Antônia, Rejane com suas duas filhas Jennifer e Julia. Também estavam na casa Letícia, Bruna e Roberta, que eram irmãs, e Jéssica e Nadia também irmãs, todas filhas de irmãos de Mariângela, Regina e Rejane. No total eram 15 mulheres que até então lutavam sozinhas para se manterem na clandestinidade, livres das dores que o estado estava infringindo em todas as mulheres. Mas que agora não conseguiriam mais ser livres, e tinham sucumbindo a liberdade, estando prestes a presenciar os piores momentos de suas vidas, escravizadas e humilhadas ao extremo por homens desconhecidos.

A ação militar que estourou o esconderijo delas não demorou mais que 10 minutos, e todas foram algemadas, receberam uma coleira de metal, e uma fina corrente que prendeu todas elas umas nas outras em uma fila indiana. Foram amordaçadas para que não conversassem, e colocadas em uma caixa de metal, que foi presa a um caminhão que estava chegando ao local, e levadas para a fazenda, onde passariam por um longo período de treinamento, domesticação, humilhação e destruição de suas mentes para torna-las submissas e incapazes de reagir aos castigos e abusos que seriam rotineiros em suas vidas daqui para a frente.

O caminhão foi embora com a enorme caixa de metal em sua carroceria, fazendo um trajeto demorado, quente e cansativo. Foram três longos dias de estrada até chegar aos portões da fazenda, onde o calor, a sede, o medo, o cheiro forte de urina e fezes que as infelizes prisioneiras não conseguiram evitar estava tomando o lugar, misturando com as lágrimas e os gemidos que emitiam a cada sacolejada nas terríveis estradas usadas por aquele motorista, já que para torturar elas, evitava pegar rodovias, e fez todo trajeto por estradas secundárias esburacadas e cheias de curvas.

Ao chegar na fazenda, praticamente as doze prisioneiras estavam desmaiadas, entorpecidas pelo cansaço, jogadas no chão da caixa, sendo necessário acordá-las para fazer com que elas descessem para conhecer o novo lar que as aguardavam.

Já era tarde da noite, e não foi possível ver muito do lugar, mas elas perceberam o sombrio lugar, pelos ruídos e pelas fracas luzes vistas ao longe, enquanto eram levadas para um galpão, onde elas foram separadas das coleiras, e cada uma delas foi presa em um cavalete de madeira, ficando de bruços, deitadas de 4 sobre aqueles instrumentos de madeira bruta e áspera. Elas estavam tão cansadas que acabaram pegando no sono, sem nem perceber o quanto estavam vulneráveis naquela posição.

Todas dormiram por um longo período, e quando acordaram, se viram rodeadas de homens que observavam cada uma delas, tocavam seus corpos e rindo diziam gracinhas e ofensas que humilhavam todas elas. Elas não sabiam, mas ali o inferno estava com os portões abertos, e seus dias seriam longos e terríveis.

Veremos no próximo capítulo como os guardas irão se divertir com as novas aquisições daquele lugar.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 3 estrelas.
Incentive Anão Jedi manco a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários