Mãe e filha escravas 6

Um conto erótico de Fabio
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 1236 palavras
Data: 01/07/2023 18:22:20

Tatuagens

Depois de colocar os piercings, Melissa fica com a boceta e os peitos completamente fora de acesso enquanto os piercings cicatrizam. Eu cuido dela, faço banhos salgados para desinfetar os furos e deixo ela descansar nua o máximo possível. Ela também sai do trabalho e passa à ser somente minha escrava. Claro que eu ainda uso a boca e o cu dela, eu a fodo no cu no dia seguinte aos piercings e durante meses ela é usada sem ter absolutamente nenhum estímulo na boceta, o que vai deixando Melissa louca de tesão.

Ainda faltava colocar a tattoo na boceta dela e na semana seguinte eu já marco de ir com Melissa e Raissa no tatuador que era ligado ao club de BDSM. Antes da gente sair, Raissa inspeciona a boceta da mãe e com uma pinça ela remove todos os pelinhos que haviam crescido entre os piercings. Depois Melissa coloca um vestido branco super solto de botões na frente e Raissa com um vestido justo e curto com rush na frente, por isso ele ficava ainda mais curto na boceta dela.

Nós chegamos no estúdio, mas temos que esperar um pouco. O lugar era um estúdio de tattoo e um café, haviam alguns sofás. Eu mando as escravas sentarem lado a lado e pela natureza dos vestidos, quando ambas sentam as bocetas ficam expostas. Havia 4 pessoas passando por nós, todas vendo as minhas escravas expostas.

Somos chamados para a sala de tattoo. Raissa senta na cadeira no canto, as pernas bem afastadas e mostrando a boceta toda arreganhada. Eu imediatamente mando Melissa tirar o vestido, o que ela faz em segundos. E depois deita na cama. Eu já tinha combinado o design, ela ia receber o desenho de um cadeado e a palavra SLAVE em caligrafia cursiva. Depois que ele termina eu digo para Raissa:

-- Agora é a sua vez.

Ela, entusiasmada puxa o vestido para cima e deita peladinha na maca no lugar da mãe. Para ela eu tinha pedido um design bem mais complexo. Uma serpente que começava no peito esquerdo dela, com a boca em volta do mamilo, descia pelo lado, passava pela virilha dela e terminava com a ponta do cobra na lábia direita da boceta dela. Era uma grande tattoo, por isso naquele dia é feito somente o contorno. Depois disso, mãe e filha agradecem o tatuador fazendo um boquete duplo nele, algo que elas dominavam muito bem, Melissa lambia a bolas enquanto Raissa chupava a rola até sentir a porra, depois disso, mãe e filha se beijavam para dividir o sêmen, afinal, Raissa não podia ser gulosa. Nas semanas seguintes ela volta no tatuador para terminar o trabalho, chupando-o depois de cada sessão.

Sem poder usar a boceta, Melissa tem que compensar com o cu e com a boca. Eu a uso assim todos os dias, mas ela também tem que treitar e se foder no cu com um dildo por meia hora por dia e depois chupar o mesmo dildo por mais meia hora. Ela também desenvolve um tesão por me ver fodendo a boceta da filha, acho que ela passou a projetar a boceta trancada em Raissa e gostava de me ver gozar nela, na verdade toda a minha porra tinha que acabar em Raissa, mesmo se eu gozasse no cu em Melissa quando Raissa estava em casa, ela fazia a filha lamber toda a porra do cu dela. Enquanto eu fodia Raissa, a mãe dela falava:

-- Eu que sou a sua escrava de boceta trancada?

-- Sim putinha, você é a minha escrava.

-- Essa ai é só o seu depósito de porra, não é?

-- Sim, a sua filha é o meu deposito de porra.

Eu concordava, só para humilhar Raissa. Mas não era só pica que Raissa recebia, eu também lhe torturava a boceta já que tinha que poupar a da mãe. Eu amarro Raissa na mesa do porão com a bunda na beirada. Eu tinha instalado canos de metal passando acima da mesa, o segundo mais alto e mais para trás que o primeiro e por isso eu prendo ela eles pelos braços para trás, obrigando-a ficar levemente inclinada. As pernas estavam amarradas com os joelhos dobrados e também para trás e pra fora, deixando-a toda arreganhada. Eu então mando a mãe dela colocar pregadores nos lábios da boceta da filha. Eu então pego um barbante e amarro os pregadores nas coxas dela, deixando-a com a boceta obscenamente aberta. Eu aproveito e passo o dedo no grelo exposto e logo em seguida o aperto com os dedos.

-- Coloca um pegador no meu grelo também -- Ela pede.

-- Que boa escrava.

Mas em vez de um pregador, eu pego uma correntinha em Y com três pontas. Eu prendo nos mamilos dela e depois o último prendedor bem no grelo. Obedientemente Raissa diz:

-- Obriga...do mestre. Obrigado... por castigar o meu grelo.

Eu então a fodo naquela posição. Ela diz:

-- Eu.. quero... mas não consigo gozar por causa da dor!!! Obrigado... obrigado por usar essa escrava como um brinquedo sexual.

Raissa estava se saindo melhor do que eu esperava.

Em alguns meses, os piercings de Melissa estão completamente cicatrizados e eu adiciono um corrente grossa e pesada permanentemente presa nos peitos dela. Melissa agora ia ter sempre aquele peso puxando os peitos dela para baixo para lembra-la da condição de escrava. Mas para celebrar os piercings da minha escrava, eu convido 4 casais de amigos para uma festa em casa. A noite começa com Melissa amarrada na mesa no porão, de maneira similar de quando eu torturava a boceta de filha dela. Com ela presa e com as pernas abertas, portanto sem chance te ter qualquer estímulo na boceta livre, Raissa tira os piercings da boceta da mãe e a limpa inteira com sabão hospitalar.

Enquanto as minhas escravas estão no porão, eu recebo os convidados. Todos putanheiros, as mulheres estão todas vestidas de putinhas, vestidos e saias curtos, decotes fartos e obviamente nenhuma calcinha. Nós começamos a beber, a musica esta tocando, algumas garotas estão dançando enquanto os homens assistem. E com a festa já quente, Raissa chega usando um vestido transparente, a boceta, os peitos e tatuagem claramente visível. Atrás dela vem a mãe caminhando de quatro sento puxada por uma coleira de cachorro.

Eu coloco as duas deitada em duas mesinhas baixas no meio da sala e com todo mundo em volta delas, eu lhes amarro os joelhos nos cotovelos, o as obriga ficar deitadas de costas na posição de frango assado, completamente expostas e com todos os orifícios acessíveis. Eu pego garrafinha de molho de pimenta e derramo no grelo de Melissa. Não, ela não ia ter prazer com a boceta solta, somente dor. Depois eu aproveito para fazer o mesmo com Raissa. As duas se contorcem de dor e gemem enquanto as bocetas queimam. Eu então trato de fechar de novo a boceta de Melissa com os piercings. Já para Raissa, eu pego grandes pregadores de madeira e lhe fecho a boceta também.

Por fim eu as libero para os convidados. Os homens iam poder foder-lhes os cus e as mulheres iam poder sentar no rosto delas para serem chupadas. Depois da primeira rodada com as minhas escravas, elas são esquecidas em um canto, com as bocetas ainda queimando, enquanto a festa se converte em um bacanal. Eu mesmo fodo as quatro convidadas e até gozo duas vezes na boceta delas.

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Comentários

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Vida boa essas putinhas tem. Quem dera eu estivesse no lugar delas.

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