Escravas sexuais do sistema 20: Trabalho nada apetitoso

Um conto erótico de Anão Jedi Manco
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 1060 palavras
Data: 25/07/2023 11:57:20

Rejane e suas sobrinhas, que após passarem uma semana nas trevas de uma fria e úmida caverna, decorando uma parede úmida e suja, como quadros de uma arte sádica, agora estavam a quase dois meses no trabalho forçado de montar porções de um intragável shake equino para que suas companheiras de confinamento naquela fazenda não morressem de fome. Elas estavam exaustas, sujas e embriagadas de cansaço. A jornada de trabalho naquela parte da fazenda começava ainda de madrugada e só terminava algumas horas após a luz solar ter ido embora. Elas não tinham folgas, e apenas dormiam bem desconfortavelmente quando eram levadas para abafados e fétidos quartos onde tinham que revezarem quem poderia se deitar, e quem dormia sentada.

O trabalho das cinco prisioneiras em fase de treinamento era basicamente montar os potes, e organizar em caixas para que fosse levado para os setores da fazenda, onde os funcionários e guardas alimentavam as presas com aquela fatídica comida. Como elas tinham as mãos presas atrás do corpo, elas usavam as suas bocas para pegar os ingredientes e colocar as porções em vasilhas sujas e malcheirosas, que eram entregues as tristes condenadas, que comiam aquilo a força, impedindo-as de morrer de fome. Ninguém se alimentava por fome ou prazer, era uma punição colocar aquilo na boca.

As vasilhas, que não tinham nomes ou exclusividade de uso pelas presas, eram levadas, e após usadas, voltavam para a cozinha, onde eram enchidas novamente e retornavam para que outras condenadas pudessem comer nelas. Não existia limpeza, não eram lavadas, e todo resto da refeição anterior era deixado para que humilhasse ainda mais a próxima a comer. O cheiro era ruim, e não era raro as vasilhas voltarem com formigas ou coisas piores. Que eram uma oportunidade de proteína para a próxima sortuda a usar aquela vasilha.

Os potes basicamente eram porções de esperma de cavalo, que após ser extraído no celeiro, era levado em tambores para o galpão da cozinha, sem refrigeração, sem higiene e que ficavam ali no Sol, estocados do lado de fora da cozinha, até serem despejados em grandes bacias para serem usados. Quando iam para a cozinha estava estragando, e depois de colocado nas bacias, as escravas colocavam o rosto dentro da bacia, e enchiam a boca de fartas porções daquilo, cuspindo de volta nos potes. Distribuindo o creme de proteína em porções generosas em cada vasilha. Em seguida uma outra porção, dessa vez de legumes, verduras e frutas velhas que eram trituradas e transformadas em um molho, sem nenhum tempero, e contendo desde legume mofados, frutas estragadas e verduras amarelas, e que criava um caldo esverdeado. E por fim, uma porção de um creme de farinha crua, que era a parte mais normal da comida servida as prisioneiras.

As únicas presas daquele lugar que tinham uma alimentação diferente, eram as extratoras de sêmen, que não ganhavam a porção de esperma, e suas refeições eram somente o creme de hortaliças batida, muitas vezes complementada com grama batida junto, e um pouco de farinha. Pois a direção da fazenda entendia que elas extraíam o esperma direto da fonte, e tinham privilégio de engolir um pouco sempre, e fresco.

Quando foi colocada pela primeira vez para pegar esperma de cavalo com a boca e jogar em um pote imundo, as cinco mulheres da nossa família de protagonistas dividiam a mesma bacia, e se revezavam para enfiar a cabeça nela e colher suas porções de sêmen para jogar nos potes imundos. Monique não resistiu ao nojo e ao cheiro forte daquilo, e sentiu ânsias, e quando foi pegar a segunda porção, vomitou sobre aquela gosma. O que foi ignorado pelos funcionários que fiscalizavam elas, e que obrigaram todas as cinco a continuar misturando o excremento da pobre na refeição das companheiras de tormento.

Mas o tempo passou, e era a hora delas saírem dali. Nada poderia ser pior que aquilo que viviam ali.

Falsas esperanças.

No dia que foram retiradas do trabalho na cozinha, todas estavam imundas, com olhar vazio e um olhar apático. Elas foram levadas para fora do galpão, onde foram lavadas com fortes jatos de água, de uma máquina de pressão tirando os restos de esperma impregnados nelas por quase dois meses. Elas estavam magras, e imploravam na alma uma clemência.

Após o libertador banho de água gelada, foram levadas pelas trilhas, até um campo gramado, sem nenhuma árvore, no topo de um morro, onde cinco cruzes estavam em pé. Eram cruzes de madeira rústica, e possuíam grilhões para pulsos, e tornozelos. Elas sabiam que iriam ser crucificadas, mas isso não assustava mais elas, pois estavam com as mentes deterioradas, e não sentiam mais medo ou pavor dos castigos.

Elas foram colocadas nas cruzes, Rejane foi posta de um lado, e Monique do outro, na mesma cruz, onde uma nunca ia enxergar a outra, mas uma fina corda com grampos nas pontas foi presa no mamilo de Rejane, e em seguida puxada em direção a suas costas, e presa no mamilo de Monique. E assim aconteceu também com o outro mamilo e com o grelo delas. Depois foi a vez das irmãs Antônia e Amanda serem presas na mesma cruz, e também ganharam suas cordinhas, mas ao invés de ganchos, essas cordas tinham anzóis, e causou uma dor aguda ao perfurar seus corpos em locais tão sensíveis. E por fim, Roberta ganhou a sua cruz exclusiva, e como não tinha uma companheira, ela teve seus mamilos amarrados com linha indiana, que foi presa de forma muito esticadas no topo da cruz, forçando seus seios para cima, e esticando os mamilos. E depois seu clitóris foi preso por uma linha, e pendurado nessa linha um pedaço de ferro, que puxou aquele ponto duro de prazer para baixo, causando um desconforto horrível.

Suas bocas, rosto e olhos estavam livres, e elas poderiam conversar à vontade, pois estavam isoladas de todas as outras presas, e ninguém iria ouvir os gritos que vierem a dar. E essa era a nova hospedagem delas, que passariam uma semana nesse local, nessas condições, sem receber nenhuma trégua. Sob um Sol forte, desprotegidas da chuva, e com um medo racional de raios que poderiam cair nas cruzes em tempestades.

Apenas uma vez por dia ganhariam uma porção do alimento que conheciam muito bem, e um pouco de água. Estava dada a largada para uma semana inesquecível para elas.

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