O jogador de futebol fudeu meu pai de calcinha

Um conto erótico de Cherry Boy
Categoria: Gay
Contém 1179 palavras
Data: 12/05/2023 20:29:54
Assuntos: discreto, Futebol, Gay, Novinho, Pai

Essa história é fictícia mas faz parte de milhares de fantasias que passam na minha cabeça...

Meu pai se chama Sérgio, tem 45 anos e é um homem bem quieto e discreto. Daqueles que tem uma vida muito particular e está sempre na correria. São sempre esses que guardam os maiores segredos. Meu pai tem um corpo comum, não é magro e nem gordo. Careca e usa barba e bigode com alguns pelos brancos. Tem olhos verdes e uma boca levemente carnuda para um homem branco de meia idade. Tem uma bunda maior que a média, mamilos grandes que poderiam fazer uma bela espanhola e um pau bem pequeno. É visível que, apesar de tentar se passar por um macho alfa pai de família, ele gosta mesmo é de ficar agarrado nos braços fortes de um macho de verdade. Até minha mãe concorda com isso... E sobre mim, sou seu único filho.

Tudo começou em uma sexta-feira de calor, minha mãe saiu para o salão e eu estava na faculdade. Meu pai estava sozinho em casa. Nesses momentos, ele sempre aproveita para ficar pelado, beber uma cerveja e abrir o Grindr para trocar nudes. Nesse específico dia, enquanto tirava a roupa, percebeu que minha mãe deixou uma calcinha vermelha de renda jogada na cadeira da penteadeira. Não resistiu a vontade e colocou, sentiu o tecido entrando no meio de sua bunda um pouco peluda e tocando seu cuzinho depilado. Seu pau, que mais parecia um clitóris pelo tamanho, ficou durinho e começou a babar. O tesão já tinha consumido ele por inteiro. No momento que ele iria começar a tirar fotos para mandar nos seus grupos de putaria do Whatsapp, a campainha toca.

No desespero imaginando que eu ou minha mãe tivesse chegado mais cedo, apenas pôs um roupão azul. Ao chegar no portão, se deparou com um rapaz que aparentava ter uns 20 anos, bronzeado, sem camisa, só de bermuda do Corinthians e chinelo branco. Tinha tatuagens no braço, pescoço, cintura e nas pernas. Sérgio não deixou de reparar nos pelos no suvaco suados. Quando abriu a porta...

"—Opa irmão, suave? Cê pode me dar um copo de água?"

Meu pai nem prestou atenção no que aquele macho disse, apenas abriu a porta e mandou entrar. O nome dele era Rodrigo, morava em uma favela próxima do nosso bairro mas vinha pra cá para o colégio e jogar bola com os parceiros. O que realmente fez Sérgio se derreter por Rodrigo foi o jeito que ele sentou no sofá: todo largado, como se aquele fosse a casa dele e meu pai era sua empregada. Enquanto meu pai pegava água. Rodrigo mexia no celular. Então, meu pai vai para a sala e entrega a água.

"—Valeu demais. Tava morrendo de sede." Rodrigo falou enquanto bebia e usava o celular.

Meu pai respondeu: "—Imagina, o dia está bem quente mesmo."

De repente, aquele macho de 20 anos com o triplo de testosterona que meu pai já teve em toda sua vida começou a olhar Sérgio de um jeito diferente. Como se estivesse desconfiado...

Com uma voz séria, ele perguntou como meu pai se chamava. Meu pai respondeu que se chamava Sérgio.

Rodrigo deu uma olhada no celular e deu um sorriso de lado.

"—Então cê tá me falando que essa puta aqui é você?" Rodrigo vira o celular e mostra que o perfil do Grindr do meu pai estava a menos de um metro.

Assustado, mas no fundo sabendo que aquilo iria se tornar uma ótima situação para ele, meu pai pede para que ele não conte nada para ninguém, que faria de tudo para aquilo ser um segredo.

"—Já que você gosta de pica e não quer que ninguém saiba... Ou você me dá esse teu rabo ou banca o rolê de hoje, que vou comer muita buceta. Coisa que você não deve fazer há anos, se já fez alguma vez na vida"

Apesar da humilhação, o pauzinho na calcinha começou a babar de novo, os pelos da bunda arrepiaram e os olhos brilharam. No fundo mesmo, aquele viado do meu pai adora ser tratado dessa forma. No tesão, Sérgio tirou o roupão e topou as duas coisas. Pois sabia que Rodrigo merecia mais seu dinheiro do que ele mesmo que trabalhou suado por ele. Na hora, meu pai pega sua carteira em cima da mesinha de centro e tira os únicos 300 reais que tinha alí, era para ser o pagamento das refeições do almoço do trabalho, mas, para ele, era muito vantajoso passar fome em troca daquele macho suado.

Rodrigo pegou o dinheiro e deu um tapa na cara do meu pai, chamando ele de otário, viado trouxa, puta boqueteira. A cada xingamento, mais meu pai se apaixonava por aquele muleke.

Sérgio começou abaixando a bermuda, estava sem cueca e um cheiro muito forte de macho e suor. Sem nem precisar pedir, meu pai começou a limpar o pau com a língua, deixando a barba toda molhada. Levava mais tapas e mais ofensas. Toda humilhação era pouca para ele.

Rodrigo mandou meu pai tirar a calcinha e ficar de quatro no sofá. Quando Sérgio fez isso, escutou Rodrigo rindo

"—Caralho coroa, sua esposa precisa conhecer essa minha pica pra ser feliz. Certeza que só ta com você pela grana" E deu um soco no saco dele.

Realmente, minha mãe se apaixonaria por aquela pica depois de anos com meu pai. Rodrigo tinha uma pica de 21cm, preta, cabeça bem vermelhinha, bolas cheias e pentelhudo.

Sem nem colocar camisinha ou lubrificante, colocou a pica com força no meu pai. Que soltou um gemido e um gritinho tão feminino que incentivou aquele macho a fuder mais forte e mais rápido. E assim foi pelos próximos 30 minutos. Meu pai de quatro no sofá levando pau com a maior força, tapas na cara tão fortes que deixaram marcas e chineladas na bunda. Alguns momentos, ele colocava o pé tamanho 43 na cara do Sérgio, mandando ele chupar e limpar. O cheiro que aquele pézão estava foi o suficiente para deixar meu pai viciado.

Quando sentiu que estava perto de gozar, mandou meu pai ajoelhar e chupar. Deu mais tapas quando colocou no fundo da garganta e meu pai se contorcia para tirar enquanto engasgava. Levou leitada no rosto todo. Na barba, na boca e até na cabeça. Uma porra tão farta que poderia engravidar qualquer mulher, coisa que meu pai não conseguiu muito bem.

Depois de limpar o pau com o roupão que meu pai estava usando, deu um cuspida na cara dele e um soco. Saiu uma lágrima do rosto do meu pai, que continuava ajoelhado, com a cara gozada e apaixonado por aquele pau.

"—Semana que vem, vou colar aqui de surpresa. Se tua vadia estiver em casa, cês dois vão sofrer na pica do marrento"

Saiu com a grana do meu pai, saciado depois de esporrar no cu, e sabendo que agora tinha uma puta que obedeceria ele sem hesitar.

E meu pai, humilhado, arrombado, com o corpo dolorido, estava feliz. Pois sabia que nasceu para aquilo...

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Comentários

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Lamentável muito sem noção. Não valeu o tempo em ler esta bobagem.

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