O GOZO DE GIL COM AS CDs

Um conto erótico de Nadja Cigana
Categoria: Gay
Contém 5399 palavras
Data: 28/04/2023 09:58:08

Gil manteve a jeba pressionada pra dentro do reto da CD trintona Jane, o mais que podia, aguardando o fim do orgasmo de sua fêmea.

E Jane gozou muito. Ela tava de quatro com os joelhos no tapete macio e com os braços no colo de Teixeira, o amigo de Gil sentado no sofá.

Jane finalmente relaxou, soltou um gemidão de satisfação e falou em voz brincalhona mas tão preguiçosa que parecia ter sono:

- Uauuu... você me destruiu... agora, sim... tu pode pegar a Cindy... eu deixo..

E virando a cara para a CD ruiva, sentada no sofá ao lado de Teixeira, a ainda engatada Jane só soltou um significativo “a-mi-ga!” e ficou paradinha esperando a pica de Gil deixar seu cuzinho.

Cindy olhava impressionada. Há algum tempo ela não via a amiga Jane gozar tão intensamente e ficou tão envolvida pelo momento que, cuidadora da apurada estética da sala, nem se importou com a porra de Jane caindo no tapete.

Tudo o que Cindy pensava é que agora Gil a ia comer. E, se com Jane já havia sido daquele jeito, com ela, que o garoto realmente queria pegar, seria muito melhor!

Mas Gil surpreendeu as duas. Ele primeiro se ajeitou, levantando do lombo da CD que enrabava e voltando a ficar ajoelhado colado no bundão de Jane, o que deu aos outros uma primeira impressão de que realmente o macho ia sacar a rola daquele traseiro gostoso. Mas a nova posição de Gil foi só pra recomeçar a bombar.

Jane, empalada pela jeba do paraense, foi a primeira a se assustar.

- Ei... mas... ooohhh... você... ooohhh... o que você... ooohhh... ooohhh...

- Cabei contigo inda não!

Jane chegou a pensar em defender o interesse da amiga, sugerindo que Gil pegasse logo Cindy, e dizendo que ela já tinha gozado maravilhosamente, enquanto muito bem comida. Mas ser de novo invadida e esvaziada em ciclos, por aquela rola grossa e jovem, num ritmo que massageava tão bem sua próstata, era bom demais. E a CD fofinha se entregou gemendo.

Além disso, bom conhecedor de viados, Gil sabia que Jane, mesmo já tendo gozado, teria um grande prazer em receber o gozo do macho que a comia, apesar da camisinha.

Já de novo acelerando a enrabada, Gil repetiu o que tinha falado.

- Bora! Cabei contigo inda não!

- O que... ooohhh... ooohhh... que... que... oohhh... você... ooohhh... quer de mim?... ainda?

De novo olhando fixamente para os ondas de energia que seu martelar de piroca e quadris fazia nas banhas de Jane, e segurando firme nas ancas da CD, Gil respondeu com outra pergunta, no ritmo das enfiadas:

- Tu... não é... minha... mulherzinha?

- Sou... ooohhh... so-ou... tua... ooohhh... ooohhh... mulher... ooohhh... zinha...

Jane tinha gozado mas de novo se excitava com a enrabada cheia de vontade que levava. Aquele macho era muuuito melhor do que Zezinho! Prova disso era a mão melada de Gil, que ela sentia segurando forte seu quadril direito, mão melada da porra dela mesma, Jane, porra que o macho tinha ordenhado de seu pauzinho. Prova disso eram as gotas grossas de suor que pulavam do corpo do macho e salpicavam a bunda e os ombros de Jane, abaixo e acima do espartilho. Prova disso era aquela rola grossa e muito tesa, que a alargava e abandonava, alargava e abandonava, numa intensa e doce tortura que parecia infinita! O garoto merecia que ela desse o cu pra ele com toda a atenção!

Cortado um pouco o efeito da bebedeira, com o esforço de dar o cu pra Gil, Jane se fixou na ideia de dar prazer para o rapaz e começou a fazer o rebolado que sabia fazer, indo pra frente quando Gil quase tirava a rola e pra trás quando o garanhão metia.

Conseguindo sincronizar o rebolado com as pirocadas, aquilo aumentou o movimento da trozoba no reto de Jane e o impacto das bombadas, dando ainda mais prazer ao comedor e à sua comidinha. A CD tava concentrada nisso quando Gil, sabendo que chegava perto de gozar, continuou a provocação:

- Se tu... é minha... mulherzinha... qual é... o teu... dever...

- Ooohhh... dar... dar... meu... ooohhh... ooohhh... meu rabinho... ooohhh... pra você...

PLAFT!

Gil deu um tapinha amistoso na bunda da viada, com a mão melada da porra dela mesma, e o tapa molhado fez mais barulho do que devia, chamando a atenção preocupada de Cindy. Mas, de novo, a ruiva só viu prazer no rosto de Jane. E Gil corrigiu a gordinha:

- NÃO, BICHA!... pensa... no teu... homem!... qual... teu... dever... com... teu... macho?

Jane entendeu! No fundo era exatamente o que ela queria e mais uma vez ela sentia que Gil era um bom conhecedor de passivas como ela:

- É te... ooohhh... é te dar... prazer... dar prazer... ooohhh... ooohhh... dar prazer pro meu homem... ooohhh... fazer... ooohhh... fazer você gozar... ooohhh... em mim!

- Eu quero é te encher de porra!

Ao ouvir aquilo, Cindy não sabia o que pensar. Ela olhava aquele macho jovem, fortão, exalando feromônios pela casa toda, os músculos do peito e dos braços ressaltados e brilhando de suor, e morria de vontade de dar para o garoto paraense.

Cindy conhecia os homens. Viada feminina, ela era muito mais experiente no prazer dos machos do que no prazer dela mesma, e tinha pedido a Gil para não gozar em Jane, pensando que ele podia ser como o amigo Teixeira, que precisava de um tempinho entre um gozo e uma nova foda. Mas ela sabia também que alguns homens precisavam de mais tempo e que outros não precisavam de tempo nenhum.

Na dúvida de qual seria a reação de Gil após gozar, Cindy manteve uma punheta lenta na rola de Teixeira, que só gemia, deliciado com a foda que assistia. A ruiva sentia na dureza do pau amigo de Teixeira que ela poderia fazer o carioca gozar a qualquer momento. Mas prolongava a manipulação, aliviando quando achava que Teixeira gozaria e caindo de boca na pica quando sentia a rola mais seca. Com isso ela ia esperando, pra ver o que aconteceria.

E Cindy não teve que esperar quase nada, depois que Jane sincronizou o rebolado com as pirocadas de Gil. Logo ela e Teixeira ouviram o rapaz de Belém repetir e em seguida urrar:

- Eu quero é te encher de porra!... EU VOU É TE ENCHER DE PORRA!... EU VOU É... UUUHHHRRRRRRRRR!!!!

Como era de seu feitio, Gil cravou as garras nas carnes fofas de Jane e manteve a piroca o mais fundo possível no reto da viada, enquanto enchia a camisinha de leite.

Jane, realizada como mulher por ter feito seu homem gozar, ficou quietinha tentando sentir a dilatação da camisinha, o que percebeu só residualmente. Mas ela se fartou, sentindo-se esmagada por aquelas mãozonas e curtindo o altíssimo urro animalesco de seu comedor.

Cindy instintivamente largou da pica de Teixeira e ficou sem ação vendo o espetáculo daquele macho jovem e dominante, que gozava como ela achava que um macho tinha que gozar!

E Teixeira, inconscientemente, sentiu que Gil era o macho alfa, ali. Macho pra quem ele queria secretamente dar e, mais ainda, queria mamar muito, chupar loucamente até beber toda a porra de Gil.

Gil terminou de gozar e deu dois tapinhas na bunda gorda de Jane significando “já acabei”. Depois tirou a pica carinhosamente, enquanto a fofinha soltava um “Minha nossa! Que gostoso!”

Então Gil tirou de seu pau ainda todo duro a camisinha cheia e colocou no cinzeiro da mesa de centro, intencionalmente encima do cigarro apagado e piteira de Cindy, embora longe de onde a CD colocava a boca.

Agora vinha a parte do plano que o macho fortão tinha imaginado como última etapa, antes de comer Cindy com toda a paixão de seus vinte anos e com a privacidade que ele queria.

Sem olhar pra Cindy, Gil caminhou elegantemente até perto da ruiva, e agiu tão cavalheirescamente com Jane como agira com Cindy, quando tinha dado a mão à CD mais alta para sair do carro. Mas agora ele dava a mão à arrombada Jane, ajudando-a a levantar.

Jane agradeceu a gentileza e se apoiou no braço forte do paraense para já de pé tirar a calcinha que Gil deixara pelo meio de suas coxas gordas, e ficar de bunda e piru livres. E Cindy não tirava os olhos da piroca de Gil, toda melada de porra e do lubrificante da camisinha. A trozoba lustrosa estava pertinho de Cindy e não dava nenhum sinal de baixar, aparentando estar dura como pedra.

Cindy começou a achar que Gil ia engatar logo numa segunda foda, e que ela seria a privilegiada da vez. E imaginou que para chegar ao segundo gozo Gil demoraria ainda mais, o que podia ser muuuito interessante.

Mas Gil se ateve a seu plano. Ele puxou Jane para o outro lado da sala e abraçou a CD de frente ajeitando os braços enluvados da viada ao redor do próprio pescoço e envolvendo-a como se fossem dançar uma música lenta.

Jane estava feliz da vida e foi aos céus quando Gil começou a beijar sua boca, mesmo com ela tendo mamado a rola de Teixeira há pouco, enquanto Gil a comia. Aquele menino era forte, bonito, másculo, bem dotado e além de saber fuder ele beijava na boca e não tinha frescuras!

Acariciando a gordinha, beijando-a e até abaixando a cabeça para mamar os peitinhos de Jane, Gil foi deixando a viada de novo excitada até ver que o agora exposto pau da CD tava durinho. Aquela rolinha, que quando toda flácida parecera minúscula aos dedos do macho, não era tão pequena assim. Devia ter uns 13 centímetros e não era nem grossa nem fina.

Gil pegou no piru de Jane e ficou acariciando, enquanto apertava uma nádega da CD com a outra mão, e chegou no ouvido da fofinha pra falar bem baixinho, sendo respondido também no pé do ouvido, de modo que nem Teixeira nem Cindy escutassem.

- Antão... aqui, ninguém é de ninguém, certo?

Jane estava feliz com aquele garoto tesudo, que sabia comer um cu como ninguém. Mas ela não era trouxa e muito menos ciumenta, e percebia a intenção de Gil. Ela deu um risinho e perguntou:

- Tu quer pegar a Cindy, certo?

- Tu me ajuda?

- Meu querido... depois do jeito que você me comeu, eu te ajudaria até a comer minha mãe! Mas acho que você não precisa de ajuda nenhuma. Conheço Cindy desde novinha e sei que ela já está louquinha pra dar pra você e...

- Não! Mas não quero do jeito de vocês!

- Então o que, que...

- Primeiro quero que tu faça o Teixeira gozar num oral.

- Não entendi.

- Junto com Cindy.

- Mano do céu! Entendi menos ainda!

- As duas no oral. Quero ver!

- Mas...

- Espia! Quando eu pegar ela, eu quero ela só pra mim. Não quero dividir ela nem contigo, nem com ele.

- Mas você quer ela numa chupeta nele. E comigo.

- Tu já gozou. Mas ele... enquanto ele não gozar, de um jeito assim muito bom, ele vai ficar de butuca nela.

- Tá. Entendi. Tu quer... e você acha que Zezinho vai gozar assim, tão intensamente?

Gil deu um risinho lembrando dele próprio gozando nas boquinhas sedentas de porra de sua irmã Gilda e de sua trans Leia, e delas juntinhas e felizinhas, sorrindo meladas de sua gala.

- Vai, sim! Garanto que vai. Espia! Cada uma tem um quarto lá encima, né?

- É.

- Qual que é o quarto dela?

- O da esquerda de quem sobe. Mas... tem um problema no teu plano, Querido.

- É o que?

- Cindy não bebe porra. Ela não gosta.

Gil levou um susto. Como que uma CD viada, de 30 e poucos, não gostava de beber porra? Mas, de um jeito bem presunçoso, ele se excitou com a ideia de fazer Cindy passar a gostar de beber sua gala.

- Égua! Cês são cheias de esquisitice.

- Vocês, não. Isso é coisa da Cindy. Até quando a gente brinca de 69, nem a minha ela quer na boca.

Gil sorriu já imagindo um dia comer Cindy, ou Jane, com a outra CD num 69, como já tinha feito com Gilda e Leia juntas.

- Quer dizer que cês se pegam também, é?

Jane manteve uma mão no pescoço de Gil e com a outra começou a retribuir o carinho vagaroso que o macho fazia no pau dela. E se surpreendeu quando através da luva sentiu que a jeba do paraense tava ainda uma rocha, falando alto:

- A gente se... Mano! Teu pau não abaixa, não?

Gil riu orgulhoso e vendo que no sofá, ao lado de Teixeira, Cindy tinha escutado, respondeu também alto:

- Só depois de umas quatro gozadas.

- UAU!!!

E voltando a falar baixinho, o macho de Leia continuou:

- Mas conta... cês se pegam, é?

Jane respondeu risonha, acariciando o rosto de Gil com uma mão e com a outra mantendo a punheta lenta na piroca de seu comedor.

- A gente se pega só quando tá precisada.

- Como assim? Quando não arranjam ninguém?

- Isso também... – e Jane riu toda coquete – mas é mais raro. O mais comum é nossos parceiros gozarem gostoso e irem embora, deixando a gente na mão... no maior fogo...

- De pedra, que isso acontece?

- Ô! Nem todo mundo é um... cavalheiro... bonito e gostoso... como você...

Os dois se beijaram de novo, mas Gil logo voltou ao plano.

- Antão... Cindy não gosta de gala... mas...

Antes que Gil perguntasse, Jane deu um risinho sapeca, apertou a piroca dura e lustrosa do macho, e respondeu:

- Eu a-mo!!! Quer que te mostre?

- Cachorra!... agora, não... tu me ajuda... do jeito que te falei?

- Claaa-ro! Estou te devendo mesmo!

- Devendo, nada! Tu me fez gozar legal nesse teu bundão gostoso!

- Obrigada, lindo! Mas estou devendo, sim! O gozo que tu me deu... vale por dez!!!

Gil agarrou Jane num beijo muito sensual, chegando a fazer inveja em Cindy. Impaciente e já achando que o novinho ia quebrar mais regras e comer Jane de novo, Cindy falou alto para Teixeira, batendo uma punheta muito lenta na pica do carioca:

- É, Zezinho... esqueceram da gente. Acho melhor a gente cuidar um do outro.

Os dois se beijaram, com cada um imaginando que beijava Gil. Teixeira sabia que a Ruiva queria era dar pra seu amigo paraense, e não a culpava. Depois dele ter visto Gil fudendo Jane, se as duas CDs não estivessem ali, o uísque o ajudaria a quebrar as resistências e ele também iria querer dar pra Gil.

Gil pediu a Jane para agir e foi sentar numa poltrona que ficava de lado para o sofá onde se beijavam Cindy e Teixeira. E Jane caminhou toda feliz e rebolativa para o casal, chamando a atenção de ambos quando chegou perto, com sua rola durinha. Cindy a saudou, reparando na pica que já conhecia muito bem:

- A-mi-ga! Tá animada, hein?

- Não é pra ficar?

Mais uma vez Jane se ajoelhou no tapete, entre as pernas de Teixeira, e já foi tirando a mão de Cindy da rola e agarrando o pau do amigo de Gil. O algodão preto da luva da fofinha já tava todo marcado dos humores masculinos, mas ela gostava disso.

Antes de abocanhar a pica de Teixeira, a CD gordinha explicou que “cumpria ordens”:

- Sabe, Zezinho? Teu amigo Gil... ele é muito bacana.

- É?

- É! É, sim! Sabe o que ele me pediu pra fazer?

- O que?

- Ele me pediu pra te mamar até você gozar na minha boquinha!

Teixeira quase gozou só de ouvir aquilo! Era um novo grau de intimidade entre ele e Gil. Ao seu lado, Cindy achou que aquilo significava que era sua vez com Gil e já ia levantar pra caminhar até o macho branquelo e fortudo quando Jane, tendo curtido a cara de tesão de Teixeira mas percebendo o gesto da amiga, segurou a perna da ruiva.

- Fica aqui, amiga. Preciso de tua ajuda, nisso.

- Mas... o menino...

- Foi Gil que pediu pra você me ajudar com Zezinho!

Cindy olhou para Gil espremendo os olhos numa expressão tipo “seu safado!”, e riu. Ela entendeu que o garoto, com um narcisismo infantil, se vingava dela por não lhe ter dado a atenção que ele queria, e quando ele queria.

Mas o que Cindy viu, esparramado na poltrona, lhe deu ânimo para fazer as vontades de Gil e cuidar logo de Teixeira. Tudo pra descartar o carioca e pegar Gil.

O que Cindy viu foi Gil todo arreganhado, com a perna direita sobre o braço direito da poltrona e a perna esquerda no chão. E o lindo caralho de Gil, ainda teso e brilhando, se destacava sozinho, longe do corpo do macho e oferecido aos olhos de Cindy, sem que o dono o amparasse com as mãos.

O jovem paraense fez uma saudação para Cindy com o copo de uísque. Copo que ele só segurava sem beber, desde que tinha sentido os efeitos do álcool, ainda antes de comer Jane, a CD gordinha que agora já subia e descia a cabeça na piroca de Teixeira.

Se antes Cindy olhava aquele corpão musculoso, branquelo e peludo, e aquela piroca toda disponível, com gosto, agora ela olhava sabendo que Gil era muito bom comedor, e isso aumentava a expectativa da ruiva.

Obedecendo a Gil e ansiosa por pegar o paraense, Cindy voltou a beijar Teixeira na boca, num beijo muito sensual, de línguas expostas, mas sempre com a CD olhando Gil pelo canto do olho. E lentamente ela foi descendo a mão para a virilha do carioca e com o braço por baixo dos braços enluvados da amiga para não atrapalhar o boquete entusiasmado de Jane, Cindy começou a acariciar os ovos de Teixeira.

Depois de ter sido mamado e beijado pelas duas CDs por tanto tempo, e de ter assistido à linda enrabada de Gil em Jane, Teixeira não tinha como se segurar. Sentindo o gozo chegar perto, o amigo de Gil se soltou da boca de Cindy e começou a gritar que ia gozar.

Cindy riu satisfeita e hora olhava para ver Gil assistindo a tudo divertido, hora olhava para Teixeira, que estava prestes a gozar. E tudo enquanto Jane intensificava a chupeta, querendo porra na boca. Mas teve um detalhe daquele momento que só Gil percebeu.

O detalhe foi o olhar de Teixeira! Sentindo a mão de Cindy em seu saco e a boca de Jane em sua pica, Teixeira olhava desejosamente para a piroca tesa de Gil. E Gil notou e olhou para o amigo como que oferecendo a rola, o que foi a gota d’água.

Teixeira gozou gritando. E Jane, satisfeita, gemeu enchendo a boquinha de porra quente. Cindy, sorrindo lindamente, assistiu o carioca gozar muitos jatos de porra, e depois ficou acariciando os colhões dele até Teixeira se acalmar. Então a ruiva ouviu de Jane, depois que a amiga tirou a boca da rola de Teixeira:

- Áááiii, amiga! Delícia de leitinho! Não sei como que você não gosta!

- Dona Jane! Tu é muito louca! Sabe que não devia!

Cindy sempre recriminava a amiga por beber porra. Mal sabia ela que, quando Jane passava a confiar em alguém, a gordinha até abusava da sorte e dava sem camisinha. Mas isso somente no seu quarto, sem que Cindy soubesse.

Cindy deu um beijinho de estalinho em Teixeira, depois acariciou rapidamente o rosto da amiga do lado não melado de porra, e se levantou para ir até Gil. E Jane saiu do chão e sentou ao lado do carioca para beijar Teixeira com a boca ainda esporrada, sabendo que o macho gostava de sentir o próprio leite no beijo.

Mas o que tanto Jane como Teixeira queriam mesmo, era ver o espetáculo que os dois achavam que Cindy e Gil iam dar. E viram pelo menos a cena mais romântica já acontecida em Xanadu.

De onde Cindy se levantou do sofá, até a poltrona de onde Gil assistira ao gozo de Teixeira, não eram mais do que três passos. Mas, se Cindy deu esses três passos com a elegância que lhe era característica, a desenvoltura de Gil não foi nem um pouco menos elegante.

Gil se levantou tão rápido que Cindy começou aqueles três passos com o macho todo arreganhado sobre a poltrona, e terminou com Gil de pé e todo aprumado como se estivesse de fraque e numa ocasião solene.

Cindy tinha ido até o jovem pensando em já engrenar em outras putarias, mas encontrou o macho de pé, sorrindo lindamente e oferecendo à CD o dorso de uma mão, para que Cindy apoiasse ali uma mão dela. Mais uma vez surpreendida pelo cavalheirismo de Gil, a fêmea ouviu dele, assim que suas mãos se tocaram:

- Será que agora eu posso ter o privilégio da atenção de tão bela dama?

Aquele macho que vinha do Pará, que comera Jane tão intensamente, e que falava “égua”, “tu” e “antão”, agora parecia um príncipe que não se importava nem um pouco de estar nu! Desconcertada como se fosse uma menininha de 14 anos, Cindy respondeu apenas sorrindo e fazendo que sim com a cabeça, e aí o mundo da CD desmoronou.

Gil agarrou Cindy para um beijo apaixonado, e foi um beijo de cinema, com o rapaz deitando a CD trintona pra trás, e a amparando em seu braços fortes. Jane e Teixeira gritaram e aplaudiram e Gil se incomodou. E, de fato, desde o início ele não queria estar com Cindy ali, na frente dos outros. E, para sair dali, Gil protagonizou uma cena mais cinematográfica ainda!

O namorado da linda travesti belenense Leia, interrompeu o beijão na crossdresser e falou olhando-a de pertinho e muito sério:

- Segura no meu pescoço!

- O que?

- Só faz! Segura!

Gil muito rapidamente virou Cindy de lado pra ele, passou um braço sob os ombros da CD e outro sob as pernas dela, e pegou a fêmea no colo com uma facilidade que impressionou a todos. E Gil levantou Cindy num arranque, com tanto ímpeto que uma das pantufas que ela calçava voou longe.

Teixeira e Jane tinham parado de aplaudir e gritar, e olhavam de boca aberta. A cena era piegas, clichê, lugar comum, e ... linda!

Carregada no colo por Gil, que subia a escada com todo o cuidado do mundo, Cindy fechava os olhos com força, morrendo de vergonha de Teixeira e Jane. Ela podia chupar rolas de 3 ou 4 machos na frente da amiga, dar o cu para todos, fazer as surubas mais arrepiantes, sem problema algum. Mas se entregar a cenas românticas na frente de Jane e de um Pau Amigo como Zezinho era... ridículo! E com um garoto! Que chegava em Xanadu pela primeira vez!

Ridículo! Aquilo era ridículo! Quem aquele garoto fortão achava que era? Um fedelho de uns 20 anos!!! Tomando-a nos braços como se ele fosse Rhett Butler/Clark Gable e ela fosse Scarlet O’Hara/Vivian Leigh, em “e o vento levou...”??? Ridículo!!! Aquilo era ridículo!

Completamente confusa pela cena, e grudada em Gil tentando esconder o rosto no peito do macho, Cindy manteve os olhos fechados durante toda a escalada, agarrando-se a seus ressentimentos e ao escudo do cinismo, na defesa de seu coração magoado.

“Não! Ela ia acabar com aquela palhaçada! Assim que estivessem no quarto ia pagar geral para aquele moleque atrevido! Só não fazia isso agora para não dar escândalo na frente de Zezinho e de Jane! Ele ia ver só! Ele...”

“Ele... abriu a porta do meu quarto, e nem senti tirar a mão de mim! Como que ele... Ele tá parado... abriu a porta do meu quarto e não entramos... ele...”

Cindy abriu os olhos curiosa e deu de cara com o rosto másculo de Gil, a poucos centímetros. E antes que ela pudesse dizer qualquer coisa, Gil se inclinou um pouco, puxou a parte alta do corpo da CD mais para si, e aplicou em Cindy um beijo.

Precisou apenas do segundo entre o abrir de olhos da CD e o toque de seus lábios nos de Gil, para a cabeça de Cindy variar da recusa cínica à entrega completa: “Isso que ele fez... é ridículo... é... ridículo... é... ele é um romântico... isso que ele fez... É LINDO!!!

O tempo parou para Cindy, que voltou a fechar os olhos se entregando de corpo e alma ao beijo de Gil. Quando ela voltou a abrir os olhos, estava deitada na própria cama, com o macho pesando por cima e ainda a beijando.

E Cindy, por baixo do corpo musculoso de Gil, sentia o macho esfregar a piroca tesa contra seu púbis e queria que aquele momento nunca mais acabasse. Mas foi sua própria vaidade o que a fez interromper o beijo.

Com os movimentos todos de Gil a pegando no colo, ela escondendo o rosto no peito dele, e depois sendo deitada na cama, Cindy sentiu que sua peruca vermelha e alta havia se deslocado. E havia, de fato, mas tinha sido um movimento mínimo, que Gil não perceberia. Mas, para ela, aquilo era muito sério e como ela prendia a peruca com muito cuidado, não se tratava só de empurrar de volta.

A ruiva parou o beijo e acariciando o rosto de Gil, pediu docemente:

- Preciso ir no banheiro... você me espera?

Gil tomou a mão da CD ternamente e beijou o dorso da mão enquanto saía de cima de Cindy e a ajudava a se levantar.

Foi só no espelho do banheiro que Cindy percebeu que a maquiagem abaixo dos olhos estava borrada. Ela havia chorado de emoção, no colo de Gil!!! Felizmente o retoque foi rápido porque o lápis que ela usava era à prova d’água e ela só trocou os cílios postiços e reforçou a base.

De volta ao quarto, Gil havia acendido as luzes e olhava admirado uma série de oito quadros nas paredes, dois a dois. Eram quatro cópias de clássicos esboços sexys de mulheres seminuas, do desenhista americano Vargas. E ao lado de cada reprodução, com moldura idêntica, haviam fotos da própria Cindy, caracterizada de modo como a pin-up ao lado, nas mesmas roupas e pose. E a CD estava linda nas fotos!

Cindy chegou ao lado do macho e segurou o braço forte dele (“Nossa! Que bração! Duro!”) e perguntou:

- Gostou?

- Tu tá linda nas fotos! Tu é linda!

- Obrigada! Deu um trabalhã... hããã...

Cindy gostava de contar para os amantes que entravam em seu quarto – não eram todos – a novela do preparo daquelas fotos, que envolvera a encomenda de roupas e chapéus feitos sob medida, a busca pela luz correta... mas Gil não lhe deu tempo e a surpreendeu de novo.

- Hã... o que... aaahhh... gostoso...

Sem nunca se separar do corpo da fêmea, Gil se esfregou desde o lado até as costas de Cindy, ajudado pelo quimono de seda que a viada ainda usava, mas que agora o macho iria jogar ao chão. Foi só o tempo dele se encaixar entre as pernas da CD, e a envolver em seus brações, soltando o laço da fita da cintura, amarrada na frente. Cindy até tentou protestar.

- Aaahhh... Meu bem... eu...

Sem se separar mais do que o suficiente para o quimono cair ao chão, Gil fez a peça de seda escorregar pelos ombros e braços de Cindy. A pele branca e muito bem cuidada da viada chamou o olhar e cativou o tato do macho, sentindo aquele corpo andrógino, esguio, alto e todo liso. Ela ficou só de calcinha, de costas pro macho, e ainda pensava em tomar a iniciativa, mas logo gemia com o contato entre aquele corpo másculo, forte e peludo, e sua pele delicada e sensível.

- Meu bem... eu... aaahhh...

Da pele da viada, Gil via pouco mais do que uma tatuagem de bruxinha montada numa vassoura, na omoplata direita de Cindy, ao redor da qual ele ficou beijando e mordiscando, curtindo Cindy se arrepiar e gemer

- Aaahhh... isso... você é... aaahhh... tão... carinhoso...

Mas o macho sentiu, com as pernas, com as mãos e com sua piroca, o resto do corpo da CD, formando uma ideia clara do relevo. E, senhor da situação, ele mandou Cindy reconhecer que naquele momento ela era dele, e de mais ninguém.

- Fala o meu nome, meu amor...

- Aaahhh... Gil... aaahhh...

- Aqui... agora... no teu quarto... só nósSó nós... aaahhhAqui.. agora... tu é minha...

- Aaahhh... Gil...

As pernas da CD eram longas e femininas. Não grossas como as de Gilda e Leia, nem gordas como as de Jane, mas muito bem torneadas e longas. Pernas de dançarina, que Gil sentiu passando suas mãozonas sensualmente nas coxas da viada, de baixo pra cima até a cintura, onde achou uma calcinha preta, de rendas, muuuito apertada no corpo de Cindy.

- Gil... eu... aaahhh... aaahhh...

Os quadris de Cindy eram estreitos mas alinhados com um abdome macio, sem ser magérrimo a ponto de expor as costelas, mas também sem ser flácido nem muscularmente definido.

- Meu bem... aaahhh... Gil... eu... é gostoso... a gente... aaahhh...

E subindo as mãozonas do abdome para o peito da fêmea, Gil se surpreendeu achando tetinhas e comemorou com um gemido de satisfação.

- Huuummm!!!

- Aaahhh... Gil... que... gostoso... suas mãos... aaahhh...

Cindy tinha peitinhos! Peitinhos muito menores do que os de Leia, é verdade. Cindy tomava hormônios há alguns anos, mas a natureza não lhe favorecera com seios maiores do que aquele pouco volume que não enchia as mãos do macho. No entanto, naquele corpo andrógino e esguio, os peitinhos se destacavam e os mamilos eram pronunciados, durinhos e, Gil descobria agora, muito sensíveis.

- Aaahhh.. Gil... esses... aaahhh...

Gil já apertava e torcia carinhosamente os mamilos de Cindy, fazendo a CD delirar.

- Aaahhh... Gil... São os meus pon...

Gil ordenhava as pequenas tetas e o tesão que Cindy lhe inspirava fez naturalmente a rola do macho, no nível máximo de dureza, encaixar no rego da viada, esfregando-se na tirinha da calcinha e nas popinhas. O prazer tomou conta dos dois e Cindy rebolava subindo e descendo o rego naquela trozoba grossa e tesa, gemendo como a fêmea que era. Foi daquele jeito que Gil descobriu a parte da anatomia da bicha que faltava descobrir, a bunda!

- Gil... meus peitinhos... são... aaahhh... meus pontos fracos...

A bunda de Cindy, assim como as pernas, era trabalhada em décadas de exercícios. De início, exercícios solitários do menino viado enrustido, em seu quarto de filho caçula de família abastada. Depois, ainda sozinha, ela exercitava bunda e pernas em seu próprio apê, quando fora morar sem os pais. E, nos últimos anos, o fazia em intensas malhações dirigidas por um gostoso personal gay que, infelizmente para a viada, era completamente passivo assim como a CD. Mas era um profissional competente e o resultado Gil apreciava agora.

- Aaaiii... Gil... suas mãos... aaahhh... são graaandes...

Gil sentia sua rola massageada por nádegas muito fortes e redondas. Nádegas que, se nem de longe eram do tamanho do largo bundão de Gilda, ou do pouco menor (mas ainda assim um bundão) de Leia, formavam um traseiro gostoso e proporcional ao corpo longilíneo de Cindy.

- Uuuiii... Gil... essa sua... aaahhh... tora... meu Deus... aaahhh... é grossa... me deixa louca...

E Gil sentia a pele da viada. Era incrivelmente acetinada... na bunda, nas pernas, em todo o corpo. Sem nenhum pelinho e quase tão escorregadia ao toque quanto a seda do quimono que agora estava no chão.

- Gil... como tu é gostoso... aaahhh...

Gil já agarrava Cindy e se esfregava nela como um tarado. Ele estava prestes a esporrar naquele rego sedoso, sem que sequer a viada tivesse tirado a calcinha. Mas Gil era agora bem mais experiente do que quando Gilda manipulara seu tesão para conseguir ser a incestuosa amante anal e oral do irmão, há alguns anos.

- Aahhh... Meu bem... isso... continua...

Com um longo suspiro, o macho recuperou o controle, descolou seu corpo das costas da CD, e começou a puxar Cindy, pela cintura, com os dois andando pra trás.

- Ah... meu bem... por que você parou?... tava tão...

Gil sentou na beira da cama e segurou Cindy de pé, ainda de costas pra ele.

- Aaahhh... Gil... o que você...

Cheio de vontade, Gil começou a tentar abaixar a calcinha de Cindy. Ele queria fazer um serviço completo naquele cuzinho, antes de meter. E queria mais!

Gil queria o gozo de Cindy. O macho estava disposto a, antes de gozar com a viada, arrancar mais de um orgasmo inesquecível, dela. Ela merecia, e ele queria!

Gil queria deixar Cindy perdidamente apaixonada por ele!

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Comentários

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Quando eu penso que não tem como essa história ficar melhor, vem a Nadja e escreve esse capítulo super foda.

Parabéns e obrigada!!!

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