Meu primo tarado _ parte três.

Um conto erótico de Marcelinha Cd
Categoria: Gay
Contém 1374 palavras
Data: 14/03/2023 05:16:50
Assuntos: Blowbang, bukkake., Gay, Primo

Eu ainda estava debaixo d'água quando o Lucas ( nome falso) voltou com a mão alisando a rola.

* tá demorando..... o que foi primo....

+ nada não Lucas, tá durão esse pau.....

* vem mamar putinha..... ou quer sentar de novo na rola?

+ no cu agora não, mas chupo gostoso essa rola..... me espera na sala!

* não demora!

Terminei o mais rápido que deu só pegando a calcinha suja de porra mesmo e fui até o quarto buscar um porno, na sala fui direto a TV o ignorando deixando o volume baixo antes de começar o filme.

Fechei as cortinas enquanto mantinha a bunda bem empinada virada para ele que se punhetava me secando a cada passo, fui andando até ficar no meio das suas pernas as afastando bem para ajoelhar.

O filme começava a apresentar as cenas que deixaram o Lucas bem curioso, eu lambia a sua cabeçona toda melada da pré porra enquanto subia e descia a mão devagar pelo pau.

Sentia ficar cada vez mais inchada com cada lambida e punhetada que dava, as veias saltadas pulsando tanto e tão quentes que mais parecia um pedaço de aço em brasa, engoli a cabeça toda dando uma sugada forte antes de ir engolindo cada centímetro.

Mamava deixando tudo bem melado enquanto ele não tirava os olhos do filme, batia com o caralho na boca e língua antes de esfregar na cara toda enquanto punhetava.

Lambia as bolas antes de ir subindo devagar até voltar a engolir a pica toda sem tirar os olhos dele que se contorcia de tesão, as pernas trêmulas enquanto sua respiração ficava cada vez mais forte.

De um puxão em meus cabelos me deixou com a cara virada pro alto, um jato quente de porra melou minha bochecha antes do segundo explodir no olho, urros e gemidos a cada vez que sua pica cuspia leite melando minha cara.

Atolou tudo na minha garganta fodendo minha cara por um tempo cuspindo os últimos jatos fundo na minha goela me fazendo engasgar e tossir.

Ainda ajoelhado, com a cara toda melada de porra, vi ele se levantar vindo parar ao meu lado antes de me forçar a virar pra TV.

* gosta de mamar pica putinha?

+ muito....

* quer igual no filme?

+ como Lucas....

Sua mão chapou contra minha cara antes que eu pudesse terminar a frase.

* quer igual no filme putinha?

+ no filme são muitas.... mas, sim eu quero....

Deu outro tapa na minha cara e um puxão nos cabelos para me deixar de pé....

* vou te levar pra mamar pica.... só deixa meus pais voltarem.

Sem falar nada me virou contra a beira do sofá e me forçou a empinar o rabo enquanto esfregava a pica contra meu cuzinho, colocou a calcinha de lado antes de dar uma cuspida na cabeça da pica.

Forçou a cabeça contra meu cu que engoliu metade da caceta sem resistência, socava indo cada vez mais fundo enquanto mantinha uma mão puxando meus cabelos.

Metia com força sem parar de me xingar de vadia, putinha enquanto com a mão livre enchia minha bunda de tapas.

Eu gemia igual uma louca mesmo sentindo bastante dor no começo estava adorando ser tratado igual uma puta barata levando tapas e puxões, passei a empurrar a bunda contra o quadril dele no mesmo ritmo da bombada, rebolava pedindo mais rola e com mais força no meu cu de putinha safada.

Senti ele atolar a caceta toda antes de urrar ao gozar dentro do meu cu que já estava arrombado e dolorido da surra de caralho.

Lucas finalmente se deu por satisfeito e foi deitar no sofá ainda assistindo ao filme, eu novamente estava todo sujo de porra.

Assistimos algumas cenas em que ele sempre fazia comentários ou perguntas, se eu iria dar pra todos ou só mamar ( escolhi a segunda opção na época) ou se eu fantasiava ser abusado e trocado por dívidas como numa das cenas.

Passamos o resto do tempo livre conversando sobre e quando minha mãe estava para chegar do trabalho arrumamos tudo, pedimos uma pizza e fingimos inocência.

Os dias correram normais voltando a rotina de visitar o Ivan para dar uma mamada sem contar nada a nenhum dos dois, Lucas estaria na escola a tarde enquanto a noite era o Ivan.

O Lucas não comentou nada sobre até aquele fim de tarde quando chegou em casa antes da minha mãe sair, em cada oportunidade longe dela me falava algo como quantos seriam ou onde.

Me falou para usar alguma calcinha por baixo da roupa ou me trocar no local, pediu também para levar o filme que assistimos.

Esperei minha mãe sair para arrancar o máximo de informação que pude, seriam alguns rapazes que eram amigos dele da escola, já a algum tempo se juntavam para ver porno juntos na casa de algum deles.

Lucas me garantiu que ficariam de boca fechada, algum tempo depois me confessou que já tinha "feito troca-troca" com o dono da casa que fomos, que não me forçariam a nada e que não teria problemas.

Quando chegamos tinham dois que já estavam na sala sentados nos sofás com as rolas na mãos se alisando devagar, os dois eram medianos mas com as cabeças bem rosa e inchada.

Lucas conversava com o dono da casa de canto sem tirar os olhos de mim que me despia ficando só de calcinha e sutiã, a campainha tocou bem na hora que eu havia acabado de tirar a roupa e havia ido me sentar ao lado de um.

Ouvi as vozes no corredor, punhetava devagar o rapaz que se ajeitava no sofá esperando um boquete.

Dois outros rapazes chegaram logo baixando as bermudas enquanto meu primo ainda conversava com o dono da casa, passei a mamar as picas conforme colocavam na minha cara.

Não demorou para estar cercado de rolas, mamava e punhetava cada uma enquanto recebia incentivos e elogios, batiam as picas na minha cara ou atolavam duas/três cabeças na minha boca forçando meus lábios ao máximo.

Mamava igual louco sem parar nem para tomar ar, punhetava uma com cada mão sem deixar de engolir até as bolas a outra, não demorou para o Lucas se juntar ao círculo com o dono da casa me oferecendo suas picas duras.

Cercado de rolas, sendo usado como puta por vários caras que fodiam minha cara e mãos sem qualquer piedade ou preocupação se eu estava gostando ou não me causava arrepios de prazer.

Estava com a caceta inteira na garganta quando o primeiro avisou que iria gozar, eles abriram um pouco o círculo enquanto eu passei a mamar e punhetar.

Socava o cacete todo na boca e sugava enquanto tirava devagar da garganta, punhetava com a língua pra fora quando esporrou.

Um após o outro vieram melar minha cara de leite grosso sempre atolando até as bolas ao final, na terceira eu já pingava porra do queixo e mal abria os olhos.

Lucas foi o quarto a gozar sendo seguido pelo dono da casa que me fodeu a boca com tanta violência que quase me fez vomitar.

Quando acabou eu parecia ter uma máscara de borracha na cara que escorria melando tudo e fazendo uma poça no chão, Lucas veio até o meu lado me dando um puxão forte no cabelo antes de bater a rola na minha cara e esfregar.

Me soltou indo parar ao lado do dono da casa novamente, um a um os rapazes iam cumprimentar os dois e iam embora pelo corredor.

Fiquei ali ajoelhado enquanto a casa ficava vazia, os dois sentaram no sofá de frente e sem rodeio me questionaram se eu topava tomar duas pica no cu.

O Carlos ( nome falso _ dono da casa ) queria me comer e havia comvencido o Lucas a fazer a proposta, eu fiquei em dúvida por algum tempo antes de aceitar marcarmos um dia.

No caminho para a casa do Lucas eu mal ouvi o que ele falava por estar fantasiando a foda, Carlos era bem dotado e bem bruto até ali o que me causando arrepios de desejo.

Aquela noite ao deitar na cama só de calcinha me imaginei sendo fodido por todos aqueles rapazes, tomando tanta rola que ficaria dias sem sentar direito e decidi que se tivesse outra chance toparia.

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