Eu andava muito melancólico; tinha terminado com a minha namorada e foi bastante difícil, pois ela era muito apegada a mim e não entendia o motivo pelo qual eu a estava deixando, mas eu já não conseguia ficar mais com ela, porque a única coisa que não saía do meu pensamento eram as fodas gostosas que eu tinha com o meu primo, o meu vizinho e o meu melhor amigo. Foi nesse contexto que o Owen, o meu colega de quarto na faculdade, sabendo de todas as minhas histórias, me ligou convidando‑me para passar o fim de semana com ele na sua casa de praia. Era mesmo o que eu estava precisando para aliviar um pouco a cabeça; fui logo preparar a minha mala e parti para a sua casa.
Ele é um cara muito bacana e, na sua maneira de ser, é muito parecido comigo: safadinho, vive rodeado de gatinhas (eu não tanto quanto ele), nós nos dávamos muito bem, conversávamos sobre tudo, e, até onde eu sabia, ele nunca tinha ficado com outros caras, mas nunca fez nenhum julgamento e até se mostrava bem curioso quando eu lhe contava as minhas fodas.
Quando cheguei à sua casa não havia ninguém; liguei para ele, ele já estava na praia e fui lá encontrá‑lo. Estava conversando com duas garotas, mas, assim que me viu, veio falar comigo.
- Oi, cara, tudo bem?
- Oi! — demos um abraço apertado, estávamos nas férias de verão e já não nos víamos há algumas semanas.
- Não tem mais ninguém na tua casa? — perguntei, curioso.
- Este fim de semana é só para nós dois… [Risos]
- Nem a empregada?
- Só nós dois, sem mais ninguém para incomodar.
— Estou vendo… — e ri maliciosamente — já estavas cantando aquelas duas gatinhas? [Risos]
- Tu és um tarado, só pensas em foder… — risada safada — só estava conhecendo aquelas meninas.
- Sei… como se eu não te conhecesse… — falei cheio de malícia.
- Bem, eram gostosinhas, isso era… — risada safada — mas este fim de semana é para ti, andas muito para baixo, cara, precisas animar‑te.
- Bem que preciso, cara — levei a conversa para a brincadeira e apertei o meu pau — isto aqui tem andado muito para baixo. [Riso divertido]
- E eu, preocupado contigo, tu és um safado, aposto que estás fodendo os teus viadinhos todos os dias.
- Todos os dias, e não sei como vou conseguir passar este fim de semana sem um cuzinho de macho; a minha sorte é que tu estás aqui para me animar — e, safadamente, apalpei o seu rabinho.
- Se estiveres disposto, para finalmente rebolar essa tua bunda no meu pau, ele está sempre pronto para foder um cu… — começamos a rir muito os dois.
Estar com o Owen é sempre assim: a boa disposição e a descontração são o que imperam. Fomos dar uma caminhada pela praia para colocar a conversa em dia e contar as novidades das férias, até quase escurecer; só quando anoiteceu é que voltamos para casa.
Chegando lá, já sentados no sofá a relaxar, a conversa tomou outro rumo:
- Paulo, neste verão cometi a maior loucura da minha vida!
- Nossa! Como é que um safado como tu pode ter cometido alguma loucura que ainda não tenha cometido… [Riso safado]
- E que loucura, cara: transei com um casal que conheci aqui na praia.
- Não brinques, cara — fiquei de boca aberta.
- Não estou brincando, cara, eu comi os dois.
— Os dois? — Fiquei realmente surpreso, pois, embora seja bem liberal, o Owen nunca tinha tido interesse em transar com outros caras.
- Eu nunca tinha comido um cara; foi demais!
- Eu sempre te falei que homem fode melhor do que mulher.
- Agora já sei disso, cara; eles eram muito liberais. Enquanto eu o comia, ela chupava o pau dele e, quando eu o comia…
- Não vais parar agora!
- Não! Não vou parar, mas é muito tesão só de te estar contando…
- Estou vendo que a foda foi mesmo gostosa.
- Nem fazes ideia, eles eram muito malucos. Imagina só: eu estava fudendo o cara e ela começou a enfiar um pau de borracha no meu cu.
- Caralho, cara, tu deste o cu! — risada safada
- Espera aí, eu não dei o cu — ele ficou um pouco indignado com a minha interpretação — foi uma garota que enfiou um pau de borracha no meu cu…
- E tu gostaste disso?
- Caralho, gostei; foi muito bom, eu gozei com o meu enfiado dentro dele e o de borracha dentro de mim.
- Que foda! Eles ainda estão por aqui?
- Não, cara, isso eu também queria; foram embora no dia seguinte.
- Que pena, adoraria conhecê‑los.
- Tu ias gostar deles; são liberais como tu. No final, me deram o pau de borracha de presente.
- Que safados!
- Safados mesmo. Imagina só: no momento em que o cara me deu o pau de borracha, ele me falou ao ouvido: “quando te der a coceirinha não vale a pena resistir, só há uma solução, e este pau vai ser um bom amigo”.
- Que safado! E tu tens esse pau contigo?
- Tenho! Eu vou te mostrar…
Bem, eu conhecia muitas das safadezas dele, mas aquela que ele estava contando ultrapassava qualquer outra; nunca pensei que um cara como ele pudesse gostar de um pau no cu, e o safado estava todo animado a contar‑me a história. Enquanto ele foi buscar o tal pau, eu fiquei muito curioso para ver no que aquela conversa iria dar, e a verdade é que eu já estava morrendo de tesão.
- Aqui está — chegou ele com o tal pau de borracha na mão, todo sorridente, e me deu para eu pegar.
Peguei‑o, e foi um pouco estranho: era um grande pau de borracha, tinha a cabeça de uma piroca em cada ponta e era bem grosso; fiquei a observá‑lo intrigado, e me custava a acreditar que o Owen tinha enfiado aquilo no cu.
- Com quê, então, foi esse pau que andou te comendo o cu?... [Riso safado]
- Não fale assim comigo, cara, que eu te encho de porrada — ele ficou bravo, ainda não estava preparado para ser tratado como um viadinho.
- Vais me dizer que nunca mais o utilizaste?
- Sabes bem que sim.
- Porra, até estou com ciúmes dele… o meu pau ia te dar mais prazer no teu cuzinho do que isto aqui… — falei brincando, mas já o testando, pois se ele vacilasse eu adoraria fuder o meu coleguinha de quarto. [Riso safado]
— Não digo que não, mas esse aí me dá um prazer do caralho! — Ele já estava entrando na jogada, e eu já me imaginava a comê‑lo.
- Me deixa ver bem esse pau! — comecei a fingir analisar o pau só para me meter com ele — não achas isso muito grande para um cara que se diz macho?
- Não sejas tonto, não vês que é um pau duplo, tem cabeças nas duas extremidades.
- Sei — eu agarrei na metade do pau e lhe perguntei — então até quanto tu consegues enfiar esse pau no teu cu?
- Um pouco mais que isso. [Riso safadinho] - Nossa, fiquei impressionado com a quantidade de pau que ele conseguia meter no seu cuzinho.
- Nossa, Owen, tu aguentas tudo isso! — fiquei de boca aberta.
- Tu nem imaginas o prazer que dá… Gozo várias vezes seguidas quando isso aí está enterrado no meu cu; é gostoso demais…
- Caralho, cara, tu falando assim até dá vontade de experimentar!
- Queres experimentar?
- Não sei, cara… nunca me tinha imaginado dar o cu, mas confesso que, quando vejo os meus viadinhos gemendo bem gostoso enquanto rebolam no meu pau, já fiquei curioso para saber que prazer é aquele.
- Tu não achas que já está mais que na hora de experimentares?
- Eu tenho pensado muito nisso, mas não sei se sou capaz; eu sou macho!
- Eu também sou macho, cara… e, no entanto, adoro isso… [Risos] Se tu tens vontade, cara, experimenta! Eu te ajudo…
Fiquei calado, pois já fazia muito tempo que eu queria experimentar, mas a vergonha e o preconceito falavam sempre mais alto. Ao ouvir a história do Owen, as poucas dúvidas que eu tinha quase desapareceram, e se havia alguém com quem eu estava disposto a experimentar, era o Owen, pois, para além de ser tão macho quanto eu, ele é super discreto e mais ninguém ficaria sabendo além de nós dois.
- É hoje, Paulo! Tu não falavas que homem fode melhor que gatinhas? Eu não acreditava, por isso também não experimentava — ele colocou a mão sobre a minha perna e começou a alisá‑la.
- Caralho, tu estás mudado, Owen, estás com tesão por mim?
- Estou, cara, nunca tive, mas desde que experimentei esse pau só penso nas histórias que tu me contas com os teus viadinhos…
- Queres experimentar um pau de verdade, né, seu safado? [Riso sacana] — o clima entre nós já era de pura foda.
- Quero, e sei que tu és o único cara que pode me fazer isso sem me…
Não o deixei terminar e beijei‑o. Sempre tive um enorme tesão pelo Owen, mas sempre o respeitei, pois nunca imaginei que ele pudesse ter tesão por mim. Vê‑lo ali pedindo a minha vara para o seu cu era um sonho realizado, e ele, tão gostoso, se entregou completamente ao meu beijo; beijamos, cheios de tesão, um ao outro.
- Porra, tu beijas bem, Paulo.
- Vou te mostrar o quanto homem fode melhor — e voltei a beijá‑lo, ao mesmo tempo que o agarrava, e ele fez o mesmo.
- Mas tu não sabes muito bem isso, cara; nunca deste o cu, não sabes o que é esse prazer.
- Não, mas sei foder bem gostoso, que… — eu ia enfiar a mão dentro das suas calças em direção à sua bunda, mas ele me parou.
- Sê sincero comigo, não tens vontade de saber como é?
- Tenho… mas não tenho coragem…
- Vais me fuder, vais ser o meu primeiro homem; deixa eu te mostrar primeiro o prazer que o pau de borracha dá.
Ele me olhava com aqueles seus olhos brilhantes; eu não podia recusar aquele pedido, até porque eu estava curioso para experimentar aquele pau de borracha.
- Tudo bem, mas para se eu não gostar!
- Não vai ser preciso, tu vais adorar. [Riso safado]
O Owen virou‑me de costas, tirou a minha camisola e colou o seu corpo bem ao meu. Senti o seu pau duro encostar na minha bunda; eu ia reclamar, mas ele foi mais rápido e beijou‑me.
- Relaxa, cara… deixa rolar…
Não falei nada e, então, com ele sempre colado atrás de mim, ele abaixou as minhas calças até aos tornozelos, depois debruçou‑me sobre o sofá, deixei a minha bunda empinada para ele, e senti o safado passar a mão nela.
- Nossa, nunca tinha reparado, tu tens aqui uma bunda muito gostosa — e passou a mão no meu reguinho; eu estremeci todo, mas não gostei de ser tratado daquele jeito.
- Que conversa é essa… - eu já ia me soltar daquela cena, mas ele forçou-me a ficar naquela posição e falou calmamente.
- Relaxa, cara, qual é o problema em elogiar a tua bunda? - e começou a passar o pau de borracha no meu rego, e eu suspirei fundo…
- Nenhum… só não gosto de ser tratado assim…
- Sempre foste muito nervosinho, mas relaxa, cara - e continuou a passar a cabeça daquele pau no meu reguinho, mas agora mais no meu botãozinho - tens que ficar tranquilo; antes de eu enfiar este pau aqui - e sinto-o a forçá-lo no meu botãozinho - eu tenho que preparar este cuzinho, senão não vai entrar e vai doer…
- Não estou gostando nada disso, cara!
- Relaxa – ele tirou o pau de borracha do meu rego e passou novamente a sua mão bem suave no meu botãozinho e depois começou a massageá-lo com o seu dedo, e, porra, senti muito prazer naquilo.
- Uhmmmm... – eu gemi sem querer.
- É gostoso, né?
- Sim… - admiti todo envergonhado.
- Ainda vai ficar mais gostoso – e começou a enfiar um dedo no meu cu; foi uma sensação estranha, pois nunca nada tinha invadido o meu cu e eu senti um desconforto grande.
- Que é isso, Owen...
- Uiii, cara, que cu mais apertado... relaxa... tenho que prepará-lo...
- Claro que é apertado, nunca entrou nada aí!
- Relaxa, que já, já vai ficar bom… – e senti ele enfiar o dedo todo dentro de mim.
- Uiii... não sei não... Acho que não vou ter prazer com isso...
- Já, já vais estar pegando fogo...
A verdade é que, aos poucos, ele foi metendo e tirando o seu dedo bem devagarinho e o desconforto foi passando; e, quando ele se apercebeu disso, passou para a fase seguinte. Tirou o dedo do meu cu, vi ele passar um pouco de lubrificante no pau de borracha e colocou-o na entradinha do meu cu.
- Te aviso já, Paulo: no início vais sentir algum desconforto, tu és muito apertado, mas o prazer que vem depois vai ser muito gostoso...
- Não sei se vou ter algum prazer nisso…
- Queres que eu pare?
- Não, agora vou até o fim – eu queria experimentar aquilo, fazia tempo que tinha curiosidade para saber o que os caras sentiam quando eu comia os seus cus.
O Owen primeiro começou a passar o consolo pelo meu reguinho sem enfiar, e depois começou a rodopiá-lo no meu buraquinho, e aquilo me deu prazer; e, só quando soltei um pequeno gemido, é que ele começou a enfiá-lo.
- Uiiiii caralhoooo…
- Relaxa o cuzinho, entrou só um pouco ainda…
- Está foda, cara…
- Tu és mesmo muito apertado. Queres que eu pare?
- Ufff... não, continua… - sentia um desconforto enorme a abrir-me o cu, mas não dor.
Ele continuou até que parou; eu sentia o meu cu atolado, mas, por incrível que pareça, não sentia dor nenhuma, só desconforto.
- Nossa, Paulo, tu és um verdadeiro macho, olha só como o teu cu aguenta este consolo todo [Riso sacana] - olhei para trás e vi que ele tinha colocado aquele pau de borracha quase todo no meu cu; até eu fiquei impressionado como o meu cu aguentava aquilo tudo.
- Porra, isso tudo coube no meu cu? Então agora me faz sentir esse prazer de que tu tanto falas, que até agora só senti desconforto.
- Tu já, já vais estar gemendo de tanto tesão. Sente só!
Ele colocou a sua mão sobre uma das minhas nádegas e, com a outra, começou a movimentar aquele consolo devagarinho no meu cu e foi aumentando a velocidade até que começou a me foder literalmente, e a verdade é que eu comecei logo a sentir tesão. Aquilo era bem gostoso; o meu pau, que estava pequenino, ficou duro que nem pedra, e o meu corpo começou a se movimentar num vai e vem gostoso, e comecei a gemer.
- Uhmmmmmmm... – eu já gemi alto.
- Rsrsrs... é ou não é gostoso ser fodido?
- Caralho, que puto de prazer é esse, Owen?
- Rsrsrs... eu sabia que tu ias gostar, mas ainda pode ser mais gostoso, ainda podes ter mais prazer [Riso sacana]
- Mais prazer ainda? — Eu não era ingênuo, sabia o que ele insinuava, e aquele vai e vem daquele consolo estava tão bom que eu não me importava de experimentar um pau de verdade.
- Claro, se for com uma vara de verdade [Riso sacana]
- Então estás esperando o quê?
Eu já não pensava em mais nada, queria era ter ainda mais prazer, era uma loucura, e o prazer que eu já estava sentindo era bom demais. Então o safado do Owen deixou o consolo enterrado no meu cu e começou a tirar a sua roupa, bem devagar; por fim tirou a cueca e a sua vara apareceu bem dura, e eu pela primeira vez senti desejo pelo pau de outro cara, mas fiquei quieto a vê-lo colocar uma camisinha no seu pau.
- O verdadeiro prazer vai começar agora [Riso safado]
- Enfia logo essa vara!
Quando ele tirou o consolo do meu cu, senti imediatamente um vazio, e o meu cu começou a contrair-se.
- Nossa, como este cu está louco pela minha vara [Riso sacana]
- Me fode logo, seu filho da puta!
Nossa, quando ele começou a me penetrar foi demais! É totalmente diferente ser fodido por uma pica de verdade; era quentinha, eu sentia o seu pulsar e, como o meu cu já estava alargado, ele começou logo a bombar bem forte no meu cu, e o prazer era imenso.
- Aaaiiiiii caralhooooo uhmmmmm… - eu gemia bem alto, estava a adorar levar vara na bunda.
- Que cu mais gostoso que tu tens, Paulinho, adora o meu pau! [Riso sacana] - ele estava sempre me provocando, mas eu já tinha assumido uma postura de passivinho e até estava gostando das suas provocações.
- Auhmmmm isso, me fode, cara, uhmmm… que delícia…
- Tu vais ficar completamente viciado na minha vara, rsrsr...
- Aiiiii caralho, já estou... me fode com tudo, vai!!
- Não há nada melhor, né, seu viado? - Ele me chamou de viado, mas eu nem me importei; o prazer que ele me estava dando era tão grande que nem queria saber se era viado ou outra coisa qualquer.
- É bom demais, enfia essa pica toda uhmmmm... me fode... issoooooooo...
Nem eu me reconhecia mais; não sei se era do tesão, mas eu parecia uma puta no cio, gemia alto e estava sempre pedindo por mais vara.
- Caralho, quanto tesão, viadinho!
- Muitoooooo, estou com um tesão do caralhooooo… adoro essa tua piroca, uhmmmmmm…..
- Então vais cavalgar…
Eu não imaginava que o Owen fosse tão sacana quando fodia; tirou o pau de dentro de mim sem me avisar, sentou-se no sofá e apontou a pica para mim.
- Vem cavalgar, viadinho, vem. Vais adorar. [Riso safado]
Olhei para ele com cara de quem não gostou, mas o safado sorriu e apontou a vara para mim, e eu fui logo me posicionar para começar a cavalgar na sua vara. Quando me sentei na sua vara, senti de novo uma sensação de desconforto, mas o Owen me segurou pela cintura e começou a me movimentar para cima e para baixo; fiquei logo de novo com a minha vara estourando de tanto tesão e voltei a gemer de prazer.
- É uma delícia cavalgar na minha vara, né?
- Sim, porra!!! É muito bom...
- Então pula, viadinho, cavalga gostoso, cavalga no pau do teu macho [Riso sacana]
Não sei o que me deu, mas aquelas palavras dele me cegaram, e algo despertou de novo o macho dentro de mim; eu me levantei bem rápido, agarrei o Owen, deitei-o no sofá e abri bem as suas pernas.
- Eu vou te mostrar quem é o macho aqui, seu viado filho da puta!
Eu estava fora de mim e, pela primeira vez, ele se debateu comigo, mais em tom de brincadeira do que a sério, mas eu sou mais forte. Ele conseguiu se levantar, mas eu então agarrei nele de novo e voltei a colocá-lo na posição de frango assado num cadeirão, levantei a sua perna e não perdi tempo: enfiei o meu pau de uma só vez, até as bolas baterem no seu cu, e só ouvi ele berrando.
— Aiiiiii que bommmmm… — o cu dele era bem larguinho, o safado já tinha usado muito o consolo.
- Quem é o viado agora, hein?
— Sou eu, meu macho... [Risos]
- Então vais ter que aprender a respeitar o teu macho!
- Sim, meu macho, uhmmmm... Isso, continua assim, seu viado tesudo, uhmmmmmm – o safado gostava de me provocar e eu, que estava dando estocadas fortes e rápidas como ele gosta, assim que ouvi a palavra viado, parei.
- Tu me respeita, já falei, o viado aqui és só tu, se continuas assim não há mais vara neste cu!
- Me fode mas é, meu macho gostoso, que eu serei teu viado para sempre…
Nossa, que loucura, voltei logo a fodê-lo bem violentamente; metia e tirava tudo a uma velocidade impressionante. Ele só gemia e, como estava cheio de tesão por me ter fudido, não demorou para estar no ponto de gozar.
- Aiiiii caralhoooo, tanto tesão, tu assim vais me matar de tanto prazer...
- Então quero te ver morrendo!
- Aiiiiii caralhoooooooooooo – e começou a gozar um monte de porra em cima do seu peito.
- Isso, goza, seu viado do caralho!
- Aiiii isto hoje é prazer demais, hummmm – quando ele acabou de gozar, agarrei-o pelos cabelos.
- Hoje tu vais aprender de uma vez por todas quem é o macho aqui!
Levei o meu pau à sua boca e ele me chupou até eu gozar, ele ficou todo melado com a minha porra e eu não resisti e, no final, beijei-o, e foi muito gostoso sentir o gosto da minha porra na sua boca.
- Que foda, Paulo!
- Está calado, nem digas nada – eu no fim estava envergonhado por ter levado vara no cu.
- Haha... não me digas que estás envergonhado por teres levado vara no cu e teres gostado? [Risos]...
- Já te pedi para não falares nada.
- Relaxa, não precisas ficar assim... É muito bom ser fodido, não há nada mais gostoso que levar com vara no cu [Risos]....
Não é preciso dizer que, a partir daquele dia, nunca mais consegui ficar mais do que uma semana sem ser fodido. Naquela mesma noite, eu pedi a ele que me comesse de novo. Acabei ficando duas semanas lá com ele; fodeu-me todos os dias. E é verdade: não há vara como a primeira; ainda hoje ele me come de vez em quando.
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Se gostaram do conto, votem e comentem; é uma enorme satisfação saber a vossa opinião. Obrigado pelas vossas leituras.
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