EU E CAMILA NUMA RAPIDINHA QUE DUROU ATÉ DEPOIS DO CARNAVAL.

Um conto erótico de Ramon
Categoria: Heterossexual
Contém 1726 palavras
Data: 02/02/2023 13:27:50

Acho que todos têm uma trepada em carnaval para chamar de “loucura”. Essa foi uma delas e me gerou muitos sustos e preocupações depois.

Adoro e costumo brincar carnavais de rua. Em 2015 (acho que foi nesse ano), minha turma decidiu alugar uma casa na praia e brincar somente as prévias. Eu poderia ter ficado em Recife mas preferi acompanhar os amigos, até porque iria muita gente e a alegria é a gente que faz.

Resumindo e antecipando o ocorrido: foi um carnaval maravilhoso, muita bebida, muito churrasco, passaram umas troças por lá, à noite a Prefeitura colocava música ao vivo numa praça, ou seja, todo mundo brincou muito.

O que vou contar foi na segunda-feira de carnaval, quando o cansaço de quem não dormia direito desde a sexta já existia. Via de regra, eu tomava um banho de mar mais cedo pela manhã, ficava por ali, tomava café e já entrava na farra. Nesse dia não foi diferente e como também não foi diferente eu tomar um banho às 17h e apagar (dormir) até umas 8 da noite, para recomeçar os trabalhos. Eu e algumas outras pessoas que estavam na casa, apesar da maioria conseguir ficar ligada sempre.

Meu espaço de dormir à noite era em um colchão na sala, mas nessas cochiladas da tarde eu levava o colchão para o quarto, evitando a movimentação da casa, que continuava a todo vapor com os "guerreiros incansáveis do carnaval". O quarto ficava escuro, eu ligava o ventilador em cima de mim e dormia.

Sempre pedia para alguém me chamar às 8 da noite. Nessa segunda, eram umas 7 da noite ainda quando noto que tinha alguém ao meu lado, porque eu fui me virar e esbarrei em algo ou alguém. Era CAMILA, uma prima de uma amiga da turma que eu conheci no carnaval. Separada, dois filhos, cerca de 35 anos, um corpo legal, nada exuberante, mas uma tesão mesmo usando biquinis comportados. Aquela morena clara que atrai pelo jeito dela. Eu tinha dado umas secadas nela, alguma correspondência, mas tudo muito longe, muito vago.

- Que porra é essa, CAMILA?, perguntei muito sonolento, sem entender nada

- Tava dormindo também

- Como é?

Só então percebi ela tinha colocado um colchão ao lado do meu no chão para aproveitar o ventilador. O lasca era que havia outros ventiladores na casa, só que estavam sendo usados em outro quarto e CAMILA decidiu que ficar ao meu lado era melhor. Eu, ainda com sono, me virei para o lado dela, no intuito de continuar o meu sono. CAMILA, então, dá as costas para mim e, no instinto (??), dá uma ré e encosta em mim. Eu chega me assustei, senti o cheiro dele bem perto e a bunda bem perto. Deixei e tentei cochilar de novo. CAMILA estava impaciente, incomodada, se mexendo. Eu botei a mão na cintura dela e disse “fica quieta, menina”, o que fez ela parar, porém colar em mim.

Sim, ela “deu ré” até a gente ficar de conchinhas. Eu, então, meti o braço na cintura dela, acochei o abraço e meti o nariz na nuca dela. Meu pau acordou.

- Tá gostoso assim e seu pescoço está muito cheiroso, disse eu

- Eu sou toda cheirosa, meu filho

- Acredito, disse eu já sem intenção de dormir e começando a dar beijinhos no pescoço dela

CAMILA nem perdeu tempo. Botou a mão direita para trás e pegou no meu cacete por cima do calção, que já estava duro. Ela começou a alisá-lo e passar a bunda nele, ao tempo que gemia bem baixinho. Ela já enfiou a mão por dentro e tocou no meu cacete. Nessa hora, eu já estava alisando os peitinhos dela, apertando de leve os mamilos (ela pediu isso e dessa maneira). Trocamos beijos de boca. Eu fiz menção de ir por cima dela, mas CAMILA me segurou.

- Você tá doido? E se entrar alguém?

- E a gente vai ficar assim apenas?

CAMILA olhou o quarto, abriu um lençol por cima da gente e, de ladinho ainda, abaixou o short dela (que era de algodão com elástico fino na cintura, bem fácil de tirar). Meu pau já estava duro e o calção nas minhas coxas.

- Vem, disse CAMILA, após afastar a calcinha fio-dental que usava

- Deixa eu te chupar

- Não, agora não dá

Fui de ladinho mesmo. Meu pau roçou o rego da bunda e ficou batendo na xoxota dela, procurando onde entrar. CAMILA abriu um pouco as pernas e guiou meu pau. Senti a cabeça entrar naquela xoxota já bem lubrificada. Tesão acumulada, ela me disse. Me ajeitei melhor por trás e enfiei tudo. Notei que na entrada que ela fazia um tempo que não dava uma (4 meses, segundo ela me disse depois). Quando entrei todinho, e CAMILA já apertava a minha bunda e puxava para ela, comecei bem devagar o entra-e-sai. Esqueci por completo onde a gente estava e que poderia entrar alguém. Meti a vara e CAMILA gostava disso.

Foi uma trepada e tanto. Quando ela gozou, gozei logo depois, estocando o cacete em CAMILA com muita força. Mal gozamos, CAMILA se levantou e foi ao banheiro bem ligeiro, antes que a minha porra escorresse dela. Eu meti o pau melado mesmo dentro da cueca e me recompus, apesar de um pouco do leite melar o lençol (ainda bem que era o meu). CAMILA voltou em uns dez minutos, me deu um beijo na boca, chamou aquilo de “loucura”, pegou o colchão dela e saiu. Esperei algum tempo, até para descansar mesmo, e voltei para a festa depois de me lavar no banheiro.

Durante essa noite, CAMILA conversou comigo e disse que estava envergonhada, que nossa amiga (a prima dela) em comum jamais poderia saber do ocorrido porque, inclusive, CAMILA e o marido estavam tentando uma reconciliação.

- CAMILA, você vem para um carnaval durante uma reconciliação de casamento?

- Mas RAMON, a rigor eu vim para uma praia durante um carnaval. Com minha prima e o marido dela. E meu ex tenho certeza de que está pintando o sete, o oito, o nove e o dez por aí

- E a gente vai ficar como neste carnaval?

- Na entoca, se você quiser, não posso lhe cobrar nada. Se minha prima descobre, vai me considerar uma puta devassa, até porque ela gosta muito do meu ex e porque o marido de minha prima é amigo do meu ex.

Resultado: não achamos mais tempo para dar outra trepada; no máximo, a gente trocava beijos escondidos, ela chupava meu pau rapidinho (sem eu ter tempo de gozar) e, pelo menos isso, consegui chupar aquela xoxota linda. Era linda mesmo, só então eu vi. E olhe que ela tinha chegado da praia e estava suadinha e com sal e um pouco de areia... Eu adorei ela em pé no quarto, puxando o biquini para eu lamber a xoxota dela, com vergonha por não ter se lavado, e eu caindo de língua.

Quis sair com CAMILA após o carnaval e ela me evitou. Notei que ela estava muito nervosa, sempre falava com certa paixão e carinho comigo e, ao mesmo tempo, não queria prolongar a conversa, até um dia em que ela me ligou à noite:

- Oi, RAMON, tudo bem?

- Tudo, né? Saudades de você

- Eu tenho de te dizer algo, apenas para não ficar doida

- O que foi? Diga

- Já aviso que não é a primeira vez e que tenho esse problema.

- CAMILA, não me mate de nervosismo, fale!

- Minha menstruação está atrasada 8 dias

- O quê?

- Calma, por favor. Eu tenho, sim, uma menstruação extremamente pontual, sempre vem no dia certo (um dia antes do que foi no mês anterior). Mas... quando tenho grande estresse ou tomo alguns medicamentos, a menstruação atrasa

- Você está suspeitando de estar grávida de mim?

- Deixo eu terminar. Claro que nunca fiquei tanto tempo atrasada, ao mesmo tempo eu tomei um anti-inflamatório antes do Carnaval e essa conversa de reconciliação com meu ex está me torrando os neurônios. Eu quero e não quero. Eu estou lhe avisando para me desabafar com alguém, me desculpe

- CAMILA, você não transou com outra pessoa...

- RAMON, a última trepada que dei foi em setembro e o cara usou camisinha até para eu chupar o pau dele. Eu insisto: você é a única que pessoa a quem eu poderia falar sobre isso

- Já fez o teste de gravidez?

- Só o de farmácia

- E aí?

- Vou fazer amanhã o do médico

- CAMILA, por favor

- O de farmácia deu positivo. Fiz dois e deram positivos, mas sempre tem possibilidade de erro.

Quase que eu não dormi, eu já estava me imaginando indo morar com CAMILA...

No outro dia e durante os outros quatro dias, CAMILA não atendeu a minha ligação. Fiquei doido, que porra louca. Decidi então ir falar com minha amiga e prima dela. Foda-se. Eu não iria morrer com aquela dúvida e então liguei para minha amiga e marquei para almoçar com ela, claro, uma ligação bem besta, sem antecipar o assunto, pois inventei que estaria perto do trabalho dela no horário e realmente a gente já tinha feito isso outras vezes.

No dia do almoço, por volta das 10 da manhã, CAMILA me liga. Eu gelei.

- Oi, sumida

- Desculpa, RAMON

- E aí?

- Deu tudo negativo, nada de gravidez, já menstruei

- Tem certeza?

- Quer que eu mande os absorventes usados para provar

E assim o assunto se encerrou. Alguns meses depois, soube pela prima dela que CAMILA tinha voltado com o ex, pai dos filhos dela, que ela não tinha engravidado e que tudo estava normal.

Fiquei com dúvidas se CAMILA tinha realmente menstruado ou se tinha feito um aborto. Ou se tudo não passava de um delírio dela (pelo que eu soube e sabia dela pela prima, ela não era chegado a isso).

Três anos depois descobri a verdade: ela não foi fazer o teste de sangue de gravidez por se achar na certeza de que estava grávida, pois até enjoo (que ela só teve quando esteve grávida) ela teve. Quando ela me ligou já estava aliviada mesmo, pois o sangue tinha descido. Como eu descobri isso? A própria CAMILA me disse isso, na cama de um motel, botando gaia no marido, algo que vou contar depois a vocês, e já digo que foi por revanche de algo que ela descobriu que ele fez... (vocês sabem o que foi, mas vão se surpreender com quem foi).

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Comentários

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Conta logo, mas tenho quase certeza de que foi com a prima dela.

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