Gerente do RH me pegou tocando punheta no depósito da firma

Um conto erótico de André Martins
Categoria: Gay
Contém 6081 palavras
Data: 10/02/2023 15:54:01
Última revisão: 11/02/2023 14:01:55

Eu sou o Valdinei, também conhecido pelo apelido Dinei, tenho 36 anos de idade, sou moreno claro, parrudo, um pouco barrigudo, cavanhaque no rosto, olhos castanhos, cabelo curto e uma tatuagem no braço. 1,81m de altura, atualmente tenho namorada e posso dizer que sou fisicamente forte, pois trabalho carregando e descarregando caminhões numa distribuidora de gelo e gás de cozinha, então a rotina de serviço pesado me mantém com os braços firmes e o peitoral aberto, apesar da pança. Meu trabalho não tem muito mistério. A fábrica de gelo é dentro da distribuidora de gás e o prédio da parte administrativa da firma também fica no mesmo terreno, sendo que existe uma certa implicância das funcionárias do RH com a gente do serviço braçal por conta de uma série de fatores. Entre nós, membros da operação, se tornou quase unanimidade não fazer amizade com nenhuma das mulheres do escritório, não importa se são as moças da qualidade ou do RH. Não importa se é o gerente Zeca, o único homem no meio delas, porque até ele aderiu à implicância gratuita com a gente e não diz nem um oi quando passa, até vira a cara.

O que vou contar agora aconteceu há pouco tempo, acho que semana retrasada, portanto os detalhes ainda estão quentes e frescos na minha mente e acho que nunca vou esquecer do jeito inusitado como as coisas ocorreram.

Quase todo dia depois do almoço eu tiro uns minutos de descanso no trampo. Vou pra área do estoque, que é afastada e fica mais vazia no começo da tarde, sento num papelão no chão, tiro as botinas de trabalho, mantenho as meias, encosto na parede, estico as pernas, cruzo os pés, coloco uma musiquinha nos fones de ouvido, respiro fundo, sinto o cheiro quente exalando das minhas solas, depois fecho os olhos e passo 15min, às vezes 20min descansando do almoço e relaxando o corpo pesado do serviço exaustivo. Na maior parte das vezes eu repouso no mesmo canto de sempre, longe dos olhos alheios, distante dos outros funcionários, das câmeras de segurança e sozinho durante meu horário de almoço. Só tranquilidade, o foda é quando tá silêncio demais e tem baixo movimento, porque isso me dá uma sensação enorme de liberdade misturada com proibição, bate um tesão fodido depois de encher o bucho e a piroca engrossa dentro da calça, ainda mais com o cheiro das minhas meias tomando conta.

- Será que ainda tem gente circulando? – levantei o corpo de leve sobre os caixotes, espiei e não vi absolutamente ninguém passar, tudo parado e o corredor inóspito.

Fiquei uns dois, três minutos atento e esperando qualquer movimento ou presença de algum outro funcionário, mas nada aconteceu e cada segundo deixou minha pica mais inchada, estalando no tesão da adrenalina. Agora veja você a situação: um maluco safado tipo eu, trabalhador, carioca, trintão, aparentemente sozinho na firma, descansando do almoço, sentindo o cheiro das meias quentes, a calça suada no corpo, o suor salgado exalando e a piroca engessando no uniforme.

- Vai ter como não, é aqui mesmo.

Olhei novamente pra ter certeza que não vinha ninguém e só confirmei que tava tudo vazio. Havia apenas eu escondido no canto, vários caixotes empilhados no estoque e uma caceta do tamanho de uma espiga de milho apertada na minha mão. A memória da xota da minha mina na mente, um caralho de mais de um palmo de comprimento pulsando e pedindo atenção, não tive como segurar a onda de jeito nenhum. Até a babinha transpareceu úmida no tecido, bem na altura de onde tava a cabeça do instrumento, foi quando eu vi que só sairia tranquilo dali depois de descansar o horário do almoço e de botar meio litro de esperma quente pra fora do saco. Foda-se. Abri o zíper, passei a caceta pra fora e o cheiro de rola me deixou mais empedrecido ainda.

- Ssssssss! Caralho, que tesão da porra, maluco.

Só eu e meu cacete curtindo o momento, apesar da minha mente estar dopada pelo odor e também com as lembranças da última trepada que dei com a dona, dias atrás. São 19cm de uma pica muito torta pra direita e pra cima, bem curvada na diagonal, tanto em si própria quanto no ângulo da cintura. Meu pau parece até um gancho comprido, tortuoso e massudo. O prepúcio bombado e tomado de veias, e o cabeçote não é tão graúdo quanto o resto da peça, mas mesmo assim é um senhor poste que eu tenho entre as pernas. Bem mais escura que minha pele morena, a minha vara é preta mesmo, menos a glande que é rosada e cria um contraste gostoso de ver quando tô batendo punheta, porque mistura o preto, o rosa e o branco do meu leite quando esporro grosso.

- FFFFF! Ooorrrsssss! – arregacei o couro do garoto, o cheiro do suor de pica subiu mais forte do que antes e o pau enrijeceu truculento no meu toque. – Hmmmmmsssss, puta merda!

Não parei de mexer os dedos dos pés, como se o movimento aumentasse o cheiro quente e entorpecente saindo das meias suadas. De encostado, fiquei praticamente deitado no papelão no canto, abri as pernas, larguei o cuspidão na chapuleta da bengala pra deixar o cinco a um mais instigante e andei deliciosamente na corda bamba entre esquecer do resto do mundo e ao mesmo tempo sofrer de prazer com a adrenalina de ser pego no flagra.

- Aaaarrsssss, caralho! Barulhinho gostoso de ouvir, na moral. Fffffff! – acelerei, até subi o dedo mínimo e mexi a cintura pra meter contra minha própria mão.

Saber que um flagrante terminaria em demissão por justa causa me deixou à mercê do tesão de dar uma gozada gorda no chão e nas paredes do estoque, cheguei a ficar arrepiado dos pés à cabeça enquanto me masturbava, mesmo estando ensopado de suor pelo corpo todo. Acho que nunca senti uma adrenalina tão grande como naquele instante da punheta babada e estalada que bati, nem mesmo nas vezes que transei com a fiel na praia ou na escada do shopping, e tudo graças ao risco de ser mandado embora por não conseguir segurar a vontade de ordenhar leite grosso do saco pesado. Horário de almoço, fazer o que?

- SSSS! Vou gozar. – só mãozada acelerada e cuspida na pilastra grossa.

Meus mamilos endurecidos e roçando na blusa do uniforme, mó cheirão da pentelhada suada indo longe, além do saco sacudindo conforme eu socava a braba. O mais complicado é que 5min se passaram e eu cheguei perto de gozar várias vezes, mas o vício em adrenalina me fez prolongar o orgasmo só pra poder continuar desfrutando da safadeza por mais tempo. Claro que eu não queria ser flagrado e mandado embora, nunca, porém o fato de estar com a mão na piroca inchada, batendo um punhetão babado em pleno expediente e drogado pelo cheiro das minhas meias suadas acabou comigo, me perdi completamente em prazer e tesão de punheta, não quis mais parar.

- Hmmmmfffff, vou leitar pra caralho, que isso! Sssssss!

- Posso saber que sacanagem é essa aí, Dinei?!

- EITA, PORRA! – minha primeira reação imediata foi olhar pra cima e ver o Zeca no corredor suspenso, exatamente sobre o canto onde eu estava.

Tomei um puta susto, tentei esconder a vara de volta na calça, mas a tensão me deixou muito nervoso e tudo que eu fiz deu errado. A pentelhada agarrou no zíper, o volume chamativo continuou pulsando no jeans, os segundos se transformaram em tempo demais e não tive como disfarçar o que tava fazendo, fui pego literalmente com a mão na massa. Meu corpo suadaço, a testa pingando, a blusa do uniforme toda manchada de umidade da minha transpiração, o coração batendo acelerado e uma culpa absurda por ter me perdido da realidade no meio da punheta e dado um mole desses.

- Ze-Zeca?! Porra, bicho. – fiquei encabulado, sem reação e sem resposta pra dar.

- Porra, bicho? É isso que você tem pra dizer, Dinei? Sério? – o gerente do RH me fuzilou com o olhar, voltou a caminhar pelo corredor e rapidamente desceu pro mesmo canto onde eu tava.

Aproveitei esse curto tempo pra respirar e pensar em alguma coisa, tentei ajeitar o porrete no uniforme, mas o tesão demorou a passar e minha única atitude possível foi a de colocar as mãos pra frente do corpo, numa falha tentativa de esconder o tamanho da culpa no meio das pernas. Impossível. Porrete continuou inchado, apesar do flagrante ter mandado minha gozada pro espaço.

- Te dou dois minutos pra explicar o que você tava fazendo aqui. – ele parou na minha frente, cruzou os braços e me encarou.

- Porra, Zeca. Tu viu o que eu tava fazendo, não viu?

- Vi, lógico que vi. E até agora não tô acreditando que você tava batendo punheta escondido no trabalho, seu sem vergonha. Já pensou se alguma moça do RH te vê? Já imaginou se a chefe fica sabendo que você se masturbou em pleno horário de trabalho?

- Eu tô no meu horário de almoço, só quis dar uma espairecida antes de pegar no batente de novo, só isso.

- Ah, pelo amor de Deus, Dinei! Sério que você vai tentar justificar? Tá errado, maluco. Tá totalmente fora da razão aqui, não tem explicação. Por que você não foi pro banheiro bater uma? Teu negócio não é privacidade, pelo visto, né?

Pior é que ele acertou em cheio. Não tive como rebater ou contra argumentar. Dei uma apertada no meu pau na calça, abaixei a cabeça e já estava brochado quando o gordinho do nariz empinado bateu no meu ombro e me fez olhá-lo nos olhos.

- Agora me diz, Valdinei. Que bom motivo eu tenho pra não chegar lá no RH agora e contar pra gestora o que você tava fazendo aqui?

- Puta que pariu, Zeca, não faz isso! Tu é gerente, irmão. Se tu fizer, eu tô no olho da rua na mesma hora, sem sacanagem. Faz não, te peço na maior humildade. Sou sujeito homem, dei um vacilo e só tu viu, não explana essa parada pra mais ninguém, não. Que vacilação, pô! A gente não é camarada?

- Hmmm, não sei. Você nunca trocou uma palavra comigo antes, como é que agora a gente é camarada?

- Nunca troquei porque tu também nunca se interessou em falar comigo, brother, só por isso. Mas como, a gente é colega de trabalho, tá entendendo? Trabalhamo na mesma firma, nosso foco é o mesmo. O bagulho é um ajudar o outro pra ninguém sair no prejuízo, se ligou? Se tu chegar lá contando, eu tô fodido. Perco quase dez anos de trampo, fico na merda e vou parar no olho da rua por um vacilo rápido que só tu viu. Quebra meu galho, vai?

O Zeca é um cara mais baixo que eu, gordinho, da pele branca e lisa, aparência de uns 24, 25 anos, um pouco tetudo e mais barrigudo que eu. O cabelo curto, castanho e sempre penteadinho pro lado com gel, pra dar impressão de molhado, estilo boi lambeu e filhinho de mamãe. Ele trabalha diretamente com as funcionárias do RH, usa óculos de grau e tem a maior cara de universitário nerdão, desses que com certeza passam bastante tempo jogando online.

- Um vacilo que só eu vi, mas que continua sendo grave, Dinei. Gravíssimo, eu diria. – foi quando o filho da puta me olhou de cima a baixo, largou os olhos na minha cintura e deu uma manjada que eu custei a acreditar que tava acontecendo, de tão desconsertado que fiquei.

- Eu sei, eu sei que tô no erro, irmãozinho. – tentei fingir que não rolou e que não recebi uma olhada escancarada do gordinho do RH. – Quanto tu quer pra ficar de bico calado, dá o papo? Quer meu VT, meu VR? Te dou grana, comigo não tem essa. Até pago em parcelas se tu quiser, só não quero ir pro olho da rua de graça, Zeca, é tudo que eu te peço. Dá teu preço. Quanto?

- Tô pensando aqui. – tornou a me encarar, chegou perto de mim e foi aí que aconteceu. – Você disse que a gente é camarada e que uma mão lava a outra, foi isso mesmo que eu entendi?

Fez a pergunta e deixou a mão esbarrar “inocentemente” no meu caralho borrachudo na calça, me dando um susto que paralisou meu corpo e me fez chegar pra trás.

- Pô, qual foi, Zeca? Acho que tu tá entendendo meu papo do jeito torto, irmão.

- De torto eu entendo é outra coisa, Dinei. Você quer se livrar do flagrante e eu também tenho meu preço, né isso que você queria ouvir de mim? – o sem noção não desistiu, botou a mão outra vez por cima do volume da minha vara e agora deu uma apertada no comprimento da rola deitada.

- Calma aí, meu parceiro, tu tá perdendo a noção das ideias. – novamente afastei a cintura da mão dele, tentei desviar do guloso, mas o puto tornou a alisar minha giromba por cima do jeans na primeira oportunidade. – Qual foi, Zeca, assim tu me complica, maluco. Eu tenho mulher, pô, meu negócio é bucetinha.

Segurei sua mão, tirei do meu tronco e o gordinho ficou meio puto pela minha repreensão.

- Dinei, não tem outro jeito de resolver. Ou você deixa eu dar uma pegada nessa piroca, ou eu saio daqui e vou direto na sala da gestora relatar o que eu vi.

- Aff, seu cretino do caralho! – foi minha vez de ficar irritado, cruzar os braços e bufar. – Tá de sacanagem comigo?! Vai me chantagear, mesmo!?

- Sacanagem é o que você tava aprontando aqui antes de eu chegar, isso sim. Você mesmo perguntou qual é o meu preço, homem, então tá aí. Fico de boca fechada, viro um túmulo, esse segredo morre comigo se você deixar eu dar uma afofada nessa sua mala por uns minutos. E aí, qual vai ser? É pegar ou largar.

- Puta que me pariu, Zeca. Eu tenho namorada, irmão, sou fiel. – tentei argumentar.

- E daí? Não tenho nada a ver com isso, só quero apertar sua pica e fim.

- Mas eu sou hétero, meu parceiro. Não vou nem sentir prazer ou tesão com você me tocando, tá entendendo qual é o papo?

- Eu não ligo, Dinei. Pode ser de pau molão mesmo, tudo que eu quero é sentir sua vara na minha mão, só isso. Você vai continuar resistindo ou eu vou ter que voltar pra minha sala com a mente borbulhando? – o desgraçado fez que ia dar meia volta com o corpo pra sair dali, mas eu o segurei pelo braço e impedi de se mover.

Tava cheio de ódio, não consegui esconder na força que pus em seu braço, mas o vacilo maior fui eu quem dei quando decidi que tava tudo bem em me masturbar ali. Todo o tesão da adrenalina se transformou no arrependimento do flagrante e o que restou foi dançar conforme o ritmo da música do gerente do RH, eu querendo ou não, pois foi esse filho da puta que me pegou no flagra e resolveu jogar comigo.

- Tu é viado, é, Zeca? – demorei a processar as informações, confesso.

- Só agora que você foi perceber, Dinei? Por favor, né? Hahahahahaha!

- Papo reto mesmo, mano?

- Sou viado o tempo todo, meu filho. E você não vai me enrolar, tá?

- Então me explica: todo viado é chantagista e vigarista assim que nem tu?

- Tentar me ofender não vai resolver nada pra você, Valdinei. Vou te explicar uma coisa: eu não sou vigarista porque sou viado, sou vigarista porque sou homem. Homem igual a você, aliás.

- Homem igual a mim? – meu ódio cresceu, tive que me controlar pra falar baixo e a sorte é que não havia mais ninguém no estoque com a gente. – Tá pensando que eu sou sem vergonha e sem noção que nem tu, seu chantagista do caralho?!

Cheguei a pegá-lo pela gola da blusa do uniforme nesse momento, mas o piranho não se intimidou, começou a rir e passou as mãos nos meus braços, farejando o suor que exalava do meu corpo.

- Claro que é. Você é tão sem vergonha que teve que bater punheta no depósito da empresa, Dinei. Tão sem noção que nem imaginou que alguém fosse te ver. E olha só no que deu? É por isso que nós dois somos vigaristas, não é porque eu sou viado.

- Caralho, seu merdinha.

- Olha só, relaxa, tá bom? Confia em mim, dá pra resolver sem estresse. Tenho certeza que pode ser bom pra mim e pra você também, é só relaxar.

- Relaxar como, se tu tá querendo alisar minha pica?

- Relaxa, ué. Respira fundo, fica de boa, fecha os olhos e se deixa levar. Só quero mexer, nada além disso.

- Mas aqui, em pleno depósito?

- Ahahahahaha! Até parece que você se importou quando veio bater punheta, né, Dinei? Para de hipocrisia, safado. Anda, só tem a gente aqui.

- Tá vendo só? Tu fala que eu errei porque tava batendo punheta aqui, mas quer segurar minha jeba como se não tivesse problema de alguém chegar e ver. – tentei arrumar argumentos, mas nada mais fez sentido.

- Mas você errou mesmo, cara, não dá pra negar. Mesmo sendo errado, você poderia ter batido punheta rápido sem ser pego e ninguém ia ficar sabendo. Seu erro foi que eu vi, é por isso que você tá na minha mão. Hahahahhahahaha!

- Puta que pariu, Zeca! Sério que tu vai fazer isso comigo mesmo?

- Eu não. Você que se meteu nessa, Dinei, e a sua sorte é que eu ainda tô te oferecendo um jeito de se livrar sem complicação nenhuma. Ninguém nunca vai saber o que aconteceu aqui, nem da sua punheta escondido e nem das pegadas que eu sou doido pra dar nesse cacetão.

- Aff, seu viado sem vergonha. – dei uma coçada de leve no saco, não calculei o movimento e o gordinho aproveitou a deixa pra pôr a mão novamente na protuberância da minha pica na calça.

- Relaxa, confia em mim. – falou baixinho, deu uma amassada de leve no meu calibre grosso e tirou minha mão de cima da dele pra ficar mais à vontade. – Só uns minutinhos pra eu matar a curiosidade que eu tenho nesse seu pauzão, cara.

Tentei aliviar o nervosismo, mas ter outro homem tocando a minha rola foi muito esquisito e diferente no começo, principalmente porque o Zeca não tinha qualquer nojo de patolar minha vara por cima da calça, mesmo sabendo que eu tava ensopado de suor e meio sujo de tanto carregar e descarregar caminhões de botijões de gás e sacos de gelo. Nem aí pra nada, ele me manteve de pé, abriu a mão e apertou a extensão do meu poste borrachudo por inteiro, como se quisesse testar até onde conseguia agarrar, mesmo com o jeans do uniforme separando a gente. As primeiras pegadas até deu pra ignorar, mas o pilantra não se contentou e logo estava ensaiando um vai e vem por cima do pano pra mim.

- Cretino do caralho. É sério que esse tempo todo tu é viado, é?

- Muito sério. Você nunca reparou na quantidade de vezes que eu te manjo no dia, homem? Puta merda! É porque eu disfarço bem, então, mas toda vez que passo por você tenho que dar uma conferida no tamanho desse malote. Aliás, pra ser sincero, eu devo ser mais fã do seu cacete do que a sua namorada, Dinei, de tanto que eu te manjo durante o trabalho. Hahahahahahahaha!

- Filho de uma puta, isso que tu é. Viado chantagista. Tem vergonha não?

- Vergonha de pedir pra mexer na piroca de um gostoso que bate punheta até no trabalho? Eu tenho é o maior prazer, com certeza. Olha só pra isso, misericórdia! – Zeca tentou segurar meu mastro usando o indicador e o polegar, mas teve dificuldades de fazer isso por cima da calça por conta da grossura do meu monumento. – Se você soubesse a quantidade de vezes que eu passo mal quando você tá abaixado trabalhando e esse malote acumula entre as suas pernas, meu amigo. Tô realizando um sonho, é tipo isso pra mim.

- Quanta baixaria, viado. Tu gosta tanto de pica assim, é? Pensei que viado fosse tudo cheio de frescura.

- QUÊ!? Porra, Valdinei! Sou capaz de deixar você socar esse piru onde quiser em mim, na boca, no cuzinho, até nos meus ouvidos eu deixo. Hahahahahaha!

- Ô, ô, ô, se empolga muito não, irmão. Pode abaixando as asinhas, porque eu só tô aqui pra não ser mandado embora, seu chantagista filho de uma puta. É só uma mãozinha e fim de papo, tá me escutando?

- Quanto mais você me xinga, mais eu sinto tesão em você. Olha só que combinação perfeita, já viu?

- Ah, é? Eu espero que tu vá se foder, isso sim. Vou deixar tu me patolar, mas se alguém descobrir eu te dou uma coça, viadinho. Ouviu? – apontei na cara dele, o cuzão abriu um sorriso e concordou comigo na hora. – Te ameaço, falo grosso contigo, te xingo e tu continua se amarrando, né, otário? Tu é daqueles viados que curte uma humilhação de macho, tô ligado.

- De macho, não. Só de um macho, que no caso é você, Dinei. Senta aqui pra eu dar uma afofada nesse pacote, vem? – apontou pro mesmo papelão onde eu sentei minutos atrás pra me masturbar, eu hesitei um pouco, mas acabei obedecendo.

Sentei do jeito que ele pediu, com o jeans subindo pelas coxas e as pernas um pouco fechadas, em seguida o Zeca veio pro meu lado e começou a massagear minha rola de lado na calça. Eu até consegui não ficar com tesão e foi tudo graças à sensação de ser outro macho mexendo no meu cacete, o que achei brochante, o problema maior é que o gordo safado não se contentou só com a piroca e passou a mão na minha barriga pentelhuda, deslizando até subir a blusa do uniforme e chegar nos meus mamilos. A partir daí eu perdi a linha, fiquei arrepiado e minha jeba deu uma pulsada violenta contra a mão do piranho.

- Caralho, Zeca, tá maluco? Se comporta, viado!

- Tá gostando, né? Gahahahahaha, eu sabia. Pelo visto a sua mulher tá por fora dos segredos do seu corpo, ein? Deixa eu te mostrar uma coisa, Dinei.

- Que mostrar o que, sossega no teu canto e termi– foi quando o miserável caiu de boca no meu peito, encheu a língua no meu mamilo e fez ele ficar duraço na mesma hora, só com o poder das chupadas e das papilas quentes. – SSSSSSSSS! Mas que viado abusado do caralho que tu é, ein, Zeca?! Arrombado! Filho da puta! Sua cachorra no cio, não pode ver um macho!

- Lhmmmmm! – mas o sem vergonha sequer se ocupou em me responder, apenas continuou linguando enquanto apertava minha calabresa tomando vida em sua mão.

Nem precisei de muito pra ficar ereto de novo, ainda mais que não tinha gozado e tava cheio de leite no saco pra cuspir. Cheguei a sentir incômodo pelo fato da caralha grossa e torta estar totalmente empedrecida dentro da calça justa. O espaço pareceu muito pequeno, o Zeca entendeu o recado sem eu dizer nada, abriu meu zíper e libertou meus 19cm de pica preta, retorcida, veiúda, da cabeça meio chata e rosada.

- Puta que pariu, irmão. Tu gosta mesmo da fruta.

- Puta que pariu digo eu, Dinei. Eu sempre imaginei que você fosse bom de pica, mas isso daqui é um desrespeito, cara! Vai se foder, ó só o tamanhão?! – segurou na base do mastro, tentou fechar a mão em volta, mas não conseguiu. – E o jeito como ela é torta, meu Deus! Nunca vi uma piroca tão curvada como a sua, na boa. As mulheres que mamam essa caceta com certeza são as mais sortudas que existem, nem tô querendo puxar seu saco, não. Aliás, por falar em saco.

Não se aguentou e usou a outra mão pra agarrar minhas bolas numa só pegada, me causando aquele nervoso gostoso de ter os bagos controlados e apertados no toque de outra pessoa. Senti meus filhotes aquecidos no entorno da pele suada das mãos do funcionário do RH, ele deu uma pressionada de leve, depois pegou por baixo e mediu o peso de cada uma das bolotas pentelhudas, não tirando o sorrisão do rosto enquanto mexia na minha genitália.

- Como se não bastasse, ainda é sacudo. Como é que pode?

- O que é que tem?

- O que é que tem? Bom pra caralho, porra! Você é todo bom, Valdinei: roludo, bonito, gostoso, sacudo. Não falta nada, sinceramente.

- Ah, vai se foder, porra! Tá me gastando uma hora dessa?

- Né gastação, não, maluco. Tô falando muito sério, eu te acho o mais gostoso. Não tem qualquer outro funcionário nessa firma que chegue aos seus pés, pode acreditar.

- Tu tá é puxando meu saco, isso sim. Literalmente, heheheheheh! – foi a primeira piada que fiz no meio das vontades do gordinho.

Sem medo, o Zeca arregaçou o couro da jamanta, liberou a chapoca toda babada àquela altura do jogo e respirou profundamente, como se precisasse do cheirão da minha tromba pra sobreviver. Pulsei na hora, não tive como controlar a onda diante de uma cena tão sincera, devota e inédita dessas. Pra completar, o pilantrinha ensaiou uma punheta ao vivaço no meu salame, adorou o cheiro de suor exalando e deu outra fungada profunda bem perto da cabeça do meu caralho.

- Não é masturbação, Zeca, é só patolada, lembra?

- Ah, claro! Até parece que eu ia perder uma oportunidade grande assim, Dinei. Não banca o difícil, eu gosto é disso. – deu o aviso, acelerou o vai e vem e não tirou os olhos do formato crescente da minha marreta. – Quero ver esse pau durão, aposto que fica maior do que já é.

- Caralho, aí tu já tá abusando da minha boa vontade, parceiro. Hmmssss!

- Vai dizer que não tá bom? – fez a pergunta e continuou batendo pra mim, arregaçando meu prepúcio grosso de um jeito acelerado e recuando logo em seguida.

- SSSSSSS! Tu é um viadinho do caralho, né não? – botei a mão em seu rosto gordo, apertei seu queixo, mas ele não se abalou e continuou socando a braba na minha pilastra. – Tu vem pelas beiradas e não sossega até conseguir o que quer. Tu é baixo, Zeca. Ffffffff, safado!

- Passo mal quando você me prende e me aperta assim, bruto. Caralhudo da porra. Piroca deliciosa a sua, grossa, toda torta, imagina o gosto dela? Que tesão que eu tô agora.

- Oooorrrssss! Para de presepada, começa com esse papo de gosto, não, que eu sei bem onde tu tá querendo chegar. Não inventa. Ffffffff! Já liberei a mão amiga, vê se fica na tua e toca até eu gozar, vai?

Uma mão dele massageava minhas bolas peludas e trocava elas de lugar dentro do sacão solto, a outra esbugalhou o couro espesso do meu palhaço e se deixou ser fodida pela minha linguiça. A língua do filho da puta deslizando nas minhas axilas após uma manhã intensa de serviço pesado, suas narinas enterradas nas raízes dos meus pentelhos debaixo do braço e o gordinho praticamente se asfixiando no meu cheirão de macho trabalhador braçal.

- OOOORRFFF! Caralho, Zeca, foda é que tu tem a boca quente também, ein? Essa língua no meu sovaco tá me deixando maluco. Sente nojo, não?

- Claro que não, posso ficar aqui o dia todo te lambendo e te cheirando. – ele parou pra responder, deu uma cuspida bem babada na minha glande e voltou a me masturbar, só que agora fez diferente e ficou esfregando a mão na cabeça do meu cogumelo, brincando de deslizar bem na saída da uretra.

- PUTA MERDA, VIADO! SSSSSSSSS! – arrepiei dos pés às cabeças na mesma hora, foi do caralho o que eu senti.

- Gosta, safado? Hahahahahaa! Bom, né? É que essa pele é muito sensível. – esfregou pra cima, pra baixo, alisou toda a curvatura da chapoca do meu pau e eu cheguei a sentir o estômago revirando de nervoso, mas um nervoso muito instigante e delicioso de sentir.

Pareceu que ele tava querendo me causar uma sensação igual da penetração, masturbando apenas a glande e deslizando a palma da mão aberta em torno da pele rígida, porém muito sensível. Foi a partir desse momento que eu não consegui mais prestar atenção ao ambiente à nossa volta, de tão extasiante o atrito. Relaxei demais, fiquei muito à vontade, confesso, me recostei todo aberto num dos caixotes e deixei o puto do Zeca me masturbar o quanto ele quis, totalmente à mercê da mão gulosa do gordo do RH. Cheguei perto do gozo fulminante, senti o saco insustentavelmente pesado de gala, fechei os olhos e de repente tudo ficou fofo demais. Fofo, sim, essa é a palavra. Quente, escorregadio, úmido, naturalmente lubrificado, aconchegante e demasiadamente convidativo, num nível que acho que nunca senti antes. Aveludado demais, em casa demais, eu aberto demais, quando vi já tava era dentro demais, demais, demais.

- SSSSSSSS! Caralho, Zequinha! FFFFFFF! Viado filho da puta, mané.

Abri os olhos e o mundo era um céu rosado, caloroso e cheio de estrelas me fazendo carinho, tudo feito do mais doce açúcar, ao ponto de cada chupada de boca produzir um estalo copioso e viciante de escutar. Todos os meus sentidos se resumiram à atenção exclusiva que recebi do Zeca naquele precioso momento de aflição sexual intensa: meus ouvidos agradeceram pelo eco das engasgadas que ouvi; o tato manifestou a pele arrepiada por conta dos lábios envolvendo a base da minha vareta e a goela dançando na ponta da chapuleta; mas a visão continuou imersa naquele mergulho suculento do céu da boca do guloso atravessando minha rola. O gosto quem teve foi ele, que agarrou minha cobra na mão, engoliu até o talo e se acostumou rápido, brincando de ir e vir de boca na minha bengala logo de primeira.

- OOOORRRSSSS! Não falei que tua boca é quente? Puta que pariu, vai se foder. Hmmmmfffff! – suei muito fácil, a aflição tomou conta do meu corpo e o mais inacreditável é que ele usou o céu da boca pra fazer a mesma coisa que fez quando brincou de esfregar a palma da mão em volta da pele da chapoca, me deixando trincado dos pés às cabeças. – UUURRSSSS, CACETE!

- MMMMFFFF! – o putinho foi até o fundo da garganta, me mostrou o que era veludo de verdade e deu conta de centímetro por centímetro sem reclamar, me masturbando e me chupando ao mesmo tempo, na maior disciplina.

Nem dois minutos de boquete e eu já conseguia dizer com segurança e muita tranquilidade que nenhuma mulher me mamou com o mesmo empenho e dedicação que o gordinho do RH. Não sei nem explicar, só sei dizer que ele não sentiu nojo de suor, não se intimidou pelo fato de eu estar pentelhudo e muito menos recuou diante da curvatura da minha tora espetando o fundo de sua goela, pelo contrário, a impressão que deu é que o Zeca era fã número um de piroca, por isso não sossegou até ele mesmo se engasgar no meu trombone.

- AAAAAARRRFFFF! Caralho, moleque, como é que tu mama tão bem assim? Viadagem da porra. SSSSSS! – só sugadão nervoso, minha pomba envernizada de saliva quente e carregando vários tiros de galada pra disparar muito em breve.

As nuvens lubrificadas do céu da boca me agasalharam por completo, senti um tesão surreal cobrir meu corpo e automaticamente o quadril mexeu pra cima, terminando de emperrar a faringe do boqueteiro em torno da minha marreta. Perdi a concentração e soltei várias latejadas enquanto estava todo enterrado, aí o sem vergonha ameaçou engasgar, aumentou o contato íntimo da língua esfregando na minha pica, eu me perdi no tesão e senti o gozo avassalador vindo de longe, mas nada do Zeca tirar minha caralha de dentro da boca.

- Vou gozar, viado! MMMMFFFF! Vou gozar, seu puto, tu quer leite? Ssss!

- Calma, calma, espera. – ele parou de mamar. – Goza ainda não, sem pressa.

- Porra, tá maluco, meu parceiro? Já tamo aqui há um tempo, daqui a pouco termina minha hora de almoço, pô. Quero gozar, preciso. Tô pesadão, ó. – puxei o saco peludo, mostrei o tamanho e o peso das bolas, o gordinho riu e ajeitou a posição de joelhos entre as minhas pernas.

Meu martelo pronto pra demolir uma boca, ele parado na minha frente, me olhando de baixo pra cima e rindo enquanto segurava meu escroto. Tão grande que deu até pra pegar uma bolota em cada uma das mãos, aí o putinho meteu o nariz na pele rugosa do meio e brincou de me farejar por um momento, ignorando totalmente o que eu falei sobre estar no fim do horário de almoço. Tava como? Bom pra caralho, admito, mas o tempo era curto e eu só queria dar uma gozada, sem muita enrolação. Bastou pensar em sair dali que o Zeca logo agarrou meu mastro e voltou a me punhetar enquanto pagou um senhor boquetão estilo garganta profunda pra mim.

- Uuuurrrffffff! Disso que eu tô falando, porra, para de mamar não. – em vez de recostar no caixote, dessa vez fiquei sentado e essa posição me deu mais liberdade de mexer a cintura pra frente e pra trás, aí passei a dar ferroadas no fim da goela do viado. – MMMSSSS! Delícia de bocão quente, como é que pode ser tão fundo assim? Puta que pariu!

- Ggmmmm! – e o piranho nada de engasgar, nem sinal.

- OOOORRRFFF! Que tesão que eu tô nessa tua goela, Zequinha, na moral. SSSSS! Tu aguenta até o talo, ó? Moleque é guerreiro, gosta muito de um trabuco, né? Então engole, quero ver. – não resisti e me soltei, segurei seu crânio com as mãos e ele se deixou levar pela minha truculência só pra ver até onde ia chegar. – Isso, deixa que eu comando. Só aguenta, guloso. Não queria me chupar? Então toma.

Engatei profundo, mergulhei sem pena e escondi 19cm de uma piroca preta, torta e da cabeça rosada na última das paredes da garganta do gerente do RH da firma. Tem jeito melhor de descansar a refeição do que tirar os sapatos, ficar à vontade e foder uma boca até esporrar leite grosso nas amídalas de alguém? Claro que não.

- AAARRSSSSS! Eu pego pesado contigo e tu continua dando conta, ein? Tá que pariu, tem que ser muito profissa pra aguentar rola assim. FFFFFFFF!

- GGGRRRRR! – ele ameaçou engasgar, mas se manteve firme e continuou aguentando cada botadona que eu dei.

Foi bagulho de filme pornô o estrago que eu fiz naquela boca, porque me exaltei, não parei de foder e esqueci completamente que tava no estoque da empresa e que era outra pessoa me mamando, e não um objeto.

- OOOORRRSSS! Tem que aguentar, caralho, tu não me chantageou pra cair de boca nessa piroca? Agora chupa, viadinho! Engole tudo, vai? – travei sua cabeça, empurrei firme e senti meu gancho extravasando lá dentro. – SSSSSSS! TESÃO DA PORRA!

- LMMMMM! – e o profissional sem frescura, levando paulada sem fim.

- UUUURRFFF! Bom demais, dá vontade de continuar aqui pra sempre, papo reto. Para não, me chupa, vai? Me chupa, sua safada. Viado chantagista. Engole essa piroca inteira, anda. OOOORFFFFF, PUTA MERDA!

Meti como se estivesse fodendo pra fazer filho numa buceta mesmo, fiz a boquinha quente e carnuda do Zeca de xota e não sosseguei até ouvir o GLUP, GLUP, GLUP das engasgadas casando com o meu sacão batendo insistentemente no queixo do faminto. Nunca fiquei tão sério assim nem com uma mulher antes, e olha que a gente tava ali há menos de 10min e eu já tava ensopado de tanto espetar a garganta do meu colega de trampo. Cheguei perto de gozar outra vez, novamente o gordinho parou de me chupar e voltou a me enrolar quando eu tava prestes a ejacular mingau grosso pra fora do saco.

- Porra, qual foi o caô agora, Zequinha? Vai me dizer que cansou da chantagem logo agora que eu ia encher tua boquinha de leite, é? Pensei que tu fosse mais forte, viado. Hehehehehehe! – debochei e minha pica deu pinotes a esmo no ar, derrubando muita saliva no chão.

- Cansar de um pau grosso e gostoso desses? Nunca! É só que eu sei de um buraco muito mais gostoso pra você esconder esse pauzão enorme que você tem, Valdinei. – sem enrolar muito, o piranho abaixou as calças, virou de costas pra mim, arreganhou as nádegas com as mãos e revelou um anel miúdo, rosado lisinho e muito piscante na direção da minha clava, que respondeu com vários pinotes seguidos e desgovernados. – Até você tá querendo também, viu só?

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Comentários

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Delícia total, mas foi sacanagem para assim, e a gente, como fica?

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Não precisa parar, é só vir me foder gostoso. Tô te esperando juliaandradefer2465@gmail.com

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