Era sábado, e eu ia passar esse fim de semana sozinho em casa, pois meus pais tinham ido para fora da cidade passar o fim de semana com amigos. Eles queriam que eu também fosse, mas eu inventei uma desculpa para não ir, pois imaginei logo passar o fim de semana de foda com a minha gata, com o apartamento por nossa conta. Os meus pais saíram muito cedo nessa manhã, antes de eu acordar, e, quando acordei, estava com muito tesão, pois sabia que ia passar o fim de semana fodendo a minha gatinha. Só que, embora eu adore foder ela, as coisas estavam mudando; eu tinha me viciado em foder o cu do meu primo, e tinha descoberto que é o que me dá mais prazer. Até já tentei foder o cu da minha gata, mas nem a cabecinha do pau tinha enfiado, e ela quis logo parar, e nunca mais me deixou tentar. A minha sorte é que, sempre que tenho tesão de comer um cu, eu como o do meu primo Filipe, que está sempre pronto a dar a mim; ninguém dá melhor cu do que aquele meu priminho, mas também era o único que eu tinha provado. Mas também as coisas com ele estavam mudando, já não é tão fácil assim tê‑lo disponível para mim; depois que comecei a fudê‑lo, ele ganhou mais confiança e agora tem vários caras com quem transa. O safadinho não quer namorar com ninguém, só diversão, mas sempre me diz que o cara com quem mais gosta de foder é comigo.
Pois bem, o tesão com que eu tinha acordado naquela manhã era o de foder um cuzinho, mas o meu primo tinha ido para fora também; a minha namorada só vinha ter comigo na parte da tarde, por isso não tinha como aliviar o meu tesão. Como ainda era cedo, fui tomar um banho na piscina, no condomínio do meu prédio, que ainda deveria ter pouca gente, assim eu tirava da cabeça a ideia de foder um cu.
Quando cheguei à piscina, só lá estava o Sérgio, o meu vizinho da frente; nós não éramos muito chegados, mas como estávamos lá os dois, acabamos batendo um papo. A conversa puxou conversa, comecei a falar da mulherada, mas ele não se mostrou muito interessado. Foi aí que comecei a me lembrar dos boatos do prédio; os vizinhos comentavam que ele era gay, pois o cara é um gato, lindo, loirinho, daqueles que até os pelos do cu são loiros, tem olhos azuis e um corpo de fazer inveja a qualquer um, bem musculadinho, sem pelinhos, naquele seu peitão tonificado, e nunca tinha namorada. Ao conversar com ele, deu para ver que é um cara muito boa onda, só podia mesmo ser gay para não ter namoradas. Naquela hora comecei logo a pensar que era aquele cara que ia satisfazer o meu tesão por cu; a ideia era maluca, mas o tesão falava mais alto, e o meu pau até já começava a endurecer; tive que me controlar e desviar o pensamento.
Continuamos a conversar, e ele estava sempre todo simpático; em toda a vida nunca tínhamos conversado tanto como naquela manhã, e o mais curioso é que até partilhamos muitos interesses em comum. Tinha que arrumar um jeito de levá‑lo para minha casa e, uma vez lá, testá‑lo para ver se realmente era gay. Então tive a ideia de convidá‑lo para ir ver um filme comigo:
- Depois de mais um mergulho, vou ver um dos filmes maneiros que selecionei para ver. Queres vir também?
- A esta hora! Não achas um pouco cedo?
Ele tinha razão, eram 9:30 da manhã, mas eu estava decidido a levá‑lo até minha casa.
- É que estou sozinho em casa, meus pais estão fora e a minha gata só vem mais para o fim do dia, e como o papo aqui está bom, poderíamos continuar lá em casa; não vai demorar muito, aqui está cheio de gente.
- Tens razão, eu também não gosto quando isso fica cheio de gente, e como somos vizinhos porta a porta e quase não nos falamos, está na hora de mudarmos isso – ele estava sendo super simpático e eu, cada vez com mais tesão; o cara era lindo de morrer, e a bunda dele era uma delícia.
- Vamos lá então, eu tenho lá um filme novo muito bom.
A primeira parte do plano já tinha conseguido, só faltava testar aquele gatinho para ver se ele era mesmo gayzinho. Então, fomos até o meu apartamento; chegando lá, levei-o para o quarto dos meus pais, pois lá tinha uma televisão grande. Perguntei se ele queria alguma coisa; ele disse que não. Fui ao meu quarto e peguei um filme de sacanagem de homens se fodendo, que eu guardo comigo, porque de vez em quando me dá um tesão por foder um cuzinho de macho e, se não tenho o meu priminho, é com esse filme que eu mato o meu tesão. Mal coloquei o filme, inventei que tinha que ir ao banheiro, mas lhe disse que começasse a ver o filme, pois eu já tinha visto o início, mas o que eu queria era ver a sua reação de longe quando o filme começasse, para ver se ele gostava. Estava me arriscando muito, pois, se ele não fosse gay, quem estava feito era eu.
Eu então fiquei espreitando para ver qual era a sua reação, e foi a esperada: pela cara dele ele estava gostando. Quando começaram a aparecer os caras pelados, ele começou a passar a mão no pau, então eu resolvi entrar:
- Está gostando do filme?
- Não era bem deste tipo de filme que eu estava à espera? – Ele me falou isso de um jeito muito sério, e a certeza de que ele era gay já não existia mais, e comecei a ficar aflito e tentei me desculpar:
- Me desculpa, cara, não sei que filme é esse, eu vou trocar.
- Não sabia que gostavas desse gênero de filmes?
- E não gosto, só que…
- Só que estás com tesão pelo teu vizinho e o estavas testando para ver se ele também estava com tesão por ti.
- Não é isso… – eu quase estava tendo um ataque de aflição.
- Relaxa, te topei logo lá embaixo na piscina quando me convidaste para vir ver um filme contigo, eu também estou morrendo de tesão por ti – ele falou isso com o seu sorriso lindo e o meu sufoco passou. O meu pau começou logo a endurecer.
- Tu assim me matas de susto.
- Nossa, a minha intenção não era essa rsrsr…
Eu fui até ele e me sentei ao seu lado na cama para assistir ao filme junto com ele; eu não sabia bem o que fazer, mas ele sabia, olhou para mim, sorriu e se inclinou para me beijar, e eu lhe respondi com um delicioso beijo; o plano não poderia ter corrido melhor.
O cara beijava muito gostoso e ficamos nos beijando um tempão.
- Não sabia que também gostavas de caras.
- E não gosto!
- Não é o que está me parecendo.
- Eu gosto de um cu, e como a minha gata não me dá o dela, tenho que arranjar quem dê por ela – na minha cabeça eu não era gay, mas é claro que era; o tesão que começava a sentir por aquele meu vizinho não dava para enganar.
Beijei‑o novamente, tinha que mostrar para ele quem era o macho, para ele não ter ilusões a meu respeito, mas aquele cara estava mexendo comigo. Com o meu primo, eu só tinha mesmo tesão pelo seu cuzinho guloso, mas aquele cara estava me dando a volta à cabeça, eu não conseguia parar de beijá‑lo, sentia uma atração por ele que, até esse dia, só tinha tido por garotas.
Como não conseguimos parar de nos beijar, fomos nos despindo bem lentamente, sempre com a língua enfiada na boca um do outro. Mas, no meio daquele tesão todo, eu coloquei o meu pau para fora e o Sérgio parou lentamente de me beijar, ficou completamente atraído por ele e não parava de olhar.
- Que pauzão grande que tu tens, cara!
- Segura logo nele – aquele jeito tímido dele só o deixava ainda mais tesudo; segurou nele e começou a alisá‑lo e ele ficou duro que nem pedra na sua mão.
- Que pau tesudo, cara, isto é tudo tesão pelo meu cu?
- É, é tesão para foder bem gostoso esse teu cuzinho – dava para ver nos olhos dele que ele estava morrendo de tesão para me chupar.
- Esta vara está no ponto, queres que continue batendo punheta ou algo mais?
Eu fiquei impressionado com aquelas palavras, o cara só ia até onde eu permitisse, e, como eu tinha dito que não gostava de caras, ele não queria forçar nada, mas eu queria.
- Quero que faças o que tanto gostas de fazer…
- O que eu gosto de fazer com uma vara gostosa como esta é isto… – ele meteu a boca no meu pau, lambeu a cabecinha e depois deu uma sugada; nossa, que delícia, que boquinha! O loirinho sabia o que fazia e começou uma das chupadas mais gostosas que já me tinham feito, uuhmmm, até me arrepiei todo…
- Isso, que delícia, uhmmm… mama gostoso a minha vara… – era uma maravilha ver aquele cara lindo me chupando.
- Uhmmmm… adoro esta pica, é tão gostosa…
- É incrível como os caras adoram a minha geba!
- Então eu não sou o primeiro? – ele ficou realmente admirado, até parou de me chupar.
- É claro que não, mas não pares a chupada não, tens que deixar a minha vara bem tesuda para eu te fuder logo, logo – agarrei na cabeça dele e a empurrei na direção do meu pau e ele recomeçou a me chupar cheio de vontade.
A chupada estava sendo gostosa demais, ele engolia o meu pau por inteiro, até encostou a sua boca nos meus pentelhos, descia até as minhas bolas, voltava outra vez ao pau e voltava a engoli‑lo de novo; era incrível a facilidade com que ele engolia o meu pau, eu estava extasiado, não falava nada, estava curtindo a chupada daquele loirinho tão gostoso, que também estava em êxtase com a minha vara.
- Uhmmmm…
Era incrível como aquele cara, um gato, se deliciava com o meu pau; estava sempre a gemer enquanto me mamava, e eu resolvi ver como estava o seu cuzinho, que era na verdade o meu grande objetivo. Então eu peguei na sua cabeça e afastei‑a do meu pau e ele ficou olhando para mim com aquele olhão azul cheio de tesão para continuar a chupar o meu pau, mas sem saber o que eu ia fazer, eu sorri e lhe falei:
- Estás gostando da minha vara, né, vizinho gostoso?
Ele sorriu, abanou a cabeça, que sim, e já ia chupar de novo a minha vara; o cara era mesmo gayzinho, tive que afastá‑lo de novo.
- Espera um pouco, loirinho gostoso, eu já te dou pica de novo.
Levantei‑o do chão, dei‑lhe um puto de um beijo, joguei‑o em cima da cama; aquele gatinho só ria, não falava nada. Cheguei com o meu pau perto da sua boca e ele começou logo a mamá‑lo de novo; ele chupava tão gostoso que eu fodia a boca dele como se fosse um cu. Eu metia o meu pau até ao fundo da sua garganta e ele sempre gemendo de tesão; se continuasse muito mais tempo, ia acabar por gozar, e isso eu não queria, então, enquanto ele mamava o meu pau, eu comecei a explorar o seu cu:
- Levanta essas pernas! Quero dar uma olhada nesse cu.
Ele levantou logo, ficando na posição de frango assado. Enquanto ele mamava a minha vara, eu comecei a passar a mão na sua rosquinha; ele até estremeceu de prazer, o cuzinho dele era bem gostoso, com uma leve camadinha de pelinhos loiros e piscava que nem um doido; nunca tinha visto um cu piscar tanto, nem o do meu primo; o cara devia estar com tanto ou mais tesão que eu para que mandasse vara no seu cu.
- Caralho, vizinho, este cu está muito necessitado de pica — o safado parou de me chupar e, de um jeito bem sacana que até aí não tinha falado, disse:
- Nem imaginas quanto — e voltou a chupar o meu pau, sempre gemendo — uhmmmmm...
Se eu já estava cheio de tesão, fiquei ainda mais; enfiei logo o meu dedo naquele buraquinho e entrou sem nenhuma dificuldade.
- Aiiiiii nossa… Paulo — o loirinho soltou um gemido de prazer e começou a me chupar ainda com mais vontade. Pois bem, aquele cu não precisava de mais nada, estava na hora de foder o meu vizinho.
- Estás pronto para levar vara no cuzinho? — eu já sabia qual era a resposta.
- Quando quiseres, meu vizinho gostoso, uhmmmm... — e engoliu o meu pau todo; ele não largava a minha vara.
- Então para de chupar, que a seguir vais ficar ainda mais viciado na minha vara.
- Ainda mais?
- Seu safadinho, tu não vais querer outra coisa quando eu começar a mandar vara neste cu – ele era mesmo um safado, e eu então enfiei três dedos no seu cu e ele gemeu alto de tesão.
- Nossa... que gostoso... mete logo essa tua pica, uhmmmmm...
Levantamo‑nos e ele se colocou de pé no canto da cama e foi logo empinando a bundinha enquanto eu colocava uma camisinha no meu pau. Estava morrendo de tesão para experimentar aquele cuzinho.
- Empina bem essa bunda e abre bem essas pernas — dei uma palmada forte na sua bunda e enfiei mais uma vez o meu dedo no seu cu. Estava no ponto; segurei a minha vara, mirei no seu cu e comecei a penetrá‑lo, o meu pau entrou fácil.
- Caralho, cara, é muito grossa essa tua vara — eu fiquei um pouco preocupado quando ele falou isso, pois gosto que quem transa comigo tenha tanto tesão quanto eu, e eu estava metendo a minha vara rápido demais, mas aquele cuzinho não oferecia qualquer resistência; mesmo assim, fiquei preocupado.
- Queres que tire um pouco?
- Está maluco, cara? É grossa, mas é assim que eu gosto, mete tudo bem fundo — e levou a mão às minhas costas e me empurrou contra o seu corpo, e eu, preocupado, com o viado!
- Tu és mesmo safado — e comecei a meter sem dó.
- Devagar, cara, assim também não — eu estava metendo rápido.
- Não querias pica? Agora aguenta.
Só parei quando o meu pau já estava todo dentro da sua bunda; ele ainda reclamou um pouco, mas o seu pau continuava duraço, por isso ele estava gostando, e viado é assim mesmo, reclama, mas o que ele mais quer é um macho que lhe apague o fogo que ele tem no cu.
Quando já tinha enfiado o meu pau todo, reparei que o meu vizinho estava com cara de sofrimento e eu parei. Ele não falou nada, então ficamos assim um pouco, para ele se acostumar, embora o cuzinho dele já fosse bem experimentado; o meu pau é muito grande e não é qualquer um que o aguente. Lembro que, para comer o da minha gata, nem a cabeça entrou e ela nem quer ouvir falar em pau no cu. E foi ele que, quando começou a ficar acostumado, começou a rebolar devagarinho; fiquei a observar, à espera que pedisse por mais e não foi preciso esperar muito.
- Vai, cara, me fode!
- Já estás bem acostumado?
- Sim...
- Então eu não quero ouvir mais nenhuma reclamação.
- Não vais ouvir, manda vara no meu cu, manda...
E eu comecei a bombear aquele cu devagarinho, mas ele ainda se contorcia um pouco, mas, pouco a pouco, ele começou a ficar mais solto e depois, só pedia pica.
- Me fode, cara, mete tudo, me fode com força, uhmmm...
- Assim, loirinho? — tirei e meti o meu pau de uma vez só.
- Podia ser melhor! rsrsrsr - o safadinho gostou e me provocou.
- Eu já te mostro, seu safado — e comecei a foder aquele cu como eu gosto, estocadas fortes e violentas, e ele gemia a cada metida da minha vara; o cara adorava vara no cu, só precisava era de se acostumar.
Eu fodia o seu cu como queria, tirava o meu pau e o metia tudo de uma vez, ele só largava gemidos de tesão e quanto mais fundo eu metia mais ele gemia; nunca tinha fodido ninguém assim, o Sérgio era uma autêntica puta na cama, e ia aproveitar isso para realizar com ele uma das minhas fantasias: sempre tive tesão de que cavalgassem na minha vara, mas ninguém nunca conseguiu, todos se queixam que é muito grande e grossa, mas o Sérgio já devia ter levado muita rola no cu e já devia ter sentado em muita rola e então lhe perguntei:
- Queres sentar na minha pica, vizinho safado?
- Claro, meu vizinho gostoso, vai ser uma delícia cavalgar nessa vara…
Eu não me tinha enganado, o cara gostava mesmo de pica, então eu me deitei na cama e abri bem as minhas pernas, deixando o meu pau à sua disposição, e ele foi logo agarrando nele e começou a chupar, mas eu não queria isso:
- Agora não é hora de chupar, seu safado, é hora de cavalgar, rsrsrs…
- Uhmmm, esta vara é tão gostosa...
Ele olhou para mim, deu um sorriso bem sacana e foi‑se posicionar para cavalgar na minha vara; ficou de costas para mim e eu mirei a minha vara à entrada do seu cuzinho, agarrei nas suas ancas e comecei a guiá‑lo para baixo, e a minha vara começou a sumir no seu cu.
- Uhmmm, caralho, como é grande esta vara, uhmmmm....
- É grande, mas é assim que tu gostas! Vai, vizinho, senta, está entrando tudo.
- Uhmmmm… estás a arregaçar‑me todo, mas é muito tesão, uhmmmm...
Não demorou nada para ele sentar completamente no meu pau e começar a cavalgada mais gostosa da minha vida; tive tanto tesão que tive que me segurar para não gozar; ele subia e descia na minha pica como os caras dos filmes, sempre gemendo de tesão; nunca tinha fodido assim.
- Caralho, que delícia de pica, uhmmmm, que gostosoooooooo....
Era tesão demais, ele não parava de cavalgar, tive que o segurar para não gozar.
- Para um pouco, cara, se não eu gozo já!
- Ainda é muito cedo para isso, meu macho gostoso — que delícia ouvi-lo me chamar de macho gostoso - ainda quero levar com muita pica…
- Então fica quietinho, que já, já volto a socar bem gostoso este teu cu guloso.
Era mesmo muito cedo para eu gozar, mas ter aquele loirinho gostoso a cavalgar na minha vara daquele jeito e realizar uma das minhas fantasias mais gostosas foi prazeroso demais. Ficamos então os dois agarradinhos, eu abraçando‑o com o meu pau dentro do seu cu, paradinhos, desfrutando do momento, pois nenhum dos dois queria que eu gozasse, ainda queríamos prolongar essa foda por muito mais tempo, mas o tesão era muito e eu não sabia se ia segurar por muito mais tempo a gozada.
- Vai, meu macho, me fode gostoso, vai! — pediu ele, já ansioso para que eu o socasse de novo.
- Tu és um safadinho, sabias?
- Eu só quero é essa pica entrando e saindo no meu cu, rsrsrs...
O meu vizinho era mesmo safado, ele não se contentava só com a minha pica dentro do seu cu. Então o deitei na cama, abri bem as suas pernas, ele ficou na posição de frango assado e comecei a foder de novo aquele cuzinho bem devagarinho para não gozar logo, e era delicioso ver a cara de prazer dele…
- Isssooooo, uhmmmmm... isooooo, me fode, meu macho, uhmmmm… que delíciaaaaa..... — eu não resisti e lhe dei um beijo, e foi bem demorado.
- Estou adorando te foder, seu safado…
- Já há muito tempo que não era fodido desse jeito, Paulão, é uma delícia ser fodido por ti, uhmmm...
- Estás adorando, né, safadinho?
- É prazer demais, meu macho gostoso.
- Então aproveita, que logo, logo eu vou gozar.
- Goza, meu macho, porque quem vai gozar sou eu; ser fodido nesta posição é prazeroso demais para mim…
- É? — e aumentei levemente as estocadas.
- Aaaiiiii, se é, uhmmmmmmm…
E comecei a fodê‑lo mais rápido e, para minha surpresa, ele começou a gozar sem tocar no seu pau. Nossa, vi a gozada mais deliciosa da minha vida; o seu pau começou a jorrar leitinho ao ritmo das minhas estocadas.
- Caralho, seu safadinho, e eu é que estava para gozar…
- Aaaiiiii… meu macho… fodes bem demais, uhmmm… isssooo, soca… soca gostoso essa vara em mim.
- Toma vara, meu putinho gostoso — eu dava estocadas bem fundas naquele cuzinho e, a cada estocada, ele jorrava leitinho no seu peito.
- Aaaiiiii, que delícia, és um macho do caralhoooo…
- Tu é que és um loirinho do caralho, vou encher este teu cuzinho de leite! — estava quase gozando.
- No meu cu não, quero provar o teu leitinho — e tirei o meu pau do seu cu.
- Então vem logo, que eu estou no ponto — peguei nele, coloquei-o no chão e agarrei na cabeça dele com o meu pau em frente à sua cara — abre a boca, caralhooooooo….
O meu vizinho nem teve tempo de abrir a boca, o primeiro jato saiu logo do meu pau e esporrou-lhe a cara toda, e depois ele abocanhou o meu pau e passei a gozar dentro da sua boquinha.
- Ai, que delíciaaaaa, uhmmmmmm — eu empurrava o meu pau naquela boquinha adentro e ele mamava tudo - isso, toma todo o meu leitinho, seu safadinho.
Minhas pernas começaram a ficar trêmulas à medida que ia despejando leitinho na boquinha do meu vizinho; quando terminei, ele olhou‑me com uma cara de putão.
- Que leitinho mais saboroso, esse teu pau é uma delícia, meu macho gostoso.
- Fizeste-me ter a melhor gozada da minha vida, seu safado, rsrsrsr… - e sentei-me na cama, exausto.
- Ainda não acabou, meu macho.
Ele veio sobre mim e foi logo na direção do meu pau, que ainda pingava as últimas gotinhas de leite, e começou a chupá-lo, mas eu estava muito cansado para ficar com ele duro de novo; mas também não era isso que ele queria, o que ele queria era a minha porra; ele chupou cada gota que havia no meu pau, deixou-o limpinho. Quando acabamos, o filme que eu tinha posto também estava acabando, o que significava que tínhamos estado duas horas ali fodendo.
- Acabamos ao mesmo tempo que o filme, rsrsr...
- É, nunca tinha fodido tanto tempo seguido.
- Gostaste de me foder?
- O suficiente para querer repetir, rsrsrssr…
- Quando tu tiveres vontade de comer um cuzinho, o meu está às tuas ordens, rsrsrs...
- Ninguém imagina o quanto tu és viado, seu safado, rsrsrs...
- Também ninguém imagina o quanto tu fodes bem um cu, rsrsr...
E começamos um longo beijo. Como ainda era cedo, fomos jogar um pouco de videogame, pelados; nos divertimos muito, pois ele gosta dos mesmos jogos que eu. Quando nos demos conta, já estávamos de pau duro de novo, então fomos para o chuveiro tomar um banho e fodemos novamente, bem gostoso. Confesso que já nem queria que a minha namorada viesse; queria passar o fim de semana com aquele loirinho maravilhoso, mas era uma questão de tempo para tê-lo de novo para mim; a barreira que havia entre nós tinha sido quebrada. A partir desse dia ganhei mais um cara gostoso para foder e, sempre que um de nós está sozinho em casa, a gente fode muito. O Sérgio acabou me confessando que tem muito tesão no cu, que adora ser fodido; não podia ser mais perfeito para mim.
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