Acampamento do sexo

Um conto erótico de Seto Kaiba
Categoria: Grupal
Contém 1970 palavras
Data: 14/01/2023 08:20:26
Assuntos: Grupal, Verídico

O ano era 2002 estava no auge da forma física, seguramente na fase mágica na vida de um homem que eu considero dos 18 aos 30, essa janela de 12 anos foi o meu ápice absoluto, consegui passar quase todo esse tempo praticamente solteiro, pois apenas com 23 e 26 tive namoros fixo e monogâmico e ainda sim foram namoros curtos 6 e 8 meses respectivamente, não tô dizendo que depois dos 30 a vida acaba, longe disso, mas vamos ser sinceros que as prioridades vão mudando o corpo e a mente vão mudando e vc acaba usufruindo bastante da sua rede de contatos que foi criada na década anterior e realmente fazia parte do meu planejamento de não casar, ter filhos ou ter um relacionamento sério e exclusivo com ninguém, não queria que acontecesse comigo o que vi acontecendo com muitos amigos que "perderam" a fase mágica se amarrando em casamentos prematuro ou namoros longevos, muitos deles até os que continuam casados hora ou outra dizem a famosa frase: "sou feliz com minha esposa e filhos, mas se eu pudesse voltar atrás não teria casado tão cedo" e é por ter escutado histórias assim seja de familiares ou de amigos que decidi muito cedo que iria aproveitar ao máximo antes de pensar em me amarrar em alguém e foi isso que fez com que eu hoje possa ter tantas histórias pra contar e não ter medo nenhum de dizer que fudi com mais de 150 mulheres, mais da metade disso foram comprometidas e sempre transando várias vezes com cada uma delas pois sempre fui muito discreto, o que quero dizer é que poucas das minhas conquistas foram aventuras de uma noite, como em Uma noite de pilantra (essa história já foi contada) ou fodas de carnaval em Olinda e Recife, pois eu sempre gostei de agradar minha parceira e de sigilo, uma combinação excelente e admirada pelas mulheres.

Esse preâmbulo foi pra mostrar um pouco como eu levava minha vida na época e que tudo que importava era fazer sexo e gozar, virei até cliente Premium de motel hahahahaha tinha carteirinha e tudo hehehe.

Era um grupo de oito amigos, na verdade só quatro eram amigos mesmo os outros eram colegas, não vou falar o nome de todos pois não importa pra história em questão, pois os participantes foram eu, Luiz e Don, que era o diminutivo do apelido dele que era Don Bilolão, eram 4 barracas pra oito, 3 barracas pra 2 pessoas e a minha barraca uma transa 5 grande então, então eram 2 por barraca e a minha sobrava muito espaço, passamos uma semana em uma praia chamada Gaibú e sempre que alguém descolava uma mina o que sobrava vinha dormir na barraca grande e caso eu arrumasse alguém eu ia pra uma das pequenas e os dois que cediam iam pra barraca grande, então basicamente era a dança das barracas do sexo, pois toda noite alguém arrumava alguém e teve noite de ter dois casais na transa 5, mas eu não tava entre os participantes então não vou falar sobre isso.

No normal dormia eu e Luiz na minha barraca e nesse dia foi muito top, pescamos dois peixes de bom tamanho, fizemos uma peixada massa com um caldo incrível e umas latas de aguardente, no começo da noite estávamos tomando nem sei o que na praça e lá elas 22:00 uma doidinha praieira se aproxima, devo informar que não ficávamos os 8 sempre juntos, pelo contrário, geralmente ficávamos em pares ou quartetos, mas nesse dia a "perêa" de Don tinha se esquematizado e já tinha voltado pra o camping, Então a doidinha pede um cigarro pra mim e dei e a chamei pra beber com a gente já estamos bem brisados e ela também, então conversa vai e conversa vem toramos mais um litro de run com coca ai já estávamos super entrosados, ela bem interessada em mim e em Don mas não teve competição, chamamos ela pra o camping pra fumar um e foi o que fizemos, depois de fumar a chamei pra minha barraca ela foi, demos uma beijos ela botou meu pau pra fora e começou a mamar, uma mamada bem profissional e molhada aí ela falou nossa que pau gostoso mas eu posso te pedir uma coisa? Eu disse, pode e ela, chama teu amigo pra cá tmb, aí eu, qual deles? E ela diz, o negão, aí eu botei a cabeça pra fora da barraca e chamei, Don veio e pergunta, qual foi mano? Ela quer foder com nós dois topa? E ele, oxi é lógico e entra, nisso Luiz veio atrás e disse eu quero TMB, vou ficar só aqui fora não, ela não reagiu, ficamos todos sem a parte de baixo e de camisas só ela peladinha, ela tava novamente me mamando e como tava meio escuro ela nem viu, mas quando luiz a coloca de 4 e ela me chupando e atola o pau nela, ela nem reage tanto, só geme um pouco que é bem abafado pelo meu pau na sua boca, quando ela olha pra o lado tá Don segurando sua mangueira preta que facilmente tinha 31cm e tão grossa ou até um pouco mais que a minha, ela arregala os olhos se levantou um pouco segurou com as duas mãos olhou pra trás e diz pra Luiz, sai daí e deixa esse negão foder minha boceta, começamos a rir, mas Luiz ficou meio puto hauahauauau Don atolou sem pena, na primeira empurrada entrou mais da metade, a doidinha teve o grito abafado pela minha rola, Don faz sinal pra Luiz esperar um pouco, ela macetou com força e meteu quase tudo, na verdade acho que não cabia mais, pois ele metia com força que ela até engasgava com minha rola encostando no fundo da sua garganta, a doidinha começou a se tremer e a gozar muito, sua cara tava todo melada, Don avisou que gozaria ela parou de me chupar e virou pedindo pra tomar gagau, Don jorrou na boca dela, nunca vi alguém gozar tanto, foram vários jatos seguidos que ela não deu conta, ficou toda lavada de esperma, mas a doidinha parecia uma gata, saiu se limpando se lambendo ou arrastando com as mãos e engolia tudo, nisso Don que ainda tava com aquele braço de criança duro, se deitou e colocou a doidinha por cima e a encaixou no seu pau, ela nem tinha forças pra reagir só seguia o comando como uma marionete, eu era só um coadjuvante satisfeito por um boquete legal na madrugada, Mas o Don era tão safado quanto eu, meteu na boceta da doidinha e a puxou pra baixo e isso a fez ficar com a bundinha exposta, Don já fez sinal pra Luiz que já entendeu a parada e já foi pra trás da doidinha e começou a tentar enfiar no seu cu, ela começa a dizer que não que ia doer e não sei o que e o Don falou grosso, seu cu vai rolar, vc quer que comece por ele ou que comece por mim? Vc escolhe, ela nem responde só aponta com o queixo pra o lado de Luiz e ele ainda diz e continue chupado ele e aponta pra mim, Luiz ficou um tempo tentando meter sem sucesso o cu dela ficava muito fechado por conta do caralhão que tava na sua boceta, Don também percebeu e tirou o pau e disse vai Luiz, mete no cu dela agora, aí entrou até com facilidade e ela gemeu com meu pau na boca, mas quando o negão entrou de novo na sua boceta ela começou a urrar de dor e prazer e olhe que meu pau abafava bastante preenchendo sua boca, a segurei pela nuca e comecei a foder-la, ficamos naquela meteção um tempo até que Luiz gozou no seu cu, ela gozou de novo e ficou molinha, nisso eu tiro o pau da boca dela, coloco um camisinha e já fui em direção a sua bunda, ela percebeu a maldade e já foi dizendo, não, não, teu pau é muito grosso, vai me arrombar todinha, Don meteu fundo sua xota pra ela gemer e se calar e ainda disse, é melhor deixar ele comer seu cu porque depois vai ser minha vez, ela arregalou tanto os olhos que mesmo na penumbra dava pra perceber o medo, fui metendo na boa, sem maldade, não tive a mesma dificuldade que Luiz, mas ela gemia muito alto eu disse pra o Luiz colocar alguma coisa na boca dela, o pau dele tava mole ainda, mas pelo menos abafava um pouco, o meu pau e o de Don numa DP fazia com que tanto sua boceta quanto seu cu ficassem apertados, Don avisou que gozaria e ela pediu leitinho novamente, a puxei pra o meu colo e ela ficou meio que ajoelhada de costas pra mim com meu pau no seu cu, o negão tirou a camisinha e colocou a manqueira de bombeiro na sua cara e despeja uma quantidade absurda de porra pra quem já tinha gozado uma outra quantidade absurda, a doidinha bebeu o que deu, tentou recolher o que caiu fora, mas dessa vez lambuzou até seu cabelos e olhos a empurrei pra ela ficar de 4, pois não queria me sujar de porra e só aí fui gozar gozei no seu cu, ela tava bem cansada, já tinha gozado tanto que não dava pra saber, Don com o espírito da traquinagem dentro dele já tava com o pau meio bambo tocando uma o Luiz saiu da barraca pra fumar e eu fui junto pra fumar um baseado, quando voltamos pra barraca a safadinha praieira tava ajoelhada pagando um tremendo boquete no Don eu me deitei do lado e mandei ela sentar no meu pau, ela sentou entrou lisinho na sua já judiada boceta, com pouco tempo ela já gemia novamente, Don tirou o pau da sua boca e eu a puxei num abraço, ela achou que eu ia beja-la, mas era só uma estratégia pra ela arrebitar a bundinha, Don nem perguntou, só encaixou e empurrou no seu cu, a putinha deu um berro que Luiz que já tava de boa cochilando ao lado das brasas de fogueira acordou e voltou pra barraca, essa mulher gemia tanto ela implorava pra Don não colocar mais e ele nem ligava, só disse calma que chegou na metade, eu continuava metendo na sua xota e ela tava extremamente lubrificada, Luiz botou o pau na boca dela, enquanto o Don finalmente meteu tudo e anunciou vc tá com 31cm de rola no cu sua puta gostosa e começou um vai e vem ritmado com as minhas estocadas parecia até ensaiado, nisso a praieira começou a se contorcer e a balbuciar coisas inaudíveis e sem sentido e explodiu numa gozada tão foda que ela nem conseguia se mexer, Don acelerou e eu tbm, o negão anunciou que ia gozar e gozou, tirou o pau de sua cu e disse é minha vez de fumar um e saiu, Luiz foi junto porque ela nem conseguia chupar mais, eu a virei de frente e ela meio desfalecida sem falar, meti mais um tempinho, porém sua boceta tava tão molhada e tão arrombada que não tinha atrito então tirei o pau e a camisinha e terminei punhetando e gozando na sua cara, coloquei o short e fui pra perto da fogueira, já estava começando a clarear o dia, a praieirinha estava entregue toda gozada mas nem se mexia, literalmente apagou, eu fui no chuveirão (daqueles de colocar moeda) tomei um banho pois não durmo sem banho, quando voltei já tava claro, Don e Luiz tinham voltado pra barraca, olhei e vi a bagunça, preferi ficar na canga deitado ao lado das brasas da fogueira, até a próxima.

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