Pedrinho.....o amigo de meu primo

Um conto erótico de Edmar Borsato
Categoria: Gay
Contém 1081 palavras
Data: 12/12/2022 08:11:02
Última revisão: 12/12/2022 11:04:51
Assuntos: Gay, moreno, Teen

A partir do momento que meu primo Chico abriu o caminho, ocorreram umas mudancinhas em hábitos, em maneiras de me apresentar, até modos de vestir, o primeiro a sentir e desfrutar desse meu jeitinho foi Pedrinho, um amigo de meu primo Chico, que por saber o que rolava entre eu e meu primo, (que contou) aguçou seus desejos e me proporcionou momentos picantes e cheios de tesão.

Eu e Pedrinho, apesar dele ser mais velho que eu, estudávamos juntos, ele estava mais atrasado, morávamos próximos, e nossas mães resolveu nos colocar para aulas de reforço com dona Dulce, que morava no outro lado da cidade, íamos de bicicleta, na época eu tinha uma monareta, Pedrinho uma grande, acho ser Monark, lembro ser preta. Pedrinho vivia me cercando, sempre me bolinando, me cantava mesmo, eu não refutava, até gostava, estava me sentindo envolvido, ele era um moreno, bem forte, um garoto muito bonito, me atraía muito, a ponto de eu dar umas provocadas, instigar, por exemplo: eu estava esperando o Pedrinho chegar para irmos pra aula particular com dona Dulce, eu esvaziei um pneu de minha bicicleta, e tive um que ir de carona com ele. Já havia premeditado, até vesti um shortinho de malha fina, sem nada por baixo, sempre tive a bundinha apetitosa, redondinha, grandinha, alguns meninos me chamavam de Zé Bundinha, naquele dia em especial eu dei uma preparada, usei o creme nívea de minha mãe, nas coxas lisas e na bundinha, como dizia Pedrinho eu estava um "pitéuzinho", mais que depressa, falando que o pneu de minha bicicleta estava vazio, eu queria uma carona de,e, sendo que a bicicleta dele não tinha porta -embrulho, sentei no quadro, ficava entre as pernas do Pedrinho, com as coxas dele esbarrando em minha bundinha ao pedalar, o que fazia depois que estávamos a uma certa distância lentamente, aliás, notava que as vezes sentia a mão dele me acariciar, em um momento me encostei mais, senti seu pau duro em minhas costas, fiquei encostado, ele esfregava mais, estava tão lemto, que quase não nos equilibrávamos, propus eu pedalar e ele guiar, nesse meu movimento, o que encostava no pau duro dele era minha bundinha, fizemos o caminho todo naquela bolinação, quando chegamos tivemos que disfarçar e entrar rápido pra casa de dona Dulce, naquele horário éramos somente eu e Pedrinho, sentamos numa mesa tipo de boteco, enquanto dona dulce explicava um dever de matemática, eu faceiro, estiquei minha perna, colocando na cadeira entre as pernas do Pedrinho, ele aproveitando da situação, encostou o pau, que tinha colocado pra fora,, em meu pé, fiquei brincando com o pé naquele membro duro, depois de quase uns 40 minutos de aula e bolinação, dona Dulce deu um intervalo de 15 minutinhos, nos quais podíamos ir nos pés de fruta, era uma chácara, para saborear, manga, jaboticaba, mas Pedrinho me chamou para o meio das bananeiras, pois ficava mais afastado, já chegando me abraçando por trás, eu dei uma leva reboladinha sobre o volume no shorts, me virei de frente, bem encostadinho, o shorts dele era de elástico, foi fácil eu enfiar a mão para segura-lo, duríssimo, mais grosso que o do Chico, tamanho parecia igual, bem moreno, eu o apelidei de soquete, falando que o soquete dele era muito duro, o punhetava lentamente, como uma menina experiente, perguntei se ele queria que eu o chupasse, já me agachando em sua frente e levando a boca, o cheiro e o gosto forte de quem havia tocado punheta o dia inteiro não me causou nenhuma repulsa, lambia com sofreguidão, aqueles 15 minutinhos nunca passaram tão rápidos, ouvimos a dona Dulce nos chamar. Novamente disfarçando, entramos e demos continuidade na aula. Quando retornamos, a bicicleta era pedalada lentamente, eu no quadro, tocando uma punhetinha no Pedrinho, que no meio do caminho, me propôs em um terreno que havia umas manilhas de saneamento, e estava sem movimento de funcionários da prefeitura ali, irmos para o meio das manilhas, eram enormes, entramos em uma delas, chupei novamente Pedrinho, só que eu queria mais era que ele me comesse, estava doidinho para dar o cuzinho pra ele, ele até tentou com cuspe, mas doía muito, era grosso, então ficou só colocando na portinha, pedi a ele que arrumasse um creme, algo que ajudasse a escorregar, mas ali no meio encontramos, falei até na babosa, mas no meio das manilhas não tinha. Estava escurecendo, fomos para casa, mas aquele esfrega, esfrega, ascendeu um fogo incontrolável, eu tinha que dar a bunda, no outro dia na escola, Pedrinho e eu só andávamos juntos, parecíamos cachorros no cio, não seria dia de aula particular, então arrumamos um "trabalho em equipe" para fazer em casa, Pedrinho sugeriu que fosse na dele, pois o pai só chegaria a noite e a mãe iria no médico na cidade próxima. Falamos com minha mãe sobre o trabalho escolar, me preparei todo quando cheguei da escola, vesti meus shorts de malha fina, já havia enchido o pneu de minha monareta e fui para casa de Pedrinho, meu cuzinho piscava, quando cheguei, sua mãe já havia saído, Pedrinho me chamou para o quarto, já deixando eu ver o pau dele em estado de prontidão, a ordem para chupar, foi atendida imediatamente, perguntei se ele tinha arrumado alguma coisa para ajudar a escorregar, ele sacou um pacotinho de margarina claybon, eu não titubeei, abri aquele pacote e espalhei margarina naquela pica latejante, fiquei de quatro sobre a camapedi para me lubrificar tambem, abrindo a bundinha e mostrando o cuzinho pra ele, ele me untou, enfiando dedos, para ficar bem lubrificado, eu pedi para colocar devagarinho, para não doer, Pedrinho foi colocando e tirando, colocava e tirava mas a cada entrada era um pouco mais, eu mordendo o colchão, com a bunda toda inclinada e ajudando abrir com as mãos, ele ia e vinha, sensação deliciosa, ele me completou, me fazendo cair deitado com ele inteiro dentro de mim, após segundos aquela pica que medi , tinha 17 cm, era socada no meu reto, me fazendo delirar e gozar, Pedrinho também me encheu de porra, naquela tarde foram umas tres horas de pirocadas, chupadas, eu adorava ficar de quatro com ele me enfiando a pica, meu cuzinho era a medida certa pra ele como se eu fosse a capa para sua espada., e mais um para o caderninho, pois a letra P havia ido para meu diário. Ah! Depois conto sobre o apelido que ganhei : claybon . Mas essa será uma outra história.

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Comentários

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Muito bom o conto, me recordo quando tinha meus 14a quando dava pro português aonde ajudava ele na venda comia meu cu todo dia, eu adorava dar pra ele.

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Delícia! Me faz recordar do meu início. Até uns anos atrás eu tinha a contagem de quantos me comeram, já que chupar rola, não dava pois era muito maís. Mas não deu mais pra contar. Uma coisa porém eu sei, todas as vezes que tive com uma rola na boca ou no cu, firam momentos de prazer indescritível. Mesmo casado três vezes, nunca neguei prazer de ter um bom sexo masculino. Parabéns!

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