Tainá, a novinha que engravidou do negão zelador da escola

Um conto erótico de chupador
Categoria: Heterossexual
Contém 1304 palavras
Data: 30/12/2022 02:12:43

Contar uma coisa que aconteceu aqui na minha cidade quando eu era moleque. Vou descrever a vagabunda precoce da Tainá: BEM novinha, baixa, magrinha demais e com a bunda tão redonda e empinada que nem parecia natural. Era meio dentuça, meio feinha mas o corpinho e a bundinha eram demais. Tanto que ela era a favorita da molecada na hora do intervalo: ela corria pro meio da muvuca da cantina de calça tactel sem calcinha, a calça soltinha entrava na bunda e os moleques se acabavam de encoxar, ela adorava, empinava, se entregava pra molecada, encaixava as pirocas dos moleques mais velhos e maiores bem no meio do rego e fingia que não tava percebendo. Fazia tanto que ficava até feio pra ela, que tava pouco se fodendo. As vezes um ou outro saía gozado do meio da muvuca e ela saía de lá com a calça enfiada fundo no rabo, com a parte do meio entre as nádegas visivelmente molhada.

Mas voltando ao acontecimento principal: era sexta feira, fim de tarde na porta do La Torre, escola em Osasco onde estuda de manhã, ela foi lá pra beber e cheirar pó com seus amigos mais velhos da quebrada. Ela tá com um short bem curto onde aparece metade da carne da bunda.

Ela já saiu de casa com uma coisa na cabeça: hoje ela ia trepar. Mas hoje ela não queria os moleques magrelos com pintinhos pequenos. Ela tava a procura de um macho beeem caralhudo, mas bem mesmo, ao ponto de que não aguentasse o tamanho, ela queria uma piroca que fosse capaz de quebrá-la no meio. E tinha que ser um negão. Ela tinha tomado muita pinga daquelas baratas e dado uns tiros, então juntou o tesão de piveta da quebrada com uma mente fora de si que seria capaz de enfrentar qualquer coisa que viesse pela frente pra satisfazer a libido. Ela olhava ao redor e na roda nos trutas dela e não encontrava o que queria. Ela comentou com a amiga:

“Amanda hoje quero ser estraçalhada! Mano, quero a maior trolha que eu conseguir achar! A mais comprida, mais grossa e mais pesada, e quero preta! Outra coisa, hoje é copo cheio, quero tomar jatada de porra no meu útero. Quero engravidar de negão! Haha”

Amandinha ficou em choque, Tainá tava muito loca e ela sabia que isso ia dar bosta. Tainá lembrou do Seu Antônio, zelador da escola. Negro, alto, uns 40 anos, forte pra caralho e tinha o que Tainá queria.

Elas sabiam disso pq certo dia viram ele martelando uma porta, ele tava de short de futebol bem folgado e sem cueca. Acontece que era um PUTA de um caralho que mesmo mole fazia um volume enorme e ficava solto batendo entre as coxas, fazia até barulho, por causa do peso! Nesse dia elas colaram as placas, as bucetas melaram, foram correndo pro banheiro bater uma. A cena daquele monstrão preto balangando ficou por dias nas suas mentes.

Tainá deu mais um tiro, tomou mais um copo de pinga e entrou na escola, completamente chapada, muito acelerada também e com a buceta tremendo. Ela tava segurando a onda pra não gozar só de lembrar daquela trombona do tiozão. Tava determinada.

Bateu na porta da sala do Seu Antônio, ele abriu, ela disse que tava precisando de alguém pra consertar uma cadeira na sala de aula.

Seu Antônio: ô piveta, você tá me tirando né, fala logo o que você quer…eu te vi aquele dia olhando pro meu pau!

Tainá: ai caralho, já ganhou a fita né, que se foda, tô muito loca já…bota essa piroca pra fora agora!

Ela ajoelhou e ficou com o rosto bem perto do volumão que tava na bermuda. Ele foi abaixando a berma e um puta pauzão meia bomba começou a surgir. Era tão grosso, roliço, as veias eram bem saltadas e bem grossas.

A reação da Tainá foi tomar um susto muito grande, um suspiro alto de medo e surpresa, os olhos saltados, a boca bem aberta e o queixo tremendo. Nessa hora sua cabeça travou, pq além de estar com muito tesão, sua mente tava cheia de cachaça e farinha, ela babava pelo canto da boca mas nem percebia, entrou em transe. Foi muito difícil pra ela segurar o orgasmo de novo mas segurou. Ficou alguns segundos encarando aquele monstro de caralho e começou a gargalhar de alegria e medo.

Tainá: Mano do céu! Olha a grossura dessa piroca! Isso não vai caber em mim! Vai mandar meu útero lá pra casa do caralho! Mano! Na moral, não sabia que existia pica tão grossa assim, é enorme de grosso! Deve ter 1 kilo de carne aqui!

Ela espalmava a mão por baixo do pau e dava batidas com ele na palma da mão pra ficar curtindo o peso.

Ela tomou outro susto quando o negão arrancou seu short e botou ela sentada na mesa a sua frente, ela tremia toda, tava com muito tesão mas agora com medo de sofrer alguma lesão irreversível. Ele abriu suas pernas, pegou a baba grossa da bucetinha pequena dela e espalhou no caralho.

Tainá: Não, perae! Assim de frango assado vai dar merda, vai zuar tudo lá dentr…

Não deu tempo de falar. Seu Antônio foi empurrando devagar pra dentro da pequena, sendo que na metade do caralho ela gozou forte, um olho foi pra cima outro pra baixo, a bucetinha vomitou um creme grosso, uma lubrificação diferente de tudo q ela já tinha visto.

Enquanto ia entrando forçava muito, ela tentou gritar, a voz não saiu, daí ficou com aquela cara de retardada, bocona aberta, olho esbugalhado e torto e um grito entalado querendo sair.

Ainda faltava uns 10cm de caralho pra entrar quando ela sentiu algo estranho no fundo da buceta. Já imaginam né? Era a cabeçona, do tamanho de uma maçã do amor, forçando pra entrar no útero – e veio seu segundo orgasmo – sua buceta fez aquele barulho do último ar saindo de dentro, espirrando mais creme pra fora.

Sem demonstrar nenhum respeito pelo que poderia causar a saúde da menina, Seu Antônio travou seu corpo contra o pequeno corpinho dela e empurrou mais, sentiu um barulho (como se fosse um “ploc”) no momento em que a cabeça passou por um estreitamento – agora sim ele fudeu o útero dela – o que ele fez? Lógico, empurrou mais! A cara dela foi de desespero, dor, tesão e surpresa, tudo junto! Os olhos quase pularam pra fora da cara!

As cabeçadas batiam no fundo “sabe se lá do quê”, porque do útero já tinha passado faz tempo. Começou a socar dessa forma, com uma puta força, os orgasmos de Tainá então passaram a ser múltiplos, ainda mais quando ela viu a barriguinha dela se movimentar quando o caralhão batia no fundo. Ela, totalmente fora de si, berrava alto:

Tainá: Seu Antônioooooooo! AAAAAAAAHHHH! Vai me atravessar seu filho da putaaaaaaaaa! Olha minha barriga mexendo! Para que eu vou me foder! … meu… quer saber?… Soca mais essa porra! Me fode até eu morrer no seu pau!

Nessa hora o tiozão não aguentou mais, espremeu o caralho o mais forte e fundo que dava e começou a esguichar porra pra dentro da pequena… Ela sentiu os jatos tão fortes, tão fundo, mais um pouco dava pra sentir o gosto. A sensação foi tão forte que gozou de novo. Teve um desmaio por alguns minutos devido a extrema sequência de orgasmos. Acordou com Seu Antônio abanando ela. Como tinha voltado a si pegou sua roupa toda tremendo e saiu mancando sem nem trocar idéia com o zelador.

Foi pra casa com a buceta, útero, trompas, tudo entupido de leite, depois da experiência sexual mais agressiva, prazerosa e dolorosa de sua vida.

Logicamente, engravidou. Nenhum método anticoncepcional funcionaria contra uma foda tão extrema, profunda e violenta

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