A Mãe de Lígia: Minha Futura Sogra III

Um conto erótico de Multiface
Categoria: Homossexual
Contém 1495 palavras
Data: 15/11/2022 10:14:02

Esse conto é sequência dos primeiros "A Mãe de Lígia", publicados na minha conta. Por serem casos baseados em fatos reais e para entender a história, sugiro que você leia os primeiros, clicando no meu nick "Multiface" o que te levará à coleção de contos que publiquei. Vamos aos fatos...

Depois de algum tempo lado a lado, nos recuperando daquela trepada deliciosa, Márcia se senta na cama e me diz:

- Vou tomar um banho e já volto. Não vá sair daí, tá bem?!!

Eu sorri e disse que não fugiria. Logo em seguida ela sai do banheiro da suíte (o que era um luxo para aquela época), enrolada numa toalha branca e vem pra cama.

- Deixei uma toalha lá no banheiro pra você, se quiser tomar um banhinho rápido.

É claro que depois disso me levantei e fui me lavar. Como já passava das oito e meia da noite, resolvi que deveria ir pra casa, com medo de que alguém pudesse chegar, mesmo sabendo que seria altamente improvável que isso acontecesse. Ao sair do banheiro, encontrei minhas roupas delicadamente dobradas sobre uma cadeira e fui até elas com a intenção de me vestir.

- O que tá fazendo rapaz?

- Vou pra casa Márcia, pode chegar alguém. É um perigo.

- Não se preocupe, Marquinhos. Nestor está no Chile e Ligia não vem pra casa tão cedo. Fique tranquilo, vem cá, deita aqui que tenho que conversar contigo.

Como eu estava prestes a me vestir, nesse momento estava completamente nu. Me dirigi até a cama e voltei a deitar ao lado dela, que estava sob o lençol. Meio acanhado, deitei e fiquei olhando o teto enquanto ela começou a falar.

- Sabe Marquinhos, não quero que pense mal de mim.

- Porque eu faria isso Márcia?

- Porque eu sou casada, porque você é amigo do meu marido e principalmente porque você é o namorado, quase noivo da minha filha, mas escute. Deixe-me falar. Eu casei muito nova. Quando conheci o Nestor, tinha pouco mais que dezessete anos. Ele foi à fazenda prestar serviço pro meu pai, que é um grande criador de gado. Ficou por lá duas semanas e foi o tempo de nos apaixonarmos. Um cara bonitão, da cidade, engenheiro e a menina pura da fazenda. Meu pai, muito severo, só aceitou o namoro se ele se comprometesse a casar, assim que eu fizesse dezoito anos. E foi o que aconteceu. Ocorre que fiquei grávida na lua de mel. Assim, Ligia tem vinte e um anos e eu tenho trinta e nove. O problema foi que, quando a barriga começou a crescer, ele perdeu o interesse. Apesar de ser um homem muito carinhoso, atencioso e gentil, sexualmente nossa relação degringolou. Não me procurava mais e eu que tinha que cuidar com a bebê, também deixei a coisa esfriar. De modo que, nesses vinte e poucos anos, dá pra contar nos dedos quantas vezes fizemos amor.

- Márcia, o que tá me contando é inacreditável. Você é uma mulher maravilhosa, linda e gostosa.

Novamente ela me fez calar com o dedo nos meus lábios. Depois senti sua mão tocar em meu peito e fazer carinho suavemente com as unhas. Fazia movimentos lentos e rítmicos, pra baixo e pra cima, brincando gostoso com minha pele. E continuou falando.

- Então, eu tive uma criação muito rígida. Tive que aceitar essa condição e jamais trai o Nestor. Hoje foi a primeira vez. Portanto, Marcos, você é o meu segundo homem. Espero que entenda, porque senão, vai achar que sou uma biscate.

- Jamais, Márcia. De forma alguma, nem pense nisso.

Novamente ela me calou.

- Moço, só te peço duas coisas. Uma, que me entenda e outra que mantenha isso em segredo. Se você souber guardar esse segredo, vai ter a melhor sogra do mundo. Isso te garanto.

Enquanto ela falava essa última frase, sua mão desceu rápido pela minha barriga e ela pegou no meu pau. Massageou carinhosamente, depois foi para o saco e começou a sentir ele nas mãos. Não preciso dizer que o instrumento se colocou em posição de trabalho imediatamente. A mão da minha sogra me punhetava lentamente e aquilo parecia um sonho.

- Se você me entendeu, menino, vai guardar isso até o túmulo. E vai ser meu professor, meu instrutor, porque eu sou uma analfabeta sexual. O que sei sobre o assunto é fruto do exercício de imaginação que faço, sobre as conversas que ouço de minhas amigas, quando contam sobre suas experiências. Agora, quero experimentar o gosto dele de novo.

Dizendo isso, me beijou delicadamente os lábios e se posicionou para chupar meu cacete, que nessas alturas estava duro como pedra. Se ela estava falando a verdade, posso garantir que aprendeu rápido. Em instantes aquela boca gostosa estava me colocando em dificuldades. Foi muito difícil me controlar e não gozar rápido. Ela brincou deliciosamente com a boca no meu pau. Engolia tudo, com um vai e vem lento e suave. Depois que me controlei passei a incentivá-la.

- Isso, Márcia, assim mesmo, vai, não para não. Que delícia meu amor.

- Marquinho, isso é divino. Eu não sabia que dava tanto tesão. Menino, sou capaz de gozar chupando isso aqui. Minha vagina está pegando fogo.

- Então, vem cá meu anjo, vem, senta nele, vamos apagar esse fogo.

Ela parou o que estava fazendo e me olhou com um rosto angelical. Tinha nele uma alegria ímpar.

- Sentar? Isso deve ser bom. Nunca fiz assim.

- Então vem, fica de joelhos sobre meu quadril e vai baixando, como se montasse a cavalo.

Nem precisei me posicionar. Minha futura sogra entendeu plenamente o que eu tentei lhe ensinar. Em questão de segundos ela estava cavalgando no meu pau. Subia e descia fazendo suas mamas balançarem gostoso. Não demorou para que eu as pegasse nas mãos e apertasse com gosto. Seus cabelos esvoaçavam e seu rosto se transfigurava de tesão.

- Meu Deus, que tesão que é fazer amor assim. Parece que vou voar, que vou derreter. Não consigo mais me controlar. Estou enlouquecendo de prazer.

- Você está linda meu anjo. Nem imagina que maravilha está me fazendo ver. É uma visão indescritível.

- Vou gozar, ai, que delíciaaaaaaa

Márcia se pôs a gemer e a se contorcer como uma maluca. Cavalgava sem controle e gozava deliciosamente. Novamente, foram vários orgasmos. Parecia que aquilo não teria fim, enquanto eu observava tudo atônito. Aquela mulher era uma máquina de fazer sexo. Apesar do tesão que ela me dava, eu mantive o controle de forma a não gozar, só pra deixar o pau duro e ver até onde ela iria. Depois de longo tempo e um sem número de orgasmos ela foi desfalecendo, diminuindo os movimentos e se deixando cair lentamente em meu peito. Se alojou sobre mim sem desembainhar meu pau de sua buceta, que piscava sem parar. Eu a abracei e ficamos ali, quietos, até que ela se recuperasse. Nesse tempo, pude sentir seu coração batendo forte e seu corpo quente e suado, tremendo de forma suave, mas tranquila.

- Marquinho, o que foi isso? Eu estou maluca ou consegui voar?

Eu ri daquela pergunta e respondi:

- As duas coisas, Márcia. Eu vi uma mulher maravilhosa, tendo uma experiência fora do corpo, muito louca. Você se transformou num anjo e fez um voo até o céu.

- Menino, eu não podia imaginar como isso é bom. Não quero parar mais. Acho que vou ficar viciada nisso.

Ao dizer isso ela me beijou longamente. Acho que esse foi o primeiro beijo longo e apaixonado que trocamos. Pude perceber, nesse momento, que tinha o controle daquela mulher. Que a partir dali, ela seria minha sem limites. Eu só não sabia se estava pronto para o que viria nos próximos meses, mas não podia deixar de apostar num prêmio tão grande. Ela desmontou de cima de mim e se deitou ao lado, quase recuperada.

- Vou pro banho de novo, meu menino. Depois vou preparar um lanche pra nós, porque não somos de ferro. Temos que repor nossas energias, que a noite será longa.

Riu gostosamente e foi se levantando. Quando saiu do banho, enrolada na toalha, me olhou e disse:

- Marquinho, você não vai acreditar, mas minha vagina está toda assada.

Eu achei graça dela chamar a perereca de vagina, pela segunda vez.

- Márcia, se nós vamos transar como dois amantes, vamos dar os nomes às coisas para que ela fiquem mais gostosas. Você quer dizer que está com a buceta assada, não é isso? Repita pra mim, o que está assada?

- É, você tem razão, minha buceta tá assada. Pra ser sincera, acho que é a primeira vez que eu falo essa palavra nos últimos 30 anos. Buceta.

- Você tem a buceta mais gostosa do mundo e eu quero ser o dono dela. Vou te comer muito, sua gostosa.

Ela riu de satisfação e disse que iria fazer os lanches. Fui pra um banho rápido esperando o que seria da sequência daquela noite. Num outro texto eu conto como tudo aconteceu.

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Comentários

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Poderia dar continuidade a essa história

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Excelente Multiface. Uma sogra dessas tem que ser dono da buceta dela e dela toda.

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Tenho maior tesão na minha sogra e ela sabe e é bem safadinha.

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História bem escrita e chameguenta. Amei!

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