Comendo a norinha da titia prostituta

Um conto erótico de José Tarado
Categoria: Heterossexual
Contém 1194 palavras
Data: 25/11/2022 21:54:33

No dia seguinte após comer minha tia e a nora dela, eu estava satisfeito. Acordei cedo e fui para casa, fiquei com remorso de encontrar com meu primo. Como era domingo, ao chegar em casa dormi mais um pouco.

Quando acordei umas 14:00 vi que tinha uma mensagem de Paula: “Preciso muito conversar com você, podemos nos encontrar”? Respondi que sim e marcamos que eu a pegasse em casa às 20:00 (ela mora sozinha em um apartamento, pois os pais são do interior. Mas esse encontro não poderia ser lá, afinal ela era namorada do meu primo).

Por volta das 20:20 cheguei lá. Assim que ela entrou no carro, ela foi direto ao assunto: “Olha José, eu vou endoidar e a única pessoa que posso falar é contigo. Como é que eu pude transar com o primo do meu namorado e com a mãe dele? Puta que pariu, com a porra da minha sogra. Eu chupei uma buceta. E o pior, foi a buceta da puta da minha sogra”. Esfregou o rosto com as mãos e completou: “E se alguém descobre? Como vou explicar algo dessa natureza? Cara, eu gozei com uma mulher me chupando. É algo que chega a ser surreal”.

Deixei ela desabafar tudo que tinha pra dizer, ainda com o carro parado perguntei: “Você tá transtornada assim porque se arrependeu, ou porque gostou e não sabe como lidar com isso”? Ela me olhou com um olhar confuso e respondeu: “Não sei, a única coisa que sei é que tou me sentindo estranha. Vamos sair daqui, não podemos ficar aqui dando bandeira na porta condomínio”. Eu confirmei e disse: “Só conheço um lugar onde ninguém vai nos atrapalhar”. E fui direto pra um motel a uns 5 minutos de lá.

Entramos no quarto e sentamos na cama, ainda não tinha nenhum clima sexual. Fiz um carinho no rosto dela e falei: “Olha, o que fizemos é algo normal. E com certeza tu tinha curiosidade em ter relação com mulheres, topou rápido e aproveitou muito”.

Paula respirou fundo e falou: “Pra ti deve ser normal porra, tu fode com tua tia. Sei lá a quanto tempo tu come ela. E sim, eu tinha curiosidade, mas o máximo que já tinha feito era dar selinho nas amigas, mas eu imaginava que seria com meu namorado e uma amiga minha, não contigo e a depravada da minha sogra”. Eu fui sincero e falei que na verdade aquela foi a segunda vez que comia a tia Carla.

Paula: "Segunda vez? Sério? Por favor, não mente para mim. Seja sincero, porque estou sendo totalmente aberta com você”. Então eu contei toda a história, falei que minha tia era prostituta, falei como descobri, sem omitir nada. Paula ficou boquiaberta e disse: “Só podia ser puta. Pra fazer quilo tudo, só sendo puta. Não é normal o jeito que ela transa”.

Eu sorri e disse: “Realmente não é normal. É sensacional. Mas tu fez a mesma coisa e até onde sei não é prostituta. Ou é?”

Paula: Claro que não, idiota. Foi a primeira vez que fiz tudo aquilo. Foi estranho, mas eu gostei, ainda não consegui assimilar as coisas e isso tá me deixando louca. Como eu posso ter gostado de transar com minha sogra? Confesso que sempre achei ela bonita, mas nunca imaginei ela pelada. Fiquei o dia todo pensando nisso. Ela tá mexendo com minha mente.

Eu: “É, pelo visto só tinha ela lá ontem né”?

Paula: “Sem ciúmes, estamos em um motel e vamos já transar, pra ser sincera acho que tu vai me comer sempre. Nunca me senti tão satisfeita, o sexo com o Biel é ruim, ele só quer gozar logo e pronto, é muito travado, antigo, sem criatividade, pra ele só importa que ele goze e pronto. Contigo quero realizar todos os meus fetiches e realizar os teus também, Quero ser tua putinha em segredo. Topa”? Eu fiquei muito satisfeito com a proposta dela e disse: “Topo”.

Paula: “Então vem gostoso. Quero igual ontem, quero ser maltratada. Quero que tu faça comigo igual tu fez com aquela vadia.

Sorri e perguntei: “Tem certeza”? Ela confirmou. Puxei ela pelos cabelos, dei quatro tapas na cara dela e perguntei: “É assim que tu quer”? Ela confirmou novamente. Dei mais alguns tapas e apertei os mamilos dela. Quando coloquei a mão entre as pernas dela, tava toda melada. Comecei chupando a bucetinha dela, sem esquecer de bater. Enquanto eu chupava, batia nela com a mão direita e enfiei 2 dedos da mão esquerda no cuzinho dela, pra lacear. Continuei chupando até ela gozar. Quando fui comer a bucetinha dela, ela me empurrou e falou: “Na buceta não, quero no cu, quero com força e com raiva”.

Então fiz o que ela pediu, esfreguei a buceta dela e lambuzei o rabinho com o gozo dela. Meti meu pau no cuzinho, sem pena. Ela gritou: “Ai amor, começa com calma”. Deu um tapa na cara e falei: “Com calma é o caralho, tu pediu pra sofrer, agora vai aguentar. Entendeu minha puta”? Meti com mais força e perguntei novamente: “Entendeu puta”? Ela disse: “Entendi. Ai caralho, como dói, vai rasgar meu cu. Puta que pariu, que cacete grande do caralho”.

Continuei metendo no cuzinho e mandei ela tocar uma siririca. Tirei meu pau do cu dela e quando fui meter na buceta ela fechou as pernas e falou novamente: “Hoje não vou dar a buceta. Quero gozar dando o cu”.

Fiquei zangado, coloquei ela de quatro e meti novamente no cu. Deixei o pau parado lá e botei um dedo no rabo dela. Ela gritou: “O dedo não amor, só o pau. Tira, tira, tira”. Disse pra ela: “Não! Hoje é só cu e eu vou acabar com ele”. Voltei a movimentar enquanto ela reclamava. As reclamações não demoraram, a cachorra já estava se acostumando. Parei de mexer e enfiei mais um dedo. Dessa vez ela gritou: “Aí não né amor. Desse jeito meu cu vai ficar folgado, deixa só teu pauzão mesmo, gostoso”. Não me importei com a reclamação e continuei metendo. Paula gemia e praguejava. Ela me olhou e disse: “Vai amor, goza pra mim, enche meu cuzinho de porra, não aguenta mais, tá doendo muito”. Tirei os dedos do rabinho dela, meti mais forte e comecei a enforcar ela de leve. Quando menos esperei, ela gozou deitou de bruços na cama dizendo: “Que gozada gostosa”.

Continuei fudendo aquele rabinho por mais algum tempo e gozei. Ela virou de frente pra mim e falou: “Depois de hoje, tenho certeza que vou ser tua puta pra sempre”.

Eu: Que tal ligar pra tua sogrinha, pra gente repetir a festinha de ontem?

Paula: “Não, hoje você é só meu. Outra vez chamamos ela. Da próxima vez vamos montar uma ceninha, igual filme pornô. Vou me fingir de prostituta e tu vai ser o cliente. Quero ser humilhada, como uma putinha indefesa”.

Eu: “Gostei dessa ideia, vamos fazer hoje”?

Paula: “Ainda tenho que comprar umas coisinhas no sex shop, mas de amanhã não passa”.

Bom galera, vou ficando por aqui. Depois conto como foi no outro dia e outras aventuras com ela e minha tia.

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