Levei dedada do motorista de aplicativo

Um conto erótico de Gaby Jones
Categoria: Heterossexual
Contém 1656 palavras
Data: 25/10/2022 07:08:43

É engraçado (triste, na verdade) pensar que, dentro da sociedade, podemos ser julgados por assumir que gostamos de algo, principalmente, se for de sexo. Se tratando de mulher, as coisas ficam ainda piores.

Se você gosta de café, cerveja, automobilismo, novela, literatura, música clássica ou artesanato, tudo isso é aceitável expor nas suas redes sociais, mas gostar e falar sobre sexo? Ah, aí não pode.

Que bobagem.

Fora que, com os julgamentos, vem também a desqualificação, né? Parece que pessoas intelectualizadas não podem gostar se sexo.

Que bobagem em dobro.

Enfim, eu sou uma mulher que gosta de sexo e de aproveitar o que a vida, às vezes, me proporciona. Não acho que eu goste mais de sexo do que ninguém, só acho que eu lido e falo com mais naturalidade do que algumas pessoas.

Nessas andanças da vida, outro dia, eu chamei um carro de aplicativo e me deparei com um motorista deveras interessante. Que clichê, não é? Dizer que entrei no carro do rapaz para uma corrida paga e acertar com "XerecaCard", mas não foi bem assim que aconteceu.

Eu entrei no carro vestindo uma regata vermelha bem decotada e uma calça legging preta. Nos pés, sapatilhas vermelhas no mesmo tom da regata e do meu batom. Reparei que ele ficou de olho nos meus seios pelo retrovisor quando entrei. Confirmamos o meu destino e o motorista (Cris, o nome dele) se mostrou bem sério e profissional, embora interessado. Ele é alto, branco, tem cabelo castanho claro encaracolado e 50 anos. Percebi que eu não me descrevi, né?

Sou branca, tenho cabelos castanhos e lisos que batem no meio das minhas costas, 1,60m de altura, lábios carnudos, seios enormes, coxas grossas e bumbum grande. Tenho algumas tatuagens discretas, acho que a mais escondida é de uma pimenta na coxa direita.

Durante a corrida, Cris e eu conversamos um pouco. Ele me contou que começou a trabalhar como motorista de aplicativo durante a pandemia, depois que a cafeteria que tinha, no centro da cidade, não sobreviveu ao período de isolamento social.

Vou ser bem sincera. Nunca fiz isso, mas senti muita vontade de convidá-lo para entrar comigo, porém fiquei sem graça. Não sabia se ele era casado, era tarde e, apesar de não parecer, vai que se tratasse de um psicopata?

Entrei em casa, tomei um banho rápido, deitei só de camiseta e bati uma siririca antes de dormir. Enquanto pensava no motorista, abri a minha buceta, passei o dedo do meio no meu grelinho e gemi baixo. Queria as mãos, a boca, a barba e todo o corpo dele em mim. Fechei os olhos e me entreguei ao desejo. Somente essa palavra poderia descrever o que eu sentia pelo Cris: desejo.

Duas semanas depois, eu estava na padaria do bairro e, para a minha surpresa, Cris estava na fila do caixa. Droga, justo no dia em que eu saí de casa de qualquer jeito, claro. De chinelo, short jeans e uma camiseta cinza. Nem sutiã eu vesti antes de sair. Era segunda-feira, eu tinha que trabalhar mais tarde e não estava nem um pouco a fim de sair do modo "fim de semana". Pra completar, assim que eu entrei na padaria, começou um temporal.

- Ora, ora. Parece que eu vou ter que chamar um carro de aplicativo pra voltar pra casa.

- Oi. - ele respondeu, um pouco sem graça.

- Não está claro se você lembra de mim. Você é o Cris, né?

- Sou, sim. Desculpa, eu vejo um monte de gente todos os dias por causa do trabalho. Acho que te busquei, uns dias atrás. Estou certo?

- Isso mesmo.

- Mas não vou lembrar do teu nome, perdão.

- Pode me chamar de Gaby.

- Claro, Gaby. Você precisa de carona?

- Eu moro na rua de trás. Se não ficar ruim pra você, eu aceito.

- Eu levo você. Sem querer abusar, você teria um cabo USB pra me emprestar? O meu deve ter criado asas e fugido, eu estou com pouca bateria e às 6h30 da manhã eu não tenho onde comprar outro. Preciso do celular carregado pra trabalhar. Saí de casa acreditando que o meu estava no carro, mas não está.

- O que acha de tomar café comigo enquanto carrega o seu celular? O pão eu já estou comprando e faço um café com canela que, modéstia à parte, fica muito bom. Quer mais alguma coisa?

- Não, tá ótimo, e eu comprei pão de queijo.

Corremos até o carro dele, que estava parado na frente da padaria e eu protegi os pães embaixo da camiseta. Eles ficaram bem, mas alguns pingos de chuva molharam minha camiseta, na região dos seios. Não fiquei encharcada parecendo uma gata molhada, do Sabadão Sertanejo, mas os bicos se revelaram. O trajeto era bem rápido e, em dois minutos, chegamos ao prédio onde eu moro, porém no caminho ficou evidente que ele não conseguia tirar os olhos das minhas pernas.

Quando entramos no apartamento, eu disse a ele para ficar à vontade enquanto eu pegava o cabo e trocava de roupa. Voltei usando uma regata preta larga que cobria a minha bunda e calcinha azul. Ele olhou espantado, pegou o cabo, colocou o celular para carregar na sala e perguntou, depois de salivar:

- Você quer pão de queijo ou ajuda com o café?

- Imagina, senta aí no sofá, que eu trago pão de queijo e café pra gente.

Corri na cozinha, coloquei na bandeja café, açúcar, pães de queijo, pães franceses, margarina e leite e levei para a sala. Quando abaixei para colocar a bandeja na mesa de centro, ele olhou para o decote da minha blusa e viu os meus seios.

- Quer que eu te sirva? - perguntei, mas não quis esperar a resposta.

Sinceramente, o tesão estava estampado no rosto dele, então eu não tinha mais porque esperar. Cheguei perto e perguntei:

- Posso sentar aqui com você?

- Por favor.

Não aguentei e sentei em uma das pernas dele, então falei baixinho perto do seu ouvido:

- Tô com vontade de te beijar desde aquele dia da corrida - foi quando o beijei e ele retribuiu.

Ai, o beijo dele era muito gostoso, eu logo comecei a me contorcer em seu colo. Foi então que ele abriu as minhas pernas, colocou a minha calcinha pro lado e passou o dedo na minha buceta. Eu gemi e ele perguntou:

- Gosta de levar dedada, safadinha?

- Eu adoro.

- Hum… Deixa eu sentir a sua bucetinha na minha mão, vai. - E colocou o dedo do meio no meu grelinho.

- Ai, que gostoso…

- É? Sabia que você era uma safadinha, me deixou com vontade de mamar esses peitões naquele dia.

Imediatamente, eu coloquei a blusa para o lado, deixando o peito direito pra fora e ordenei:

- Mama.

Ele abocanhou meu peito e continuou dedilhando a minha buceta. Eu não aguentei e falei mais alto:

- Ai, caralho, que delícia.

- Que peito gostoso do caralho…

- Chupa o outro também.

Ele tirou a mão da minha buceta, arrancou a minha blusa e segurou meus seios. Olhou para eles com desejo e voltou a chupar os dois, enquanto os apertava. Eu gemia de tesão.

- Que boca deliciosa, porra!

Ele desceu a mão direita para a minha buceta de novo.

- Abre as pernas pra mim, safada, vai. Deixa eu chupar essa bucetinha.

Obedeci e senti imediatamente o calor da sua língua invadir a minha buceta, me levando ao céu. Urrei de prazer.

- Ai, caralho. Eu sabia que você queria me chupar. Isso, chupa bem gostoso, vai…

A língua dele passeava para cima e para baixo em um ritmo perfeito, acompanhando o meu quadril, que eu não conseguia deixar parado. Abri mais as pernas e segurei seus cabelos, gemendo mais alto.

- Isso, bem gostoso, vai…

Mas ele parou.

- Fica de quatro.

- Ai, mas está tão gostoso…

- Fica de quatro, você vai gostar.

Obedeci e senti seu polar no meu grelinho, então voltei a gemer.

- Tá gostando, safada?

- Ai, tô. Tá gostoso, você pega direitinho. Ai! Caralho!

Ele enfiou aquela língua gostosa e quente no meu cuzinho, sem parar de dedilhar meu grelo. O prazer que eu senti naquele momento foi sensacional. O dedo não parava, a língua também não, eu sentia o meu corpo totalmente invadido por ele e queria mais. A minha buceta estava muito molhada, eu conseguia sentir o dedo dele deslizando, todo melado, nela.

- Ai, porra, ai. Que delícia. Hum… Isso, vai. Ai, eu vou gozar, ai, ai. Eu vou gozar, tá gostoso.

Senti uma explosão, a minha buceta se desmanchava e eu abafei meus gemidos na almofada do sofá.

- Caralhooooo, o que você fez comigo, porra?

- Fiz o que eu estava louco para fazer desde o dia em que você entrou no meu carro com essas tetas maravilhosas. Só faltou me pedir pra mamar.

Eu mal tinha forças para responder. Ele olhou o relógio em seu pulso.

- Gata, eu preciso ir. Tenho que buscar uma passageira que agendou corrida.

- Mas e seu celular? Não deve ter carregado ainda.

- Eu tenho carregador no carro, relaxa. - Piscou pra mim com cara de safado.

Eu vesti a blusa, tentei me recompor e o acompanhei até a porta.

- Gostou da dedada?

- Adorei, foi sensacional. Mas olha, eu quero sentir seu pau também - falei enquanto pegava por cima da calça.

- Me passa seu número, a gente combina.

Entreguei meu cartão de visitas e, enquanto abria a porta, pedi para ele mandar mensagem. Nos despedimos e fiquei olhando ele entrar no elevador. Quando eu ia entrar de volta, a porta do apartamento em frente ao meu abriu e eu vi o vizinho saindo para trabalhar. Alto, negro, também na casa dos 50 anos e cabelos curtos. Eu sou nova no prédio e não o conhecia, então me apresentei.

- Bom dia. Prazer, eu sou a Gaby, mudei para cá semana passada.

- Bom dia, Gaby, eu sou o Rômulo. O prazer é todo meu. Seja bem-vinda.

- Obrigada.

Depois que entrei e fechei a porta, percebi que estava sem calcinha. O que será que o vizinho pensou de mim?

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Comentários

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Kakakakaka Sem calcinha na porta?!?!? Sensacional...amei!!!

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Que história mais gostosa, Gaby... gozei gostoso lendo! Beijos e leia os meus tb

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A pessoa sendo solteira ela pode fazer o que quiser pois respeito mais uma mulher que transa com vários caras em uma noite do que uma casada que trai o marido

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Nossa adorei seu conto estou louco de tesão por vc .

Me chama no Skype .

cleniltongomes@hotmail.com

Clenilton júnior e ler os meus contos esse é meu e-mail tbm bjsss na buceta minha delícia

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