Casada e Prostituta - minha primeira DP

Um conto erótico de Malu
Categoria: Grupal
Contém 2041 palavras
Data: 24/10/2022 16:55:02
Última revisão: 20/02/2023 23:57:14

Eu nunca critiquei meus clientes que são casados e me procuram pra fazer sexo, até porque quem sou eu para julgar se estou no mesmo barco deles? afinal assim como eles eu também estou traindo

Não estou querendo justificar a traição, mas o fato deles pagarem para ter sexo, e eu receber para isso, nos faz sentir menos culpados, pois não há sentimentos, o que eles buscam é prazer, alguns momentos de prazer, não somos apaixonados, não há nenhum envolvimento emocional, mas repito, não estou querendo justificar a traição

Quando transei com o Ivam, com a esposa dele olhando, consentindo, e na verdade desejando aquilo, ordenando que o marido me fudesse com a maior vontade possível, me deu muito tesão, não imaginava que transar na frente de alguém me deixaria tão excitada

Até pouco tempo atrás, quando eu assistia algum filme pornô ficava me perguntando, como eles, tanto o homem como a mulher conseguiam fazer tudo aquilo tendo outras pessoas assistindo? achava que eu nunca conseguiria fazer algo parecido

Mas transar com um homem e tendo a esposa dele como plateia me deixou excitadissima, e quanto mais ele me fodia, mais eu queria, buscava de todo jeito ver a cara de D. Sônia, queria ver se ela estava assistindo tudo que ele fazia comigo

Quando D. Lena me perguntou o que achei da experiência, eu respondi que foi incrível e não esperava que fosse tão bom, então ela me disse que tinha um outro cliente para me indicar com uma situação parecida

Dr. Oliveira é um senhor que deve ter acima dos 70 anos, voyeur, o seu prazer está em assistir sexo ao vivo, geralmente contrata uma menina e o seu motorista, que é tipo um secretário, guarda costa e faz tudo, come a menina, mas ele mesmo não toca na garota

Eu disse a D. Lena que não tinha problemas, já tinha feito sexo com plateia uma vez e achava que daria conta. Mesmo dessa vez sendo um homem assistindo

Jorge o motorista me pegou na casa de D. Lena e no caminho conversamos bastante, branco, cabelo liso bem penteado, na faixa de uns 40 anos, casado e com filhos, já trabalha com Dr. Oliveira a muitos anos, a própria mãe dele também foi empregada na casa por vários anos

Jorge me contou que Dr. Oliveira sempre foi muito mulherengo e depravado, teve três esposas mas hoje mora só, devido a diabetes e outras doenças de velho, já não consegue fuder, mesmo se entupindo de viagra

Embora a cabeça de baixo não funcione, a de cima funciona muito bem, e a mente pervertida dele tá cada dia pior e por isso ele contrata as meninas de D. Lena para Jorge comer na frente dele

Meio que impensado eu brinquei na hora e disse:

- Quer dizer que quem come a refeição do patrão é você? ele fica só lambendo os beiços?

Disse isso e logo me arrependi, mas Jorge não se importou, pelo contrário deu uma risada, me olhou detalhadamente e respondeu:

- Sim sou eu que como, e dessa vez o prato veio caprichado

Disse isso e novamente ficou me olhando bem devagar e detalhadamente, me deixando um pouco ruborizada, o que ele percebeu e me chamou de boba

Dr. Oliveira é tipo ranzinza, esses velhos de cara abusada, mas me recebeu com muito carinho me chamando de minha filha, menina linda e princesa, tinha uma certa dificuldade de andar e fazia com auxilio de uma bengala

Fomos para o quarto onde havia uma cama grande, em cada lateral da cama tinha uma cadeira e outra nos pés da cama, logo percebi que era onde ele ficava sentado observando todo ato

Confirmou que eu faria sexo com Jorge e disse para eu ficar a vontade e não me importar com a presença dele, mas que desse o máximo de mim, que ele queria ver Jorge me detonando e no final lambuzando minha cara linda

Realmente não me importei com a presença dele, não fiquei tão excitada como da vez que D. Sônia me assistiu fudendo com seu marido, mas Jorge é um bom amante e o sexo estava muito gostoso

Dr. Oliveira sentava numa cadeira depois se levantava e sentava em outra que pudesse lhe dar uma visão melhor de Jorge me fudendo, ele vestia um roupão sem nada por baixo e quando começamos a transar ele abriu e ficou punhetando seu pau, que não ficava totalmente duro

As palavras carinhosas do inicio foram trocadas por cachorra, puta, nojenta e outras, mas eu a muito tempo já não me incomodova com isso, é natural os homens quando me fodem, me xingarem de todo tipo de palavrão

Jorge seguia as ordens de Dr. Oliveira e fudeu minha buceta e meu cu em diversas posições me castigando pra valer enquanto seu patrão se masturbava, com a rola meia bomba toda babada dizia

- Eu quero que você goze na cara dessa puta, quero ver essa cachorra nojenta com o rosto cheio de porra

Jorge ainda me fudeu bastante, depois tirou a camisinha me colocou de joelhos e começou a espirrar a porra no meu rosto, depois enfiou o pau na minha boca

Dr. Oliveira aproximou seu rosto do meu que até pensei que ele queria lamber a porra de Jorge, mas apenas ficou com o rosto próximo batendo punheta e gozou na sua mão

Jorge ainda me comeu novamente mas Dr. Oliveira apenas ficou sentado massageando seu pau sem gozar mesmo quando Jorge banhou meus seios de porra, Dr. Oliveira apenas deu um suspiro forte de satisfação

No caminho de volta Jorge disse que eu havia sido fantástica, que nem sempre Dr. Oliveira consegue gozar batendo punheta, e só não gozou na segunda porque não aguenta mais

Quanto a ele, Jorge, tinha me achado uma delicia, fazia tempo que não fodia tão gostoso, que além de linda e encantadora, eu fodia muito bem e esperaria ansioso Dr. Oliveira me chamar novamente para ele, Jorge, me fuder outra vez

Novamente fiquei tímida e ruborizada, as vezes eu consigo aceitar melhor quando me xingam do que quando elogiam, xingamentos entra por um ouvido e sai pelo outro, mas elogios as vezes me deixam sem jeito

Passado um tempo Jorge me pegou novamente, e no carro disse que eu teria uma supresa dessa vez

No meio do caminho ele pegou um rapaz chamado Pedro, um negro alto e musculoso, mas novo que Jorge e me apresentou

- Essa é a Malu a gatinha de hoje, vamos fazer uma festinha gostosa com ela

Pedro me olhou deu um sorriso, esfregou as mãos e disse

- Que linda, que delicia hoje vou me esbaldar

De imediato notei que seriam os dois que iriam me fuder, seria minha primeira vez, nunca havia feito, mandei uma msg para D. Lena

- Hoje são dois

Ela perguntou:

– O velho vai fuder também?

Respondi:

Não, é o Jorge e outro rapaz

D. Lena perguntou

- Algum problema?

Respondi:

- Não

Ela disse:

- Então dá teu show e aproveita

Novamente Dr. Oliveira me recebeu carinhosamente, embora eu já sabia que depois ele me xingaria de tudo quanto era palavrão, Pedro o cumprimentou agradecendo por ter sido chamado, Dr. Oliveira disse

- Que nada rapaz, eu disse a Jorge pra lhe chamar porque você tem uma das maiores pica que conheço, e quero ver essa gatinha miando muito hoje, sendo arrombada sem dó e piedade

Fomos para o quarto e logo estávamos os três nus com o Dr. Oliveira sentado em uma das cadeiras, eu ajoelhada chupando a rola de um e depois do outro, era a primeira vez que fazia isso na minha vida, e claro excitada

Jorge me deitou na cama e colocou a cara entre minhas pernas lambendo minha buceta, Pedro veio para cima do meu rosto para eu chupar sua rola, que por sinal realmente era enorme, Jorge já tinha uma rola grande mas a de Pedro era exagerado

Enquanto Jorge lambia e chupava minha buceta, Pedro enfiava sua rola preta, grossa e cumprida na minha boca, tirava batia com ela no meu rosto e voltava a enfiar, Dr. Oliveira punhetando e gritando delicia

Inverteram a posição, Jorge colocou a rola na minha boca e Pedro chupava minha buceta e enfiava os dedos no meu cuzinho, claro não tinha como aguentar, mesmo com a boca cheia pela rola de Jorge comecei a gemer, isso deixava Dr. Oliveira louco que não sabia em qual cadeira sentava e qual cena assistir

Pedro foi o primeiro a me penetrar, abriu minhas pernas, entrou entre elas e ficou esfregando a rola nos meus lábios vaginais, depois foi enfiando lentamente, enfiava e tirava e voltava a enfiar novamente

Ser usada por dois homens é uma sensação incrível, a rola de Pedro me socando aumentava a minha vontade de chupar a rola de Jorge, Dr. Oliveira alucinado me xingando

Jorge foi me comer e Pedro ficou ao lado, Jorge saiu e Pedro me penetrou novamente, depois saiu e foi a vez de Jorge e ficavam assim, um comia e outro esperava a vez, isso em várias posição diferente

Eu estava de quatro, Pedro fudendo minha buceta, cuspiu no meu cu e passou o dedo, Jorge com as duas mãos arreganhava minha bunda, Pedro tirou o pau da minha buceta e foi empurrando devagar no meu cuzinho, ao ver minha careta Dr. Oliveira falou

- Tá doendo puta safada? A rola do negão tá arrombando o cuzinho tá? Negão atola tudo, castiga essa vagabunda, arromba esse cu, quero ver um buraco do tamanho da lua nele

Pedro obedeceu ao velho e enfiou de vez, dei um grito para alegria do velho tarado, depois começou a socar meu cu com força, o velho foi para trás de mim e mandava Pedro tirar o pau para ele ver o buraco, feliz com o que via mandava enfiar novamente

Pedro Saiu e Jorge tomou seu lugar fudendo meu cuzinho, Pedro deixou tão arrombado que Jorge enfiou sem dificuldades, eu gemia de prazer e o velho na punheta me xingando

Os dois, Jorge e Pedro, sendo um de cada vez fodiam meu cu em diversas posições, enquanto um fodia eu chupava o outro e o velho se punhetando

Eu sentada em cima de Jorge de frente para ele que fodia meu cu, tirou colocou na minha buceta, envergou meu corpo e chamou Pedro, este se posicionou atrás de mim e foi enfiando seu canudo preto e carnudo no meu cu novamente enquanto Jorge estava com sua rola branca na minha buceta

Era a primeira vez que fazia uma DP, uma enorme rola branca na minha buceta, outra rola preta e maior ainda no meu cu, me castigavam deliciosamente, eu rebolava neles sentindo as duas rolas me fudendo, que sensação deliciosa

Inverteram as posições e continuavam me fudendo, aos mãos deles deslizavam no meu corpo e principalmente nos meus seios que estavam cheios de baba de gala, o velho enlouquecido de uma cadeira para outra

Não lembro quantas vezes eu gozei, mas quando chegou a hora deles, me colocaram de joelhos, primeiro foi Jorge bateu uma punheta encostou a rola no meu rosto acima do nariz e gozou uma enorme quantidade de porra, depois colocou a rola na minha boca para eu chupar

Pedro segurou com uma mão no meu rosto, com a outra batendo punheta começou a espirrar porra na minha cara, era tanta porra que os dois gozaram, que escorriam indo direto para meus seios, depois chupei a rola de Pedro também

Eu havia até me esquecido do velho, assim que Pedro tirou a rola da minha boca senti um forte puxão no meu cabelo, era o velho puxando meu rosto e enfiando a rola na minha boca, que assim que colocou começou a gozar

- Puta que o pariu fazia tempo que não gozava tão gostoso, chupa puta, vagabunda safada, bebe toda minha porra sua cachorra

Chupei a rola do velho que deixou minha boca cheia de porra e depois engoli fazendo questão de mostrar a ele, o qual ficou muito feliz

Jorge disse que eu realmente era especial, pois não era comum o velho interagir na foda, inclusive outras vezes cheguei a bater punheta e chupar a rola do velho, ele ainda só não tentou me penetrar, diz que queria muito mas não tem rola para isso

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Foto de perfil genéricaMalu Contos: 9Seguidores: 239Seguindo: 2Mensagem Sou casada e tenho uma filha, para pagar uma divida que meu marido fez com um agiota, virei prostituta e comecei a fazer programas, então percebi que posso dar uma condição de vida melhor a minha filha e para mim através do sexo, e continuo fazendo programas ainda hoje, não sei por quanto tempo vou ficar nessa vida mas o minimo para ter uma estabilidade financeira sem precisar passar por necessidades outra vez

Comentários

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Adoro seus contos Malu, queria te conhecer pessoalmente, onde vc atende?

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Essa de que não há traição por não haver sentimentos não existe.

Se sua relação não está pautada em sexo extra conjugal que ò faz está traindo sim .

Isso seja homem ou mulher.

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Gata, ótimos relatos, muitos sinceros, da praspzer e muito tesão em ler, aguardando os próximos, bjos.

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Parece que nessa altura do seu trabalho você não se sente mau pelas traições como se sentia no início, parece que a culpa ficou pra trás.

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Meu querido, depois de um ano nessa vida, eu seria hipócrita se falasse que que estava arrependida, o sentimento de culpa continua sim, acho que até no dia que parar vou continuar me sentindo culpada, mas o que foi feito está feito, tenho que seguir minha vida

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