A noiva - Deflorando Helena

Um conto erótico de Bocage
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 1106 palavras
Data: 27/10/2022 20:58:40

No carro eu vou abusando a minha nova esposa, eu puxo os piercings dos mamilos dela e lhe acaricio o grelo. A motorista do carro assiste tudo pelo retrovisor. O anel na boceta de Helena ficava logo abaixo do grelo, por isso não impedia a penetração e nem o acesso ao clitóris, mas iria impedir qualquer estímulo no grelo quando eu a fodesse. Estava na moda remover o clitóris das escravas para torna-las mais obedientes, o que é um bobagem, nada melhor para obediência e submissão do que mante-las constantemente excitadas.

Nós saímos do carro e eu vou puxando-a pela corrente presa no anel da boceta da minha nova exposta. Passamos pela longa recepção do hotel, ela sendo exposta para todo mundo, mas ninguém reclama pois o hotel era especializado em casamentos e haviam outras esposas caminhando nuas ou semi-nuas e com alguma forma de apetrecho de bondage.

A recepção era um show aparte do hotel, haviam duas lindas garotas vestindo roupas de látex semi-transparente. Uma era peituda e usava um vestido com abertura para grandes seios dela. Além disso ela tinha piercings nos mamilos e uma correntinha ligando cada mamilo na coleira no pescoço dela. A outra era bem magra e usava um body de latéx que a cobria dos pés até a cabeça, haviam somente aberturas para os olhos, boca, nariz e para a boceta. Ela tinha uma xoxota toda aberta como uma flor e no capuz do grelo ela tinha um anel surpreendentemente largo para uma parte tão sensível do corpo.

Depois do check-in eu vou puxando a minha esposa pela corrente e junto com a gente vai a bell-girl levando as nossas malas no carrinho. Ela vestia somente sapatos e uma cinta de couro que estava presa por uma corrente no carrinho. Quando chegamos no quarto a garota coloca as nossas malas no armário e eu acaricio a boceta dela como gorjeta, ela geme pois as trabalhadores braçais não costumavam receber muita atenção.

Já não aguentando de tesão eu coloco o pau para fora e puxa a minha esposa para baixo pela corrente. Ela imediatamente começa a me chupar, depois toma a iniciativa e coloca o meu pau entre os peitos e fica alternando entre o boquete e uma espanhola. Ela era muito boa, com certeza a mãe a havia treinado para ser uma boa esposa, talvez ela até tenha treinado com o pai.

Não consigo resistir e acabo gozando nos peitos da minha esposa. O vestido de noiva dela ganha a marca da minha porra. Eu tiro a roupa dela, lhe solto os braços e tiro a corrente da boceta, ela fica nua, somente com os piercings. Nós vamos para o banheiro da suíte e eu mando a minha escrava preparar o banho. Havia uma grande banheira que ela enche com água quente, sabonete líquido e sais de banho. Depois nos dois entramos na água e ela ensaboa os seios e os usa para limpar o meu corpo. Comprar uma esposa peituda foi definitivamente uma grande escolha.

Depois do banho eu amarro a minha jovem esposa no X de madeira, eu havia reservado o especial para prática de BDSM. Eu prendo os punhos e os tornozelos dela na parede e depois eu abro a gaveta de brinquedos. Primeiro eu pego uns pesinhos e penduro nos piercings dos mamilo e no anel da boceta, coloco peso o suficiente para ela ficar com os mamilos esticados e os seios, que eram redondinhos, caído para baixo, já a boceta dela fica tão esticada que o grelo pula para fora.

Deixo ela assim e ligo para a recepção para pedir serviço de quarto depois volto para a gaveta e pego um pinwhell e aproveito que o grelo dela estava exposto e começo à atormenta-lo. Vejo a expressão de dor e principalmente desconforto no rosto da minha esposa e isso era só o começo pois eu pego um pacote de pregadores de madeira e começo à colocar no corpo dela. Coloco 10 em cada saio, depois 4 em cada lábio da boceta. Eu mando ela colocar a língua para fora e coloco um bem na ponta. Eu olho para ela com um sorriso maligno, eu vejo que ela entende o que eu vou fazer, vejo o medo nos olhos dela, mas não existe nada que ela pudesse fazer para evitar que eu colocasse o último pregador bem no grelo exposto dela.

Enquanto eu estava admirando o meu trabalho, o sofrimento da minha esposa e os gemidos de dor dela quando batem na porta. Abro para a moça do serviço de quarto entrar com o jantar. Eu admiro a bunda enquanto a criada do hotel entra com o carrinho com a comida. Como usual em hotels ela vestia um corpete justo que a deixava super-peitudo e que terminava em uma sainha que mal cobria a bunda dela. No passado as criadas não usavam nada por baixo da saia e você podia estupra-la como bônus para os clientes, mas agora as criadas são mandadas com um cinto de castidade e você tem que pagar extra pela chave. Malditas corporações!

Eu havia pedido um belo bife para mim e para a minha escrava um shake de proteínas e nutrientes sem absolutamente nenhum sabor. Enquanto eu como, a criada tira o pregador da língua e dá o shake para a minha esposa, serviço que também custa um extra. Quando Helena termina de comer eu mando a criada tirar o pregador do grelo dela e lambe-lo, mas sem faze-la gozar, se a minha esposa gozasse as duas iam ser chicoteadas.

Isso tudo me deixa com o pau duro e eu estou pronto para finalmente tirar a virgindade da minha esposa. Eu dispenso a criada e solto Helena da parede, tiro os pregadores do corpo dela, a coloco de quatro na cama. Eu finalmente tiro a bola de metal que estava dentro dela e enfio o meu pau na boceta gostosa, molhada e quente da minha esposa. O treinamento com as bolinhas de metal que ela deve que fazer durante o noivada tem o efeito esperado, a xoxota dela é apertadinha e ela massageia o meu pau com a boceta enquanto eu à fodo.

Ela não sangra, o cabaço dela havia sido rompido pela mãe dela com um pau de metal na minha frente depois que eu assino o contrato de noivado/compra, mas mesmo assim é a primeira vez que ela sente um pau de verdade na boceta e apesar dela não ter nunca sido fodida ela consegue, com ajuda da argola na boceta, não gozar. O que me deixa bem satisfeito, escravas existem para serem usadas, não para ter prazer.

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