A primeira vez que me apaixonei sem poder - Parte 2

Um conto erótico de TP Adventure
Categoria: Gay
Contém 1449 palavras
Data: 19/09/2022 14:28:44
Última revisão: 19/09/2022 14:37:31

Antes das 18h daquele sábado de muitas vendas eu já estava pronto para bater o ponto e ir para casa descansar. Como de costume, bati o ponto, me despedi dos meus colegas de trabalho e fui ao banheiro antes de ir para a parada de ônibus.

Eu sempre olho quem está no banheiro do shopping por que sei da pegação que rola ali dentro. Como nesse dia o shopping estava muito cheio, acreditei que não teria nada rolando. Até que avistei um cara lindo (mesmo de máscara a beleza era avidente) saindo dos mictórios e que manteve o olhar fixado em mim.

Eu fui fazer até o mictório e pude perceber que ele me encarava enquanto lavava suas mãos. Quando eu fui para a pia ele saiu do banheiro, ainda me encarando.

Assim que saí do banheiro eu o avistei andando devagar na saída do corredor e olhando para três como se esperasse alguém. Somente quando ele sorriu timidamente com os olhos que eu notei que eu era esse alguém.

Andei na direção dele e seu olhar me convidava a seguí-lo, enquanto ele andava até o estacionamento externo. Ele então amdou mais devagar e eu pude alcancá-lo.

- E aí. Tudo bem? - perguntei de forma simpática.

- Opa! Tudo sim. E com você? - a voz grave e suave respondeu.

- Estou bem. Você vem sempre aqui? - sim, eu fui clichê a esse ponto.

- Estou começando a vir mais. Faz uns anos que não venho. Trabalha aqui?

Ele começou andar devagar para dentro do estacionamento e eu o acompanhei. Nos apresentamos emos fomos conversando amenidades até que chegamos em um carro popular preto. Descobri que seu nome é Fernando (fictício) e que ele é de Cotia.

- Então, a chuva está aumentando. Quer entrar no carro para conversarmos um pouco mais?

- Claro! É melhor mesmo.

Entrei no carro e ele me ajudou a colocar a mochila e o guarda-chuva na parte de trás.

- Então, na verdade eu vim aqui para comer alguma coisa e comprar uma roupa e um perfume para mim. Mas aí eu vi você e... não sei, algo me disse para falar com você.

- Poxa, que legal! - fiquei meio sem assunto na hora por que esperei uma atitude dele. E a atitude veio.

- Você quer ir lá pra casa? Eu estou no apartamento da minha família no Bairro de Rico da cidade (nome do bairro inventado para preservar o sigilo da história e dos envolvidos).

- Depende.

- Do quê? - ele parecia muito nervoso.

- Não sei. O que você curte? - Geralmente a resposta esperada é se o cara é ativo, passivo ou versátil. As vezes é só uma brotheragem ou um oral.

- Então... - teve uma pausa demorada e eu quase perguntei se ele estava ali ainda. - Eu não sei. Como asism o que eu curto?,

- O que você gosta em outros caras ou o que você gosta de fazer.

- Eu não sei. Nunca fiquei com outro cara.

E então eu gelei por um instante. De novo eu tendo a responsabilidade de ser o primeiro cara na vida de outro cara. Não foram poucas as vezes que isso me ocorreu.

- É sério isso? - eu ainda não estava acreditando.

- Sim. Eu acabei de terminar meu noivado e resolvi que iria tentar me descobrir. Sempre tive uma curiosidade, mas o medo sempre falou mais alto.

- E por que eu estou tendo essa chance de ser o primeiro?

- É como eu disse. Algo disse para eu falar com você.

- Olha, então deixa eu te explicar detalhe. Eu namoro e moro junto. Temos uma relação aberta.

- Eu não sei ainda se quero experimentar. Mas nesse momento estou com vontade.

- Nós podemos só conversar, se quiser. Não vou te pressionar.

- Então podemos ir lá pro apartamento?

primeira vez que me apaixonei sem poder - Parte 2

Eu sei que foi muito imprudente e inocente da minha parte, mas eu estava no carro de um total desconhecido indo para o suposto apartamento dele.

Quando chegamos ele me deixou confortável e me ofereceu água. Fomos até o seu quarto, todo mobiliado em madeira escura, chão de taco e uma cama muito grande. O que era necessário já que ele tem uns 1,90cm.

Eu estava um tanto quanto desconfortável com a situação. O ambiente era muito agradável. Era perfeito para dias de inverno como aquele.

Ele estava sentado na cama, com as costas encostadas na parede. Então pediu para eu ficar a vontade e eu tirei somente o tênis, a meia e a blusa pesada. O calor do quarto já era suficiente e eu mal sabia que sentiria tanto calor em um inverno severo como aquele.

Assim que terminei de tirar a blusa ele se materializou ao meu lado e perguntou se podia me abraçar. Eu não conseguiua nem sentia vontade de falar nada. Apenas acenei positivamente e ele aproximou minha cabeça do seu peito ainda coberto por um suéter de lã macio.

Ficamos naquele momento por algum tempo e mudamos a posição do abraço algumas vezes, já que ele me afastava levemente para olhar meu rosto e sentir minha pele com os dedos.

Parecia que estava tentando tomar alguma decisão. Não faço ideia do que estava passando por sua mente naquele momento. Ele colocava seu rosto próximo ao meu e seu nariz e sua pouca barba tomavam conhecimento da anatomia do meu rosto.

Nossos rostos estavam alinhados. Testa com testa, nariz com nariz. Levei meu indicador até seu lábio inferior e ele entendeu a proposta. Foi o primeiro beijo dele em outro homem e eu estava nervoso com a responsabilidade de fazer valer a pena. Não que eu quisesse convencê-lo de que era bom e que ele deveria fazer mais vezes. Mas eu queria entregar tudo de mim. Mais ainda, eu queria que ele se sentisse seguro e confiante para entregar tudo de si.

Nos beijamos suavemente e a tensão foi aumentando. Tomei a liberdade de tatear seu corpo em partes menos invasivas ainda sobre o tecido da sua roupa. Senti seus braços, que eram mais fortes do que eu imaginava para um corpo magro. Senti suas costas que relaxavam quando meus dedos passeavam dedilhando os músculos superiores.

Ele também se sentiu a vontade para me tocar mais. E seus longos dedos deslizavam no meu rosto, contornando a minha barba, passando pelo meu pescoço.

Ele me chamou para a cama e continuamos nos beijando. Fui ousado ao ficar por cima dele e eventualmente me aventurava em seu pescoço. Ele suspirava e apertava meus braços toda vez que minha barba raspava em seu pescoço. Sua pele macia arrepiava e a respiração irregular me ordenava para continuar.

Ficamos perdidos nos mesmos movimentos por algum tempo. Talvez por muito tempo. E eu me movimentava delicadamente sobre seu corpo comecei a sentir melhor a sua excitação. Foi a carta branca que ele precisava para se sentir mais confiante e me tocar mais.

Suas mãos desceram pelas laterais do meu corpo e encontraram o final da minha camiseta, podendo tocar minha pele pela primeira vez. Ele subia mais as mãos por dentro da minha roupa. Seu toque era quente e firme.

A partir daquele momento eu soube que o clima iria esquentar consideravelmente. Ele perguntava se podia me tocar, como deveria tocar e isso me deixava ansioso para saber seu próximo movimento.

Logo ele se sentou na cama e tirou nossas camisas. Então as bocas começaram a conhecer outras partes do corpo.

Sua pele era branca com pouquíssimos pelos combinava com a sua magreza que trazia consigo nuances de músculos e uma leve barriga de quem não despensa uma bebida no fim de semana.

Era o contraste perfeito com a minha pele morena de quem acabara de curtir os últimos dias de sol fraco antes da época de chuvas. Os toques foram se intensificando e os dedos apertavam a carne.

Nos despíamos apaixonadamente, sem desfazer o beijo, sem soltar as mãos sem deixar que aquele encantos sA quebrasse.

Antes de tirar a calça eu pude ver um volume que me impressionou. Quando estava somente de cueca preta eu pude perceber a dimensão real de seu membro, que mesmo duro estava direcionado para baixo.

Fiz questão de tocar ainda por cima do pano e alimentei uma chama que já ardia fortemente. Seus olhos reviraram de prazer e seu pau pulsou em minha mão que quase acreditei ser possível gozar com um primeiro toque.

Quando abaixei sua cueca seu pau saltou para cima em alta velocidade e fez um barulho alto quando bateu em sua barriga. Era tão grande que a glande tocara seu umbigo. Seus poucos pelos me agradavam e tudo indicava uma higiene perfeitamente impecável.

Estávamos finalmente nus e os corpos ardiam. Anseavam pelo próximo toque. Respirávamos pesadamente, nos sufocando de tesão.

Voltamos para a cama.

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Comentários

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Que delicia. A descoberta, o carinho, o tesão isso tudo é muito bom. É uma coisa que deveria ser para sempre mas "o pra sempre sempre acaba".

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