Clube do Homem ~ Capítulo IX: Súditos servindo o rei

Um conto erótico de PACO GG
Categoria: Gay
Contém 3624 palavras
Data: 28/08/2022 17:31:07

As semanas seguintes passaram voando. Comecei como estagiário no maior conglomerado de comunicação do país, responsável por emissoras de TV, rádio, jornais, revistas, editoras de livros e até gravadoras de música. Mesmo que os planos de Antenor fossem que eu me tornasse seu braço direito no comando da empresa, obviamente que ele, um homem de negócios, não me daria de mão beijada essa responsabilidade e regalias. Eu teria que trabalhar duro e assim estava fazendo.

Nas primeiras semanas de trabalho, me dediquei a entender as engrenagens que faziam funcionar cada uma dessas esferas de trabalho. Antenor me colocou para conhecer todos os departamentos - o financeiro, a comunicação, o RH, a limpeza - de todos esses setores, não só para que eu entendesse como a empresa funcionava, mas também para eu descobrir onde me encaixava naquele ecossistema. Depois de alguns meses, eu já havia me encontrado no setor de estratégias comerciais e de marketing da empresa e passava os dias acompanhando enquanto Antenor e os outros executivos da empresa tomavam decisões importantes.

A minha vida tinha mudado completamente. Até algum tempo atrás, minha vida se resumia aos poucos bicos que eu conseguia para me sustentar, hábito que eu adquiri desde muito criança, pois nunca tive uma família de fato: na minha casa, era cada um por si, sem laços maternos ou paternos. Ao começar os trabalhos na empresa presidida por Antenor, passei a receber um salário, que confesso que era BEM mais alto do que qualquer estagiário “comum” devia receber por lá. O Clube também deu em minhas mãos a chave de um apartamento simples, de um quarto, próximo à empresa, todo mobiliado, onde eu moraria dali para frente. Eu não pagava nenhum tipo de aluguel, então o salário era suficiente para me manter e ainda sobrava dinheiro para eu mandar aos meus familiares, que nunca fizeram perguntas sobre a minha mudança, já que o dinheiro continuava caindo nas mãos deles. Eu não tinha obrigação nenhuma de ajudá-los, mas a minha consciência mandava que eu o fizesse. Vida que segue.

Passaram-se três meses sem que acontecesse um encontro do Clube dos Homens. O meu estágio na empresa exigia que eu passasse apenas 6 horas diárias por lá, mas eu fazia questão de passar mais que o dobro diariamente. Aos sábados e domingos, eu estudava para aprimorar ainda mais meus conhecimentos sobre a empresa. Queria deixar o Clube orgulhoso de mim. É por isso que sobrou pouco tempo para mais daquelas orgias maravilhosas que vínhamos fazendo. É claro que, nesse meio tempo, tive encontros individuais com aqueles homens que eu já chamava de meus namorados… Antenor fazia questão de, como seu café da manhã, me chupar e consumir o meu leite diariamente, por exemplo, além de encontros esporádicos que tive com professor Renato, que certa noite apareceu no meu apartamento com uma garrafa de vinho, ou com Afonso, que num domingo de tarde, preparou o macarrão mais incrível que eu já comi na vida, ou com Vicente, que me arrastou para uma mostra de filmes de um diretor chamado Federico Fellini só para me chupar no escuro do cinema (os filmes eram legais, mas não entendi muita coisa). Enquanto eu não estava ocupado satisfazendo 3, 4 ou 5 deles de uma vez, ia conhecendo-os individualmente e aprendendo a admirar e respeitar aqueles homens que pareciam ter se apaixonado por mim bem antes de descobrirem o tamanho do meu pau. Nunca tive muito o apoio da minha família, nem amizades na escola de granfinos para qual eu havia conseguido uma bolsa e estudado a minha vida toda (aguentando poucas e boas). Com o Clube do Homem, eu finalmente me sentia parte de uma comunidade.

Mas não vou negar: eu sentia falta dos nossos encontros. Só que, ufa, numa noite de sábado esse sufoco acabou.

Eram cerca de 22h e eu estudava na mesa do meu apartamento, revisando alguns conceitos de mercado financeiro. O interfone tocou, era Afonso:

— Abre pra gente, gatinho — ele disse, animado.

— Eu tô que não morro de saudades — reconheci a voz de Christian, seu marido.

Liberei a entrada deles e corri para checar minha aparência no espelho. A campainha logo tocou, então só tive tempo de jogar uma água no rosto.

Eu estava um pouco nervoso quando fui atender a campainha. Eu sempre ficava nervoso para vê-los, mas era um nervosismo gostoso. Como de costume, a figura enorme de Afonso foi a primeira coisa que vi, além de ter sentido o aroma cítrico do perfume que ele usava. Antes que eu dissesse qualquer coisa, recebi aquele homem enorme nos meus braços, cumprimentando-o com um abraço e um beijo de língua apaixonado.

— Ô meu esposo, nada de monopolizar o Arthur hoje, já conversamos sobre isso — brincou Christian atrás do marido.

— Tá bom, tá bom — resmungou Afonso.

Cumprimentei Christian da mesma forma, feliz por ver meus dois conselheiros. Foi só então que eu percebi que eles não estavam sozinhos. Mais três homens másculos e lindíssimos esperavam para serem recebidos no apartamento.

O primeiro a me chamar atenção se apresentou como Tales. Ele fazia o tipo arábe, de cabelos e olhos escuros e pele dourada. Ele não era muito alto, mas parecia ser muito forte, apesar de não ter um corpo esculpido na academia. A barba cheia e escura dava um ar severo à ele, mas ele parecia ser muito gentil. Ao seu lado, estava Lucas, que parecia um lorde inglês: cabelos e olhos claros, um rosto gentil, mas um corpo matador, no estilo bodybuilder. O terceiro desconhecido era Ronaldo, o mais novo do trio, de estilo bem mais despojado. Uma pequena argola de metal estava pendurada em sua orelha, ele tinha pele negra clara, cabelo estilo militar descolorido e barba escura. Ele tinha também o olhar mais sacana, além de um corpo magro e sarado, de ângulos retos.

Feitas as devidas apresentações, resolvi recebê-los da mesma forma como recebera Afonso e Christian. Ao beijar aqueles três homens, enchendo as minhas mãos com o volume de suas bundas, queria deixar claro logo de cara que o prazer deles estava garantido comigo. Eles pareceram gostar.

Com o meu volume desafiando o tecido fino da samba-canção que eu usara o dia todo para estudar, recebi aqueles cinco homens na minha casa. Tales era médico, Lucas se apresentou como nutricionista e Ronaldo explicou que era profissional da educação física. A função deles no Clube, fiquei sabendo, era monitorar e garantir o meu bem-estar físico e mental.

— E é por isso que viemos em uma missão de resgate — Ronaldo disse, me dando uma sacola marrom, com algumas roupas dentro. Pareciam caras.

— Você tem estudado e trabalhado duro demais, gatinho — Afonso disse, me abraçando por trás.

— Vista estas roupas, vamos sair para dançar — Christian disse animado, colocando uma música para tocar na caixinha de som via Bluetooth que eu tinha.

— Dançar? Eu não sei dançar — protestei na hora, enquanto Tales e Lucas me empurraram em direção ao banheiro.

— Não estamos pedindo, gatinho — Afonso continuou — Você está convocado a vir curtir com a gente. Seus estudos podem esperar algumas horas.

Não tinha jeito com eles. Eu não tinha forças para protestar

— Entre logo nesse banho antes que a gente resolva dar um banho em você — Ronaldo disse, antes que eu fechasse a porta do banheiro. Não seria má ideia.

Depois do banho rápido, saí do banheiro enrolado na toalha, a pilha de roupas novas em mãos, em direção ao quarto, sentindo o olhar de todos em mim. Vesti tudo - uma camiseta regata preta canelada, uma jaqueta de couro que parecia ter custado os olhos da cara, uma calça de alfaiataria escura e tênis Adidas. Para dar um toque meu no visual, coloquei uma corrente grossa em volta do pescoço, acessório que eu já tinha há anos.

Quando saí do quarto, fiquei sem graça com tantos olhares.

— Tô pronto — eu disse, tímido.

Os cinco homens trocaram olhares entre si, como se concordassem com alguma verdade não dita.

— Deus, vamos sair logo, antes que eu caia de boca nesse menino aqui nessa sala — Afonso quebrou o silêncio e todos riram, eu inclusive, me sentindo um pouco mais solto.

Saímos para a noite. A festa era uma casa que parecia antiga, talvez dos anos 40, mas seus vários andares tinham sido todos reformados para comportarem a boate. Ao chegarmos, meus ouvidos foram dominados por batidas eletrônicas e meus olhos, na penumbra neon, percebiam que éramos o centro das atenções. Logo percebi que o público daquela festa era masculino e gay, e o ambiente devia ser daqueles liberados, já que alguns homens dançavam apenas de cueca, outros totalmente nus, com alguns focos de sexo aqui e ali. Era uma festa de sexo. Apesar disso, grande parte do público parecia querer curtir a música, que realmente estava muito boa. Eu não tinha mentido quando disse que não sabia dançar, o que não impediu que meus cinco acompanhantes me arrastassem para a pista de dança.

Era incrível como cada uma deles, de forma individual e própria, conseguia demonstrar tanta confiança e sensualidade. Aqueles homens tinham o tipo de postura exuberante que me impressionava, fazia eu me sentir pequeno, um aluno diante de tanta experiência, tanto conhecimento de mundo. Eu tinha muito a aprender com eles, em todas as esferas da minha vida. Ao mesmo tempo, era perceptível que toda aquela exuberância tinha um único alvo: eu. A música impactava meus ouvidos, as luzes me causavam uma confusão profunda e deliciosa, mas nada tão forte quanto os olhares que eles lançavam em minha direção.

Assim que nos colocamos no centro da pista lotada, era como se ninguém mais estivesse no lugar. A noite era nossa. Cada um do seu jeito particular, os homens balançavam seus corpos com destreza, no ritmo da música, sem nunca tirarem os olhos de mim. Ronaldo era o melhor dançarino, requebrando seu quadril volumoso com rapidez, movimentando-se como delicadeza e fúria na mesma medida. Os outros dançavam com o mesmo entusiasmo, ainda que com menos habilidade. Lucas e Tales, que eu acabara de conhecer, me encaravam enquanto dançavam de forma sensual e masculina, suor escorrendo por seus pescoços enquanto eles abriam os botões de sua camisa. Afonso e Christian davam amassos apaixonados, sem vergonha alguma, aos poucos também abrindo camisas e tirando paletós para liberarem seus corpos para a dança.

Eu fazia o que podia, tentando acompanhar a animação de Ronaldo, tentando responder aos olhares sensuais de Lucas e Tales, simplesmente hipnotizado pelos homens que acabara de conhecer. Era um trio de homens totalmente diferentes entre si, mas que desde o primeiro momento demonstraram preocupação e cuidado comigo. Foi Lucas, com seus ares de lorde europeu, extremamente educado, que tirou a minha jaqueta, revelando meu dorso apenas com uma regata preta. Eu também suava bastante.

Fiquei louco quando Ronaldo, com toda aquela malemolência, começou a rebolar sua bunda em minha pélvis, subindo e descendo seu quadril no ritmo da música, roçando seu corpo no meu. Imediatamente respondi aos movimentos, segurando firme em seu quadril e roçando minha pélvis em sua bunda, tomando controle daquela bunda incontrolável. Tales já estava sem camisa, devido ao calor, revelando seu corpo árabe, peludo e parrudo. Se colocou atrás de mim, me puxando para um beijo enquanto eu encoxava Ronaldo. Um príncipe de olhos azuis e corpo maciço, Lucas logo se juntou a nós, puxando Ronaldo de sua rebolação e juntando-nos em um beijo quádruplo cheio de paixão. A noite ia caminhando, bebíamos alguns drinks e cerveja, mas não muito, e não demorou muito para que eu estivesse sem camisa, sendo praticamente distribuído e dividido por cinco pares de mãos fortes, cinco pares de lábios, cinco corpos que me apalpavam e me tateavam, buscando o máximo possível de contato físico. Dediquei um bocado de tempo às bocas de Ronaldo, Lucas e Tales, porque estávamos nos conhecendo naquela noite e eu queria mostrar que já era devoto a eles e que, é claro, já sentia a devoção deles.

— Poxa, gatinho — senti Afonso falar em meu ouvido — Não esquece de mim — ele disse, sua cara de pidão iluminada pelas luzes neon que dançavam sobre a pista.

— Nunca, meu gostoso — respondi, puxando-o pela nuca e terminando de abrir sua camisa.

Afonso sempre desfalecia em meus braços, era incrível o poder que eu tinha sobre aquele homem enorme. Nos pegávamos como dois adolescentes com tesão. Logo a boca de Christian entrou na brincadeira e eu fazia o que podia para chupar as duas línguas, explorar ambas as bocas, com atenção completa para os dois. Era perceptível que Afonso e Christian eram um casal, pois a sintonia entre eles era gigante, a forma com que suas mãos bobas pelo meu corpo se complementavam.

O calor da pista aumentava enquanto nosso ritmo ficava mais frenético. A noite avançava. Fui roubado de Afonso e Christian para cair nos braços fortes e imponentes de Lucas, que só interrompeu nossos beijos ferozes para tirar sua camiseta pólo, exibindo para mim um peitoral e abdome que pareciam ter sido esculpidos por artistas gregos. Logo fui puxado, pelo passador de cinto da minha calça, por Ronaldo, que queria dançar com seu corpo colado no meu. Depois Tales me quis só para ele, já demonstrando que ele era o mais bruto e bronco do grupo, seu corpo peludo fazendo cócegas no meu. Depois de Antenor, ele parecia ser o membro mais difícil de domar. E eu adorava um desafio.

Logo formamos um círculo ainda mais estreito, uma mini-comunidade de homens que se amavam no ritmo da música, se beijavam, se apertavam, trocavam suor, roçavam barbas em pescoços, passeavam pelos corpos um dos outros… Tudo no ritmo da música, que explodia em luzes naquela boate. Até que percebi duas coisas:

1. Estávamos todos já sem camisa, nossos corpos brilhando de suor sob os lasers da boate.

2. A festa toda nos assistia.

Não sei quanto tempo havia se passado, uma, duas, três horas… A magia da pista de dança, a sensualidade daqueles homens, a delícia daquele momento todo. Eu nem percebi o tempo passar e nem notei a plateia que se formava à nossa volta, homens que não deixavam de dançar conforme a música, mas que também não tiravam os olhos da gente. Um trio de garotos que pareciam ter a minha idade me chamaram a atenção, não só pela forma com que encaravam a nossa comunhão de amor e dança, mas também por serem muito diferentes entre si: um deles era magrinho-definido, com pele bem escura e lábios cor-de-rosa; um outro era do tipo ursinho, todo peludo e gordinho, com coxas grossas e dois riscos cortando sua sobrancelha direita; e o último era um ruivinho, com cara de tímido. Mas, como eu já estava muito bem servido ali com os membros do Clube, retornei meu olhar para a nossa roda.

Aquele lugar todo cheirava ao tesão que eu sentia por eles. Eu estava morrendo de tesão.

— O que acham de irmos pra casa — eu falei no ouvido de Christian, depois de um longo beijo que dei nele enquanto Afonso, seu marido, deixava leves mordidas no meu pescoço — para finalizarmos a nossa festinha?

Christian olhou para mim com cara de safado e disse algo no ouvido do marido, que riu, sacana.

— Gatinho — ele disse, sinalizando para o resto do grupo —, você acha que viemos até aqui só para dançar?

Afonso me puxou para fora da roda, abrindo caminho na multidão de corpos masculinos que balançava no bpm da música eletrônica. Agora que eu saíra do transe inicial, percebi que, de fato, éramos as estrelas da festa e o centro das atenções. Chegamos a uma espécie de cercadinho, que parecia separar a pista principal da festa de uma área mais reservada e VIP. Percebi que o local estava reservado apenas para nós, porque, na boate cheia, era o único espaço que não estava abarrotado de homens. Nossa área VIP era composta por um bar, um sofá de couro e um mini-palco, uma espécie de plataforma colocada diante do sofá.

Logo fui jogado com violência naquele sofá e dominado por um mar de bocas e mãos que lutavam por um pedaço do corpo, por um espaço na minha pele. Eu beijava duas, três bocas vez, enquanto desabotoava braguilhas da calça de um, desafivelava o cinto de outro. O mesmo foi feito comigo e logo éramos seis homens usando apenas cueca, nos amando no sofá da área VIP de uma boate… Eu não conseguia racionalizar o que de fato acontecia no momento, até porque, se o fizesse, talvez eu saísse correndo dali, de tão tímido que eu sempre fora. Mas algo me possuía naquele momento, a mesma vontade de agradar e satisfazer aqueles homens que já tinha se tornado companheira de todos os meus dias, eu me tornara um sem vergonha por eles. Mas eu queria fazer diferente… Queria mostrar que eu já não era aquele mesmo garoto que eles resgataram meses atrás.

— Vamos organizar essa bagunça — eu disse com a voz firme e alta, para que conseguissem me ouvir.

Eles imediatamente pararam o que faziam e me olharam, submissos, esperando pela minha ordem.

— Vocês três — eu disse, apontando para Ronaldo, Tales e Lucas — no meu pau.

O olhar de obediência que eles me lançaram fez meu membro pulsar na cueca. Eles logo assumiram a formação exigida por mim. Me recostei no sofá enquanto três homens se ajoelharam diante das minhas pernas abertas, suas bocas abertas em excitação enquanto Ronaldo, que estava no meio, delicadamente puxou minha cueca para baixo, revelando meu pau que pulsava e brilhava com pré-gozo. Como um trio de cachorros, os três começaram a cheirar e lamber o meu membro, saboreando o salgado do meu pré-gozo, que era compartilhado entre eles pela troca de beijos que faziam com o meu pau no meio.

Tive que ignorar os arrepios que senti pelo corpo todo quando as três línguas começaram a brincar na minha glande, para depois passearem por todas a extensão do membro, uma língua atropelando a outra, três bocas famintas que se atropelavam e se ajudavam na missão de me dar prazer. Os sons molhados do sexo oral chegavam aos meus ouvidos antes da música. Estávamos em um mundo só nosso.

Mas eu precisava manter a firmeza. Enquanto Tales, Lucas e Ronaldo provavam, poucas horas de me conhecerem, que já me amavam como os outros, apontei para Afonso e Christian:

— E vocês dois — falei, apontando para Afonso e Christian — quero curtir vocês um pouco. Vem cá comigo, senti saudades — chamei, sorrindo.

Com Afonso à minha esquerda e Christian à minha esquerda, abracei-os, trazendo para mais perto. Queria tê-los deitados no meu peito, nós três assistindo a cena que acontecia logo abaixo, a devoção daqueles homens ao meu pau.

— Mas gatinho — Afonso disse, com cara de pidão — eu também quero, não tem um espacinho pra mim ali com eles, não?

— Espere a sua vez, meu gostoso — eu disse, com um sorriso sacana — Quero que eles tenham a oportunidade de me conhecer primeiro. Não se preocupa, vai ter muito pau pra vocês dois hoje também.

Eles riram junto comigo, aconchegados no meu peito, acompanhando a dança de bocas e línguas que acontecia em cima do meu pau naquele momento. Fui beijando e acariciando Afonso e Christian, retribuindo o carinho que eles tinham demonstrado nos últimos meses. O contraste entre a forma como namorávamos em cima e a selvageria que acontecia embaixo, com meu pênis, era notável. Mas logo a sacanagem dominou o casal também, e nossos beijos ficaram quentes, molhados e selvagens. Nossas respirações aceleravam na medida em que o trio que me chupava ficava mais atroz… Meu pau era distribuído de boca em boca, engolido por um e pelo outro e pelo outro, para depois ser abraçado por duas bocas, enquanto uma terceira brincava com as minhas bolas. Eu gemia na boca de Afonso e Christian.

Uma pequena multidão foi se formando em volta da área VIP, um número incontável de homens com o tesão estampado em seus olhares, o desejo de entrarem na nossa brincadeira visível para nós, alguns até com olhar de certa inveja. Em dado momento, Afonso pareceu ter visto algo ou alguém na multidão e se levantou do sofá. Falou algo no ouvido do segurança mais próximo, pegou uma garrafa de champanhe no bar e arrancou a rolha com a maior facilidade do mundo. Voltou para o nosso ninho de amor bem no momento em que aquele trio de novinhos que eu vira mais cedo - o magrinho negro, o ursinho e o garoto ruivo - eram trazidos para dentro da área VIP.

______

Tô de volta, galera. Esse capítulo termina com mais um MONTE de coisa pra acontecer na boate, mas não se preocupem, tem uma segunda parte chegando já - entre hoje e amanhã, no máximo. Tô animado e morrendo de tesão com esse conto, o que vocês estão achando?

Ah, montei um índice de personagens pra vocês não se perderem na descrição de cada um. Olha só:

GUIA DE PERSONAGENS

Arthur: 18 anos, negro claro, corpo definido pelo trabalho braçal

Professor Renato: 40 anos, professor da antiga escola de Arthur, bronzeado musculoso, depilado

Diretor Oscar: 45 anos, diretor da antiga escola de Arthur, branco, careca e musculoso

Afonso: 50 anos, urso musculoso, peludo e grisalho, barba cheia e bem preta, tatuagem de cobra nas costas, mais de 1,90 de altura

Christian: 38 anos, urso musculoso de estatura média e pele dourada, marido de Afonso

Antenor Vermont: 50 anos, negro musculoso, 2 metros de altura, careca, corpo escultural

Vicente Vermont: 35 anos, sem barba (apenas com um bigode), um ursinho de estatura média e corpo peludo

Lucas: 38 anos, nutricionista, ares europeus com cabelo curto castanho claro, olhos azuis, bodybuilder

Tales: 40 anos, médico de origem árabe, corpo extremamente peludo, barriga de urso

Ronaldo: 35 anos, negro claro, com cabelo curto descolorido e brinco em uma orelha, corpo esculpido pela dança

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Comentários

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Ah que sdd! Esse conto né da tesão demais. PQP! Louco pra saber se vai virar um livro físico para comprá-lo.

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Muito bom mesmo, mas foi uma sacanagem sua parar o capítulo na hora da pegação... Rsrsrsrsrss

Estou curtindo cada vez mais esse conto e estou agora ansioso pela continuação...

Não demaraaaaaaaa por favor!!!!

Rsrsrsrsrs

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Hahaha Terminar o capítulo assim foi o meu jeito cruel de deixar vocês animados com o próximo

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Show consegui me ver na pista dançando só não consegui entrar na area VIP. Que pena. Ahahahahahah.

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Acho que com o Arthur tem sempre lugar pra mais um rsrs

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Cara, tá perfeito!! Queremos ver muito mais das aventuras desse clube.

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Valeu por acompanhar! Pode ficar ligado que tem muito mais coisa vindo aí

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Meu Deus eu sempre fico ansioso pra ler o próximo capítulo hahaha você nunca decepciona

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