paulinha vendedora

Um conto erótico de Edu
Categoria: Heterossexual
Contém 1096 palavras
Data: 20/08/2022 03:59:03

Quando eu entrei na loja pela primeira vez me deparei com uma quase menina que atendia de forma simpática a uma cliente, fiquei ali olhando algumas peças sem deixar de observa-la. Devia ter seus 18 anos, morena , olhos claros ...um castanho esverdeado... usava uma camiseta branca que realçava não só sua cor como seus seios que aparentemente poderiam caber em minhas mãos imaginei como moranguinhos.

Outra vendedora viera me atender, mas disfarcei disse que estava apenas olhando, logo outra cliente apareceu e ela foi atende-la. Saí discretamente e fui dar uma nova volta no shopping quem sabe não teria a sorte de ser atendido por ela.

Não demorou e vi a outra vendedora se aproximar da fila de um fast food, olhei para o relógio devia ser horário de seu lanche. Me apressei em voltar a loja e lá estava a linda morena ajeitando um manequim. Me aproximei olhando algumas peças e ela veio solicita me atender. Apresentando-se como Paula e perguntando se eu necessitava de ajuda. Queria toda ajuda daquela quase menina. Disse que queria presentear minha filha e que inclusive era bem parecida com ela, não menti realmente minha filha podia ter a idade dela...um pouco mais nova talvez.

Logo ela me mostrou algumas peças...percebi que a camiseta que usava era da loja... perguntei se havia outras de modelo parecido porém um pouco mais decotada ... ela apressou-se em buscar uma, lembrei que minha filha gostava de preto pedi que fizesse um embrulho para presente. Agradeci, ela gentilmente após ver meu nome no cartão agradeceu dizendo meu nome e me levando até a porta com a garantia que voltaria para ver outras peças.

Durante quase dois meses ficava por ali nas minhas horas vagas...minha filha já ganhara quase um guarda roupa novo.

Por sorte numa noite chuvosa a vi no ponto do ônibus, oferecer uma carona certamente iria me trazer uma maior sensação de intimidade. Ela não titubeou em aceitar, afinal que mal tinha? Eu homem certamente casado, com filha na mesma idade, cliente assíduo ...

Não morava tão perto e o transito ruim serviria como base para um bom papo, foi o que aconteceu ...no trajeto caótico das ruas engarrafadas iniciamos um papo bem aleatório, Paula gostava de conversar. Perguntou sobre minha filha, meu trabalho...até sobre minha mulher. Depois foi minha vez de enche-la de perguntas.

Ficamos mais íntimos, com direito a troca de telefone e eu oferecer meus préstimos como advogado já que tinha um escritório no próprio shopping.

A relação entre a vendedora e o cliente realmente foi se aprofundando, num encontro pelos corredores convidei-a para almoçar e ela de forma natural aceitou.

Em geral meus almoços com garotas como ela eram sempre mais íntimos e reservados. Mas de certa forma Paula me fazia pisar no freio.

As vezes eu costumava ir a algum bar com amigos e minha mulher nem sempre me acompanhava, numa noite depois de uns drinks com amigos resolvi passar pela orla da praia, gostava de ver as meninas que faziam ponto por ali... vez ou outra eu terminava pagando por esse tivo de diversão.

Para azar ou sorte a vi junto com outra garota, não podia perder a oportunidade, parei ao lado dela que assustou ao me ver. Não tinha como ser discreto...ela entrou no carro, estava um pouco sem graça fizemos o trajeto até um pequeno motel calados.

No quarto abri o frigobar, peguei uma água, sentei na cama enquanto ela me olhava paralisada. Fui até o banheiro, tomei uma ducha, estava nervoso e excitado com a possibilidade de depois de tanto cerca-la poder come-la sem maiores envolvimentos.

Voltei com a toalha na cintura. Ela estava na piscina, um misto de sereia e fada. A marca do bronzeado era de excitar qualquer um. Uma tênue marquinha no bumbum que me fez imaginar aquele corpo numa areia...os seios como havia imaginado, pequenos , durinhos ... dois morangos que eu chuparia por horas. Tinha um pequeno triângulo no meio das pernas, uma moita loira desenhada parecia um tapetinho de entrada para um evento como o oscar. Percebi o grande volume na toalha...aliás jamais havia me percebido com tanta atenção. Na piscina ela sorriu. Eu abandonei a toalha me lançando em sua direção que me aguardava com as mãos na escada e as pernas abertas como um convite para uma grande festa.

Submergi já com a boca preparada para entrar naquela festa. Subi mordendo sua barriga...não resisti aos morangos. Fiquei ali por longos minutos saboreando aqueles bicos como um bebê faminto. Não a penetraria ali, não naquele momento. Ficamos nos esfregando como dois adolescentes. Não demoramos muito a irmos para o quarto onde a bulinação continuou. Não demoramos a parar na cama. Comecei a lambe-la de forma animal...percebi que ela estava excitada de verdade, não como uma garota de programa que é sempre mecânica, bastou algumas linguadas para que ela gozasse. Se contorcia de forma a me excitar ainda mais. Não me contive em penetrá-la. Há muito não transava com tanta vontade e olha que sempre fui insaciável. Paula gemia forte, gritava meu nome pedindo que não parasse, não parei...depois de tanto suar soltei um jato dentro dela que respirava ofegante enquanto me apertava. Os olhos reviravam ela parecia estar em transe. Fiquei ali exausto sobre aquele corpo quente e saciado. Adormecemos. Já era no meio da madrugada quando comecei a acariciar suas costas, seu bumbum empinado ... ela me excitava não deixando que meu pau acertasse o seu brioquinho rosado e apertado. A segurei forte, a bunda ali na minha cara foi um convite ao meus instinto mais primitivo. Não me importei ao ve-la gritar comigo ali bombando naquela bundinha. Quanto mais ela pedia para parar eu enfiava. Até que ela parou, aos poucos mexia a bundinha para melhor absorver aquele gigante bruto e rígido. Cheguei ao fim do túnel. Ela soltou um grito. Inundei a com uma porra quente e grossa. Fiquei ali dentro dela, sentindo o pulsar.

Ela tinha os olhos marejados... fomos tomar uma ducha percebendo que ela estava arrombadinha... depois me confidenciando que seu brioquinho jamais havia sido tocado.

Nos trocamos e a deixei em casa. Passei a noite pensando naquele programa. De manhã no café ela me mandava mensagens sobre a dor que ainda sentia.

Convidei-a para almoçar novamente, desta vez em um motel fuleira no centro da cidade. Não queríamos luxo, queríamos uma trepada boa para abrir o apetite.

Já se passaram 1 ano desde a nossa primeira trepada. Paula continua trabalhando na loja e quase todos os dias almoçamos juntos. Ela não faz mais programas.

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